‘Não há mais diálogo com o ministro Fávaro’, diz FPA

[ad_1] O presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), deputado Pedro Lupion, afirmou nesta terça-feira (25) que o colegiado não tem diálogo com o ministro da Agricultura e Pecuária (Mapa), Carlos Fávaro. A informação parte de reportagem da CNN. O parlamentar ainda insinuou que o titular da pasta não tem a devida relevância no governo. Assim, segundo ele, as negociações do setor passaram a ser conduzidas diretamente com “ministros mais fortes”, como o titular da Fazenda, Fernando Haddad. “O interlocutor do agro virou o Ministério da Fazenda. O Ministério da Agricultura ficou, infelizmente, em segundo plano, nos obrigando a tratar com ministros fortes, como Haddad”, pontuou Lupion. Críticas de Fávaro à FPA A declaração do presidente da Frente veio após críticas de Fávaro à reação da FPA sobre a suspensão de novos financiamentos do Plano Safra com recursos da União. Na última sexta-feira (21), o ministro afirmou que as críticas da FPA são “narrativas intolerantes contra um governo que está dando respostas efetivas, entregando o maior Plano Safra, safra recorde”. “A gente, hoje, vive uma intolerância por parte do Congresso, principalmente da Frente Parlamentar da Agropecuária, que, se tivesse cumprido seu papel, cobrando a aprovação orçamentária, talvez não tivesse de ter passado por isso hoje”, destacou. Mesmo assim, Lupion negou qualquer rompimento com Fávaro, mas disse que “não há relação” com o ministro. “Os ataques contra o posicionamento desta Frente mostram que estamos defendendo o nosso setor”, ressaltou. Lupion acrescentou que a FPA “sempre atuará pelo agro quando o setor estiver em prejuízo”. Suspensão do Plano Safra Lupion ainda ressaltou que a suspensão das contratações do Plano Safra, na semana passada, foi tomada sem qualquer articulação prévia. “Tivemos uma surpresa, para nós e para o setor produtivo”, revelou. Diante da pressão, o ministro da Fazenda anunciou a edição de uma medida provisória para solucionar o problema. O texto foi publicado na segunda-feira (24) e abre R$ 4,1 bilhões extras para dar continuidade às linhas de financiamento. “O ministro Haddad entrou em contato conosco e efetivou o que disse que faria. A MP já está vigente”, completou o presidente da FPA. Segundo ele, representantes do Banco Central confirmaram que as contratações já foram retomadas. [ad_2] Source link
Fávaro ameaça deixar o Ministério da Agricultura

[ad_1] O ministro da Agricultura e Pecuária (Mapa), Carlos Fávaro, avisou ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva que pode deixar o comando da pasta caso medidas extravagantes sejam adotadas pelo governo. De acordo com reportagem da CNN, Fávaro relatou a interlocutores que não aceita fazer parte de uma administração federal que taxa exportações do agro. Conforme apuração, ele afirmou a auxiliares que cresce a pressão interna e na bancada do PT no Congresso Nacional por medidas que ele discorda com veemência, como imposto ou cotas para exportações de carnes e outros alimentos. Mesmo com as tensões entre o agronegócio e o governo Lula desde o início do mandato do petista, Fávaro sempre se manteve fiel ao governo. Fávaro x FPA O desgaste da gestão de Fávaro acontece ao mesmo tempo em que o presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), deputado Pedro Lupion, afirmou que a bancada do agro não mantém diálogo com o ministro. O parlamentar ainda insinuou que o titular do Mapa não tem a devida relevância no governo. Assim, segundo ele, as negociações do setor passaram a ser conduzidas diretamente com “ministros mais fortes”, como Fernando Haddad, da Fazenda. “O interlocutor do agro virou o Ministério da Fazenda. O Ministério da Agricultura ficou, infelizmente, em segundo plano, nos obrigando a tratar com ministros fortes, como Haddad”, pontuou Lupion. A fala de Lupion, por sua vez, acontece em resposta à declaração de Fávaro de que a Frente Parlamentar da Agropecuária havia se tornado uma frente parlamentar da oposição por conta da reação negativa à suspensão das linhas de crédito subsidiadas do Plano Safra, problema contornado com o anúncio da medida provisória que disponibilizou R$ 4,1 bilhões extras para a continuidade dos financiamentos agrícolas. Fávaro havia responsabilizado a FPA por não ter cobrado a aprovação da Lei Orçamentária Anual (LOA), mecanismo imprescindível à liberação de recursos do principal programa de financiamento das atividades agropecuárias do país. [ad_2] Source link
Aprosoja Brasil questiona taxa de 1,8% sobre exportação de grãos

[ad_1] A Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja Brasil) manifestou-se contrária à Contribuição Especial de Grãos (CEG) de 1,8% que entrou em vigor no estado do Maranhão no último domingo (23). Segundo nota divulgada pela entidade, a medida afeta a exportação de soja, milho, sorgo e milheto que passarem pelo território maranhense. De acordo com a Associação, estimativas baseadas na movimentação do Terminal de Grãos do Maranhão (Tegram) em 2024 indicam que a arrecadação potencial pode superar R$ 600 milhões anuais, dos quais R$ 550 milhões seriam provenientes apenas da soja. A entidade afirma que cerca de 70% deste montante virá de outros estados: Tocantins (R$ 137 milhões), Piauí (R$ 109 milhões), Mato Grosso (R$ 98 milhões), Bahia (R$ 80 milhões) e Goiás (R$ 1,5 milhões). “Isso é recurso que deixará de circular na economia dos municípios e prejudicará a demanda nos postos de gasolina, borracharia, restaurantes, supermercados”, exemplifica a nota. Para o presidente da Aprosoja Maranhão, José Carlos Oliveira de Paula, tratam-se de postos de empregos que serão fechados e da qualidade de vida da população maranhense, que piorará. Inconstitucionalidade da medida A Aprosoja Brasil destaca que diversas entidades já ingressaram na Justiça contra a medida, alegando sua inconstitucionalidade frente à Lei Kandir (LC 87/1996), que isenta de ICMS produtos destinados à exportação. A entidade cita que a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) já entrou com mandado de segurança questionando a constitucionalidade da Lei. A Aprosoja Brasil ressalta em sua nota que “o que salta aos olhos é que o impacto não se restringirá ao estado do Maranhão, mas se espalhará por toda a região do Matopiba, parte de Mato Grosso e de Goiás”. Segundo a entidade, como essas unidades federativas já têm suas próprias taxas sobre a produção, “o Maranhão dobrará o peso, reduzindo a competitividade e a capacidade de investimentos dos empresários de outros estados”. Aumento dos custos de produção Ainda segundo a entidade, empresas privadas que operam com exportações de grãos afirmam que “essa cobrança aumenta custos de produção aos agricultores e encarece as operações no Tegram”. De acordo com a legislação estadual, o imposto terá caráter provisório, com previsão de extinção em 2043. Os valores arrecadados serão destinados ao Fundo Estadual de Desenvolvimento Industrial do Maranhão, voltado a investimentos na infraestrutura rodoviária estadual. O governo do Maranhão ainda não se manifestou sobre as ações judiciais movidas pelo setor. Além da nova cobrança no Maranhão, um imposto semelhante entrará em vigor no Pará no próximo mês. A Aprosoja Pará afirma que já iniciou negociações para tentar reduzir ou adiar a implementação da medida. [ad_2] Source link
Agro é vítima das mudanças climáticas, diz presidente da COP30

[ad_1] O presidente da COP30, embaixador e secretário de Clima, Energia e Meio Ambiente do Ministério das Relações Exteriores, André Corrêa do Lago, afirmou que o agronegócio é mais uma vítima da mudança climática, tema central das discussões do encontro que será realizado em novembro, na cidade de Belém (PA). Ele falou sobre as tratativas em relação ao agronegócio e ressaltou que há uma certa preocupação de que o debate em torno do clima tenha um impacto negativo sobre o agro. Corrêa do Lago acredita que setor é vítima das mudanças climáticas, pois, atualmente, a maior prioridade é o combate à pobreza e a segurança alimentar do mundo, e o segmento é responsável por manter a produção de alimentos. “Os setores do agronegócio devem levar para a COP uma imagem fortalecida do segmento, pois o agro brasileiro já incorporou de maneira muito clara a necessidade da sustentabilidade”, informou o embaixador. De acordo com Corrêa do Lago, todo o planeta está consciente de que a mudança do clima se tornou um tema tão central que abarca todas as dimensões da economia e agora da política mundial. Debates e discussões Ele falou também sobre os desafios da COP30, que funciona através do debate de ideias entre representantes da sociedade, empresas de diversos setores e governos que precisam obter como resultado final um consenso. “Todo mundo tem que estar de acordo, porque se não o documento final não é aprovado, e essa negociação é a essência do evento, porque de certa forma vira um documento legal internacional”, disse. Corrêa do Lago foi nomeado em janeiro de 2025 presidente da COP30 e já atuou como negociador chefe do Brasil na COP28 em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, e da COP29, no Azerbaijão, além de ter sido embaixador do Brasil no Japão e na Índia. “A gente tem que se dar conta que durante 12 dias o mundo inteiro estará olhando para Belém, então precisamos pensar muito de que maneira o planeta está entendendo o que está acontecendo em Belém”, declarou. Mitigar as emissões de CO2 e se adaptar às mudanças também serão temas das discussões. Lago citou exemplos da importância que envolve esses debates. Ele mencionou o caso das enchentes do Rio Grande do Sul como uma situação de adaptação. As secas nos rios da Amazônia foram usadas como forma de exemplificar a necessidade de mitigar as emissões de gases poluentes na atmosfera. COP30 A 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30) é o principal fórum global para discutir estratégias de combate às mudanças climáticas. O evento reunirá líderes mundiais, cientistas e representantes da sociedade civil em novembro, na cidade de Belém (PA). [ad_2] Source link
Presidente da COP30, André Corrêa do Lago afirma que agro é vítima das mudanças climáticas

[ad_1] O presidente da COP30, embaixador e secretário de Clima, Energia e Meio Ambiente do Ministério das Relações Exteriores, André Corrêa do Lago, afirmou que o agronegócio é mais uma vítima da mudança climática, tema central das discussões do encontro que será realizado em novembro, na cidade de Belém (PA). Ele falou sobre as tratativas em relação ao agronegócio e ressaltou que há uma certa preocupação de que o debate em torno do clima tenha um impacto negativo sobre o agro. Corrêa do Lago acredita que setor é vítima das mudanças climáticas, pois, atualmente, a maior prioridade é o combate à pobreza e a segurança alimentar do mundo, e o segmento é responsável por manter a produção de alimentos. “Os setores do agronegócio devem levar para a COP uma imagem fortalecida do segmento, pois o agro brasileiro já incorporou de maneira muito clara a necessidade da sustentabilidade”, informou o embaixador. De acordo com Corrêa do Lago, todo o planeta está consciente de que a mudança do clima se tornou um tema tão central que abarca todas as dimensões da economia e agora da política mundial. Debates e discussões Ele falou também sobre os desafios da COP30, que funciona através do debate de ideias entre representantes da sociedade, empresas de diversos setores e governos que precisam obter como resultado final um consenso. “Todo mundo tem que estar de acordo, porque se não o documento final não é aprovado, e essa negociação é a essência do evento, porque de certa forma vira um documento legal internacional”, disse. Corrêa do Lago foi nomeado em janeiro de 2025 presidente da COP30 e já atuou como negociador chefe do Brasil na COP28 em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, e da COP29, no Azerbaijão, além de ter sido embaixador do Brasil no Japão e na Índia. “A gente tem que se dar conta que durante 12 dias o mundo inteiro estará olhando para Belém, então precisamos pensar muito de que maneira o planeta está entendendo o que está acontecendo em Belém”, declarou. Mitigar as emissões de CO2 e se adaptar às mudanças também serão temas das discussões. Lago citou exemplos da importância que envolve esses debates. Ele mencionou o caso das enchentes do Rio Grande do Sul como uma situação de adaptação. As secas nos rios da Amazônia foram usadas como forma de exemplificar a necessidade de mitigar as emissões de gases poluentes na atmosfera. COP30 A 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30) é o principal fórum global para discutir estratégias de combate às mudanças climáticas. O evento reunirá líderes mundiais, cientistas e representantes da sociedade civil em novembro, na cidade de Belém (PA). [ad_2] Source link
Exportações de soja recuam no bimestre, mas embarque em 2025 deve ser recorde

[ad_1] Nos dois primeiros meses de 2025, a exportação de soja em grão caiu pela metade em comparação com igual período do ano passado, conforme dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), divulgados na última segunda-feira (24). Assim, no primeiro bimestre de 2024, foram 9,5 milhões de toneladas embarcadas e em janeiro e fevereiro deste ano, faltando ainda uma semana para a conclusão das remessas, 4,8 milhões de toneladas foram enviadas ao exterior. Quanto ao farelo, a redução foi menos acentuada: de 3,4 para 3 milhões de toneladas. Por outro lado, as exportações de óleo de soja aumentaram, de 90 para 190 mil toneladas. O diretor do Canal Rural Sul, Giovani Ferreira, destaca que o ritmo de embarques está menor porque o mercado aguarda a consolidação da safra brasileira que será recorde, apesar de menor do que o potencial inicialmente previsto por conta de problemas climáticos no Sul e em parte do Centro-Oeste. A Argentina, outro grande produtor, começa a colher em março e também vem demonstrando problemas em sua lavoura, questão que interfere com o mercado regional da América do Sul. “Contudo, apesar da queda de exportação do primeiro bimestre, a expectativa é de uma exportação total maior que a do ano passado, chegando perto de 110 milhões de toneladas exportadas contra 98,6 milhões de toneladas em 2024. Assim, podemos superar o recorde de 2023, quando 102 milhões de toneladas foram embarcadas e isso acontece por conta da safra maior deste ano.” [ad_2] Source link
Copercampos deve movimentar R$ 400 milhões em negócios

[ad_1] Começou hoje (25), em Campos Novos, Santa Catarina, a 29° edição do Show Tecnológico Copercampos. A feira acontece no Parque Experimental da Copercampos, reunindo mais de 192 expositores, num espaço de 15 hectares e se destaca pela apresentação de novas tecnologias de produção. No local os visitantes podem conhecer modelos de cultivares e máquinas. Há também opções para os produtores de outros setores como a pecuária e suinocultura. A repórter Eliza Maliszewski acompanhou o primeiro dia do evento. O público que vier ao evento também poderá acompanhar palestras e debates. A expectativa dos organizadores da Copercampos é movimentar cerca de R$ 400 milhões em negócios. A cidade de Campos Novos, onde ocorre o encontro, está localizada em uma das principais áreas produtoras de grãos catarinense. Grande parte da produção de soja, milho e cereais de inverno são produzidas na região e tecnologias para esse tipo de lavoura estão reunidas no evento. O Show Tecnológico Copercampos acontece no Campo Demonstrativo Copercampos, naBR-282, Km 347, em Campos Novos. O evento termina na quinta-feira (27). [ad_2] Source link
Lucro do BNDES cresce 20,5%, chegando a R$ 26,4 bi

[ad_1] O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) lucrou R$ 26,4 bilhões em 2024, crescimento de 20,5% em relação a 2023. A instituição divulgou nesta terça-feira (25) que essa é a maior injeção de crédito de sua história, com aprovações e garantias que somaram R$ 276,5 bilhões. Esse desempenho fez com o que o BNDES alcançasse a maior carteira de crédito desde 2017, no valor de R$ 584,8 bilhões, e a menor inadimplência do sistema financeiro (0,001%). Os resultados divulgados na sede da instituição, no Rio de Janeiro, demostram que 2024 foi um ano com forte crescimento por demanda de crédito frente a 2023, considerando operações diretas e indiretas – via agentes financeiros repassadores de recursos do BNDES. “Temos um valor recorde nominal em impacto em créditos da economia de R$ 276,5 bilhões, sendo R$ 63,9 bilhões via fundo garantidor e R$ 212,5 bilhões pelo crédito do BNDES, direto e indireto, já que uma parte disso a gente faz com os agentes parceiros. É um recorde histórico e um aumento de 81% em relação a 2022″, disse o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante. As aprovações de crédito somaram R$ 212,6 bilhões (aumento de 22% em relação a 2023 e 61% a 2022), com destaque para o aumento de 132% na indústria (R$ 52,4 bilhões) frente a 2022; 92% na agropecuária (52,3 bilhões), na comparação com o mesmo ano; e alta de 83% em Comércio e Serviços (R$ 33,4 bilhões), também em relação a 2022. Desde 2018, é a primeira vez que há mais aprovações na indústria do que na agropecuária. Além do total de R$ 212,6 bilhões em aprovações, o Banco alavancou mais R$ 63,9 bilhões em crédito com a concessão de garantias para micro, pequenas e médias empresas, por meio de três modalidades: o Fundo Garantidor de Investimentos Tradicional (BNDES FGI), o Programa Emergencial de Acesso a Crédito (FGI Peac) e o FGI Peac Crédito Solidário RS, criado para atender à demanda das MPMEs de acesso ao crédito no Estado do Rio Grande do Sul para o enfrentamento dos efeitos das inundações. As consultas somaram R$ 327,7 bilhões (aumento de 21% em relação a 2023 e de 127% a 2022). E os desembolsos totalizaram R$ 133,7 bilhões em 2024, aumento de 17% frente a 2023 e de 37% a 2022, com manutenção da trajetória de crescimento. O presidente do BNDES, Aloizio Mercadante apontou que muitas das operações aprovadas nos últimos anos foram para projetos de infraestrutura de médio e longo prazo, o que corrobora para a meta de 2% do PIB em aprovações do BNDES, em 2026. “Você não desembolsa na hora que você aprova. Você vai liberando parte disso, em tranches, ao longo do projeto. Então, por exemplo, uma estrada. Se você passar na Dutra, você vai ver a obra da Serra. Essa tranche está liberada, mas depois vem o outro pedaço. A gente vai acompanhando a obra e fazendo as liberações de forma faseada. Com isso, nós esperamos atingir 2% do PIB de aprovações até 2026 e 1,5% do PIB de desembolsos até 2026. Hoje, está 1,8% de aprovações e 1,1% de desembolsos”, afirmou. [ad_2] Source link
Chicago segue no vermelho no meio-pregão, mas se aproxima da estabilidade

[ad_1] A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o complexo soja opera com preços mais baixos no meio-pregão de hoje. O mercado reduziu as perdas do início do dia, mas segue no negativo. Segundo a Safras & Mercado, caso a tendência se confirme, esta será a terceira queda consecutiva. Segundo agências internacionais, sinais de demanda aquecida pelo cereal dos Estados Unidos estão ajudando a conter as quedas, impulsionando uma tentativa de recuperação dos contratos. A pressão sobre as cotações também continua devido ao avanço da colheita da soja no Brasil e à previsão de chuvas em algumas regiões secas do país, além da Argentina. Os investidores aguardam ainda o Fórum Anual do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que ocorrerá nos dias 27 e 28 de fevereiro, onde serão divulgadas as projeções iniciais de oferta e demanda para a próxima temporada. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 Andamento da colheita No Brasil, a colheita da safra 2024/25 de soja já atingiu 36,4% da área, conforme relatório da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), com dados até 23 de fevereiro. Na semana passada, o avanço estava em 25,5% da área, e no mesmo período do ano passado, a colheita estava concluída em 38% da área. Contratos futuros da soja Os contratos futuros para março de 2025 estavam cotados a US$ 10,46 3/4 por bushel, uma queda de 0,75 centavo de dólar por bushel ou 0,07%. A posição para maio de 2025 era negociada a US$ 10,61 3/4 por bushel, com recuo de 1,50 centavo de dólar por bushel ou 0,14%. No mercado de farelo, o contrato para março de 2025 foi cotado a US$ 301,70 por tonelada, com alta de 0,80 centavo de dólar ou 0,26% em relação ao fechamento anterior. Já a posição para março do óleo era negociada a 46,07 centavos de dólar por libra-peso, com retração de 0,23 centavo de dólar ou 0,49%. [ad_2] Source link
Nova diretoria do IPA toma posse para biênio 2025-2026

[ad_1] Tomou posse nesta segunda-feira (24), em Brasília, a nova diretoria do Instituto Pensar Agropecuária (IPA) para o biênio 2025-2026. A presidência da entidade no período será de Tania Zanella, que ocupa o posto ocupado até então pelo ex-deputado federal Nilson Leitão. Zanella, que é superintendente do Sistema OCB, é membro da diretoria do IPA desde 2011 e integra o Conselho Superior do Agronegócio da Federação das Indústrias de São Paulo. “O momento é de juntar forças, arregaçar as mangas e trabalhar pelo fortalecimento do agro em parceria com os deputados, senadores, o Judiciário, o governo federal e a sociedade. A nossa função é organizar prioridades e subsídios para apoiar a atuação da FPA no Congresso Nacional”, disse a nova presidente do IPA. Também fazem parte da atual diretoria do instituto Fabrício Morais Rosa (Aprosoja Brasil) como 1º vice-presidente; Sergio Luís Bortolozzo (SRB), como vice-presidente secretário; e Nilson Leitão (CNA) como vice-presidente tesoureiro. O 2º vice-presidente tesoureiro é Roberto Ignácio Betancourt (Fiesp). O Conselho Fiscal do IPA é composto pelos membros titulares Gustavo Beduschi (Viva Lácteos), Glauber Silveira da Silva (Abramilho), e Paulo Sérgio de Marco Leal (Feplana), além dos suplentes André Luis de Freitas (Abia), Gabriel Garcia Cid (ABCZ) e Clorialdo Roberto Levrero (Abisolo). [ad_2] Source link