Saiba se o mercado da soja apresentou novidades; confira os preços por região

[ad_1] Sem grandes novidades, o mercado brasileiro de soja negociou apenas lotes pontuais nesta quarta-feira (26). Os preços ficaram mistos, perto da estabilidade na maioria das praças de comercialização. Isso leva em conta a alta do dólar e a queda na Bolsa de Chicago. Os prêmios seguem fortalecidos e as indicações da indústria são firmes no curto prazo. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 Preços da soja no Brasil Passo Fundo (RS): preço se manteve em R$ 131,00 Missões (RS): preço se manteve em R$ 132,00 Porto de Rio Grande (RS): preço se manteve em R$ 133,00 Cascavel (PR): preço se manteve em R$ 126,00 Porto de Paranaguá (PR): preço se manteve em R$ 132,00 Rondonópolis (MT): preço se manteve em R$ 116,00 Dourados (MS): preço caiu de R$ 119,00 para R$ 118,50 Rio Verde (GO): preço se manteve em R$ 112,00 Chicago Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a quarta-feira em baixa. Com a proximidade da virada de mês e diante do Fórum Anual do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), o dia foi de ajuste nas carteiras e realização de lucros. As preocupações com a política tarifária do governo Trump crescem na medida que se aproxima a vigência da taxação sobre México e Canadá. O mercado aposta em retaliações e os produtos agrícolas americanos poderiam ser visados. Na América do Sul, a colheita avança. Apesar de problemas climáticos na Argentina e no sul do Brasil, a perspectiva é de uma ampla oferta entrando no mercado, ajudando a pressionar as cotações. Amanhã (27), durante o Fórum, serão divulgados a primeira sinalização sobre a área a ser plantada pelos Estados Unidos em 2025. A área a ser plantada com soja no país em 2025 poderá ocupar 84,4 milhões de acres, segundo a média de previsões de analistas consultados pela Reuters. No ano passado, o plantio ocupou 87,1 milhões de acres. Para a produção norte-americana, a média dos analistas aponta para uma safra de 4,355 bilhões de bushels em 2025/26, com rendimento de 52,1 bushels por acre. Os estoques de passagem devem somar 380 milhões de bushels em 2025/26, segundo a média dos analistas consultados. Contratos futuros da soja Os contratos da soja em grão com entrega em março fecharam com baixa de 6,75 centavos de dólar ou 0,65% a US$ 10,24 1/2 por bushel. A posição maio teve cotação de US$ 10,41 1/4 por bushel, perda de 7,50 centavos ou 0,71%. Nos subprodutos, a posição março do farelo fechou com baixa de US$ 0,40 ou 0,13% a US$ 293,40 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em março fecharam a 44,97 centavos de dólar, com baixa de 0,47 centavo ou 1,03%. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,76%, negociado a R$ 5,7965 para venda e a R$ 5,7945 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,7342 e a máxima de R$ 5,8057. [ad_2] Source link

ambiente de negócios sugere por retomada de altas, diz analista

[ad_1] O mercado físico do boi gordo apresenta predominante acomodação nos preços da arroba. De acordo com o analista de Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, a oferta de fêmeas segue presente na Região Norte do país, com preços bastante atrativos se comparados ao do boi. Segundo ele, os frigoríficos que operam apenas no mercado doméstico têm priorizado a compra de fêmeas e o mercado pode apresentar uma mudança de contexto na próxima semana. “Isso porque além da entrada dos salários na economia, que motiva a reposição ao longo da cadeia produtiva, temos a incidência de um feriado prolongado que vai quebrar o ritmo das negociações e pode resultar no encurtamento das escalas de abate, aumentando a necessidade de aquisição de boiadas na retomada dos negócios”, considera. São Paulo: R$ 313,17 Goiás: R$ 295,18 Minas Gerais: R$ 304,71 Mato Grosso do Sul: R$ 302,39 Mato Grosso: R$ 300,88 Mercado atacadista O mercado atacadista ainda se depara com preços acomodados no decorrer da quarta-feira. Segundo Iglesias, o ambiente de negócios sugere por algum otimismo durante a primeira quinzena do mês, período pautado por maior apelo ao consumo. “Importante mencionar que mesmo em um ambiente um pouco mais promissor, não há espaço para altas contundentes, em um momento em que a população está descapitalizada, priorizando o consumo de proteínas mais acessíveis, a exemplo da carne de frango, dos embutidos e de ovos”, frisou o analista. O quarto traseiro ainda é precificado a R$ 23,80 por quilo. A ponta de agulha segue cotada a R$ 17,00 por quilo e o quarto dianteiro se mantém no patamar de R$ 17,00 por quilo. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,76%, sendo negociado a R$ 5,7965 para venda e a R$ 5,7945 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,7342 e a máxima de R$ 5,8057. [ad_2] Source link

Vendas da indústria de máquinas e equipamentos sobem 19,5% em janeiro

[ad_1] A indústria de máquinas e equipamentos começou 2025 mantendo a trajetória de recuperação iniciada no segundo semestre do ano passado, conforme balanço divulgado nesta quarta-feira (26) pela Abimaq. As vendas do setor, na soma de mercado interno e exportações, subiram 19,5% no comparativo com o mês passado com janeiro de 2024, chegando a R$ 20,5 bilhões em receita líquida. Frente a dezembro, houve queda de 4,6% em janeiro, mas a variação negativa é explicada pela sazonalidade. Descontando os efeitos sazonais, o setor mostrou crescimento de 7,5% na margem – ou seja, de um mês para o outro. Base de comparação fraca A entidade pondera que o crescimento ante o mesmo mês do ano passado se deu sobre uma base de comparação fraca, uma vez que em janeiro de 2024 o setor registrou queda expressiva, de 21,3%, na comparação interanual. Frente a janeiro de 2024, os investimentos em máquinas no Brasil, tanto nacionais quanto importadas, tiveram crescimento de 37,6% no mês passado, para R$ 33 bilhões. As compras de máquinas produzidas no Brasil, de R$ 15,6 bilhões, tiveram aumento de 32,3% em um ano, mas, ainda assim, os produtos nacionais representaram menos da metade do consumo total. As importações, registradas em dólares, tiveram crescimento de 19,3%, para US$ 2,7 bilhões, o maior valor para o mês da série estatística histórica. Praticamente um terço das máquinas importadas no Brasil (36%) vem da China. O balanço da Abimaq mostra que o maior volume de importação foi realizado pelo setor de infraestrutura e exploração de óleo e gás. Houve também aumento na aquisição de máquinas importadas pelas indústrias de bens de consumo. Exportações de máquinas As exportações de máquinas e equipamentos produzidos no Brasil, por sua vez, caíram 22,3% em janeiro, em relação ao primeiro mês do ano passado, somando US$ 818,32 milhões. Conforme a Abimaq, o desempenho dos embarques preocupa por aprofundar a queda das vendas ao exterior iniciada em 2024. A baixa na quantidade exportada, de 23%, foi intensa, e é em parte explicada pelo encolhimento das vendas para Estados Unidos e México. O balanço mostra ainda um aumento de 0,4%, na passagem de dezembro para janeiro, do número de pessoas empregadas pela indústria de máquinas e equipamentos. O setor encerrou o mês passado com 400,2 mil trabalhadores. [ad_2] Source link

Brasil precisará importar 3 milhões de toneladas de trigo nos próximos 5 meses, diz analista

[ad_1] O ritmo de negócios segue lento no mercado brasileiro de trigo. A base de compra no Paraná está em torno de R$ 1,500 a tonelada, enquanto no Rio Grande do Sul gira em torno de R$ 1,350. O analista de Safras & Mercado Elcio Bento destaca um reporte de negócio de pequeno volume, com saída do mercado gaúcho para outro estado a R$ 1,320 a tonelada no FOB interior. “Os produtores, cientes da expressiva necessidade de importação do país, buscam preços que se equiparem ao custo das aquisições internacionais”, disse. Dados divulgados nesta semana pela Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec) indicam que o Brasil deve embarcar 553,709 mil toneladas de trigo em fevereiro. No mesmo mês do ano passado, as exportações somaram 538,406 mil toneladas. Já em janeiro, totalizaram 657,691 mil toneladas. De acordo com a entidade, no acumulado da temporada (agosto de 2024 a fevereiro de 2025), as compras no exterior devem atingir 3,909 milhões de toneladas. “Para alcançar os 6,85 milhões de toneladas necessários ao abastecimento, o país precisará importar mais 2,94 milhões de toneladas nos próximos cinco meses. No mesmo período da temporada anterior, foram adquiridas 2,87 milhões de toneladas”, salientou o analista. Trigo em Chicago A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o trigo encerrou com preços acentuadamente mais baixos. O mercado realizou lucros diante do fim do mês, com os investidores se posicionando diante da proximidade da entrada em vigor das tarifas dos Estados Unidos contra México e Canadá. Eventuais retaliações podem afetar a demanda pelas commodities agrícolas estadunidenses. A melhora climática no Hemisfério Norte contribui com a desvalorização. A força do dólar completou o quadro baixista. Os investidores operam em compasso de espera pelo Fórum Anual do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que trará as primeiras projeções de oferta e demanda para a próxima safra. Os contratos com entrega em maio de 2025 fecharam cotados a US$ 5,79 3/4 por bushel, baixa de 8,00 centavos de dólar, ou 1,36%, em relação ao fechamento anterior. Os contratos com entrega em julho de 2025 encerraram a US$ 5,93 3/4 por bushel, recuo de 8,50 centavos de dólar, ou 1,41% em relação ao fechamento anterior. [ad_2] Source link

À espera de dados do USDA, soja recua em Chicago

[ad_1] Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam esta quarta-feira em baixa (26), com o mercado se ajustando diante da proximidade da virada de mês e da expectativa em torno do Fórum Anual do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). O dia foi marcado por realização de lucros, com investidores ajustando suas carteiras antes dos importantes dados que serão divulgados durante o evento. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 Uma das grandes preocupações do mercado gira em torno da política tarifária do governo Trump, especialmente com a aproximação da vigência da taxação sobre México e Canadá. A incerteza sobre possíveis retaliações e o impacto disso sobre os produtos agrícolas americanos gerou uma pressão adicional nos preços da soja. O mercado teme que os produtos agrícolas dos Estados Unidos, como a soja, possam ser visados nas ações retaliatórias. Na América do Sul, o avanço da colheita de soja tem influenciado os preços. Apesar dos problemas climáticos na Argentina e no sul do Brasil, a expectativa é de uma oferta significativa de grãos entrando no mercado, o que tem ajudado a pressionar as cotações para baixo. Fórum do USDA No entanto, o foco principal para os próximos dias será o Fórum do USDA, que acontece amanhã (26). Durante o evento, serão divulgadas as primeiras sinalizações sobre a área que será plantada com soja nos Estados Unidos em 2025. Analistas consultados pela Reuters apontam que a área plantada poderá ocupar 84,4 milhões de acres, uma redução em relação aos 87,1 milhões de acres do ano passado. Em relação à produção norte-americana, a média das previsões dos analistas aponta para uma safra de 4,355 bilhões de bushels em 2025/26, com rendimento médio de 52,1 bushels por acre. Os estoques de passagem devem somar 380 milhões de bushels em 2025/26, o que também será observado de perto pelos investidores. Contratos futuros da soja Nos contratos da soja em grão, os vencimentos de março fecharam com uma queda de 6,75 centavos de dólar, ou 0,65%, a US$ 10,24 1/2 por bushel. Já o contrato de maio teve uma cotação de US$ 10,41 1/4 por bushel, com uma perda de 7,50 centavos ou 0,71%. Subprodutos Nos subprodutos, o farelo de soja com vencimento em março fechou com baixa de US$ 0,40, ou 0,13%, a US$ 293,40 por tonelada. O óleo de soja, com vencimento também em março, teve queda de 0,47 centavo, ou 1,03%, encerrando o dia a 44,97 centavos de dólar. [ad_2] Source link

Brasil avança no reconhecimento internacional como livre sem vacinação

[ad_1] A Comissão Científica da Organização Mundial de Saúde Animal (OMS) aprovou o pedido do Brasil e da Bolívia para o reconhecimento dos dois países como livres da febre aftosa sem necessidade de vacinação. Entretanto, a decisão depende dos votos dos países-membros da organização, o que está previsto para acontecer no mês de maio, em Paris, na França. Erradicação da febre aftosa Em maio do ano passado, o Brasil se autodeclarou livre da doença — um marco para a pecuária nacional. Para a consultora do Departamento Internacional da Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ), Izabelle Jardim, isso demonstra como o sistema sanitário do Brasil é sólido, mostrando que o trabalho feito por meio do Programa Nacional de Erradicação da Febre Aftosa tem dado resultados. “O trabalho do Ministério da Agricultura, com as secretarias de Agricultura e nossos produtores rurais — esses últimos que colocaram a mão na massa — fez com que esse programa avançasse e chegasse ao status em que estamos hoje”, afirmou a consultora. Livre da febre aftosa Izabelle participou da edição de hoje (26) do programa Mercado & Companhia. Questionada pelo jornalista João Nogueira sobre a importância do reconhecimento do Brasil como um país livre de febre aftosa sem vacinação, Izabelle disse que o resultado é de extrema importância. “Chegamos a um status sanitário superior ao de outros países, então conseguimos abrir novos mercados, novos caminhos. Isso demonstra como somos robustos ao ponto de fazer o Brasil ser livre de uma doença tão importante”, destacou. A consultora acredita que, dentro do Brasil, teremos um trânsito livre de animais, pois todos os estados estarão com o mesmo status sanitário. [ad_2] Source link

SC poderá contar com a primeira usina de etanol à base de cereais

[ad_1] O governador de Santa Catarina Jorginho Mello (PL) assinou um protocolo de intenções com a Copercampos para viabilizar a implantação da primeira usina de etanol à base de cereais no estado. O anúncio foi feito nesta terça-feira (25), durante a abertura oficial do 29º Show Tecnológico Copercampos, em Campos Novos. O protocolo foi formalizado pelo governador e o presidente da Copercampos, Luiz Carlos Chiocca. Desta forma, o estado garantirá incentivos econômicos e fiscais para viabilizar a implantação da primeira usina de etanol à base de cereais em Santa Catarina. Benefícios da usina Como contrapartida, a Copercampos investirá R$ 200 milhões na construção da usina, que deverá gerar 100 empregos diretos e 800 indiretos, além de uma produção estimada de 36 milhões de litros de etanol de milho no primeiro ano de operação. Na ocasião, o governador também entregou a Licença Ambiental Prévia de Instalação, concedida pelo Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina (IMA), ao presidente da Copercampos, garantindo mais um passo para a concretização do empreendimento. O governador entregou ainda uma ambulância e um caminhão de combate a incêndios ao município de Campos Novos, cidade onde ocorre o Show Tecnológico Copercampos, resultado de uma parceria entre estado, município e a cooperativa. Jorginho Mello também anunciou o envio de 39 equipamentos agrícolas para 21 municípios do Meio-Oeste catarinense. “Nosso agro é forte e precisa de todo o nosso apoio. Estamos com projeto de implementar voos regionais ligando nossas cidades e encurtando distâncias. Temos muitos programas de linhas de crédito para apoiar nossos produtores rurais”, destacou o governador. “É um trabalho constante de pesquisa, validação de defensivos, de fertilizantes e lançamento de sementes. Realizamos esse evento para os produtores olharem o que está sendo feito, as inovações, as tecnologias novas, lançamento de variedade. Tudo isso é muito importante para o Copercampos e mais ainda para o produtor rural”, disse o presidente da Copercampos, Luiz Carlos Chiocca. O Show Tecnológico Copercampos reúne produtores, pesquisadores e empresas para apresentar novas tecnologias e soluções até o dia 27 de fevereiro, com palestras, demonstrações e oportunidades de negócios para os participantes. [ad_2] Source link

Faça sua parte! Vote para o Prêmio Personagem Soja Brasil!

[ad_1] Você sabia que a votação para o Prêmio Personagem Soja Brasil já está aberta? Decida entre os principais nomes que se destacam no desenvolvimento da soja brasileira! O prêmio reconhece os produtores e pesquisadores que mais contribuíram para a soja brasileira. Vote agora neste link! Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 Indicados ao Prêmio Personagem Soja Brasil: Alberto Schlatter Alberto Schlatter é produtor rural em Chapadão do Sul, MS, e tem uma história familiar de mais de 100 anos no Brasil, sendo filho de suíços que desbravaram o país em 1921. Sua trajetória é marcada pelo legado de sua família, que iniciou a produção agrícola em Presidente Venceslau. Anderson Cavenaghi Anderson Cavenaghi, engenheiro agrônomo e pesquisador da UNIVAG-MT, é especialista em proteção de plantas com foco em herbicidas e plantas daninhas. Seus estudos ajudam a desenvolver estratégias para o controle dessas espécies nas principais culturas do Cerrado. Cecilia Czepak Cecilia Czepak, professora da Universidade Federal de Goiás (UFG), é uma das indicadas ao Prêmio do Soja Brasil. Ela se dedica ao manejo integrado de pragas, com 26 anos de experiência na educação e no desenvolvimento de soluções para o controle de pragas nas lavouras. Claudia D’Agostini Claudia D’Agostini, produtora rural em Sabáudia, PR, tem se destacado na sucessão familiar de sua propriedade. Com sua irmã, ela mantém o legado da produção rural, garantindo a continuidade do trabalho iniciado por seu pai. Julio Cezar Franchini Julio Cezar Franchini, pesquisador da Embrapa Soja PR, atua na área de manejo de solos, com um foco intenso nos desafios de produtividade e sustentabilidade, essenciais para a evolução dos sistemas produtivos de soja. Oliverio Alves de Melo Oliverio Alves de Melo, produtor rural em Balsas, MA, tem grande experiência no setor agrícola, sendo parte do Programa de Cooperação Nipo-Brasileira para o Desenvolvimento do Cerrado, o que lhe proporcionou uma visão abrangente do crescimento agrícola na região. [ad_2] Source link

Programa Nacional de Estradas Rurais pode acelerar o escoamento da produção

[ad_1] O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) anunciou o lançamento do Programa Nacional de Estradas Rurais (Proner). A iniciativa, oficializada pela Portaria nº 777/25, publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta quarta-feira (26), visa modernizar e expandir a infraestrutura das estradas vicinais, artérias cruciais para o escoamento eficiente da produção agropecuária brasileira. Conectando o campo O Proner surge como uma resposta estratégica para conectar as regiões produtoras aos grandes centros consumidores e aos polos de exportação, integrando as estradas vicinais ao Sistema Nacional de Viação, conforme previsto na Lei nº 12.379/2011. Além de impulsionar a economia, o programa busca melhorar a qualidade de vida das comunidades rurais, facilitando o acesso a serviços essenciais como escolas, unidades de saúde e comércio. ““Uma boa logística é fundamental no processo de produção e fornecimento de alimentos para a população, por isso, o Mapa investe na recuperação de estradas que permitem, não apenas que os alimentos cheguem com qualidade e com melhor preço à mesa das pessoas, mas contribuem substancialmente para a melhoria da qualidade de vida da população rural, melhorando acesso às escolas, unidades de saúde e ao comércio”, destacou o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro. Implementação estratégica A Subsecretaria de Orçamento, Planejamento e Administração, ligada à Secretaria-Executiva do Mapa, será a responsável pela coordenação do Proner. A implementação se dará por meio de parcerias com organizações públicas, privadas e internacionais, com o uso estratégico de recursos públicos e avaliações contínuas de resultados e impactos. Eficiência para o escoamento pelas estradas O Proner foi concebido com base no Modelo Lógico de Políticas Públicas e Programas, assegurando a eficiência na aplicação de recursos e a efetividade dos resultados. A Subsecretaria editará instruções normativas para priorizar o uso de créditos orçamentários e solucionar desafios técnicos. [ad_2] Source link

Liminar da Abiove é indeferida e Aprosoja entra com nova ação contra taxa de exportação

[ad_1] A justiça do Maranhão indeferiu um pedido de liminar da Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) contra a Contribuição Especial de Grãos (CEG) de 1,8% que entrou em vigor no estado do Maranhão no último domingo (23). Outra entidade do setor, a Aprosoja Maranhão, entrou com nova ação, que já estava prevista. A ação civil coletiva foi protocolada pela Aprosoja do estado nesta terça-feira (25), no Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão. Conforme nota divulgada nesta semana, a Aprosoja Brasil ressalta, “o que salta aos olhos é que o impacto não se restringirá ao estado do Maranhão, mas se espalhará por toda a região do Matopiba, parte de Mato Grosso e de Goiás”. O presidente da Aprosoja no estado, José Carlos Oliveira de Paula, disse que postos de empregos serão fechados, refletindo também na qualidade de vida da população maranhense, que piorará. A CEG (Lei Estadual nº 12.428/2024) com alíquota de 1,8% sobre a tonelada de soja, milho, milheto e sorgo, se aplica sobre a produção, armazenamento e transporte desses produtos no Maranhão, especialmente nas operações destinadas à exportação. Liminar indeferida O pedido de liminar contra a (CEG), foi indeferido pelo juiz titular da 2ª Vara da Fazenda Pública de São Luís, Osmar Gomes dos Santos. De acordo com a decisão, entre as justificativas, o magistrado relata que a “concessão de liminar exige a comprovação de risco iminente de dano irreparável ou de difícil reparação, capaz de justificar uma medida de urgência antes do julgamento do mérito”. A Abiove considerou que a contribuição possui diversos vícios de inconstitucionalidade, uma vez que fere os princípios da imunidade tributária das exportações (art. 155, §2º, X, “a”, da Constituição Federal), da legalidade tributária e da não vinculação de tributo a receita específica. No entanto, na decisão, Santos entendeu que “em análise preliminar, não se verifica, de plano, a inconstitucionalidade manifesta da contribuição, sendo necessária uma avaliação aprofundada”. O segundo pedido, encabeçado pela Aprosoja do Maranhão, segue em análise pela justiça. Siga o Canal Rural Bahia no Instagram! Você também pode participar deixando uma sugestão de pauta. Clique aqui e envie uma mensagem para o nosso WhatsApp! [ad_2] Source link