Anec reduz projeção de exportações de soja e farelo em fevereiro

[ad_1] A Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec) revisou para baixo suas projeções para as exportações brasileiras de soja em fevereiro. O line up indica embarques entre 8,4 milhões de toneladas e 10,294 milhões de toneladas, com uma média de 9,347 milhões de toneladas. O volume previsto é inferior ao teto de 11,035 milhões de toneladas projetado na semana passada. No mesmo mês de 2024, o Brasil exportou 9,608 milhões de toneladas da oleaginosa. Para o farelo de soja, a Anec reduziu sua projeção para 1,639 milhão de toneladas, abaixo dos 1,908 milhão de toneladas estimados anteriormente. Em relação a fevereiro de 2024, quando foram embarcadas 1,454 milhão de toneladas, o crescimento estimado é de 12,7%. A previsão de exportação de milho também foi ajustada, com um aumento para 1,287 milhão de toneladas, acima das 1,284 milhão de toneladas projetadas anteriormente. O volume representa um crescimento de 77,8% ante as 724 mil toneladas exportadas no mesmo mês do ano passado. Para o trigo, a Anec elevou sua estimativa para 553,7 mil toneladas, superando a projeção anterior de 521,7 mil toneladas e as 538,4 mil toneladas embarcadas em fevereiro de 2024. Na semana de 16 a 22 de fevereiro, os embarques somaram 3,069 milhões de toneladas de soja, 442,1 mil toneladas de farelo de soja, 235,3 mil toneladas de milho e 99,6 mil toneladas de trigo. Para a semana atual, de 23 de fevereiro a 1º de março estão programados 4,306 milhões de toneladas de soja, 470,4 mil toneladas de farelo de soja, 218,6 mil toneladas de milho e 85,5 mil toneladas de trigo. No acumulado de janeiro de 2025, o Brasil exportou 1,103 milhão de toneladas de soja, 1,638 milhão de toneladas de farelo, 3,146 milhões de toneladas de milho e 657,6 mil toneladas de trigo. Portos Os principais portos de embarque no mês são Santos, com 1,1 milhão de toneladas de soja, 234,5 mil toneladas de farelo de soja, 1,59 milhão de toneladas de milho e 184,9 mil toneladas de trigo, seguido por Paranaguá (PR), Rio Grande (RS), Barcarena (PA) e São Luís/Itaqui (MA). [ad_2] Source link
o que o produtor pode esperar?

[ad_1] A colheita da soja depende, em grande parte, das condições climáticas. O tempo nos próximos dias será um fator importante para o avanço da safra. Mato Grosso segue liderando o progresso da colheita, com quase 70% da área já colhida, beneficiado por um clima favorável. Além disso, Tocantins, Goiás e Paraná já ultrapassaram a marca de 40% da soja colhida, demonstrando um bom ritmo na safra. O Matopiba, especialmente o Maranhão, também mostra avanço, com 27% da colheita já realizada. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 No entanto, algumas regiões ainda enfrentam dificuldades. Mato Grosso do Sul, São Paulo e Minas Gerais apresentam atrasos devido às chuvas das últimas semanas, o que impactou diretamente o progresso da colheita. O Rio Grande do Sul, por sua vez, ainda não iniciou os trabalhos. Além disso, a região Norte de Mato Grosso e o Centro-Norte do Maranhão estão sofrendo com o excesso de chuva, o que pode continuar afetando o ritmo das atividades. A previsão climática para os próximos dias traz um cenário mais favorável para as operações nas lavouras de soja. A tendência é de tempo mais seco no Centro-Sul e no Sudeste, o que permitirá maior avanço nas atividades de campo. Contudo, as áreas do Norte de Mato Grosso e do Maranhão devem continuar enfrentando chuvas intensas, com acumulados de até 100 mm em alguns locais, o que pode retardar o andamento da colheita nessas regiões. Nos próximos 10 dias, o clima deve favorecer o trabalho nas lavouras em grande parte do país, com exceção das áreas mais ao norte, onde a chuva ainda será predominante. O produtor terá uma janela favorável para acelerar o ritmo da colheita até o dia 10 de março, quando o retorno das chuvas deve ser mais maior, com impacto no andamento dos trabalhos em campo. [ad_2] Source link
Membros do Conseagri se reúnem com Fávaro e apresentam demandas do setor

[ad_1] Integrantes do Conselho de Secretários Estaduais de Agricultura (Conseagri) estiveram em Brasília, nesta terça-feira (25), e se reuniram com o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro. O objetivo do encontro foi a apresentação das demandas referentes à agropecuária dos estados. A rastreabilidade animal foi um dos temas da reunião, na qual foi apresentado que o Plano Nacional de Identificação Individual de Bovinos e Búfalos, lançado em dezembro de 2024, irá proporcionar agregação de valor à cadeia produtiva. Também foi destacado aos membros do Conseagri o trabalho conjunto entre o Mapa e os estados para o fortalecimento da cadeia produtiva do cacau, com vistas à intensificação da produção. COP30 Outro assunto discutido com os integrantes do Conseagri foi a participação dos estados na COP30, que ocorrerá em novembro deste ano. “A COP30 é uma grande oportunidade para apresentarmos o poder da agropecuária brasileira”, ressaltou Fávaro. O ministro convidou os secretários a participarem ativamente do evento, além dos eventos preparatórios e reuniões mensais. Participantes do Conseagri na reunião Estiveram presentes na reunião os secretários estaduais de Agricultura do Acre, Alagoas, Distrito Federal, Maranhão, Minas Gerais, Pará, Paraná, Rio Grande do Norte, Roraima e São Paulo. O ministro Fávaro destacou que o estreitamento de ações entre o Governo Federal e os estados é primordial para o desenvolvimento da agropecuária. “A agropecuária é uma grande indústria brasileira. Esse estreitamento e uma boa interlocução entre os órgãos permitem avançar cada vez mais”, disse. Além disso, ressaltou que esse diálogo entre as secretarias e o Mapa traz mais força e credibilidade internacional para a agropecuária brasileira. Sobre o Conseagri O Conselho de Secretários Estaduais de Agricultura (Conseagri) foi criado em 2007 e é composto pelos 27 secretários estaduais de Agricultura. Atualmente, o Conselho é presidido pelo secretário de Agricultura, Pecuária e Pesca do Rio Grande do Norte, Guilherme Saldanha. O Conselho trabalha em conjunto para discutir políticas públicas e trocar experiências no âmbito do agronegócio brasileiro. [ad_2] Source link
entidades do agronegócio pedem previsibilidade e mais recursos

[ad_1] Cinquenta entidades do agronegócio divulgaram uma carta conjunta cobrando previsibilidade e aprimoramentos estruturais nos Planos Safra 2024/25 e 2025/26. O documento expressa preocupação com a instabilidade no crédito rural, agravada pela suspensão das linhas de financiamento com juros equalizados no início de fevereiro. A decisão do governo de interromper temporariamente as contratações do Plano Safra 2024/25 gerou reação imediata da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) e do setor produtivo. A resposta foi a edição da Medida Provisória 1289/2025, que liberou um crédito extraordinário de R$ 4,17 bilhões para equalização de juros nas operações de custeio, comercialização e investimento. Apesar da retomada das contratações, as entidades alertam que a suspensão expôs a falta de previsibilidade e reforçou a necessidade de mudanças estruturais. Manifesto pelo Plano Safra O documento foi entregue pela presidente do Instituto Pensar Agro (IPA), Tânia Zanella, à diretoria da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) nesta terça-feira. “Em nome de 50 entidades, entregamos ao presidente Lupion este manifesto sobre a importância que o Plano Safra faz na vida dos produtores rurais. A certeza e a previsibilidade de um Plano Safra robusto traz segurança ao campo às vésperas da safrinha e momento no qual a segurança sobre os recursos precisa prevalecer”, disse Zanella. “Medidas como essa (suspensão dos recursos subsidiados) podem prejudicar muito quem produz alimentos”, afirmou citando a reação da FPA para a resposta rápida do governo a fim de garantir o retorno imediato dos recursos aos produtores. “A escassez de crédito ou a oferta com juros elevados inviabilizam investimentos fundamentais para a modernização e sustentabilidade do setor”, afirmam as entidades na carta. O texto também destaca que a interrupção repentina dos financiamentos gerou incertezas no planejamento da produção agropecuária. As signatárias defendem que a formulação do Plano Safra 2025/26 ocorra com maior antecedência e participação do setor produtivo, garantindo que o programa esteja alinhado às necessidades do agronegócio e contemple políticas para inovação, sustentabilidade e ampliação de mercados. O documento menciona ainda a atuação da FPA na negociação para a liberação emergencial de recursos, mas enfatiza que apenas medidas pontuais não resolvem o problema. “A cooperação entre governo, parlamento e entidades representativas é essencial para garantir que o setor agropecuário continue sendo um dos pilares da economia nacional e um dos principais responsáveis pela segurança alimentar”, reforça a carta. A pressão do setor ocorre em meio a um embate entre a bancada ruralista e o governo. O impasse se intensificou após troca de declarações entre o presidente da FPA, deputado Pedro Lupion (PP-PR), e o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro. O ministro atribuiu a suspensão à demora na votação do Orçamento pelo Congresso, enquanto Lupion classificou a medida como “total desprezo” ao setor agropecuário. Parlamentares e lideranças do agronegócio avaliaram o episódio como um marco no distanciamento da FPA em relação ao governo. As entidades reforçam que o volume de recursos destinados ao Plano Safra deve refletir a relevância do agronegócio, que responde por mais de 20% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional, segundo dados setoriais. Entre os signatários da carta estão a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), a Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep), a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e a Associação Brasileira do Agronegócio (Abag). [ad_2] Source link
Declarações de Trump e dívida pública federal; ouça os destaques do Diário Econômico

[ad_1] Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro. No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca o impacto do IPCA-15 e das medidas do governo no mercado. O Ibovespa subiu 0,46%, impulsionado pela possível liberação de recursos do FGTS, enquanto Petrobras e Vale caíram. O cenário monetário segue desafiador, com Selic estimada em 15% até o fim do ano. No exterior, declarações de Trump sobre tarifas e dados fracos nos Estados Unidos pressionaram os mercados. Hoje, o foco está na dívida pública federal. Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado! [ad_2] Source link
Antes da onda de calor, tem frente fria; veja a previsão de hoje

[ad_1] Uma massa de ar quente deve se estabelecer a partir da próxima sexta-feira (28) e se estenderá até pelo menos 6 de março. O fenômeno deve atingir 13 estados e trazer muito calor, como noticiado aqui. No entanto, antes disso, há a aproximação de uma nova frente fria que levará pancadas de chuva ao Sul. Veja a previsão para as cinco regiões do país: Sul A aproximação de uma nova frente fria provoca pancadas de chuva com raios na metade sul do Rio Grande do Sul a partir da tarde. Entre o Paraná e Santa Catarina, chove isolado, enquanto no norte gaúcho o sol predominará ao longo do dia. O calor segue intenso em toda a região. Sudeste Tempo instável, com pancadas de chuva em São Paulo, no sul e no Triângulo Mineiro. A chuva pode vir acompanhada de raios e na forma de temporais localizados. Entre o Rio de Janeiro, o Espírito Santo e o norte de Minas Gerais, o predomínio é de sol, com algumas variações de nebulosidade. Centro-Oeste Dia com mais nuvens e chuva que pode ocorrer ao longo do dia no norte de Mato Grosso do Sul, em Goiás e em Mato Grosso, onde há risco de temporais. Na metade sul do território sul-matogrossense, as pancadas vêm acompanhadas de raios, especialmente no período da tarde. Nordeste Tempo instável, com chuva a qualquer hora no Maranhão. Entre o Piauí e o Ceará, há pancadas com trovoadas. Já na costa leste, a infiltração marítima contribui para chuva isolada, mas também com trovoadas. No sertão nordestino, o sol predominará. As temperaturas seguem elevadas por toda a região. Norte O calor e a alta umidade continuarão favorecendo as pancadas de chuva, que ocorrem alternadas com períodos de sol. Há risco de temporais entre o Amazonas, Pará e Tocantins. No norte paraense e no Amapá, a Zona de Convergência Intertropical mantém a condição para chuva com trovoadas. [ad_2] Source link
Brasil deve embarcar 9,347 mi toneladas de soja em fevereiro

[ad_1] O Brasil está projetado para exportar 9,347 milhões de toneladas de soja em grão em fevereiro de 2025, segundo a mais recente previsão da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec). De acordo com informações divulgadas pela consultoria Safras & Mercado, o volume, embora considerável, representa uma leve diminuição em comparação com o mesmo período do ano passado, quando as exportações totalizaram 9,608 milhões de toneladas. Em janeiro de 2025, o país exportou apenas 1,104 milhão de toneladas, devido a fatores sazonais que afetaram os embarques no início do ano. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 De acordo com o levantamento semanal da ANEC, entre 16 e 22 de fevereiro, o Brasil já embarcou 3,069 milhões de toneladas de soja. Para o período entre 23 de fevereiro e 1º de março, a previsão é de um aumento expressivo nas exportações, com um total de 4,306 milhões de toneladas de soja sendo enviadas para o mercado externo. A ANEC também trouxe a previsão de exportações de farelo de soja, que devem totalizar 1,639 milhão de toneladas em fevereiro de 2025. Esse número representa um aumento em relação ao ano passado, quando o Brasil embarcou 1,455 milhão de toneladas de farelo de soja no mesmo mês. Em janeiro de 2025, o volume de farelo exportado foi de 1,639 milhão de toneladas, número que se manteve estável até agora. Nos últimos dias, o Brasil tem mostrado um ritmo acelerado nas exportações, com 442,077 mil toneladas de farelo de soja exportadas entre 16 e 22 de fevereiro. Para a semana seguinte, a ANEC projeta que o país embarque 470,373 mil toneladas do produto, reforçando o bom desempenho do setor. Esse desempenho do setor de soja brasileiro é fundamental para a economia nacional, uma vez que o país é um dos maiores produtores e exportadores globais dessa commodity. O aumento das exportações de soja e farelo reflete a crescente demanda internacional, especialmente por parte de países como China e outros mercados da Ásia, que seguem liderando as compras da soja brasileira. [ad_2] Source link
safra recorde e aumento do PIB são os presentes do setor ao país

[ad_1] Hoje, 25 de fevereiro, é o Dia do Agronegócio. Cálculos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) apontam que o setor deve ser responsável por 22% do Produto Interno Bruto (PIB) do país em 2024. Neste ano, o Ministério da Fazenda projeta crescimento econômico em 2,3%, número impulsionado pelas atividades agropecuárias, visto que a indústria e os serviços tiveram queda nas projeções. Tamanha relevância é sintetizada no termo Agribusiness, cunhado nos Estados Unidos e adotado no Brasil desde o início da década de 1990, com a criação da Associação Brasileira do Agronegócio (Abag). Os números da produção nacional atestam a força do agro brasileiro: em 2025, a colheita da safra de grãos deve ser recorde e totalizar 325,7 milhões de toneladas, avanço de 9,4% em relação ao ciclo 2023/24, de acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Mesmo diante de números positivos, o ex-ministro da Agricultura e coordenador do Centro de Agronegócios da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Roberto Rodrigues, alerta para alguns pontos de atenção em 2025. “[…] é um ano para estar de olho no mercado, nos custos de produção e muita atenção ao Plano Safra que chega em junho próximo. […] Naturalmente, preocupação com os preços agrícolas, com os custos dos alimentos, fatores que podem trazer alguma preocupação […]. Vamos torcer para que tudo dê certo, que a gente consiga fazer uma atividade produtiva, rentável e chegar bem para o ano que vem.” [ad_2] Source link
confira os preços da soja

[ad_1] O mercado brasileiro de soja teve mais um dia de poucas novidades. Com as volatilidades de Chicago e do dólar, os preços no Brasil ficaram mistos nesta terça-feira (25). A indústria segue com as melhores indicações, mas os produtores esperam por novas altas, o que tem travado os negócios. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 Preços da soja Passo Fundo (RS): preço ficou em R$ 131,00 Missões (RS): preço ficou em R$ 132,00 Porto de Rio Grande (RS): subiu de R$ 132,00 para R$ 133,00 Cascavel (PR): preço ficou em R$ 126,00 Porto de Paranaguá (PR): preço ficou em R$ 132,00 Rondonópolis (MT): subiu de R$ 114,00 para R$ 116,00 Dourados (MS): subiu de R$ 118,00 para R$ 119,00 Rio Verde (GO): R$ 112,00, sem alteração Chicago Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam mistos, com os preços pressionados pelo avanço da colheita da maior safra da história do Brasil e pelas previsões de clima favoráveis na Argentina. A atenção do mercado está voltada para o Fórum Anual do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que ocorrerá entre quinta e sexta-feira, onde serão divulgados os quadros de oferta e demanda para a temporada 2025/26, além da primeira sinalização de tendência de plantio nos EUA. O mercado aposta em aumento da área plantada com milho, em detrimento da soja. Contratos futuros da soja Os contratos de soja em grão para março fecharam com alta de 0,21%, a US$ 10,31 1/4 por bushel, enquanto a posição para maio fechou em US$ 10,48 3/4 por bushel, com ganho de 0,11%. O farelo de soja para março teve alta de 0,68%, fechando a US$ 293,80 por tonelada. O óleo de soja para março registrou uma leve queda de 0,53%, com o preço final de 45,44 centavos por libra-peso. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,03%, sendo negociado a R$ 5,7526 para venda e a R$ 5,7506 para compra. Durante o dia, a moeda oscilou entre a mínima de R$ 5,7435 e a máxima de R$ 5,8135. [ad_2] Source link
Benefícios fiscais com inclusão de serviços a exportadores é ampliado

[ad_1] O relator do projeto conhecido como “Acredita Exportação”, Jonas Donizette (PSB-SP), ampliou benefícios fiscais a exportadores com a inclusão de determinados serviços em regimes aduaneiros especiais, segundo parecer divulgado nesta terça-feira (25). A proposta partiu da Câmara e aguardava o aval do governo. De acordo com o relatório, Donizette propõe a ampliação de benefícios para determinados serviços nos regimes aduaneiros especiais de Drawback e Recof. O texto suspende o pagamento da Contribuição para o PIS/Pasep, da Cofins, da Contribuição para o PIS/Pasep Importação e da Cofins-Importação incidentes na importação ou na aquisição no mercado interno de serviços vinculados à exportação ou à entrega no exterior de produtos. A empresa poderá utilizar o Drawback, regido pelo Ministério da Indústria e do Comércio, ou o Recof, da Receita Federal. São considerados serviços vinculados à exportação: Intermediação na distribuição de mercadorias no exterior – comissão de agente; Seguro de cargas; Despacho aduaneiro; Armazenagem de mercadorias; Transporte rodoviário, ferroviário, aéreo, aquaviário ou multimodal de cargas; Manuseio de cargas; Manuseio de contêineres; Unitização ou desunitização de cargas; Consolidação ou desconsolidação de cargas; Agenciamento de transporte de cargas; Remessas expressas; Pesagem e medição de cargas; Refrigeração de cargas; Arrendamento mercantil operacional ou locação de contêineres. Em relação aos serviços considerados associados à entrega no exterior de produtos, estão listados os de instalação e montagem de mercadorias exportadas e os de treinamento para o uso de mercadorias exportadas. Segundo o relator, a ampliação de benefícios para determinados serviços no Drawback e no Recof tem impacto orçamentário e financeiro, conforme estimativas enviadas pela Secretaria Especial da Receita Federal, do Ministério da Fazenda. As projeções da RFB indicam que haverá impacto orçamentário-financeiro adicional, na forma de diferimento ativo, para o ano de 2026, quando começar a vigência da alteração no regime aduaneiro do Recof. O impacto adicional será de R$ 472,23 milhões para o próximo e será, “em tempo hábil”, incluído na peça orçamentária respectiva relativa a 2026. Já o impacto do drawback está, segundo o parlamentar, resguardado pelo Projeto de Lei Orçamentária para o ano de 2025 (PLOA-2025). [ad_2] Source link