Você viu? Carreta perde o freio e atropela 13 cabeças de gado

[ad_1] Um motorista de uma carreta que trafegava pela rodovia MS-320, na pista sentido Três Lagoas, interior sul-mato-grossense, perdeu o sistema de frenagem atropelou uma boiada. Segundo o Boletim de Ocorrência, o caminhoneiro desviou de uma das faixas de rolamento da pista para não bater na fila de veículos parados, incluindo um outro caminhão, que esperavam a comitiva passar. A carreta atingiu 13 cabeças de gado e parou somente na subida da via com a parte frontal do cavalo mecânico danificada. O caso aconteceu no dia 15 e o próprio motorista da carreta foi ao Distrito Policial e relatou a ocorrência. O caso foi registrado como Preservação de Direito, pelo condutor do veículo. [ad_2] Source link

Dos 550 milhões de produtores rurais do mundo, metade são de países do Brics

[ad_1] Os países do Brics tem uma grande parcela de contribuição para a produção agrícola e o comércio agropecuário mundial. Segundo Luís Rua, secretário de comércio e relações internacionais do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), dos 550 milhões de produtores do mundo, cerca da metade está em países do Brics. O grupo corresponde a 30% da pesca de cultivo, 70% da aquicultura e tanto a produção nesses países de matérias-primas utilizadas na agropecuária, como os fertilizantes, quanto a alta produtividade em cereais e carnes demonstram a importância do debate em torno da agricultura e da cooperação entre os membros do grupo. O secretário Luís Rua participou de uma coletiva de imprensa na última sexta-feira (21), em Brasília, após a reunião do Grupo de Trabalho de Agricultura do Brics. “Os países do Brics são muito relevantes para nós, o Brasil exportou no ano passado cerca de US$ 165 bilhões em produtos agropecuários, mais de 60 milhões, ou seja 41% de tudo que nós exportamos, foram para os países do Brics”, afirmou. Luís Rua acrescentou também que em termos de comércio justo e inclusivo, um dos pilares da discussão é a segurança alimentar. Pois, em um mundo onde 733 milhões de pessoas passam fome, ele acredita que países grandes produtores de alimentos devem ter uma postura ativa para erradicar o problema. Agricultura e COP 30 O secretário destacou ainda que o Brasil vive um momento marcante porque além da reunião do Brics, vai sediar a COP 30, e há uma conexão entre o que está sendo discutido no GT de Agricultura e os temas debatidos na Conferência das Nações Unidas. Como exemplo, ele citou o Programa Nacional de Conversão de Pastagens Degradadas que busca converter uma pastagem degradada em lavoura eficiente e dessa forma melhorar a produtividade dentro de um sistema de integração entre lavoura, pecuária e florestas. “No ano passado foram mais de 1 milhão de hectares recuperados e nós queremos fazer essa agricultura sustentável, sem precisar derrubar árvores ou mexer nos nossos biomas e melhorar as condições das nossas pastagens. Assim, a gente vai poder garantir um objetivo maior – a segurança alimentar, que inclusive vai ao encontro ao Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) nº 2, da Organização das Nações Unidas (ONU), para 2030, que é o Fome Zero”. Certificação eletrônica Em termos de comércio, de acordo com o secretário, o grupo tem debatido sobre a certificação eletrônica com o objetivo de diminuir a burocracia e levar mais oportunidades para produtores e exportadores em todos os países do Brics. A expectativa é poder comerciar bens e serviços sem travas, por exemplo, como no caso de uma mercadoria parada em um porto por falta de um certificado. Além de demonstrar para o mundo como o Sul Global pode contribuir com práticas inovadoras para o comércio internacional. “Então, eu acho que estamos em um momento de concertação para justamente trazer essas boas práticas e juntos mostrar que podemos avançar com o peso de boa parte da produção agropecuária mundial”, concluiu. O que são os Brics? Em 2001, o economista britânico Jim O’Neill cunhou o acrônimo “BRIC” para descrever as chamadas economias emergentes do Brasil, Rússia, Índia e China e recomendá-las aos investidores em um artigo para os assinantes da Goldman Sachs Assets Management, um serviço especializado de gestão de ativos. Jim O’Neill recomendou o investimento nos quatro países descrevendo-os como o futuro da economia mundial. O termo se popularizou e os países formaram um grupo de fato com a primeira reunião a nível de Ministros das Relações Exteriores em 2006, à margem da Assembleia-Geral das Nações Unidas, em Nova Iorque, nos Estados Unidos. A partir da crise financeira de 2008, os quatro países buscaram atuar de forma concertada, no âmbito do G20, do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial, com propostas para a reforma da governança econômica e financeira internacional, de modo a refletir o aumento do peso relativo dos países emergentes na economia mundial. Dentro desse espírito de renovação aconteceu a primeira Cúpula de Chefes de Estado em 2009, na cidade de Ecaterimburgo, na Rússia. Com a incorporação da África do Sul em 2011, o “S” foi acrescentado ao acrônimo original, consolidando a primeira expansão do agrupamento. [ad_2] Source link

Abelhas sem ferrão: na Amazônia, FAO investe na capacitação de mulheres na atividade

[ad_1] De um total de 600 espécies de abelhas sem ferrão conhecidas, o Brasil abriga mais de 250. Esses insetos, além de essenciais para a produção de alimentos em ecossistemas tropicais e subtropicais, podem representar uma alternativa de renda para comunidades rurais. Com estratégias defensivas não agressivas, as abelhas sem ferrão têm manejo facilitado, promovendo a produção sustentável de mel e a polinização de cultivos sem riscos para os agricultores. A fim de explorar esse potencial, a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) tem desenvolvido capacitações sobre a meliponicultora. A primeira atividade presencial do projeto foi realizada em fevereiro, com agricultoras de Paragominas (PA), na Amazônia Oriental. “O objetivo desta capacitação foi empoderar as mulheres, proporcionando conhecimentos práticos e ferramentas para desenvolver atividades relacionadas à meliponicultura, contribuindo assim para a sustentabilidade dos ecossistemas e para a segurança alimentar da região”, explicou Andrés González, Oficial de Pecuária Sustentável, Sanidade e Biodiversidade Animal da FAO. Foto: Ronaldo Rosa/FAO A FAO, por meio de sua Estratégia de Integração da Biodiversidade no Setor Agroalimentar e do Plano de Ação 2018-2030, desenvolve esforços na região para proteger os polinizadores. Cursos online como “Abelhas sem ferrão: uma introdução à meliponicultura e Abelhas da América Latina: uma introdução à sua identificação taxonômica”, estão disponíveis na plataforma da FAO e já qualificaram cerca de 4 mil pessoas. “A FAO reafirma seu compromisso com a preservação dos polinizadores, reconhecendo seu valor ecológico, ambiental e cultural, ao mesmo tempo que promove a igualdade de gênero nas comunidades rurais”, destacou Andrés González. Esse trabalho está alinhado com a Iniciativa Internacional para os Polinizadores, que promove medidas abrangentes e sustentáveis para manter os polinizadores, dos quais dependem 90% das plantas silvestres e 75% das culturas agrícolas que alimentam o mundo. Além das abelhas, outros insetos também desempenham o papel de polinizadores, como as vespas, borboletas, moscas, mamangavas, formigas, besouros e mariposas, além de espécies de maior porte, como o beija-flor e o morcego. As capacitações em Paragominas foram realizadas em parceria com o Ministério da Agricultura e Pecuária do Brasil, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e a Associação Brasileira de Estudos das Abelhas (ABELHA). Foto: Ronaldo Rosa/FAO [ad_2] Source link

Técnica inovadora combate Sigatoka-negra e impulsiona produção da banana

[ad_1] Produtores de banana nos estados do Amazonas, Acre e Rondônia comemoram o aumento da produtividade de seus plantios. Desenvolvida pela Embrapa Amazônia Ocidental (AM), uma técnica simples e acessível de aplicação de fungicida permitiu o controle eficiente da Sigatoka-negra, principal doença da bananeira na Amazônia. Além de elevar a produtividade, a solução promoveu o retorno de variedades tradicionais ao mercado, viabilizou a bananicultura na região e trouxe maior segurança para os agricultores. Os dados fazem parte do Relatório de Avaliação de Impactos das Tecnologias feitos pela Embrapa nos últimos 15 anos nos três estados. O documento foi elaborado por três Unidades da Embrapa (Acre, Amazônia Ocidental e Rondônia) sob a responsabilidade dos pesquisadores Francisco de Assis Correa Silva, Lindomar de Jesus de Sousa Silva e Márcio Muniz Albano Bayma. O texto “Recomendação de aplicação de fungicidas para o controle químico da Sigatoka-negra na produção de banana na Amazônia Ocidental” aponta os ganhos econômicos, social e ambiental da tecnologia. Ele conclui ainda que a sua adoção foi um instrumento essencial para a continuidade do cultivo de banana tradicionalmente apreciada pelas comunidades amazônicas. “Os impactos foram positivos, em sua maioria, evidenciando melhorias significativas na geração de renda, possibilitando o desenvolvimento da propriedade de forma sustentável, viabilizando uma produção capaz de contribuir para o desenvolvimento das unidades familiares de produção e garantir que a população tenha acesso a um importante fruto: a banana”, explica Lindomar Silva. Mercado da banana Há uma perspectiva do aumento da área cultivada com a superação de problemas estruturais como a implantação de casa de embalagens e a adesão ao sistema de mitigação de risco da Sigatoka-negra. Com isso, os produtores rurais e suas entidades de classe poderão acessar novos mercados, atualmente restrito aos estados da Amazônia. Técnica simples e acessível de aplicação de fungicida permitiu o controle da doença na Amazônia Foto: divulgação/ Embrapa A tecnologia foi desenvolvida pela Unidade da Embrapa no Amazonas e validada nos estados do Acre e Rondônia pelos centros de pesquisa da Empresa nesses estados. Posteriormente, foram implantadas Unidades Demonstrativas para a capacitação para multiplicadores, distribuição de materiais informativos e palestras com o intuito de transferir a tecnologia. O aplicador foi gerado em 2001, disponibilizado aos agricultores em 2008 e a sua adoção começou em 2009. Como funciona a tecnologia A solução se baseia no uso de um equipamento e técnica para aplicação de fungicida na axila da segunda folha da bananeira. Para uso dessa técnica, foi elaborado um equipamento adaptado a partir de uma seringa veterinária, mangueira de silicone ou látex e um cano com uma das pontas curvadas. O equipamento permite colocar gotas do fungicida no local específico, com uma dose recomendada, dependendo do fungicida utilizado de um a dois mililitros por planta. Isso evita a dispersão do produto no ambiente e torna possível controlar a doença com apenas três aplicações por ciclo produtivo da banana, que seria em torno de dez a 12 meses. Perdas de bananais Com o surgimento da Sigatoka-negra houve uma redução substancial de bananais cultivados com variedades tradicionais na Amazônia brasileira. Variedades das bananas Prata Comum, Maçã e o plátano Pacovan, cultivadas há décadas pelos agricultores, deixaram de ser encontradas nos mercados e feiras locais. “Com a disponibilização da tecnologia de controle da Sigatoka-negra tem possibilitado o retorno das bananas tradicionais à mesa dos amazonenses, acreanos e rondonienses”, comenta o pesquisador. Os métodos oficiais de levantamento da produção primária não consideram os grupos de banana (prata, maçã, D’Angola), sendo apresentados de forma agregada como produto único nas estatísticas. Assim, observa-se que os indicadores de desempenho produtivo da última década apontam uma retomada na oferta do produto nos três estados. Tecnica desenvolvida pela Embrapa para controlar Sigatoka-negra Foto: Lea Cunha/ Embrapa Produtividade da banana cresceu nos três estados De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE 2023), no período de 2013 a 2022, observou-se um incremento de produção e ganhos de produtividade no cultivo de banana nos estados do Acre, Amazonas e Rondônia. Quanto à produção, no estado do Acre esta saltou de 77,7 mil para 82,8 mil toneladas no referido período. Também foi registrado um incremento de produtividade da banana atingindo 12,4 toneladas por hectare (t/ha) (2022) ante 10,6 t/ha (2013). No Amazonas, nos últimos dez anos, registrou-se crescimento moderado na produção da banana passando de 84,7 mil, em 2013, para 88,7 mil toneladas, em 2022. Nesse período, o pico da produção foi em 2018 com 113,3 mil toneladas. A produtividade aumentou de 12,7 t/ha para 14,4 t/ha, no referido período. Já no estado de Rondônia a produção passou por um crescimento gradativo na última década, passando de 70,6 mil para 81,9 mil toneladas. Os crescimentos de produtividade foram expressivos atingindo 11,6 t/ha em 2022, bem superior ao volume registrado em 2013 (8,5 t/ha). Logística Entre os estados estudados, o principal mercado consumidor é a cidade de Manaus (AM), cuja produção não é suficiente para atender a demanda local pelo produto. Por isso, foi construído ao longo dos anos um eficiente arranjo de logística envolvendo transporte rodoviário (Rio Branco / Porto Velho) e hidroviário (Porto Velho / Manaus) como forma de escoar uma parte da produção do Acre e de Rondônia para a capital amazonense. Esse arranjo, associado à adoção da tecnologia, tornou competitivos os bananicultores dos municípios de Buritis e Porto Velho (RO) e Acrelândia (AC), no fornecimento ao estado vizinho. Para a agricultora Cristiana Gomes, do município de Presidente Figueiredo (AM), a tecnologia permitiu que ela continuasse plantando a banana Pacovan. “Com a técnica da Embrapa mudou todo o meu jeito de plantar. Antes, eu precisava plantar todo ano, por causa da doença, mas agora eu já estou a Pacovan [plantada] desde 2018 que continua dando cacho satisfatório, cacho bonito”, relata a produtora. Como a banana Pacovan é uma variedade muito procurada pela população, a produção destina–se principalmente aos mercados tradicionais como feiras livres, supermercados, mercearias e sacolões das capitais dos estados (Manaus, Porto Velho e Rio Branco). Uma pequena quantia é destinada ao mercado institucional como o Programa

o que esperar do tempo na semana

[ad_1] A última semana de fevereiro será marcada por temperaturas elevadas e chuvas intensas em diferentes regiões do Brasil. Uma nova onda de calor persiste no Sul até quarta-feira (26), enquanto o Sudeste e o Centro-Oeste enfrentam o retorno da chuva, o que pode beneficiar algumas lavouras e prejudicar outras. O meteorologista do Canal Rural, Arthur Müller, alerta para a possibilidade de temporais e impactos na produção agrícola em diversas localidades. Confira os detalhes da previsão do tempo em cada região no período de 24 a 28 de fevereiro. Sul O Rio Grande do Sul segue sob forte calor, com máximas próximas de 40 °C no oeste do estado. O tempo seco predomina até quarta-feira, quando um cavado meteorológico trará temporais para todo o território gaúcho. Há risco de queda de granizo e rajadas de vento superiores a 70 km/h, o que pode causar danos às lavouras de verão. A precipitação acumulada deve ficar entre 30 e 50 mm no estado e no nordeste do Paraná. Já em Santa Catarina e no oeste do Paraná, o tempo será quente e seco, com chuvas isoladas de 10 a 15 mm ao longo da semana. Sudeste As instabilidades retornam. Chuvas fortes são esperadas no leste e nordeste de Minas Gerais, Espírito Santo, centro-norte e interior do Rio de Janeiro e em São Paulo, com acumulados de até 50 mm. Essa umidade será benéfica para lavouras de café e cana-de-açúcar, que estavam sob estresse hídrico. Apesar da melhora na umidade do solo, temporais isolados podem ocorrer, exigindo atenção dos produtores na realização dos trabalhos em campo. Centro-Oeste A semana será chuvosa, principalmente no sul e oeste de Goiás e em Mato Grosso, onde os temporais podem ser intensos. Em Cuiabá, há previsão de fortes chuvas logo no início da semana. Em Mato Grosso do Sul, o tempo será mais seco, com pancadas de verão à tarde em Campo Grande e Corumbá. No geral, as operações de colheita da soja e plantio do milho segunda safra serão impactadas pela alta umidade, já que os acumulados podem ultrapassar 100 mm. No centro-sul de Mato Grosso do Sul, o calor predomina, com máximas de 38 °C a 39 °C, prejudicando o gado confinado e o desenvolvimento inicial do milho. Nordeste A chuva se espalha por mais estados e pode ser intensa entre Maranhão e Piauí. Há risco de pancadas fortes no litoral do Ceará e chuvas moderadas no litoral do Rio Grande do Norte e no leste de Pernambuco. O acumulado deve ultrapassar 100 mm no Maranhão, Piauí, Ceará e Rio Grande do Norte, o que pode afetar os trabalhos no campo, mas contribuir para a reposição da umidade no solo. Na Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia, a chuva começa a retornar, com volumes entre 20 e 30 mm, trazendo alívio às lavouras que estavam sob seca. Norte Temporais seguem afetando Amazonas, Roraima, Pará e Tocantins. Em Manaus e Belém, há risco de chuvas volumosas ao longo da semana. O Tocantins e o Pará podem registrar acumulados superiores a 150 mm, o que pode resultar em alagamentos e impactos nas lavouras. Nos demais estados da região, como Roraima, Amapá, Acre e Rondônia, os acumulados devem variar entre 50 e 70 mm, mantendo boas condições para as pastagens e temperaturas dentro da normalidade. A umidade elevada favorece o desenvolvimento agrícola, mas também aumenta o risco de pragas. [ad_2] Source link

Menos recurso e juros altos: o que esperar do próximo Plano Safra

[ad_1] A pesquisa da Febraban divulgada nesta semana confirma um cenário de desaceleração do crédito em 2025. Segundo o levantamento, os bancos reduziram suas projeções de crescimento das carteiras, refletindo a piora do cenário econômico e a expectativa de juros mais altos.  Para o agronegócio, a situação ganha um novo agravante com a decisão do Tesouro Nacional de suspender, a partir de 21 de fevereiro, novas contratações de financiamentos com juros subsidiados pelo Plano Safra 2024/2025. A única exceção são as operações de custeio do Pronaf, voltadas para a agricultura familiar, que seguem liberadas.  Apesar da projeção de crescimento menor no crédito feito pela Febraban, consultor em finanças do agro Ademiro Vian avalia que os pequenos e médios produtores não devem ser diretamente afetados em termos de volume de recursos, já que grande parte do financiamento vem da exigibilidade bancária, ou seja, uma obrigação regulatória dos bancos. No entanto, para ele a definição da taxa de juros pelo governo será um fator determinante. Crédito mais caro e restrito O especialista alerta que a retração na concessão de crédito pelos bancos será um reflexo não apenas da expectativa de juros mais altos, mas também do endividamento crescente do setor. Segundo Vian, a combinação de fatores como perdas climáticas, preços abaixo do esperado, alta do dólar e o aumento das taxas de juros têm levado a um crescimento nos pedidos de prorrogação de dívidas e até recuperações judiciais. Além disso, no Plano Safra 24/25, o governo anunciou um volume recorde de recursos, mas mais da metade veio de linhas com taxas livres, ou seja, com juros de mercado. “Os bancos aceleraram a concessão de crédito rural com taxas livres, fazendo um mix com taxas controladas. O problema é que os produtores já estavam no limite da sua capacidade de pagamento”, explica. Diante desse cenário, os bancos tendem a ser mais rigorosos na análise de crédito. “O freio de mão está puxado. Só vai ter crédito quem estiver com as contas em dia e ficha limpa”. Alternativas para os produtores Com o crédito bancário mais restrito, os produtores tendem a recorrer a financiamentos com tradings e ao mercado de capitais, por meio de instrumentos como CPR, CRA e FIAGRO. No entanto, essas alternativas costumam embutir custos financeiros ainda mais elevados. Vian defende que a solução para reduzir o impacto da crise financeira no campo passa por um seguro rural robusto. “Se tivéssemos um seguro eficiente, os produtores não estariam tão endividados. Agora, essa conta vai cair no colo do governo e, mais uma vez, a sociedade vai pagar”, afirma. Sobre a suspensão de linhas de crédito anunciada pelo Tesouro Nacional, o Ministério da Fazenda justifica a medida como uma necessidade legal, devido à não aprovação da Lei Orçamentária Anual de 2025. No Congresso, a LOA ficou em segundo plano no ano passado, já que deputados e senadores priorizaram a votação da reforma tributária e do pacote fiscal para ajuste das contas públicas. Plano Safra 25/26: mais crédito é suficiente? Para conter a inflação, o governo já sinalizou que pode ampliar os investimentos no próximo Plano Safra. No entanto, segundo o consultor, a solução não está apenas na oferta de crédito. Ele destaca que grande parte dos pequenos e médios produtores sequer acessa financiamento e que os principais desafios do setor estão relacionados aos custos de produção, logística e carga tributária. “O governo abandonou os estoques reguladores, e o diesel tem uma carga tributária de 34%. Não adianta só oferecer crédito se não houver uma política agrícola bem estruturada”, argumenta. Ele também critica a divisão do setor entre dois ministérios e dois planos safras distintos, o que, na sua visão, gera falta de foco. “O Brasil precisa urgentemente de uma política agrícola eficiente. O crédito é importante, mas o governo deveria olhar para produção, armazenagem, logística e impostos. Sem isso, o produtor continuará exposto a crises recorrentes”, conclui. [ad_2] Source link

Gosta de café? Tem curso aberto de classificação e degustação da bebida

[ad_1] Imagine aliar conhecimento, podendo degustar os melhores tipos de café num local histórico? Para quem deseja se aprofundar no universo do café — seja para aprimorar seus conhecimentos profissionais ou simplesmente por amor a essa bebida tão rica e especial — a Associação Comercial de Santos (ACS) está com inscrições abertas para a 83ª Turma do tradicional Curso de Classificação e Degustação de Café. O curso de classificação teve início em 1989 e formou mais de 1500 alunos ao longo de 36 anos. O curso oferece uma formação completa, abordando desde a história e os aspectos agronômicos do café até as técnicas de classificação, torrefação e degustação. São 40 horas de aprendizado, divididas entre 20 horas de aulas teóricas online e 20 horas de atividades práticas presenciais, que acontecem de 10 a 21 de março, na sede da Associação. Curso de classificação teve início em 1989 e formou mais de 1500 alunos Foto: divulgação ASC 1ª do estado de São Paulo e a 5ª do Brasil A história da ASC se confunde com a trajetória da cidade de Santos. Em dezembro de 1870, um grupo de empreendedores decidiu organizar uma entidade para representar e advogar os interesses do comércio e da indústria da região, começava então as primeiras ações da Associação Comercial de Santos, a primeira do estado de São Paulo e a quinta mais antiga do Brasil. O museu Instalado no palácio da antiga Bolsa Oficial de Café, construído em 1922, o Museu do Café é um dos principais pontos turísticos da cidade de Santos e tem como objetivo a preservação e divulgação da história do café no Brasil e no mundo. O local possui objetos, documentos e recursos audiovisuais, mostrando ao público como a evolução da cafeicultura e o desenvolvimento político, econômico e cultural do país estão ligados, desde meados do século XVIII até os dias de hoje. Imagem interna do Museu do Café em Santos Foto: Daniel Guimarães/A2IMG Conhecendo a história do Café Os participantes também terão a oportunidade de realizar visitas exclusivas ao Centro de Preparação de Café (CPC), no Museu do Café, e à torrefação do Rei do Café, vivenciando de perto o processo produtivo e descobrindo as diversas nuances que fazem do café uma das bebidas mais apreciadas do mundo. Ao concluir o curso, todos receberão um certificado e a carteira de classificador de café, um importante reconhecimento para quem deseja atuar na área ou aprofundar seus conhecimentos. As inscrições podem ser feitas através do link https://acs.org.br/academy/. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (13) 3212-8200, ramal 249, ou pelo e-mail [email protected]. [ad_2] Source link

Movimentação brasileira de trigo no 1º bimestre de 2025 é recorde

[ad_1] O primeiro bimestre de 2025 deve representar um recorde na movimentação do trigo (soma das importações e exportações) no país, com 2,43 milhões de toneladas. O número é 3,8% superior ao mesmo período do ano passado e 1,2% maior do que 2022, ano que, até então, detinha a maior marca, com 2,40 milhões de toneladas. Assim, nos primeiros dois meses deste ano, o Brasil comprou 1,24 milhão de toneladas do cereal e vendeu ao exterior 1,19 milhão de toneladas, de acordo com dados da Comex/Stat, ferramenta da Secretaria de Comércio Exterior (Secex). O diretor do Canal Rural Sul, Giovani Ferreira, lembra que o país ainda não é autossuficiente na produção de trigo. Nos últimos anos, tem importado cerca de seis milhões de toneladas, com um consumo interno que gira em torno de 12 milhões de toneladas ao ano. A colheita interna, por sua vez, tem sido de, aproximadamente, nove milhões de toneladas por safra nos últimos anos. Para a atual safra, planejada entre fevereiro e março, a expectativa da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) é que a área semeada seja semelhante à da safra passada, com três milhões de hectares. A produção estimada para este ano é de 9,2 milhões de toneladas. “Importante lembrar que, quando falamos de trigo, não tratamos apenas de volume, mas também de qualidade, algo que é impactado diretamente pelo clima. A depender da qualidade dessas 9 milhões de toneladas, podemos diminuir as importações. Se a qualidade deixar a desejar, aumentamos as compras, mas também as vendas, visto que o trigo que não tem qualidade para pão acaba sendo destinado para ração e é exportado”, avalia Ferreira. [ad_2] Source link

Crianças conhecem o agro ‘de perto’ em MT

[ad_1] Em 2025, a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT) celebra 20 anos de história. Entre os programas que fazem parte dessa trajetória existe o Futuro em Campo, que leva crianças e jovens estudantes ao campo, proporcionando uma experiência prática sobre a produção agrícola e a importância do setor para a economia local, nacional e global. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 O programa, que iniciou de forma simples, tem crescido desde a sua criação. Em 2024, mais de 2.200 crianças participaram da iniciativa, ampliando a compreensão das novas gerações sobre o agronegócio. O projeto nasceu a partir da ideia de um jovem que, interessado em compartilhar a rotina da fazenda com seus colegas, ajudou a transformar essa vontade em uma ação que hoje beneficia crianças de várias regiões de Mato Grosso. A Aprosoja MT viu o potencial do programa e o expandiu, alcançando diversos núcleos no estado. O Futuro em Campo vai além das visitas às propriedades rurais, incorporando palestras, atividades educativas e até visitas a escolas. O impacto do programa é visível no aprendizado das crianças. Elas descobrem a relevância da soja e do milho para a economia, aprendem sobre práticas sustentáveis e a tecnologia aplicada no agronegócio. Além disso, entendem que o milho vai muito além da pipoca, sendo utilizado na produção de ração animal e, também, etanol. Os produtores que recebem os estudantes destacam a importância de mostrar a realidade do campo e a conexão com a natureza. O projeto contribui para desmistificar a imagem do agronegócio, reforçando o respeito dos agricultores pelo meio ambiente. Além do impacto educacional, o programa gera resultados concretos nas escolas. Muitas delas criaram projetos de hortas, inspiradas pelos ensinamentos adquiridos durante as visitas ao campo. Essas iniciativas reforçam o aprendizado sobre sustentabilidade e preservação ambiental. [ad_2] Source link

Comercialização lenta no Brasil e alta nos preços; confira o resumo

[ad_1] A semana foi marcada por um cenário de preços entre estáveis e mais baixos no mercado brasileiro de soja disponível. O ritmo das negociações continua lento, com muitos produtores aproveitando as condições climáticas favoráveis para dar prioridade à colheita, em detrimento da comercialização. Segundo a Safras & Mercado, nos Estados Unidos, a cotação da soja teve leve alta, embora insuficiente para animar os agentes do mercado. O dólar permanece próximo de R$ 5,70. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 Preços da soja Passo Fundo (RS): A saca recuou de R$ 137,00 para R$ 130,50 Cascavel (PR): Preço se manteve em R$ 125,00 Rondonópolis (MT): Cotação caiu de R$ 116,00 para R$ 115,00 de Paranaguá: Preço estabilizado em R$ 132,00 Chicago Em Chicago, os contratos da soja com vencimento em março registraram uma alta de 0,97% no acumulado da semana, sendo cotados a US$ 19,46 por bushel na manhã da sexta-feira, 21. A recente declaração do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em que indicou estar aberto a negociações comerciais com a China, ajudou a sustentar as cotações. Esse movimento inicial de Trump traz uma sinalização de que a tão temida guerra comercial com a China pode estar distante de ser declarada. Caso a China responda com retaliações a tarifas americanas, a demanda chinesa por produtos agrícolas dos Estados Unidos poderia se deslocar ainda mais para outros mercados, especialmente Brasil e Argentina. A soja na América do Sul A situação climática na América do Sul também continua a influenciar o mercado. No Rio Grande do Sul, chuvas trazidas pela semana ajudaram a minimizar as perdas produtivas nas lavouras. No Mato Grosso, o tempo seco predominou, favorecendo o andamento da colheita. Na Argentina, a preocupação com o potencial produtivo persiste, já que a recente estiagem prejudicou o rendimento das lavouras. Embora tenha chovido nesta semana, os boletins meteorológicos apontam para uma nova onda de calor, o que gera incertezas quanto à recuperação das plantações. USDA O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) realizará seu Fórum Anual nos dias 27 e 28 de fevereiro. Durante o evento, serão apresentadas as primeiras estimativas sobre o plantio de 2025. Com uma oferta e demanda mais apertada e o bom ritmo das exportações, o mercado está projetando um possível aumento na área de plantio de milho, em detrimento da soja. [ad_2] Source link