Programa Desenrola Rural entra em vigor hoje

[ad_1] O Programa Desenrola Rural já está em vigor! Sancionada pelo presidente Lula por meio do Decreto 12381/2025, a medida dará a oportunidade aos agricultores familiares, assentados da reforma agrária, quilombolas e demais povos e comunidades tradicionais, de renegociarem créditos em situação de inadimplência. Os beneficiários poderão voltar a acessar o crédito rural e aumentar a oferta da produção de alimentos. Sobre o Desenrola Rural O agricultor familiar já pode procurar uma agência bancária para renegociar as suas dívidas, que podem ter descontos de até 96%. A renegociação vale para aqueles que possuem dívidas no Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e outras, como cartões e empréstimos nas instituições financeiras, do Crédito de Instalação e dívidas já inscritas na Dívida Ativa da União (DAU), como impostos e outros débitos federais, todas com inadimplência superior a 1 ano. Não haverá impedimentos para a obtenção de novos créditos para o agricultor familiar que tiver pendências relacionadas a pequenas dívidas, como, por exemplo, débitos em contas de água, luz ou telefone. Como funciona o Desenrola Rural Quem estiver inscrito na Dívida Ativa da União poderá acessar, a partir de hoje (24), o site do Regularize com o CPF e selecionar “Consultar Dívida” para selecionar as opções de pagamento. Se a dívida for do Pronaf, ou outras adquiridas junto aos bancos, o interessado deve procurar sua instituição financeira para regularizar sua situação. Se a dívida for de Crédito de Instalação, o interessado pode ir direto ao Incra para quitar os débitos com desconto ou acessar a Sala da Cidadania. O interessado em aderir ao Desenrola Rural também pode procurar os sindicatos, associações e entidades representativas para obter auxílio. [ad_2] Source link

Mediana do IPCA 2025 passa de 5,60% para 5,65%, acima do teto da meta

[ad_1] A mediana do relatório Focus para o IPCA de 2025 subiu pela 19ª semana consecutiva, de 5,60% para 5,65% – 1,15 ponto porcentual acima do teto da meta, de 4,50%. Um mês antes, era de 5,50%. Considerando só as 105 projeções atualizadas nos últimos cinco dias úteis, a estimativa passou de 5,58% para 5,66%. A partir deste ano, a meta começa a ser apurada de forma contínua, com base na inflação acumulada em 12 meses. O centro continua em 3%, com tolerância de 1,5 ponto porcentual para mais ou para menos. Se o IPCA ficar fora desse intervalo por seis meses consecutivos, considera-se que o Banco Central perdeu o alvo. Na última ata, o Comitê de Política Monetária (Copom) afirmou que o cenário para a inflação de curto prazo é adverso, com destaque para a alta dos preços de alimentos, influenciados pela estiagem e o ciclo do boi e com tendência de propagação. Os bens industriais são pressionados pelo câmbio. “Em se concretizando as projeções do cenário de referência, a inflação acumulada em 12 meses permanecerá acima do limite superior do intervalo de tolerância da meta nos próximos seis meses consecutivos”, disse o BC. IPCA 2026 A mediana do relatório Focus para o IPCA de 2026 subiu pela nona semana seguida, de 4,35% para 4,40%. Um mês antes, estava em 4,22%. Considerando apenas as 102 estimativas atualizadas nos últimos cinco dias úteis, a projeção oscilou de 4,23% para 4,36%. O Copom aumentou a taxa Selic em 1 ponto porcentual, de 12,25% para 13,25%, na reunião de janeiro, e voltou a sinalizar que vai elevar os juros em mais 1 ponto, a 14,25%, no encontro de março. O horizonte relevante do BC é o terceiro trimestre de 2026, quando o Copom espera uma inflação de 4,0%, considerando o cenário de referência. A projeção para o IPCA de 2025 é de 5,2%. O balanço de riscos do Comitê está assimétrico para cima. IPCA 2027 A mediana do Focus para a inflação de 2027 permaneceu em 4,0%. Quatro semanas antes, estava em 3,90%. A projeção para o IPCA de 2028 caiu de 3,80% para 3,79%, após seis semanas em alta. Um mês antes, era de 3,73%. [ad_2] Source link

Novo coronavírus na China e desaceleração dos EUA preocupam mercados; saiba o que esperar na semana

[ad_1] Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro. No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca que a semana passada foi marcada por aversão a risco nos mercados, impulsionada por preocupações com um novo coronavírus na China e desaceleração econômica nos EUA. Nesta semana, destaque para o PCE nos EUA e, no Brasil, para o IPCA-15 e dados do mercado de trabalho. Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado! Foto: divulgação [ad_2] Source link

Ministro da Casa Civil diz que não há crise com relação ao Plano Safra

[ad_1] O ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa, disse que não existe uma nova crise relacionada à suspensão das linhas subsidiadas do Plano Safra 2024/2025, anunciada pelo Tesouro na última quinta-feira (20), e parcialmente equacionada pelo anúncio de um crédito extraordinário. Costa reconheceu, no entanto, que há “dificuldades” relacionadas à não aprovação do orçamento, mas que será encontrada uma solução para dar continuidade às liberações. [ad_2] Source link

locais, horários, dias e tipos; relatório traz as respostas

[ad_1] O Sudeste foi a região recordista em prejuízos envolvendo roubo de carga, avançando de 82,9% em 2023 para 83,6% em 2024. No ranking dos estados com mais sinistro, São Paulo totalizou 45,8%, seguido por Rio de Janeiro (25%) e Minas Gerais (12,1%). A respeito das demais regiões, o Nordeste somou 11,7% das ocorrências, à frente do Sul (2%), Centro-oeste (1,8%) e Norte (0,9%). Assim, a divisão dos prejuízos se assemelha à de 2023, exceto pelo Sul, que apresentou redução de 6,5% para 2%. Esses dados foram divulgados no relatório “Análise de Roubo de Cargas” de 2024 da empresa Nstech. Os números, obtidos pelas três gerenciadoras de risco do grupo – BRK, Buonny e Opentech –, reforçam a escalada de casos em território fluminense. “Ainda que o Rio de Janeiro apareça em segundo lugar no ranking anual, o estado chama atenção, uma vez que o percentual de prejuízo subiu de 18,9% para 25% na comparação entre 2023 e 2024. O movimento passa a preocupar o setor, revelando uma possível tendência para 2025”, diz o relatório da companhia. O documento aponta situação inédita no terceiro trimestre de 2024: as incidências no estado do Rio (45,8%) ultrapassaram São Paulo (36,6%), que era o principal polo de sinistros do país até então. Cargas mais roubadas As operações com cargas fracionadas (mercadorias de diversos segmentos em um mesmo veículo) e produtos alimentícios foram as mais visadas pelas quadrilhas de roubo de cargas em 2024, mostra o relatório da Nstech. Juntos, estes tipos de carga representaram 72,5% dos prejuízos, percentual superior ao de 2023, quando somaram 66,7% do total sinistrado. Os eletrônicos ficaram com a terceira posição do ranking que, em 2023, era ocupada pelos cigarros (hoje, representam apenas 2,5% do prejuízo total). Seguindo a tendência dos anos anteriores, as cargas fracionadas sofreram ataques principalmente nas regiões urbanas. Nesses trechos, o valor sinistrado correspondeu a 33,1% do total. O estado mais crítico foi São Paulo, onde a ação dos criminosos concentrou 51,5% dos prejuízos. Períodos do dia A nível nacional, o roubo de cargas continua concentrado à noite e ao longo das madrugadas (57,4%), com maior número de ocorrências às segundas-feiras (40%). No Rio de Janeiro, as tardes (38%) foram os horários mais vulneráveis para roubos, enquanto quintas-feiras (21,8%) e quartas-feiras (18,5%) foram os dias mais perigosos. Em São Paulo, o período mais crítico foi à noite (41,5%). Segunda-feira foi o dia da semana com maior incidência (26,8%). Em 2023, o dia correspondia a menos de 15% do total, um aumento de 11 pontos percentuais. Já em Minas Gerais, o intervalo mais sensível do dia foi a madrugada, com 51% dos sinistros. No estado, 27,4% dos prejuízos se concentraram nas quintas-feiras. Trechos mais vulneráveis As áreas urbanas se mantiveram como os locais com maior concentração de abordagens das quadrilhas de roubo de cargas, representando 34,1% dos prejuízos. Durante 2024, se consideradas apenas áreas urbanas, os maiores prejuízos foram nas rotas RJ X RJ (29,9%) e SP X SP (26,6%). Entre as rodovias, a BR-116 dobrou sua participação no percentual de prejuízo, passando de 6,1% em 2023 para 12% em 2024. O trecho mais vulnerável foi o SC x SP, com 14,8% dos prejuízos nessa rodovia. A participação da BR-101 também aumentou de 5,6% em 2023 para 7% em 2024. Nessa rodovia, o trecho RJ X RJ somou 32,9% dos prejuízos. [ad_2] Source link

queda no preço perde força, e lácteos iniciam ano em alta

[ad_1] Pesquisa do Cepea mostra que o preço do leite captado em dezembro de 2024 fechou a R$ 2,5805/litro (“Média Brasil”), queda de 2,7% em relação ao mês anterior, mas elevação de 21% frente a dezembro de 2023, em termos reais (os valores foram deflacionados pelo IPCA de dezembro). Desse modo, a média de 2024 foi de R$ 2,6362/litro, 1,9% acima da verificada em 2023, também em termos reais. Levantamentos do Cepea ainda em andamento mostram, porém, que os preços do leite captado em janeiro devem apresentar alta, devido ao recuo da oferta e ao aumento na competitividade entre laticínios pela compra de matéria-prima. Preços dos lácteos em recuperação Outra pesquisa realizada pelo Cepea em parceria com a OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras) aponta que os preços dos lácteos negociados no atacado paulista iniciaram 2025 em movimento de recuperação. Dentre os itens analisados, o queijo muçarela foi o que mais se valorizou de dezembro de 2024 a janeiro de 2025, em 1,82%, cotado à média de R$ 33,09/kg. Para o leite em pó (400g), a variação foi positiva em 0,97%, para média de R$ 31,58/kg. A cotação do leite UHT, por sua vez, ficou praticamente estável (+0,02%), a R$ 4,27/litro. Importações têm ligeiro aumento; exportações recuam Em janeiro, as importações brasileiras de lácteos cresceram ligeiros 3,93% em relação a dezembro de 2024, porém caíram 2,18% frente ao mesmo período do ano passado (janeiro/24). Já as exportações recuaram 13,91% no comparativo mensal e expressivos 41,19% no anual. Insumos em alta para dieta dos animais​ Os custos de produção da pecuária leiteira subiram em janeiro pelo quinto mês consecutivo. Cálculos do Cepea mostram que o Custo Operacional Efetivo (COE) teve avanço de 0,81% de dezembro/24 para janeiro/25, considerando-se a “média Brasil” (BA, GO, MG, SC, SP, PR e RS). Os desembolsos com a dieta do rebanho continuam sendo o principal fator que influencia o movimento altista. [ad_2] Source link

Os desafios climáticos nas lavouras de soja em MT

[ad_1] As chuvas intensas em Feliz Natal, no Mato Grosso, têm gerado sérios desafios para os produtores de soja, o que afeta tanto a colheita quanto o escoamento da safra 2024/25. Algumas propriedades já acumulam até 1.500 milímetros de precipitação em fevereiro, o que tem dificultado o trabalho no campo. Além dos prejuízos nas lavouras, o volume de chuva tem danificado as rodovias estaduais, como as MT-130 e MT-255, impactando quem depende dessas vias para suas atividades diárias. O tráfego dessas estradas está mais lento, aumentando os riscos e dificultando o transporte da soja. O agricultor Edemilson Pasqualotto da Paixão, que cultivou 1.405 hectares de soja na região, explica que o atraso na colheita é uma consequência das condições climáticas adversas. Segundo ele, a cada dia de atraso, a perda pode chegar a até dois sacos por hectare. Como o plantio foi realizado de forma concentrada em outubro, todas as lavouras atingiram o ponto de colheita simultaneamente, o que intensifica o impacto. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 Os desafios na colheita de soja Conforme a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a colheita de soja em Mato Grosso, o maior produtor do grão no Brasil, alcançou 47,3% da área plantada. Isso representa um avanço de 19,8 pontos percentuais em relação à semana anterior (27,5%), mas ainda há um atraso significativo de 14 pontos percentuais em comparação com o mesmo período da safra 2023/24, quando 61,3% da produção já havia sido colhida. Maicon Rech, outro agricultor local, destaca o esforço contínuo para colher a soja, aproveitando os raros períodos de sol. “Estamos trabalhando intensamente, com máquinas voltando a levantar poeira após a chuva, e conseguimos adiantar a colheita em alguns dias,” diz Maicon. Além dos prejuízos nas lavouras, o excesso de chuvas tem afetado ainda mais as estradas não pavimentadas da região. As vias, como a MT-225, que já são difíceis de transitar, acabam se deteriorando rapidamente com o tráfego intenso de caminhões. Maicon também observa que a falta de infraestrutura nas rodovias tem gerado enormes dificuldades para o transporte da soja. Em relação à situação das estradas, os caminhoneiros Marcelo Luiz dos Reis e Calil Koch relatam que percorrer 40 quilômetros pode levar até duas horas, devido às condições precárias das vias. Já os motoristas de ônibus enfrentam desafios ainda maiores, como destaca o motorista Roque Scheide, que chama a atenção para a necessidade de responsabilidade no trânsito. De acordo com Antônio Carlos de Assis, gerente de produção da região, o escoamento dos grãos também é afetado pela péssima condição das estradas, piorando com a chuva constante. “A estrada está em péssimas condições e, com a chuva, fica ainda mais difícil”, comenta. Rafael Bilibio, presidente do Sindicato Rural de Vera e Feliz Natal, enfatiza que quase 60% da produção de Feliz Natal depende de rotas não pavimentadas, e reforça a necessidade de pavimentação das vias para facilitar o escoamento. “Precisamos da pavimentação para garantir o fluxo da produção. A ajuda do governo tem sido importante, mas ainda há muito o que fazer”, conclui. Em resposta a esses desafios, a Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística de Mato Grosso (Sinfra-MT) garantiu que está trabalhando na manutenção das rodovias e na correção dos pontos críticos. [ad_2] Source link

Preço da arroba do boi caiu até 3,7% na semana; analista responde o que está por vir

[ad_1] O mercado físico do boi gordo voltou a registrar preços em baixa ao longo desta semana nas principais praças de produção e comercialização do país. De acordo com o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, a oferta de fêmeas é decisivo nesse movimento de queda, fazendo com que a indústria frigorífica conseguisse um bom avanço de suas escalas de abate. “Esse cenário foi bastante representativo na Região Norte e contribuiu para a queda que se sucedeu nos demais estados que contam com abates relevantes. Por outro lado, as exportações de carne bovina em bom nível são a principal variável de sustentação dos preços, evitando quedas ainda mais contundentes.” Segundo o analista, o ambiente de negócios ainda sugere pela continuidade deste movimento no curto prazo, em linha com a atual posição das escalas de abate, somado ao comportamento dos preços da carne no atacado. Iglesias aponta o enfraquecimento da demanda doméstica de carne bovina como parte das justificativas para este movimento. “O fato é que as indústrias seguem exercendo pressão sobre o mercado, estratégia que deve prevalecer, ao menos no curto prazo”, assinalou. Os preços médios da arroba do boi gordo na modalidade a prazo nas principais praças de comercialização do país estavam assim no dia 20 de fevereiro em comparação a uma semana antes (14): São Paulo: R$ 315,33, contra R$ 318,15, queda de 0,88% Goiás: R$ 298,57, ante R$ 300,18 (-0,53%) Minas Gerais: R$ 305,59, frente R$ 307,35 (-1,12%) Mato Grosso do Sul: R$ 304,43, contra R$ 309,77 (-1,72%) Mato Grosso: R$ 305,07, ante R$ 316,92 (-3,73%). Exportações de carne Foto: Freepik As exportações de carne bovina fresca, congelada ou refrigerada do Brasil, renderam US$ 494,078 milhões em fevereiro (10 dias úteis), com média diária de US$ 49,407 milhões, conforme dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex). A quantidade total exportada pelo país chegou a 99,848 mil toneladas, média diária de 9,984 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.948,30. Assim, em relação a janeiro de 2024, houve alta de 16,1% no valor médio diário da exportação, ganho de 6,2% na quantidade média diária exportada e avanço de 9,3% no preço médio. [ad_2] Source link

Produção de camarão longe do mar avança como alternativa rentável

[ad_1] O Instituto de Pesca (IP-Apta), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, está conduzindo uma pesquisa inovadora para viabilizar a produção de camarão marinho em regiões afastadas do litoral. O projeto “Viabilidade Técnica e Econômica da Produção de Camarão Marinho Longe do Mar” busca tornar o cultivo sustentável e economicamente viável para produtores aquícolas, utilizando água salinizada artificialmente. Diferente de experimentos anteriores, o estudo é realizado em uma estrutura que simula as condições reais de cultivo do camarão, garantindo análises precisas do potencial produtivo, econômico e ambiental. A pesquisa acontece em Jaguariúna (SP), onde a produção é feita com água captada da chuva e sem descarte no meio ambiente, reforçando o compromisso com a sustentabilidade. Água salinizada para a criação de camarão O segredo da técnica está na composição química da água. A salinização artificial não busca imitar a salinidade do oceano, mas sim fornecer os seis sais essenciais para o desenvolvimento do camarão: cloreto, sódio, cálcio, potássio, sulfato e magnésio. Com esse controle, a criação pode ser levada para regiões interioranas sem prejuízo ao desempenho dos animais. Foto: Divulgação Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo Alta produtividade e desafios do cultivo O diferencial do projeto está na densidade de estocagem. Para viabilizar economicamente o sistema, o pesquisador Fábio Sussel trabalha com até 300 camarões por metro cúbico. Esse modelo permite maior produção por área, mas também exige estratégias para lidar com desafios sanitários, como doenças comuns na carcinicultura mundial. “A convivência com patógenos é um dos principais desafios, mas buscamos protocolos específicos para garantir o equilíbrio do sistema”, explica Sussel. Vantagens e perspectivas A técnica oferece diversas vantagens, como a descentralização da produção, a redução da pressão sobre os ecossistemas costeiros e o aumento das oportunidades econômicas para pequenos e médios produtores. Além disso, o ambiente controlado possibilita um manejo mais eficiente da água e da alimentação, garantindo um camarão mais saudável e sustentável. A pesquisa avança como um divisor de águas para a aquicultura brasileira, abrindo novos caminhos para o cultivo de camarão no interior e ampliando a oferta de um produto de alto valor agregado com menor impacto ambiental. [ad_2] Source link

Genética e passaporte equestre são temas de reunião entre o Mapa e CNA

[ad_1] A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) marcou presença na última quinta-feira (20) de uma reunião da Câmara Setorial de Equideocultura do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), onde foram discutidos temas cruciais para o setor equestre brasileiro. Controle Genético e Clonagem em Foco Um dos pontos centrais da discussão foi a Lei 15.021/2024, que estabelece diretrizes para o controle de material genético animal e a clonagem de animais domésticos de interesse zootécnico. Kalinka Koza, assessora técnica da CNA, ressaltou que, embora a lei abranja todas as espécies, as particularidades serão definidas por normas e portarias complementares. “A participação da CNA junto ao Ministério é essencial para assegurar que a legislação reflita as necessidades do setor, especialmente na reprodução equina e em outras cadeias produtivas”, afirmou Koza. Passaporte Equestre Outro tema de destaque foi o passaporte equestre, previamente debatido na Comissão Nacional de Equideocultura da CNA. Segundo Kalinka Koza, essa ferramenta tem o potencial de simplificar o trânsito de equídeos, garantindo a rastreabilidade sanitária. “Nosso objetivo é oferecer aos produtores um instrumento prático que facilite a emissão da Guia de Trânsito Animal (GTA), mantendo a rastreabilidade. A implementação do passaporte equestre nos estados é o primeiro passo para sua adoção nacional e internacional, em consonância com o programa ‘High Health, High Performance’ do Mapa”, explicou. [ad_2] Source link