Mais negócios no mercado da soja; confira como ficaram os preços do grão

[ad_1] O número de negócios com a soja aumentou no Brasil nesta quinta-feira (27). Segundo a Safras & Mercado, os volumes não foram muito grandes. Nos portos, apenas movimentos pontuais. A indústria, no entanto, segue comprando a preços mais firmes. As cooperativas também entram agressivas no mercado. Os prêmios mantiveram a firmeza no dia. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 Cotações da soja Passo Fundo (RS): preço aumentou de R$ 131,00 para R$ 132,00 Região das Missões (RS): preço aumentou de R$ 132,00 para R$ 133,00 Porto de Rio Grande (RS): preço aumentou de R$ 133,00 para R$ 134,00 Cascavel (PR): preço aumentou de R$ 126,00 para R$ 128,00 Porto de Paranaguá (PR): preço se manteve em R$ 132,00 Rondonópolis (MT): preço aumentou de R$ 116,00 para R$ 117,00 Dourados (MS): preço aumentou de R$ 118,50 para R$ 120,00 Rio Verde (GO): preço aumentou de R$ 112,00 para R$ 113,00 Chicago Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a quinta-feira (27) em baixa. Em dia volátil, as preocupações com as tarifas do governo Trump, o avanço da colheita no Brasil e as fracas exportações dos Estados Unidos pressionaram as cotações. As perdas foram limitadas pela indicação de menor área a ser plantada pelos americanos em 2025 no Fórum Anual do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos. O clima segue favorecendo o avanço da colheita no Brasil e o aumento da oferta pressiona os contratos. O presidente Donald Trump afirmou que as tarifas sobre México, Canadá e China deverão iniciar em março, renovando os temores de retaliação sobre os produtos agrícolas. As exportações líquidas norte-americanas de soja, referentes à temporada 2024/25, com início em 1º de setembro, ficaram em 410.900 toneladas na semana encerrada em 20 de fevereiro. Para a temporada 2025/26, foram mais 3,6 mil toneladas. Analistas esperavam exportações entre 200 mil e 600 mil toneladas, somando-se as duas temporadas. A área a ser plantada com soja nos Estados Unidos em 2025 deverá ocupar 84 milhões de acres. Analistas esperavam 84,4 milhões de acres. No ano passado, a área totalizou 87,1 milhões de acres. Contratos futuros da soja Os contratos da soja em grão com entrega em março fecharam com baixa de 1,75 centavo de dólar ou 0,17% a US$ 10,22 3/4 por bushel. A posição maio teve cotação de US$ 10,37 1/4 por bushel, perda de 4,00 centavos ou 0,38%. Nos subprodutos, a posição março do farelo fechou com baixa de US$ 2,50 ou 0,85% a US$ 290,90 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em março fecharam a 44,75 centavos de dólar, com baixa de 0,22 centavo ou 0,48%. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,56%, negociado a R$ 5,8291 para venda e a R$ 5,8271 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,7960 e a máxima de R$ 5,8365. [ad_2] Source link

Volume de fretes do agro cresce 5,3% puxado por soja e fertilizantes

[ad_1] O volume de fretes rodoviários do agronegócio registrou aumento de 5,3% ao longo de todo o ano de 2024 em comparação com o mesmo período do ano anterior, conforme dados da plataforma Frete.com. O crescimento foi puxado pela soja e por fertilizantes. A oleaginosa registrou alta de 25,7%, representando 22% dos fretes do agronegócio transportados por meio do site da empresa. Já os fretes de fertilizantes tiveram aumento de 5,1% no ano passado e representam 23% dos fretes do setor. O índice foi motivado pelas importações brasileiras de adubo, que atingiram um recorde de 44,3 milhões de toneladas no ano passado, crescimento de 8,3% em relação ao ano anterior, de acordo com dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). “Houve uma antecipação das compras registradas dentro do setor. A elevação nos preços das commodities e a tensão no Oriente Médio levaram os agricultores a anteciparem as aquisições de fertilizantes, visando evitar possíveis problemas de oferta e aumentos nos preços”, comenta Federico Vega, CEO da Frete.com. Fretes de milho em queda Ao contrário da soja e dos fertilizantes, os fretes de milho, que representam 14% do setor na plataforma, contaram com queda de 9,4% ao longo de 2024. Em âmbito nacional, além da queda na produção do produto, a comercialização antecipada de milho para a safra 2023/24 apresentou uma redução em comparação aos anos anteriores. Segundo a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), a venda antecipada de milho segunda safra representou, em média, 12,5% da produção na safra 2023/24, enquanto nas cinco safras anteriores esse percentual variou entre 60% e 87,5%. Os dados estatísticos têm base no fluxo de dados da Frete.com que conta com mais de 900 mil caminhoneiros cadastrados e 25 mil empresas assinantes, cobrindo, assim, 99% do território nacional. [ad_2] Source link

Portaria facilita declaração de estado de emergência ambiental

[ad_1] Com as mudanças climáticas, os riscos de incêndios florestais são cada vez maiores, tornando necessárias medidas preventivas tanto nas esferas municipal e estadual como na federal. Diante dessa situação, o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) publicará uma portaria que facilitará atuações e alertas por parte dos entes federativos. Além de prever a possibilidade de declaração de estado de emergência ambiental, no caso de incêndios florestais, o MMA vai ajudar na identificação de áreas de maior risco, tendo por base dados meteorológicos cada vez mais atualizados. As medidas foram detalhadas nesta quinta-feira (27) pela ministra da pasta, Marina Silva, e equipe. Portarias semelhantes, nas quais se prevê situações para declaração de estado de emergência ambiental, são publicadas anualmente, com medidas e sugestões para o enfrentamento dos incêndios florestais. Na edição deste ano, estão previstas facilidades para a contratação de brigadistas e equipamentos. Marco legal da emergência Foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil Segundo a ministra Marina Silva, trata-se de um conjunto de medidas que incluem a criação de um “marco legal para estabelecer a figura da emergência”, algo que não existia no marco legal brasileiro. “Havia apenas quando o fenômeno já havia acontecido. Não de forma a antecipar, em localidades vulneráveis”, justificou. Ao detalhar localidades e situações para a declaração de estado de emergência ambiental em áreas vulneráveis, a portaria viabiliza a contratação emergencial de brigadistas e orienta ações preventivas. Sempre com base em dados climáticos. “Essa portaria é um ato declaratório que funcionará do mesmo jeito que a ANA [Agência Nacional das Águas] faz, quando declara área com alta ou média escassez hídrica. Dessa forma, agentes públicos podem agir em conformidade com o risco que ali está posto”, explicou. Além disso, a portaria viabilizará a aquisição de equipamentos, tanto para o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), como para o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). Comitês técnico-científicos Marina Silva disse que os instrumentos propostos vão “vertebrar” o que seria um sistema com comitês técnico e científicos que darão suporte a ações e políticas públicas. Com um conselho de emergência climática, formado por diversos setores da sociedade, a União, os estados e os municípios terão espaços para a construção dessas políticas. Ao apontar quais áreas apresentam maior risco, e tendo por base previsões meteorológicas cada vez mais frequentes, o MMA pretende indicar, a estados e municípios, quais regiões precisam de atenção especial, inclusive facilitando alertas. Durante a cerimônia de assinatura da portaria, o secretário-executivo do MMA, João Paulo Capobianco, disse que, com a legislação atual, florestas ou vegetações incendiadas em áreas protegidas não perderão seu estado legal, permanecendo protegidas. “Muitos colocavam fogo nessas áreas para fazerem uso delas”, argumentou. Projeções para 2025 O presidente do Ibama, Rodrigo Agostinho, disse que, apesar de preocupar, as projeções para os incêndios em 2025 são melhores do que as do ano passado. “Mas não será uma situação confortável, uma vez que haverá extensas regiões sob regime de seca”, alerta. Segundo Agostino, o bioma do Pantanal é o mais preocupante. “O Cerrado e a Amazônia não apresentam projeção tão crítica”. Em outra frente, no Congresso Nacional, o MMA continuará atuando para transformar em lei a Medida Provisória 1.276, publicada em novembro do ano passado, com iniciativas preventivas para o combate a incêndios durante os períodos de maior risco. [ad_2] Source link

oferta de fêmeas impacta mercado; veja cotações

[ad_1] O mercado físico do boi gordo ainda se depara com grande quantidade de fêmeas ofertadas, em especial na Região Norte, onde os preços são bastante atrativos. Segundo o analista de Safras & Mercado, a primeira quinzena de março será relevante para determinar o escoamento da carne bovina, o que pode oferecer algum alívio em um ambiente complicado. “Já um lento ritmo de negociações pode resultar no encurtamento das escalas de abate e, por consequência, aumentar a necessidade de compra da indústria frigorífica”, considera. São Paulo: R$ 313,67 (R$ 313,17 ontem) Goiás: R$ 294,64 (R$ 295,18) Minas Gerais: R$ 304,12 (R$ 304,71) Mato Grosso do Sul: R$ 302,05 (R$ 302,39) Mato Grosso: R$ 300,38 (R$ 300,88) Mercado atacadista O mercado atacadista ainda se depara com preços acomodados para a carne bovina. Segundo Iglesias, ainda há certo otimismo em torno do escoamento da carne durante a primeira quinzena do mês, período pautado por maior apelo ao consumo. “Importante mencionar que mesmo em um ambiente um pouco mais promissor, não há espaço para altas contundentes, em um momento em que a população está descapitalizada, priorizando o consumo de proteínas mais acessíveis, a exemplo da carne de frango, embutidos e de ovos”, pontuou Iglesias. O quarto traseiro ainda é precificado a R$ 23,80 por quilo. A ponta de agulha segue cotada a R$ 17,00 por quilo e quarto dianteiro segue no patamar de R$ 17,00 por quilo. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,56%, sendo negociado a R$ 5,8291 para venda e a R$ 5,8271 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,7960 e a máxima de R$ 5,8365. [ad_2] Source link

LEM é a única cidade interiorana a receber evento preparatório da COP30

[ad_1] A cidade de Luís Eduardo Magalhães (LEM), no Oeste da Bahia, será sede do único evento preparatório da COP30 realizado no interior do Brasil. Em entrevista exclusiva, o presidente da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), Moisés Schmidt, deu detalhes sobre o evento que deve atrair os olhares do mundo para o Cerrado baiano. O evento preparatório em LEM servirá como referência para as discussões que serão realizadas pela Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas, em novembro, em Belém (PA). De acordo com a Aiba, os assuntos serão apresentados nos dias 15 e 16 de abril, no pré-evento, no Oeste baiano. Recentemente, Schmidt esteve em Brasília, em reunião com o ministro da Agricultura e Pecuária (Mapa), Carlos Fávaro. Na ocasião, foram iniciadas as trativas para o evento, além disso, o ministro também recebeu um convite da 19ª edição da Bahia Farm Show. As tratativas com o Mapa iniciaram em dezembro, quando Moisés, era vice-presidente da entidade, até então, liderada pelo produtor rural, Odacil Ranzi. Segundo Schmidt, a entidade se colocou à disposição do ministério para a discussão do evento, com o foco na discussão do papel da sustentabilidade no Cerrado baiano. “Naquele momento nos colocamos à disposição, como uma região produtora importante no Brasil para estarmos discutindo. E entre as pautas relevantes que existiam aí, é a pauta do Cerrado. Então foi chancelado essa semana que estive em Brasília, junto com o ministro Fávaro, a única pré COP no interior do Brasil, em Luís Eduardo Magalhães, para falarmos especificamente da pauta Cerrado, produção com sustentabilidade, sustentabilidade ambiental, social e econômica que o Cerrado faz através desses investimentos, trazidos para essa região. Então é uma oportunidade enorme em estarmos discutindo isso e agora é um momento de organizar esse trabalho para que realmente ele venha a ser uma referência dentro da COP30”, disse Schmidt. Temas De acordo com a Aiba, serão discutidos cases e iniciativas que demonstram a sustentabilidade do agronegócio na região. Entre os temas em destaque estarão a agricultura de baixo impacto ambiental, a otimização do uso da terra para produzir mais em menores áreas e a gestão eficiente dos recursos hídricos, incluindo o monitoramento do Aquífero Urucuia e a preservação das Áreas de Preservação Permanente. Moisés Schmidt, presidente da Aiba | Imagem: Guilherme Soares/ Canal Rural BA “Este momento é de nós mostrarmos o que fizemos aqui é através do agronegócio. Toda parte de sustentabilidade ambiental que nós fizemos com reservas, com APPs preservadas aqui na região e a potencialização das áreas irrigadas, dando mais sustentabilidade ao agronegócio, ou seja, no mesmo espaço de terra você consegue produzir de duas a três vezes mais. Isso é sustentabilidade e isso é produzir mais com muito menos áreas. Esse será o momento de falar de um agro com sustentabilidade”, finaliza. Siga o Canal Rural Bahia no Instagram! Você também pode participar deixando uma sugestão de pauta. Clique aqui e envie uma mensagem para o nosso WhatsApp! [ad_2] Source link

Vietnã abre mercado para miúdos e pés de frango do Brasil

[ad_1] O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) anunciou nesta quinta-feira (27) a abertura do mercado do Vietnã para miúdos de frangos, além da retomada das vendas de pés da ave. A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) celebrou a medida. Com uma população de cerca de 100 milhões de habitantes, o país do Sudeste Asiático é um mercado relevante no comércio do continente para o comércio global de carne de frango. Anualmente, o país importa cerca de 170 mil toneladas de carnes e produtos de frangos. O Brasil é, atualmente, o sétimo maior exportador do produto para a Ásia, com vendas de 11 mil toneladas em 2024. “O Vietnã é um mercado de alto valor agregado para miúdos e pés, com grande demanda pelos produtos. A abertura, viabilizada por um forte trabalho do Ministério da Agricultura e Pecuária juntamente com o setor privado, deverá representar um importante incremento no resultado final das exportações brasileiras neste ano”, ressalta o presidente da ABPA, Ricardo Santin. [ad_2] Source link

LEM é a única cidade interiorana a receber evento preparatório da COP30

[ad_1] A cidade de Luís Eduardo Magalhães (LEM), no Oeste da Bahia, será sede do único evento preparatório da COP30 realizado no interior do Brasil. Em entrevista exclusiva, o presidente da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), Moisés Schmidt, deu detalhes sobre o evento que deve atrair os olhares do mundo para o Cerrado baiano. O evento preparatório em LEM servirá como referência para as discussões que serão realizadas pela Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas, em novembro, em Belém (PA). De acordo com a Aiba, os assuntos serão apresentados nos dias 15 e 16 de abril, no pré-evento, no Oeste baiano. Recentemente, Schmidt esteve em Brasília, em reunião com o ministro da Agricultura e Pecuária (Mapa), Carlos Fávaro. Na ocasião, foi iniciada as trativas para o evento, além disso, o ministro também recebeu um convite da 19ª edição da Bahia Farm Show. As tratativas com o Mapa iniciaram em dezembro, quando Moisés, era vice-presidente da entidade, até então, liderada pelo produtor rural, Odacil Ranzi. Segundo Schmidt, a entidade se colocou à disposição do ministério para a discussão do evento, com o foco na discussão do papel da sustentabilidade no Cerrado baiano. “Naquele momento nos colocamos à disposição, como uma região produtora importante no Brasil para estarmos discutindo. E entre as pautas relevantes que existiam aí, é a pauta do Cerrado. Então foi chancelado essa semana que estive em Brasília, junto com o ministro Fávaro, a única pré COP no interior do Brasil, em Luís Eduardo Magalhães, para falarmos especificamente da pauta Cerrado, produção com sustentabilidade, sustentabilidade ambiental, social e econômica que o Cerrado faz através desses investimentos, trazidos para essa região. Então é uma oportunidade enorme em estarmos discutindo isso e agora é um momento de organizar esse trabalho para que realmente ele venha a ser uma referência dentro da COP30”, disse Schmidt. Temas De acordo com a Aiba, serão discutidos cases e iniciativas que demonstram a sustentabilidade do agronegócio na região. Entre os temas em destaque estarão a agricultura de baixo impacto ambiental, a otimização do uso da terra para produzir mais em menores áreas e a gestão eficiente dos recursos hídricos, incluindo o monitoramento do Aquífero Urucuia e a preservação das Áreas de Preservação Permanente. Moisés Schmidt, presidente da Aiba | Imagem: Guilherme Soares/ Canal Rural BA “Este momento é de nós mostrarmos o que fizemos aqui é através do agronegócio. Toda parte de sustentabilidade ambiental que nós fizemos com reservas, com APPs preservadas aqui na região e a potencialização das áreas irrigadas, dando mais sustentabilidade ao agronegócio, ou seja, no mesmo espaço de terra você consegue produzir de duas a três vezes mais. Isso é sustentabilidade e isso é produzir mais com muito menos áreas. Esse será o momento de falar de um agro com sustentabilidade”, finaliza. Siga o Canal Rural Bahia no Instagram! Você também pode participar deixando uma sugestão de pauta. Clique aqui e envie uma mensagem para o nosso WhatsApp! [ad_2] Source link

Aumento da produtividade de citros e milho será destaque em evento na Sealba

[ad_1] No Leste baiano, o aumento da produtividade de citros e milho na região conhecida como Sealba, será um dos destaques no evento que ressaltará a variedade de regiões promissoras em atividades agrícolas na Bahia. Essas culturas serão o destaque na quarta edição da Sealba + Milho + Citros, evento realizado pelos produtores rurais de Inhambupe (BA), que vai demonstrar os resultados do uso de novas tecnologias no campo. O encontro acontece nos dias 13 e 14 de março e está sendo aguardado pelos produtores e demais elos da cadeia produtiva baiana que irão conhecer mais de perto produtos utilizados com sucesso nas propriedades rurais do estado, a exemplo do remineralizador de solo. O insumo natural tem sido utilizado em mais de 12 estados brasileiros e cerca de 33 áreas no país. A Sealba abrange parte do território de três estados do Nordeste (Sergipe, Alagoas eBahia) e possui grande potencial para a produção agropecuária. De acordo com a Embrapa, essa região, que possui área superior a 5 milhões de hectares, apresenta condições de solo e clima propícias à produção vegetal e animal. Ainda de acordo com a instituição, é formada por 171 municípios, sendo 69 municípios localizados em Sergipe, 74 em Alagoas e 28 no nordeste da Bahia. A delimitação baiana, vem registrando alto potencial para o desenvolvimento ainda maior da citricultura, cultivo de frutas cítricas como a laranja e o limão. Fertilizante natural “Estamos ganhando espaço principalmente no oeste baiano, onde a agricultura em larga escala é amplamente beneficiada pelo uso do remineralizador. Mas ele se mostra também uma excelente alternativa para todas as outras culturas, como a cana-de-açúcar, café, milho e citros em geral”, afirma o gestor comercial, Stéfano Lima. Stefano, representa uma empresa responsável pela produção do primeiro remineralizador feito no Norte e Nordeste brasileiro. O produto é um fertilizante natural que age diretamente no solo, regenerando suas propriedades físico-químicas e ampliando sua capacidade biológica, resultando em crescimento da produtividade e qualidade da planta. Extraído na mina da empresa em Salvador, o remineralizador é produzido a partir da rocha granulito e promove diversos benefícios nas áreas em que é aplicado, a exemplo do aumento da resistência das plantas ao estresse hídrico e proteção contra fatores bióticos e abióticos. A tecnologia chega para ampliar ainda mais a citricultura baiana. O estado já ocupa a quarta posição no ranking de maiores produtores de laranja do Brasil. Entre 2021 e 2023, a produção de laranja saltou de 594 mil toneladas para 610 mil toneladas. No cultivo do limão, o aumento também foi considerável. Em 2021, foram 72 mil toneladas, enquanto em 2023, foram colhidas na Bahia 80 mil toneladas, de acordo com dados do IBGE. O gestor afirma que a receptividade do produto nas áreas de milho, outra cultura de destaque no evento, tem sido mais do que satisfatória. “Os produtores têm observado maior uniformidade das espigas, melhor desenvolvimento do tamanho, aumento de peso e maior sanidades dos grãos após o uso do remineralizador”, conta Stéfano Lima. A produção de milho na Bahia alcançou mais de 1,7 milhão de toneladas em 2024. O evento será realizado no Parque e Haras Limoeiro, BR-110, em Inhambupe – BA. Siga o Canal Rural Bahia no Instagram! Você também pode participar deixando uma sugestão de pauta. Clique aqui e envie uma mensagem para o nosso WhatsApp! [ad_2] Source link

Brasil crescerá ‘um pouco mais’ de 2,5% em 2025, diz Lula

[ad_1] O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, disse nesta quinta-feira (27), durante o lançamento do edital do túnel Santos-Guarujá, em São Paulo, que o país vai crescer em 2025 “um pouco mais de 2,5%“. A fala contraria o posicionamento do governador do estado, Tarcísio de Freitas, que disse em uma reunião com prefeitos no início do mês que prevê recuo de até 2% do Produto Interno Bruto (PIB). “Falam que vai haver recessão e o Brasil vai crescer no máximo 2,5%. Vai crescer um pouco mais de 2,5%, pode ter certeza. Em 2024, vamos crescer 3,8%”, disse Lula, referindo-se também aos números do Produto Interno Bruto (PIB) do ano passado que ainda serão conhecidos no início de março. “Única coisa que não queremos que cresça é preço do ovo e da carne”, disse o presidente da República, que também defendeu políticas de seu governo, como o Bolsa Família, e investimentos em educação, como o Pé-de-Meia. “Quero dinheiro circulando na mão do trabalhador”, afirmou. “Bolsa Família não é programa para viver a vida inteira, não queremos país de pobres.” Lula também anunciou que vai fazer um instituto federal no Guarujá (SP). “Aquilo que for necessário fazer em cada estado e tiver dinheiro, vamos fazer”, afirmou. [ad_2] Source link

Projeto prevê que estados sejam responsáveis pela regularização fundiária

[ad_1] Uma proposta para transferir aos estados a responsabilidade de regularizar a situação fundiária de assentamentos para reforma agrária está em análise na Câmara dos Deputados. O Projeto de Lei 16/25, de autoria do deputado Evair Vieira de Melo (PP-ES), prevê que os estados poderão exercer esse poder se a área em questão tiver mais de cinco anos desde sua criação. Conforme o projeto, a regularização fundiária do assentamento realizada pelo estado deverá ser homologada posteriormente pela União, alterando, dessa forma, a Lei da Reforma Agrária. “A medida evita prejuízos financeiros sofridos por municípios e estados que, sem a emissão de notas fiscais sobre a produção dessas áreas, deixam de arrecadar impostos”, disse o deputado Evair Vieira de Melo. Regularização fundiária A reforma agrária, conforme definido pela Lei 4.504/64, também conhecida como Estatuto da Terra, é um conjunto de medidas voltadas para a melhor distribuição da terra. Para atender aos princípios de justiça social e aumento de produtividade, essa distribuição se faz mediante modificações no regime de posse e uso. Segundo a Constituição Federal de 1988, a terra possui uma relevante função social e a reforma agrária deve estabelecer um sistema de relação entre o homem, a propriedade rural e o uso consciente da terra, promovendo justiça social, progresso, bem-estar do trabalhador rural e desenvolvimento econômico do país. O Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) é a autarquia federal, vinculada ao Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), responsável por administrar essa distribuição de terras. Próximos passos da regularização O projeto de transferência de responsabilidade para regularização fundiária tramita em caráter conclusivo e ainda será analisado pelas comissões de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. [ad_2] Source link