Investimentos no Porto de Itaguaí vão chegar a R$ 10 bilhões, diz ministro

[ad_1] O ministro dos Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, disse que, para além dos R$ 3,58 bilhões previstos na concessão do terminal do meio do Porto de Itaguaí (ITG 02), os investimentos na estrutura vão chegar a R$ 10 bilhões nos “próximos anos”. O terminal portuário teve concessão arrematada pela Cedro Participações S.A., em dezembro, com pagamento de outorga simbólico de R$ 1 milhão, para além da previsão de investimento bilionário a ser executado entre 2027 e 2029. Costa Filho discursou nesta sexta-feira (21), ao lado do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, na cerimônia de assinatura do contrato de concessão, em Itaguaí, no Rio de Janeiro. O ministro reforçou que o resultado deste leilão foi o maior da história desse tipo de licitação e mencionou o potencial de geração de emprego. “Na fase da obra, serão gerados 2,2 mil empregos diretos, fora os indiretos. E, quando a obra estiver pronta, serão mais de 2 mil empregos para o povo da região”, disse Costa Filho. Ele destacou o desempenho do governo Lula, que planeja mais de 60 leilões ao fim dos quatro anos de mandato, com mais de R$ 20 bilhões em investimentos previstos. Nos dez anos desde a lei dos portos, disse, foram realizados 42 processos do tipo, com garantia de apenas R$ 6 bilhões em investimentos. Capacidade do terminal O terminal concedido em Itaguaí tem 250 mil metros quadrados de área e capacidade para movimentar 20 milhões de toneladas por ano, que serão dominadas por cargas de minério de ferro trazidos do Quadrilátero Ferrífero de Minas Gerais. O potencial de incremento na atividade do Porto de Itaguaí é de um terço. Presente na cerimônia, o presidente do Conselho de Administração da Cedro, Lucas Kallas, lembrou que, além das obras no porto fluminense, a empresa vai construir um ramal ferroviário de 26 quilômetros em Serra Azul (MG) para facilitar o escoamento de até 25 milhões de toneladas de minério de ferro, boa parte para exportação via Itaguaí. Investimentos na indústria naval Silvio Costa Filho disse, ainda, que o governo vai induzir mais de R$ 40 bilhões em investimentos na indústria naval do País. “Isso é desenvolvimento, geração de oportunidades e globalização cada vez maior da navegação do Brasil”, afirmou o ministro. Na cerimônia, o governo federal também anunciou a utilização de recursos do Fundo da Marinha Mercante referentes aos exercícios de 2024 e 2025. Ao todo, os contratos firmados totalizam R$ 5,49 bilhões. [ad_2] Source link

Entenda os impactos da suspensão de financiamentos do Plano Safra 2024/25

[ad_1] O anúncio da suspensão de novas contratações de financiamentos subvencionados pelo Plano Safra 2024/25 continua a repercutir entre os principais setores do agronegócio. A medida entrou em vigor hoje (21) e não contempla operações de custeio do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). Para entender melhor o assunto e como o mesmo pode impactar o setor, o jornalista João Nogueira entrevistou o diretor de estruturas financeiras da Terra Magna e especialista em crédito rural, David Télio, durante o telejornal Mercado & Companhia. De acordo com as entidades que representam o agronegócio, a suspensão dos financiamentos acontece em um momento em que os produtores plantam a segunda safra de milho, colhem a soja e iniciam a colheita de arroz. Na opinião de Télio, o Plano Safra 2024/25 deve ficar parado por conta da falta de recursos, mas a boa notícia é que o mercado de crédito crédito privado está entrando no negócio. “Nós estamos vendo bancos públicos privados e, principalmente, o mercado de capitais entrando no jogo para fazer a substituição (financiamentos subvencionados) colocando recursos na produção”, disse. A entrevista completa está disponível em nosso canal do YouTube. [ad_2] Source link

Haddad anuncia medida provisória para linha de crédito extraordinária do Plano Safra

[ad_1] O ministério da Fazenda anunciou que buscaria respaldo técnico e legal do Tribunal de Contas da União (TCU) para liberar os recursos das linhas de crédito do Plano Safra de forma imediata. Em coletiva de imprensa nesta sexta-feira (21), Fernando Haddad, chefe da pasta, anunciou a “única solução jurídica possível” para o tema. “Estamos editando uma Medida Provisória, abrindo crédito extraordinário para atender as linhas de crédito do Plano Safra”, disse, em coletiva de impresa. Segundo o ministro, o valor será de, aproximadamente, R$ 4 bilhões. De acordo com ele, apesar de extraordinária, a medida está dentro do arcabouço fiscal. “O presidente da República disse que, em virtude do ritmo que as coisas [a aprovação da Lei Orçamentária Anual (LOA) 2025] nós não podemos aguardar o orçamento ser aprovado [para dar continuidade às linhas de crédito]. O ministro do TCU [Vital do Rego] deixou claro que sem essa solução que foi encontrada, não haveria possibilidade de execução do Plano Safra porque não há outra solução jurídica possível”, destacou Haddad. Durante a coletiva, o ministro da Fazenda criticou a morosidade com o que o Congresso vem tratando a aprovação da Lei Orçamentária. “A informação que tenho é que nem sequer o relatório foi apresentado. […] Esperamos que o Congresso aprove o orçamento já com essa previsão [de crédito extraordinário] oportunamente, mas o plano não sofrerá descontinuidade”, garantiu. Conforme Haddad, a urgência também provém do fato de os bancos terem reportado ao governo que existem linhas de crédito que já estão sendo contratadas neste momento. “Isso levou o presidente Lula a tomar a decisão da medida emergencial para não haver descontinuidade, ou seja, a decisão está tomada e semana que vem as linhas de crédito estarão normalizadas, mesmo sem a aprovação do orçamento”. Segundo Haddad, a medida será publicada no Diário Oficial no mais tardar na segunda-feira (24). [ad_2] Source link

Sem grandes novidades? Semana da soja é fraca e dia tem poucos negócios

[ad_1] O mercado da soja segue com ofertas dos melhores preços para a soja no Brasil. Enquanto isso, os portos permanecem pouco movimentados e os prêmios para março seguem positivos. Segundo a Safras & Mercado, a semana foi de pouca oferta, com os produtores focados na colheita. O spread entre comprador e vendedor segue amplo. Cotações da soja Passo Fundo (RS): preço subiu de R$ 130,50 para R$ 133,00 Região das Missões (RS): preço subiu de R$ 131,50 para R$ 134,00 Porto de Rio Grande (RS): preço subiu de R$ 133,50 para R$ 134,00 Cascavel (PR): preço subiu de R$ 125,00 para R$ 127,00 Porto de Paranaguá (PR): preço se manteve em R$ 132,00 Rondonópolis (MT): preço se manteve em R$ 115,00 Dourados (MS): preço se manteve em R$ 118,00 Rio Verde (GO): preço se manteve em R$ 111,00 Chicago Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a sexta-feira com preços em baixa, reduzindo os ganhos acumulados na semana. A previsão de chuvas para as regiões mais necessitadas da Argentina e do sul do Brasil e a aversão ao risco no mercado financeiro pressionaram as cotações. O dia foi de queda nas bolsas e no petróleo e de dólar em alta, condições que não favorecem as commodities. O mercado também avaliou os dados de vendas semanais do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). As exportações líquidas norte-americanas de soja, referentes à temporada 2024/25, com início em 1º de setembro, ficaram em 480.300 toneladas na semana encerrada em 13 de fevereiro. A China liderou as importações, com 101.200 toneladas. Para a temporada 2025/26, foram mais 19,3 mil toneladas. Analistas esperavam exportações entre 100 mil e 600 mil toneladas, somando-se as duas temporadas. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 Contratos futuros da soja Os contratos da soja em grão com entrega em março fecharam com baixa de 6,00 centavos de dólar ou 0,57% a US$ 10,39 1/2 por bushel. A posição maio teve cotação de US$ 10,57 1/4 por bushel, perda de 5,75 centavos ou 0,54%. Nos subprodutos, a posição março do farelo fechou com baixa de US$ 1,20 ou 0,40% a US$ 294,80 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em março fecharam a 46,81 centavos de dólar, com baixa de 0,45 centavo ou 0,95%. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,43%, negociado a R$ 5,7290 para venda e a R$ 5,7270 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,6943 e a máxima de R$ 5,7363. Na semana, a moeda teve valorização de 0,57%. [ad_2] Source link

Conciliação do marco temporal indígena é suspensa

[ad_1] O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu por 30 dias os trabalhos da comissão de conciliação que discute o marco temporal de terras indígenas na Corte. A decisão foi proferida nesta sexta-feira (21) e atendeu a pedido da Advocacia-Geral da União (AGU), que queria mais tempo para analisar as propostas já apresentadas na comissão. Com a suspensão, os trabalhos serão retomados no dia 26 de março. Os debates deverão ser concluídos até 2 de abril, prazo para encerramento da comissão. A interrupção dos trabalhos ocorre no momento em que a comissão começou a analisar uma proposta legislativa com base nas informações colhidas durante os debates. Entre as propostas, está a legalização da mineração em terras indígenas. Após a apresentação da minuta, o Ministério dos Povos Indígenas declarou que foi surpreendido com a possibilidade de liberação da mineração e reafirmou posicionamento contrário à inclusão do tema nas discussões. Tese do marco temporal A conciliação foi convocada pelo ministro Gilmar Mendes, relator das ações protocoladas por três partidos – PL, PP e Republicanos – para manter a validade do projeto de lei que reconheceu o marco e de processos nos quais entidades que representam os indígenas e legendas governistas contestam a constitucionalidade da tese. Pela tese do marco temporal, os indígenas somente têm direito às terras que estavam em sua posse no dia 5 de outubro de 1988, data da promulgação da Constituição Federal, ou que estavam em disputa judicial na época. Além de levar o caso para conciliação, Gilmar Mendes negou pedido de entidades para suspender a deliberação do Congresso que validou o marco, decisão que desagradou aos indígenas. Em agosto do ano passado, a Articulação dos Povos Indígenas (Apib), principal entidade que atua na defesa dos indígenas, se retirou da conciliação. A entidade entendeu que os direitos dos indígenas são inegociáveis e que não há paridade no debate. Em 2023, o plenário do Supremo decidiu a favor dos indígenas e considerou o marco inconstitucional. Após a Apib deixar a conciliação, Mendes decidiu manter os debates mesmo sem a presença dos indígenas. Segundo o ministro, nenhuma parte envolvida na discussão pode paralisar o andamento dos trabalhos. Na prática, a realização da audiência impediu a nova decisão da Corte sobre a questão e permite que o Congresso ganhe tempo para aprovar uma proposta de emenda à Constituição (PEC) para confirmar a tese do marco na Carta Magna. Em dezembro de 2022, o Congresso Nacional derrubou o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao projeto de lei que validou o marco. Em setembro, antes da decisão dos parlamentares, o Supremo decidiu contra o marco. A decisão da Corte foi levada em conta pela equipe jurídica do Palácio do Planalto para justificar o veto presidencial. [ad_2] Source link

Mapa desclassifica mais duas marcas; veja quais

[ad_1] Novo alerta de risco ao consumidor relacionado à comercialização de duas marcas de azeite de oliva foi emitido pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), por meio da Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA), nesta sexta-feira (21). Assim, a pasta desclassificou os rótulos Doma e Azapa por fraude. As ações de fiscalização foram conduzidas pelo Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal (Dipov), e as amostras dos produtos foram analisadas pelo Laboratório Federal de Defesa Agropecuária (LFDA). “Com base nos resultados das análises físico-químicas, os produtos foram considerados desclassificados e impróprios para consumo, resultando no recolhimento de 30.990 litros do produto”, informa a pasta, em nota. Mistura de outros óleos na composição Foto: Divulgação Mapa As análises realizadas pelo laboratório confirmaram a presença de outros óleos vegetais na composição dos produtos, em desacordo com os requisitos da Instrução Normativa nº 01/2012, que regulamenta os padrões de identidade e qualidade do azeite de oliva. De acordo com o Ministério, a comercialização desses produtos configura uma infração, e os estabelecimentos que mantiverem tais itens à venda poderão ser responsabilizados. “O Mapa reforça que os consumidores que adquiriram essas marcas devem buscar a substituição, conforme previsto no Código de Defesa do Consumidor, e que denúncias sobre a venda de produtos fraudulentos podem ser feitas por meio do canal oficial Fala.BR, indicando o local de compra. A operação do Dipov integra uma série de ações da SDA para combater fraudes no mercado de azeites, considerado o segundo produto alimentar mais fraudado no mundo. [ad_2] Source link

Veja como os preços do boi gordo terminaram a semana

[ad_1] O mercado físico do boi gordo volta a se deparar com queda nos preços. De acordo com o analista de Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, o ambiente de negócios ainda sugere por novas tentativas de compra em patamares mais baixos. Segundo ele, ainda há grande presença de fêmeas no mercado, em especial na Região Norte. “Além disso, a demanda doméstica de carne bovina segue retraída, com forte queda no atacado. Como grande ponto de sustentação, segue o forte ritmo de embarques, com a carne bovina brasileira muito demandada no mercado internacional.” São Paulo: R$ 314,58 Goiás: R$ 298,57 Minas Gerais: R$ 305,59 Mato Grosso do Sul: R$ 303,86 Mato Grosso: R$ 303,58 Mercado atacadista O mercado atacadista apresentou acomodação em seus preços no encerramento da semana. Segundo o analista, o ambiente de negócios ainda sugere pela queda das cotações no curto prazo, em linha com uma demanda muito deprimida durante a segunda quinzena do mês, período pautado por menor apelo ao consumo. Além disso, o perfil de demanda durante o primeiro bimestre sinaliza para uma demanda mais retraída, que tende a priorizar o consumo de proteínas mais acessíveis, a exemplo da carne de frango, ovo e embutidos. O quarto traseiro ainda é precificado a R$ 23,80. A ponta de agulha segue cotada a R$ 17,00 por quilo. Já o quarto dianteiro segue no patamar de R$ 17. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,43%, sendo negociado a R$ 5,7290 para venda e a R$ 5,7270 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,6943 e a máxima de R$ 5,7363. Na semana, a moeda teve valorização de 0,57%. [ad_2] Source link

confira onde a água afeta a colheita de soja

[ad_1] A previsão do tempo para as áreas produtoras de soja no Brasil indica desafios e boas perspectivas. De acordo com a previsão fornecida pelo meteorologista do Canal Rural, Arthur Müller, o Centro-Sul, os trabalhos devem ser favorecidos até o final de semana. Por outro lado, a partir deste sábado (22) as chuvas devem intensificar no Centro-Norte, incluindo Mato Grosso, Sul de Goiás e Tocantins, com volumes de até 80 mm em cinco dias, o que pode desacelerar as atividades no campo. A expectativa é que o tempo se firme novamente na próxima semana. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 Chuva ou sol na lavoura de soja? No Mato Grosso do Sul, a situação segue tranquila, com pouca probabilidade de chuvas volumosas, permitindo o andamento das atividades agrícolas sem maiores interrupções. Já no Nordeste, a precipitação no Tocantins e Maranhão ainda devem afetar os trabalhos, dificultando a colheita, mas na Bahia e no Piauí, a operação segue dentro da normalidade. Já no Sudeste haverá um retorno das chuvas, especialmente na forma de temporais. As previsões indicam que as áreas de Minas Gerais e São Paulo devem registrar chuvas fortes, mas nada que comprometa gravemente a colheita. Situação delicada No Norte do país, o Pará e Rondônia enfrentam uma situação mais crítica, com chuvas que podem superar os 100 mm em cinco dias, o que pode gerar dificuldades para o andamento das atividades no campo. Por fim, no Sul, a situação é preocupante no Rio Grande do Sul, que enfrentará mais uma onda de calor nos próximos dias, com temperaturas acima dos 40ºC e uma previsão de pouca chuva. As lavouras em fase final podem sofrer com a falta de água e o estresse térmico, afetando a produtividade. [ad_2] Source link

Expedição Soja Brasil passa pelo Tocantins; confira

[ad_1] O estado de Tocantins, um dos mais promissores do Brasil no setor agrícola, tem atraído cada vez mais investidores e tem se destacado como uma potência emergente no agronegócio. O ano de 2023, em especial, marcou um crescimento impressionante na produção agrícola do estado, com o setor apresentando um aumento de 25,6%, de acordo com dados do IBGE. Este desempenho coloca o Tocantins no centro das atenções, especialmente no contexto do Matopiba. Tocantins se beneficia de um cenário promissor de industrialização de produtos agrícolas, com investimentos na produção de algodão e nas esmagadoras de soja. Em 2023, o estado colheu impressionantes 4,4 milhões de toneladas de soja, conforme a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), e a expectativa para a nova safra é de um aumento de 5 a 10% na produção, o que representa uma excelente perspectiva para o agronegócio tocantinense. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 A soja em Campos Lindos Dentro desse cenário, Campos Lindos, localizado no nordeste do Tocantins, se destaca como um dos maiores polos de produção agrícola do estado. Com a segunda maior área plantada com soja no Tocantins, cerca de 69.000 hectares são cultivados, beneficiados por um clima favorável e uma ótima distribuição de chuvas ao longo do ano. A previsão é de que grande parte do aumento na produção de soja provenha deste município, que se destaca por suas condições climáticas ideais para o cultivo. O clima em Campos Lindos é considerado “espetacular” pelos produtores locais, que relatam a regularidade das chuvas, sem grandes períodos de seca ou enchentes. Esse equilíbrio contribui para o bom desempenho das lavouras e para a produção de uma safra de soja de excelente qualidade, com boas perspectivas para a safrinha. Desafios enfrentados A família Pansera, que há 13 anos vem produzindo soja em Campos Lindos, conta sua trajetória no agronegócio local. Apesar de algumas dificuldades com estiagens rigorosas nos anos de 2016 e 2018, o cenário tem sido favorável nos últimos anos, com colheitas de boa qualidade. Em 2023, apesar de uma leve queda na produção, o desempenho foi satisfatório, com as chuvas de final de janeiro e fevereiro contribuindo para a recuperação das lavouras. O maior desafio enfrentado pelos produtores no Tocantins sempre foi a logística, especialmente no que diz respeito à distribuição de sementes, que até recentemente vinha de estados distantes como Bahia e Goiás. No entanto, a situação tem mudado, e o estado agora conta com sementeiras mais próximas, o que facilita o processo e garante sementes de melhor qualidade para o plantio. Inovações Para impulsionar ainda mais a produção agrícola e incentivar os pequenos produtores, Campos Lindos realiza anualmente a Feira da Soja, que em 2025 celebrará sua 18ª edição. O evento tem um compromisso: atrair empresários, grandes e pequenos produtores, como uma vitrine para inovações tecnológicas no setor, além de ser um ponto de negócios para compra e venda de máquinas, insumos e defensivos agrícolas. [ad_2] Source link

Plano Safra maior é o primeiro passo para conter inflação de alimentos, diz Haddad

[ad_1] Em entrevista nesta sexta-feira (21), o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse que a primeira providência do governo federal para conter a inflação de alimentos é a expansão do Plano Safra. “A primeira providência é a seguinte: vamos fazer planos safras cada vez mais robustos, maiores e melhores. E o governo [do presidente] Lula vai para o seu terceiro ano preparando um terceiro grande plano. Nós batemos dois recordes em 2023 e 2024 e queremos fazer o mesmo em 2025″, destacou o ministro. Segundo ele, assim que o orçamento for aprovado, o programa para a próxima colheita será lançado. “Quero crer que o Brasil tem todas as condições de continuar ampliando a produção de forma adequada, sem desmatamento, que caiu vertiginosamente no país”, disse. De acordo com Haddad, os problemas causados pela seca e as enchentes em 2024, além da manutenção dos juros norte-americanos em patamares elevados e que impactaram o valor do dólar em todo o mundo, contribuíram para a alta da inflação no Brasil. Esses problemas, ressaltou, precisam ser contornados pelo atual governo. “Tivemos episódios que precisam ser contornados. Tivemos problema de seca e inundação no ano passado, isso afetou. Tivemos a manutenção dos juros norte-americanos em patamares muito elevados, o que faz com que o dólar fique muito forte no mundo inteiro. E quando o dólar está muito forte, ele causa inflação no mundo inteiro”, disse. Redução do preço dos alimentos Haddad ressaltou que a expectativa para este ano é de que haja grande safra, talvez recorde, o que deve ajudar a baixar o preço dos alimentos. “Provavelmente vamos colher uma grande safra a partir do final deste mês, começo de março. Uma grande safra, se não for a maior vai ser uma das maiores. E é assim que vamos continuar exportando muito alimento e garantindo o abastecimento interno”, garantiu. Essa safra recorde, aliada à queda do dólar, disse o ministro, deve ajudar na queda do preço dos alimentos. “Com a queda do dólar, que começou a baixar para patamares mais aderentes aos fundamentos da economia brasileira, e com a safra que vai entrar a partir do final do mês, acreditamos que esses preços vão se estabilizar num patamar mais adequado”. Outra medida necessária para ajudar na queda dos preços dos alimentos, disse Haddad, vem sendo tomada pelo ministro da Agricultura e Pecuária (Mapa), Carlos Fávaro: a expansão das produções de determinada cultura agrícola para outras regiões do país. “Ele tem feito vários instrumentos novos sobre a produção de alimentos pelo território nacional. Esse é o caso do arroz, por exemplo, que está muito concentrado numa região e agora há uma tentativa de espalhar as culturas por vários estados. Estamos num período de crise climática. Vamos ter que lidar hoje com a questão da mudança climática, diversificando as culturas pelo território”, acrescentou. Crítica ao Congresso Haddad criticou a demora do Congresso Nacional na aprovação do orçamento. Para ele, esse assunto deve ser prioritário para que o governo federal possa continuar subsidiando os produtores rurais. Hoje de manhã, o Ministério da Fazenda disse ter encaminhado ofício para o Tribunal de Contas da União (TCU) buscando “respaldo técnico e legal para a imediata retomada das linhas de crédito com recursos equalizados do Plano Safra 24/25”. Segundo o ministro, os juros altos acabam tornando as políticas públicas de subsídio aos pequenos e médios produtores rurais ainda mais importantes para garantir a safra. “Em geral, a gente compensa o aumento da Selic para não comprometer a produção”, explicou. Sem a aprovação do orçamento, disse o ministro, esse subsídio ao pequeno ou médio produtor se torna difícil de ser feito. “O orçamento não foi aprovado ainda. Eu, inclusive, mandei para uma das lideranças da FPA [Frente Parlamentar de Apoio à Agropecuária] um comunicado, dizendo que nós estamos oficiando o TCU hoje sobre esse problema da não aprovação do orçamento. Não queremos nenhuma descontinuidade das linhas de crédito [do Plano Safra]”, afirmou. “Quero crer que, aprovado o orçamento, um orçamento equilibrado, vamos ter, no médio prazo, taxas de juros menores e com sustentabilidade fiscal, sem penalizar a população que depende do Estado, inclusive os produtores que também dependem do Estado para continuar produzindo alimentos baratos.” Governo anterior Durante a entrevista, Haddad criticou a atuação do governo anterior durante o ano eleitoral. Para ele, o medo de perder as eleições em 2022 resultou em uso de recursos públicos sem controle para tentar ganhar. De acordo com o ministro, isso levou a uma perda de controle sobre os gastos. Ao contrário do que, segundo ele, vem sendo feito pelo atual governo, que está melhorando a gestão de programas como o Benefício de Prestação Continuada (BPC). “Não tem nada a ver com corte, tem a ver com racionalidade e responsabilidade de garantir que isso vai ter vida longa, não vai acabar em um governo, vai virar política de Estado e ninguém vai depois relar a mão para tirar um direito social garantido por lei”, disse. [ad_2] Source link