Governo retoma financiamento rural com crédito subsidiado no Plano Safra

[ad_1] A governo anunciou, nesta sexta-feira (21), a retomada das contratações de financiamentos rurais subvencionados no âmbito do Plano Safra 2024/2025. A decisão revoga a suspensão temporária das novas operações, determinada pelo Ofício Circular SEI nº 282/2025/MF, de 20 de fevereiro de 2025, e entra em vigor imediatamente. De acordo com o novo Ofício Circular SEI nº 297/2025/MF, a retomada das contratações ocorre diante da tramitação de uma Medida Provisória que abrirá crédito extraordinário para as ações orçamentárias referentes às subvenções econômicas do Plano Safra. No entanto, a liberação efetiva das operações está condicionada à publicação dessa Medida Provisória no Diário Oficial da União. A autorização para a retomada das contratações ocorre em razão da tramitação de uma Medida Provisória que abrirá crédito extraordinário para as ações orçamentárias relacionadas às subvenções econômicas vinculadas ao Plano Safra. No entanto, a liberação efetiva dessas operações está condicionada à publicação da referida Medida Provisória no Diário Oficial da União. O Tesouro Nacional reforça que seguirá monitorando a execução dos financiamentos para garantir a conformidade fiscal e orçamentária. Além disso, foi determinado que as instituições financeiras devem adotar as providências necessárias para normalizar os processos de contratação, observando os limites estabelecidos para os financiamentos subvencionados. O documento também destaca que o crédito extraordinário será destinado exclusivamente ao pagamento da equalização de taxas de juros das operações que tiveram suas contratações suspensas pelo Ofício Circular SEI 282/2025/MF. [ad_2] Source link

Brasil fortalece presença no mercado árabe

[ad_1] O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) concluiu uma missão bem-sucedida aos Emirados Árabes Unidos, entre os dias 17 e 19 de fevereiro, consolidando a presença do agronegócio do Brasil no mercado árabe. A agenda incluiu a participação na Gulfood 2025, a maior feira de alimentos e bebidas da região, além de visitas técnicas e reuniões bilaterais com autoridades locais. Durante a feira, o Brasil inaugurou sete pavilhões temáticos organizados pela ApexBrasil, reunindo mais de 120 empresas nacionais. Entre os destaques, estavam os pavilhões Brazilian Beef, Superfoods e projetos voltados para carnes de frango, ovos e patos, evidenciando a diversidade e qualidade da produção agropecuária brasileira. A missão também incluiu visitas às plantas industriais da BRF e da Seara Brasil, localizadas nos Emirados Árabes Unidos. A delegação conheceu de perto as operações dessas empresas e acompanhou as linhas de produção que abastecem a região, destacando a capacidade do Brasil em atender à crescente demanda por proteínas no Oriente Médio. Os encontros reforçaram a importância da presença industrial brasileira na região, garantindo mais eficiência e competitividade para as exportações nacionais. Além das visitas técnicas, foram realizadas reuniões bilaterais estratégicas com autoridades locais para discutir temas essenciais ao comércio entre os países. Entre os principais pontos abordados estavam as certificações sanitárias exigidas para exportação, o avanço do Acordo de Livre Comércio entre Mercosul e Emirados Árabes e a reabilitação de estabelecimentos brasileiros com SIFs suspensos. [ad_2] Source link

Nova tecnologia da Embrapa reduz perdas pós-colheita e melhora qualidade das frutas

[ad_1] O Brasil, um dos maiores produtores e exportadores de frutas do mundo, enfrenta desafios com perdas pós-colheita que podem chegar a 80% em algumas variedades. Para mitigar esse problema, a Embrapa Meio Ambiente (SP) desenvolveu um dispositivo inovador que permite monitorar, em tempo real, a distribuição do calor dentro das frutas durante o tratamento hidrotérmico. Essa técnica, essencial para garantir a sanidade dos produtos, atende às exigências de mercados internacionais e preserva a qualidade das frutas. Monitoramento térmico para evitar desperdício De acordo com o pesquisador Daniel Terao, responsável pelo desenvolvimento da tecnologia, o tratamento térmico atua na eliminação de microrganismos e fortalece as defesas naturais das frutas. “O calor provoca mudanças bioquímicas que protegem os frutos, como o fechamento de microferidas na camada de cera, evitando a entrada de fungos oportunistas”, afirma. O dispositivo criado pela Embrapa promete validar o tratamento hidrotérmico em larga escala, garantindo que a temperatura aplicada seja eficiente na eliminação de patógenos sem comprometer a qualidade da fruta. “Sem um monitoramento adequado, há risco de danos na textura e no sabor dos frutos”, alerta Terao. A tecnologia utiliza sensores de temperatura conectados a um registrador eletrônico de dados, permitindo acompanhar a distribuição térmica dentro da fruta durante a aplicação da água quente. Isso possibilita ajustes precisos para garantir que o calor alcance o interior do fruto sem comprometer sua integridade. Dispositivo acompanha, em tempo real, a temperatura da fruta durante o tratamento | Foto: Daniel Terao/Embrapa Impacto nas exportações de frutas Maior exportador mundial de suco de laranja e referência na produção de frutas como manga, melão e mamão, o Brasil enfrenta perdas expressivas devido a problemas no transporte, refrigeração inadequada e tratamentos sanitários ineficientes. Entre os principais desafios estão doenças como mofo verde nos citros e podridões causadas pelo fungo Neofusicoccum parvum e pelo Fusarium pallidoroseum. Esses patógenos afetam diretamente a qualidade e a quantidade das frutas disponíveis, impactando a economia e a competitividade do agronegócio brasileiro.  Foto: Daniel Terao/Embrapa De acordo com Embrapa, a solução desenvolvida por seus pesquisadores é uma alternativa sustentável ao uso intensivo de defensivos químicos. Com as crescentes restrições a resíduos de pesticidas em mercados como União Europeia e Estados Unidos, o tratamento hidrotérmico se apresenta como uma técnica eficaz e alinhada às exigências ambientais. Além disso, muitos dos microrganismos que atacam as frutas produzem micotoxinas, substâncias que podem tornar os alimentos impróprios para o consumo humano. Frutas mais suculentas, como mamão e melão, são particularmente vulneráveis a esses agentes, reforçando a importância de soluções alternativas de controle sanitário, reforça a Embrapa. Parceria para comercialização A Embrapa já solicitou a patente do dispositivo e busca parcerias para viabilizar sua aplicação comercial e ampliar sua adaptação para diferentes tipos de frutas. Empresas interessadas podem entrar em contato pelo e-mail [email protected]. A expectativa dos pesquisadores é que essa tecnologia ajude a reduzir significativamente as perdas pós-colheita, tornando a produção frutícola brasileira mais eficiente e sustentável. Além disso, a inovação contribui para o fortalecimento da competitividade do Brasil no mercado internacional, garantindo que suas frutas atendam aos padrões sanitários globais sem comprometer a qualidade. [ad_2] Source link

Calor extremo aumenta danos às lavouras de soja, afirma especialista

[ad_1] O calor intenso dos últimos dias tem prejudicado lavouras de soja, milho e arroz na Região Sul do Brasil e também plantações de café e de frutas na Região Sudeste. Segundo informações divulgadas pela Agência Brasil, ano após ano os impactos causados pelas mudanças climáticas sobre a produção de alimentos aumentam. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 A climatologista Francis Lacerda, do Instituto Agronômico de Pernambuco, afirma que as mudanças climáticas estão tornando esses eventos de calor mais frequentes e severos, impactando a agricultura. Segundo ela, práticas agroecológicas, como o consórcio de culturas, podem ajudar a mitigar esses efeitos. Assim, as árvores e leguminosas são plantadas juntas, criando um ambiente de proteção contra a radiação solar excessiva e promovendo melhor uso da água e fertilidade do solo. Com a intensificação das mudanças climáticas, os agricultores têm enfrentado dificuldades com a imprevisibilidade do clima. Para a soja, as janelas de plantio e colheita têm se alterado, comprometendo a produção. Além disso, as ondas de calor favorecem o aumento de insetos, fungos e bactérias que danificam as lavouras. Francis defende políticas públicas que incentivem tecnologias para captação e armazenamento de água e para a geração independente de energia, diminuindo a vulnerabilidade das comunidades agrícolas aos efeitos do clima extremo. Ela também destaca que algumas espécies adaptadas a climas quentes e secos, como o umbuzeiro, estão desaparecendo devido às novas variáveis climáticas. A climatologista sugere que práticas sustentáveis, como o cultivo de alimentos em quintais e espaços urbanos, podem ser adotadas, mas ressalta que é necessário apoio governamental para essas iniciativas. “Garantir a segurança hídrica, energética e alimentar, tanto no campo quanto nas cidades, exige políticas públicas que financiem e orientem essas práticas”, conclui. [ad_2] Source link

Mapa entrega maquinários agrícolas a municípios capixabas

[ad_1] O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), por meio da Superintendência de Agricultura e Pecuária no Espírito Santo (SFA-ES), realizou a entrega de maquinários agrícolas a nove municípios do estado, com o intuito de apoiar a produção agrícola e a manutenção de estradas rurais. A cerimônia, que ocorreu no Pavilhão de Carapina, em Serra, na última sexta-feira (21), contou com a entrega de escavadeiras hidráulicas, tratores e uma motoniveladora, com um total de R$ 4,6 milhões investidos. Os municípios contemplados com os equipamentos foram: Venda Nova do Imigrante, Vila Pavão, Ibiraçu, Ecoporanga, Pedro Canário, Itaguaçu, Mimoso do Sul, São Mateus e Rio Bananal. O objetivo da entrega é impulsionar a agricultura local e garantir melhores condições para o escoamento da produção agrícola. A aquisição aconteceu pelas emendas parlamentares da bancada federal capixaba, com recursos liberados pelo Mapa. Segundo o superintendente de Agricultura e Pecuária no Espírito Santo, Guilherme Gomes de Souza, essa entrega direta e ágil de maquinário é uma das principais ações de apoio à agropecuária no estado. Autoridades locais, como o prefeito de Rio Bananal, Bruno Pella, e o secretário de Agricultura de Ibiraçu, Carlos Peixoto, destacaram a importância das novas máquinas para o desenvolvimento das atividades agrícolas e a melhoria das estradas rurais, essenciais para o escoamento da produção e o atendimento ao agricultor familiar. A cerimônia também contou com a presença de parlamentares, representantes do Mapa e outros gestores públicos, que reforçaram a importância das parcerias entre o governo federal e os municípios capixabas para o crescimento sustentável da agricultura no Espírito Santo. [ad_2] Source link

Inscrições para o prêmio da CNA de melhor geleia terminam neste domingo

[ad_1] Os produtores rurais interessados em participar do Prêmio CNA Brasil Artesanal Geleia têm até este domingo (23) para realizar suas inscrições. (Ital/SAA-SP) e o Sebrae. O concurso visa promover e reconhecer os melhores produtores de geleia artesanal do país. Ele é destinado aos produtores com uma produção anual de até 50 toneladas. O prêmio é promovido pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), em parceria com a Embrapa Agroindústria de Alimentos, o Instituto de Tecnologia de Alimentos (Ital/SAA-SP) e o Sebrae. Clique aqui e se inscreva! Funcionamento e reconhecimento de geleias O concurso do Prêmio CNA Brasil Artesanal Geleia oferece duas categorias para inscrição: as geleias simples, feitas com uma única fruta ou hortaliça, e as geleias mistas, que combinam diferentes frutas, especiarias, condimentos e hortaliças. Essa divisão permite que produtores com diferentes tipos de produção possam participar, o que destaca a diversidade e a criatividade no processo de elaboração de geleias artesanais. O processo de avaliação das amostras será realizado em quatro etapas distintas. Inicialmente, um júri técnico composto por especialistas avaliará os produtos com base em critérios técnicos de qualidade e sabor. Além disso, será realizada uma degustação pública promovida pelo júri popular, proporcionando uma interação direta com o público e a inclusão de diferentes paladares no processo. Outro critério será a análise da história do produto, valorizando as tradições e a identidade de cada geleia. Um bônus de 10% será concedido aos produtores que cultivem as matérias-primas utilizadas na fabricação das geleias, incentivando a sustentabilidade e a produção local. As dez melhores amostras, cinco de cada categoria, serão selecionadas e premiadas com certificados de reconhecimento. Os três primeiros colocados de cada categoria ainda receberão o Selo de Participação Ouro, Prata e Bronze, o que demonstra maior visibilidade e reconhecimento ao trabalho desses produtores, além de ajudar na promoção de seus trabalhos. Para mais informações sobre o concurso e para realizar a inscrição, os interessados devem acessar o site do Sistema CNA/Senar, onde estarão disponíveis o regulamento completo, além do formulário de inscrição. [ad_2] Source link

Drones auxiliam no plantio de mudas nativas em região devastada por chuvas

[ad_1] Após as fortes chuvas que causaram uma tragédia no Litoral Norte de São Paulo durante o Carnaval de 2023, o governo paulista investiu em novas tecnologias para acelerar o processo de reflorestamento das áreas de encosta atingidas pela tempestade. Na ocasião, 64 pessoas morreram, principalmente, por causa do deslizamento de terra. Técnicas como a implementação de hidrossemeadura, biomantas e o uso de drones espalharam 134 milhões de sementes na região. O projeto, chamado Restaura Litoral Norte,abrange cerca de 203 hectares, o equivalente a mais de 280 campos de futebol, ao longo da Costa Sul de São Sebastião, com meta de restaurar pelo menos mais 160 hectares nos próximos três anos, promovendo a regeneração natural da área. O trabalho é realizado pela Fundação Florestal e, segundo o governo, o investimento, de R$ 908 mil, para estabilizar encostas e conter erosão é importante para evitar novos acidentes com deslizamento de terras. Recuperação Foram 683 milímetros de chuva em apenas 24 horas, e mais de 800 pontos de deslizamento em diferentes regiões de São Sebastião no Carnaval de 2023. As chamadas “cicatrizes” dos deslizamentos ainda são visíveis nas encostas da Vila Sahy, em São Sebastião, a mais afetada pelos temporais, mas estão bem menores. A redução dessas marcas refletem o trabalho conjunto da Fundação Florestal e do Instituto de Pesquisas Ambientais (IPA), da Defesa Civil e outros órgãos. Deslizamentos na vegetação nativa provocaram a tragédia Foto: Sergio Barzaghi/Governo de SP. As biomantas e biorretentores foram aplicadas em 3 hectares das encostas do município. As equipes da Fundação Florestal estão utilizando semeadores que lançam biocápsulas biodegradáveis contendo sementes de espécies nativas da Mata Atlântica. Desta forma, a germinação alcança áreas de difícil acesso, como as encostas íngremes afetadas pelas chuvas. Voos Durante o processo, mais de 2 mil voos de drones foram realizados, lançando quase 1,5 tonelada de biocápsulas em 850 áreas afetadas pelos deslizamentos, com dispersão de cerca de 134 milhões de sementes. O projeto se estendeu por mais de dez meses e entra em sua fase de monitoramento para avaliar a resposta da natureza e o desenvolvimento das espécies plantadas. Drones ajudam na dispersão de sementes Foto: Sergio Barzaghi/Governo de SP. De acordo com o governo, as espécies pioneiras, como guapuruvu, embaúba e crindiúva, foram priorizadas, pois são adaptadas ao ecossistema local e contribuem para a rápida regeneração da vegetação. Desde 2023, após as chuvas que causaram estragos no litoral, a dispersão de sementes tem demonstrado efetividade na recuperação da cobertura vegetal nas cicatrizes. Já foram reflorestados 203 hectares em nove campanhas de semeadura já concluídas. A expectativa é que, até 2026, 60% da área afetada pelos deslizamentos esteja recoberta por vegetação nativa. A tecnologia é inovadora, 100% brasileira e promove o reaproveitamento de recursos. Tecnologia As biocápsulas foram desenvolvidas pela Ambipar, multinacional brasileira que atua na área de gestão ambiental, utilizando sobras de colágeno que seriam descartadas por indústrias farmacêuticas e ecosolo, um condicionador de solo feito com resíduos orgânicos provenientes das indústrias de celulose. O adubo orgânico utilizado tem alta concentração de matéria orgânica funcional, derivado de resíduos de Estações de Tratamento de Efluentes (ETE) do processo produtivo da indústria de celulose e sobras de biomassa. Essa inovação contribui para o sucesso da regeneração da vegetação, garantindo que as sementes tenham maior chance de brotar e se estabelecer na área afetada. O projeto Restaura Litoral Norte é realizado com o patrocínio da concessionária Tamoios, a Gerando Falcões e uma rede de patrocinadores privados, além do apoio do Ministério Público Federal (MPF), Ministério Público de São Paulo (MP-SP), Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística do Estado de São Paulo (Semil), Fundação Florestal e Prefeitura de São Sebastião. O IPA oferece suporte técnico para a restauração das áreas impactadas pelos escorregamentos. O Atlas de Risco, desenvolvido pelo IPA, reúne informações detalhadas sobre os riscos geodinâmicos para a formulação de políticas públicas voltadas à gestão costeira. O governo também tem incentivado a adoção de práticas sustentáveis na região, como a Terra Indígena Guarani do Ribeirão Silveira, com o programa Guardiões das Florestas, que incentiva a preservação ambiental e o fortalecimento da cultura indígena. O programa, que envolve o pagamento por serviços ambientais (PSA), capacita agentes ambientais indígenas para atuar na restauração florestal e monitoramento da biodiversidade. [ad_2] Source link

A exportação de farinhas e gorduras de peixes para a Bolívia

[ad_1] O governo brasileiro anunciou que as autoridades sanitárias da Bolívia aceitaram o Certificado Sanitário Internacional proposto pelo Brasil para a exportação de farinhas e gorduras de peixes. Segundo divulgação do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), a decisão reflete o elevado nível de confiança internacional no sistema de controle sanitário brasileiro e deverá fortalecer as relações comerciais com o país. Exportações à Bolívia e os impactos no agro Em 2024, as exportações agropecuárias brasileiras para a Bolívia alcançaram aproximadamente US$ 399 milhões. O valor evidência a relevância das relações comerciais entre os dois países, além de destacar os principais produtos exportados, como bebidas, produtos florestais e rações para animais. A abertura deste novo mercado para farinhas e gorduras de peixes reforça a posição do Brasil no comércio internacional. Esta ação é uma novidade importante para o agronegócio brasileiro que, em 2025, comemora sua 28ª abertura de mercado. A expansão da exportação de produtos do setor pesqueiro é uma oportunidade estratégica para diversificar ainda mais a pauta exportadora do país. A colaboração entre o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e o Ministério das Relações Exteriores (MRE) tem sido uma porta que abre novos mercados e fortalece as exportações brasileiras. Desde o início de 2023, o Brasil conquistou 328 novas oportunidades comerciais, refletindo o empenho do governo e do setor privado em diversificar os destinos para os produtos agropecuários. [ad_2] Source link

Produtores do Sudeste transformam o palmito pupunha em referência de sustentabilidade

[ad_1] Esta história começa com a Jaqueline Moreira, produtora rural e secretária da Associação dos Produtores Rurais do Vale Mambucaba, que entrou em contato pelo WhatsApp do Porteira Aberta Empreender depois que leu no site a reportagem: Banana ganha valor e mercado e resolveu compartilhar os detalhes da produção diferenciada do palmito pupunha na região de Angra dos Reis, Rio de Janeiro.  O local fica em Mambucaba, uma cidade litorânea onde o mar se mistura com o rio Mambucaba – que faz parte do Parque Nacional da Serra da Bocaina, segundo o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) -, e conta com uma paisagem de tirar o fôlego. Pequenos produtores rurais do Vale do Mambucaba se uniram para buscar apoio e para conseguirem o reconhecimento da Indicação Geográfica (IG) por Denominação de Origem (DO) junto ao Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI).Para isso, os agricultores buscaram apoio e orientação junto ao Sebrae e Embrapa. Com 18 membros, a Associação dos Produtores Rurais do Vale Mambucaba busca o selo de IG/DO como uma estratégia para aumentar a visibilidade do produto e mostrar a qualidade do que é produzido. “Com maciez e uma coloração mais clara, em relação aos outros palmitos produzidos na região, o palmito pupunha tem ganhado cada vez mais destaque aqui em Mambucaba”, afirma Moreira. Os associados têm investido pesado em infraestrutura para transformar o palmito pupunha em diversos produtos como macarrão, palmito em conserva, entre outros. “A gente está querendo agregar valor e levar o palmito para fora. Isso vai ser melhor para todo mundo”, diz Paulo Barbeito, produtor rural. O processo para obter a certificação envolve várias etapas até o reconhecimento. “O que vimos de mais significativo foi o engajamento dos produtores em torno dessa causa, que é obter uma certificação de qualidade para o palmito da região do Vale de Mambucaba”, diz Marcos Fonseca, Engenheiro Agrônomo e pesquisador da Embrapa Agroindústria de Alimentos. Foto: Divulgação | Associação dos Produtores Rurais do Vale Mambucaba O palmito pupunha e as condições perfeitas para o cultivo Tradicionalmente cultivado no Norte e no Centro-Oeste, o palmito pupunha tem se adaptado bem ao Sudeste.  E as condições não poderiam ser melhores: temperaturas médias entre 22°C e 28°C, chuvas regulares e solo bem drenado. Ou seja, o clima litorâneo de Mambucaba é praticamente perfeito para o desenvolvimento da palmeira. Outro grande diferencial do palmito pupunha da região é sua sustentabilidade. “Ao contrário do palmito juçara, que leva anos para se regenerar, a pupunha tem um ciclo produtivo renovável. Isso significa cortes sucessivos sem prejudicar a planta, o que a torna uma opção mais viável tanto ambiental quanto economicamente” afirma Moreira. Além disso, os agricultores têm se dedicado ao manejo agroecológico, com adubação orgânica. Tudo para contribuir na qualidade do produto e fortalecer a imagem da iguaria como uma opção saudável e sustentável. O futuro está em boas mãos Com a Indicação Geográfica de Denominação de Origem em andamento, o apoio de instituições como o Sebrae e Embrapa, tem sido fundamental para que o palmito pupunha se torne um grande destaque no mercado.  “Nós realizamos diversos diagnósticos para que o palmito pupunha [possa] receber a Indicação Geográfica, e foi aí, que [identificamos] que a  região do Vale do Mambucaba tem um produto diferenciado. Então, o Sebrae iniciou esse trabalho de reconhecimento”, explica Aline Barreto, analista do Sebrae RJ e gestora do projeto de Indicações Geográficas. O processo de obtenção do selo envolve uma série de etapas, incluindo estudos técnicos, comprovação da tradição local e padronização da produção. A previsão é que a entrada formal do reconhecimento no Inpi aconteça ainda este ano, após a conclusão dos levantamentos necessários. E a certificação não só pode valorizar ainda mais o produto, como também abrir muitas portas para novos mercados. “Ter um palmito referenciado, posicionado no mercado e sabendo-se que ele tem qualidade, é original da região e que vai ter o seu reconhecimento, possivelmente haverá um valor adicionado na sua comercialização”, afirma Fonseca. A produção de palmito pupunha tem tudo para crescer no Sudeste, fortalecendo a economia, o turismo e o empreendedorismo, tornando o Vale de Mambucaba uma referência, quem sabe, na expansão nacional e até internacional em agricultura sustentável. “O palmito daqui é muito bom, às vezes chega até três cortes por ano”, afirma Barbeito, com orgulho do que planta e colhe.  Se você tem uma história bacana para contar sobre empreendedorismo, capacitação e inovação no campo, envie para nós e faça parte deste canal que está de Porteiras Abertas para receber suas histórias, assim como fez a produtora Jaqueline Moreira. Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp. Você também pode acessar o site Canal Rural, Empreendedorismo, e ficar por dentro de todas as novidades para empreender de forma segura e responsável. [ad_2] Source link

Chuva irregular e intensa afeta regiões do país; veja a previsão de hoje

[ad_1] O Sudeste do Brasil terá tempo firme após dias de muita chuva. O mesmo ocorre com parte do Sul do país. Já no Norte, precipitações generalizadas em todos os estados. Confira a previsão deste sábado para todas as regiões: Sul Pouca chuva no Rio Grande do Sul neste sábado. A circulação de ventos estimula pancadas mais localizadas no norte e litoral do estado. Dia de sol, calor e condições de pancadas mais fortes entre Santa Catarina e Paraná durante a tarde de sábado. O tempo fica mais instável no leste e litoral paranaense. Sudeste Fim de semana de muito sol e calorão na Região. Chance de pouca chuva na capital paulista, durante à tarde e pancadas mais isoladas no centro-oeste do estado de São Paulo. O tempo segue firme e mais seco entre o Rio de Janeiro e Minas Gerais. Chove de forma mais isolada no norte do Espírito Santo. Centro-Oeste Tempo firme no centro-oeste de Mato Grosso do Sul e no sul de Goiás. Pancadas de verão, associadas a calor e umidade no centro-leste do território sul-matogrossense e no norte goiano. Chuva mais forte no noroeste de Mato Grosso com risco de alguns temporais. Nordeste Pancadas mais irregulares no Nordeste, concentrada entre os estados do Maranhão, Piauí e Ceará. Previsão de sol, calor e chuva moderada na costa leste da Região, desde Alagoas até o Rio Grande do Norte. Não chove na maior parte da Bahia e o ar continua mais seco no interior do estado. Norte O tempo continua instável e chove sobre todos os estados da Região, com risco de temporais no Amazonas, Acre e no norte de Rondônia. No Tocantins, a chuva continua concentrada na metade norte do estado, enquanto as pancadas são mais passageiras e isoladas na região metropolitana. [ad_2] Source link