Perspectiva é positiva para os preços da carne de frango

[ad_1] A avicultura de corte apresentou um mês de preços estáveis no atacado e mercados independentes do vivo. De acordo com o analista da consultoria Safras & Mercado, Allan Maia, durante fevereiro houve sinalização de oferta ajustada frente à demanda existente. “A perspectiva para preços é favorável com possível avanço do consumo e da reposição ao longo da cadeia”, disse. No atacado, Maia ressalta que o mês fechou com a oferta equilibrada, o que trouxe otimismo entre os agentes do mercado para o curto prazo. “O consumo, para a carne de frango, tende a avançar, considerando preços elevados de produtos concorrentes. A exportação do frango também está forte, fator que favorece o quadro de disponibilidade e a formação de preços no interior do país”, destacou. Assim como para a suinocultura, Maia explicou que a avicultura carrega alguma apreensão com o custo de produção, devido aos avanços no preço do milho. Preços interno do frango Segundo levantamento de Safras & Mercado, no atacado de São Paulo, os preços dos cortes congelados de frango tiveram algumas mudanças ao longo do mês. O quilo do peito teve alta de R$ 10,25 para R$ 11,00, o quilo da coxa subiu de R$ 7,60 para R$ 8,20 e o quilo da asa caiu de R$ 13,20 para R$ 12,50. Na distribuição, o quilo do peito avançou de R$ 10,50 para R$ 11,25, o quilo da coxa de R$ 7,80 para R$ 8,45 e o quilo da asa recuou de R$ 13,40 para R$ 12,75. Nos cortes resfriados vendidos no atacado, o cenário da semana também apresentou alterações nas cotações durante o mês. O quilo do peito teve ganho de R$ 10,35 para R$ 11,10, o quilo da coxa de R$ 7,70 para R$ 8,30 e o quilo da asa teve recuo de R$ 13,30 para R$ 12,60. Na distribuição, o quilo do peito avançou de R$ 10,60 para R$ 11,35, o quilo da coxa de R$ 7,90 para R$ 8,55 e o quilo da asa teve desvalorização de R$ 13,50 para R$ 12,85. O levantamento mensal realizado por Safras & Mercado nas principais praças de comercialização do Brasil apontou que, em Minas Gerais, o quilo vivo subiu de R$ 5,50 para R$ 5,55 e, em São Paulo, a estabilidade foi de R$ 5,60. Na integração catarinense, a cotação do frango seguiu em R$ 4,35. Na integração do oeste do Paraná, a cotação continuou em R$ 4,30 e, na integração do Rio Grande do Sul, seguiu em R$ 4,00. No Mato Grosso do Sul, o preço do quilo vivo do frango subiu de R$ 5,45 para R$ 5,50. Em Goiás, a cotação foi de R$ 5,45 para R$ 5,50 e, no Distrito Federal, de R$ 5,50 para R$ 5,55. Em Pernambuco, o quilo vivo teve valorização de R$ 7,75 para R$ 8,25, no Ceará de R$ 7,70 para R$ 7,70 e, no Pará, de R$ 8,35 para R$ 8,60. Exportações As exportações de carne de aves e suas miudezas comestíveis, frescas, refrigeradas ou congeladas do Brasil renderam US$ 633,029 milhões em fevereiro (15 dias úteis), com média diária de US$ 42,201 milhões. A quantidade total exportada pelo país chegou a 355,927 mil toneladas, com média diária de 23,728 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 1.778,5. Em relação a fevereiro de 2024, houve avanço de 25,5% no valor médio diário, alta de 22,3% na quantidade média diária e avanço de 2,6% no preço médio. Os dados foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior. [ad_2] Source link
Saiba como está a colheita da soja pelo Brasil

[ad_1] O andamento da colheita da safra 2024/25 de soja segue acelerado nas principais regiões produtoras do país. De acordo com o último levantamento das Safras e Mercados, aproximadamente 50% da área plantada já foi colhida. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 No Paraná, a safra de soja deve apresentar uma redução de 4% em relação ao volume inicialmente previsto, o que pode resultar em um prejuízo de bilhões de reais para a cultura, segundo dados da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado. As maiores quedas estão concentradas na região de Campo Mourão, com uma redução de 376 mil toneladas, seguida pela região oeste, com 317 mil toneladas. A colheita de soja no país No momento, 49% das lavouras do estado já foram colhidas. Em relação à qualidade das plantações, o Departamento de Economia Rural do Estado avalia que 80% estão em boas condições, 17% em situação média e 3% ruins. A região sul, que concentra a maior área de soja plantada no estado, ainda não registrou perdas, e a expectativa é de aumento na produtividade, o que pode compensar parcialmente as quedas observadas nas demais regiões. Em Mato Grosso, as máquinas seguem aceleradas nas lavouras, com a colheita atingindo 82,3% da área total estimada. O número supera a média histórica dos últimos cinco anos, que é de 77,44%. No entanto, a colheita da oleaginosa ainda se encontra atrasada em comparação ao mesmo período do ano passado, quando 85% das lavouras já haviam sido colhidas. A região mais avançada no estado até o momento é a Médio Norte, com quase 93% da área colhida, enquanto a região nordeste é a mais atrasada, com cerca de 70% dos trabalhos finalizados, segundo o Instituto Matogrossense de Economia Agropecuária. No oeste da Bahia, a colheita da soja segue em ritmo acelerado em comparação com a safra anterior. Dados preliminares da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia indicam que, na safra 2023/24, o impacto do fenômeno El Niño provocou desuniformidade e atrasos no desenvolvimento das plantas. No ciclo atual, o cenário é positivo, com aproximadamente 700 mil hectares já colhidos. No Tocantins, a colheita da soja também apresenta avanço. De acordo com a Aprosoja do Estado, cerca de 28% da área plantada foi colhida, representando um crescimento expressivo em relação ao mesmo período do ano passado, quando apenas 15% da produção havia sido colhida. A produtividade das lavouras tocantinenses se mantém dentro da média esperada, em torno de 60 sacas por hectare. No Maranhão, conforme informações da Aprosoja, 25% da área plantada de soja já foi colhida. As condições da safra neste ano são consideradas satisfatórias, com perdas mínimas registradas até o momento. [ad_2] Source link
São Paulo bate recorde de temperatura para o mês de março

[ad_1] A capital paulista registrou um novo recorde de temperatura para 2025 e o maior valor já registrado para o mês de março. No último domingo (2), os termômetros da estação convencional do Mirante de Santana marcaram 34,8°C. A onda de calor deve persistir ao longo de toda a semana, elevando as temperaturas principalmente em São Paulo, Minas Gerais e parte da região Sul. Na capital paulista, as temperaturas máximas devem permanecer entre 33°C e 34°C nos próximos dias. Há possibilidade de chuvas isoladas no período da tarde, mas sem impacto significativo na redução do calor. Apenas no final de semana, com a chegada de uma frente fria, as temperaturas devem cair para valores em torno de 27°C. No Sudeste, a chuva será mal distribuída e pouco volumosa, permitindo a continuidade das atividades no campo. A partir do final de semana, a frente fria trará precipitações para São Paulo e para o centro-sul de Minas Gerais, abrangendo também parte da Zona da Mata, o que deve aliviar as condições para a cafeicultura. Ainda assim, a semana será marcada por calor intenso e tempo seco. O bloqueio atmosférico mantém o ar quente e seco predominante em grande parte do país, enquanto uma frente fria se mantém estacionada sobre o Uruguai, sem avanço para o Sul do Brasil. No Norte, há previsão de chuvas intensas, principalmente no Pará e em Rondônia. Já no Centro-Oeste, temporais podem ocorrer em Mato Grosso do Sul e no sul de Mato Grosso. No Rio Grande do Sul, as precipitações devem ser limitadas ao extremo sul do estado, sem volumes expressivos. No Centro-Sul do país, as máximas podem atingir entre 35°C e 36°C ao longo da semana. Os maiores volumes de chuva devem se concentrar no Norte, com acumulados acima de 100 mm em cinco dias em regiões como Rondônia, Pará, norte do Maranhão e Tocantins. Apesar do avanço da colheita da soja no Centro-Oeste, há registros de atrasos no Noroeste de Mato Grosso devido às chuvas intensas. No Matopiba, as condições seguem favoráveis para o campo, embora o Centro-Norte do Maranhão possa registrar acumulados superiores a 150 mm em cinco dias. No sul do país, a falta de chuvas agrava a situação das lavouras no Rio Grande do Sul, especialmente aquelas em fase de enchimento de grãos. Com a chegada do outono entre os dias 20 e 21 de março, as temperaturas devem continuar elevadas. Mesmo com o término da onda de calor no final da semana, não há previsão de frio intenso para os próximos meses. A tendência é de estabilidade térmica, com temperaturas acima da média, o que pode impactar negativamente algumas culturas, sobretudo a pecuária leiteira, devido à alta evaporação da água e às chuvas irregulares, especialmente em Minas Gerais. A Zona de Convergência Intertropical segue ativa, intensificando as chuvas no Norte e Nordeste, com tendência de permanência pelos próximos 30 dias antes de recuar para o Hemisfério Norte. No fim de semana, uma nova frente fria deve avançar pelo Sul do Brasil, impulsionando as chuvas para São Paulo, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul. Na Bahia, a estiagem persiste em algumas áreas, impactando a produção agrícola. Com aproximadamente 50% da soja já colhida, os trabalhos de plantio do milho estão em andamento. No entanto, a falta de chuvas volumosas pode dificultar o desenvolvimento da cultura, principalmente no centro do estado. Para o Centro-Oeste e Sudeste, incluindo o Matopiba, a expectativa é de um clima mais favorável, contribuindo para uma safra promissora. [ad_2] Source link
Conheça os cursos on-line gratuitos disponibilizados pela Embrapa

[ad_1] Os interessados em fruticultura tropical, produção integrada, boas práticas agrícolas e renovação de pastagens têm à disposição 12 cursos on-line gratuitos na plataforma e-Campo da Embrapa Cerrados. As capacitações abrangem desde o manejo sustentável de pastagens até técnicas avançadas para a produção de frutas e borracha natural. Quais os cursos oferecidos pela Embrapa? O curso “Recuperação e Renovação de Pastagens Degradadas no Cerrado” tem carga horária de 50 horas e visa capacitar produtores e técnicos na identificação da degradação do solo e na escolha de soluções sustentáveis para a recuperação de pastagens no bioma Cerrado. Na área de Produção Integrada, três módulos estão disponíveis. O primeiro, “Introdução à Produção Integrada”, com 20 horas de duração, apresenta a filosofia e os procedimentos da Produção Integrada (P.I.), promovendo segurança alimentar e sustentabilidade agrícola. O segundo módulo, “Gestão e Planejamento da Empresa Rural”, com 60 horas, aborda temas como rastreabilidade, segurança do alimento, organização de produtores e bem-estar do trabalhador rural. Já o terceiro módulo, “Práticas Culturais do Maracujá”, com 40 horas, aprofunda conhecimentos sobre o cultivo da fruta, enfatizando as Boas Práticas Agrícolas para obtenção da certificação de Produção Integrada. Na área de fruticultura tropical, estão disponíveis diversos minicursos. “Avanços na Propagação dos Maracujás”, com carga horária de 7 horas, apresenta informações sobre diferentes formas de propagação dos maracujás azedos, doces, silvestres e ornamentais. “Abacate: Instruções Técnicas para Cultivo Comercial” e “Goiaba: Instruções Técnicas para Cultivo Comercial”, ambos com 8 horas de duração, oferecem diretrizes para o cultivo e comercialização dessas frutas. O curso “Manga: Instruções Técnicas para Cultivo Comercial”, também com 8 horas, fornece orientações sobre o cultivo da fruta, do plantio à comercialização. Já “Mercado e Comercialização de Frutas Frescas e Processadas”, com carga de 6 horas, auxilia na elaboração de planos de negócios para inserção no mercado. O curso “Maracujás: Cultivares, Sistemas de Produção e Mercado” apresenta, em 4 horas, informações sobre cultivares e produção da fruta, facilitando a tomada de decisão dos produtores. Outro curso oferecido é “Pitayas: Melhoramento Genético e Sistemas de Produção”, com 8 horas de duração, abordando desde a seleção genética até o manejo da pitaya para produção comercial. Por fim, o curso “Produção Integrada de Borracha Natural (Seringueira – Fase Fazenda)”, com 60 horas, destina-se a profissionais agropecuários e aborda certificação e boas práticas para a produção de borracha natural. [ad_2] Source link
fruta da cultura alimentar baiana é fonte de renda para agricultores

[ad_1] Nativo do bioma Caatinga, o umbu, que faz parte da cultura alimentar baiana, tem alto valor nutricional e um espaço importante na produção agroindustrial da agricultura familiar do estado, como aponta a Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR). Com produção sazonal, a Bahia foi líder nacional em 2022 no cultivo do umbu, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo a CAR, neste primeiro trimestre, período de safra do umbuzeiro, as famílias extrativistas estão conseguindo comercializar o fruto por um preço justo, o que resulta aumento da oferta dessa matéria-prima para cooperativas baianas e em aumento de renda para essas famílias. No município de Itiúba, agricultores assessorados pela CAR, em parceria com a Associação Regional dos Grupos Solidários de Geração de Renda (Aresol), nas comunidades Cercadinho, Estreito, Maria dos Santos, Pedra do Dórea e Sítio do Meio, organizaram a produção do umbu, e comercializaram cerca de 3.500 quilos do fruto para a Cooperativa Regional de Agricultores Familiares e Extrativistas da Economia Solidária (Coopersabor). Foto: Divulgação/ CAR “O pessoal ficou animado e todo mundo conseguiu comercializar seu umbu. Teve muita gente que já recebeu o dinheiro. Todo mundo estava envolvido. Foi muito divertido também tirar o umbu. Esse ano tem muito umbu”, conta Maria Santos de Jesus, agricultora e presidente da associação local da Comunidade Maria dos Santos, em Itiúba. Foi desenvolvida uma ação semelhante nas comunidades de Aroeira, Barro Vermelho, Cambueiro, ADJ e Volta, no município de Capim Grosso. Com apoio direto da CAR, em parceria com a Associação de Pequenos Produtores de Jaboticaba (APPJ), foi possível assegurar a venda de uma quantidade expressiva do fruto, como salienta o técnico Dilmo Souza. Foto: Divulgação/ CAR “Foram comercializados 1.349 quilos de umbu para a cooperativa Ser do Sertão, com sede no município de Pintadas. Em três semanas foram comercializadas seis toneladas de umbu para a Cooperativa. Além de Capim Grosso também foram envolvidas algumas comunidades de Quixabeira. Aqui foi histórico. Primeira vez que umbu é comercializado nessa quantidade”, destacou Dilmo. O trabalho de assistência técnica contínua nestes municípios é ofertado no âmbito do Pró-Semiárido, projeto do Governo da Bahia, executado pela CAR, empresa pública vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), que tem cofinanciamento do Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (Fida). Siga o Canal Rural Bahia no Instagram! Você também pode participar deixando uma sugestão de pauta. Clique aqui e envie uma mensagem para o nosso WhatsApp! [ad_2] Source link
Como fica o tempo no início de março? Confira a previsão completa!

[ad_1] A previsão do tempo para a primeira semana de março indica condições climáticas favoráveis para os trabalhos com a soja em grande parte do país. No Centro-Sul, as chuvas devem atingir aproximadamente 50 mm em um período de cinco dias, sem comprometer as operações agrícolas. Além disso, a umidade será benéfica para o milho da segunda safra, que foi recentemente semeado em São Paulo e Minas Gerais. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 Nestes estados, o tempo permanecerá mais quente e seco, com a onda de calor prevista para se dissipar apenas no final da semana. Já no Oeste de Mato Grosso, as chuvas podem causar transtornos, pois o acumulado deve ultrapassar os 80 mm no mesmo período. O tempo nas lavouras de soja No Sudeste, está previsto o avanço das chuvas sobre São Paulo e Minas Gerais, porém em forma de pancadas isoladas durante a tarde, sem impacto nas atividades agrícolas. No Sul, a ausência de chuvas volumosas preocupa os produtores, especialmente aqueles com lavouras de soja em fase de enchimento de grãos. A previsão indica que volumes expressivos de chuva só devem retornar na virada da quinzena. No Nordeste, incluindo a região do Matopiba, as chuvas persistem no Tocantins e Maranhão, com acumulados superiores a 100 mm em cinco dias. Na Bahia, os volumes não devem ultrapassar 50 mm, concentrando-se na faixa leste do estado, com pouca ocorrência de precipitações no interior da região. Por fim, na Região Norte, os maiores volumes de chuva devem ocorrer no Pará, onde praticamente todo o estado poderá registrar acumulados acima de 150 mm em cinco dias. [ad_2] Source link
Colheita de banana reforça potencial da fruticultura

[ad_1] A primeira colheita de banana do Projeto Público de Irrigação Baixio de Irecê, implantado pela Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) no Médio São Francisco baiano, consolidando a viabilidade da fruticultura irrigada na região. Até o momento, foram colhidas cerca de 33 toneladas da banana prata rio, com 50% de primeira qualidade e 50% de segunda. O volume comercializado já soma aproximadamente R$ 100 mil, com destino ao mercado consumidor da capital baiana. O sucesso da colheita de banana reforça a vocação do Baixio de Irecê para a diversificação de culturas. O projeto já conta com o cultivo de abóbora, cebola, feijão e limão, e os produtores estão diversificando suas lavouras, o que fortalece a economia regional, gera empregos e contribui para a segurança alimentar do país. A agricultura irrigada tem se mostrado um motor de desenvolvimento social e econômico. Dados da Superintendência Regional da Codevasf em Bom Jesus da Lapa indicam que, em 2024, os lotes empresariais do Baixio de Irecê produziram duas mil toneladas de alimentos, incluindo soja, milho, melancia, mamona e limão, em uma área cultivada de aproximadamente mil hectares. O Volume Bruto de Produção (VBP) desse período alcançou R$ 6,1 milhões. O projeto: banana como foco O Projeto Baixio de Irecê está localizado entre os municípios de Xique-Xique e Itaguaçú, na Bahia, e ocupa uma área total de 105 mil hectares, dos quais 48 mil são irrigáveis. O projeto foi estruturado em nove etapas, e as duas primeiras já foram licitadas pela Codevasf, somando mais de 16,5 mil hectares em produção. [ad_2] Source link
Lula planeja visita a assentamento do MST em busca de reaproximação com base mais fiel

[ad_1] Integrantes do Movimento dos Trabalhadores sem Terra (MST) disseram que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva visitará, na próxima sexta-feira (7), um assentamento do grupo pela primeira vez no mandato atual. O local escolhido foi o Quilombo Campo Grande, em Campo do Meio, Minas Gerais. O compromisso ainda não está na agenda do chefe do Executivo. Contudo, o petista visa se reaproximar do movimento, historicamente a sua base de apoio mais fiel, diante da queda de popularidade e da pressão pelo aceleramento da reforma agrária. Em entrevista ao jornal O Globo, a deputada Marina do MST (PT-RJ) disse que a ida do presidente servirá para que os líderes cobrem, novamente, mais agilidade no processo de criação dos assentamentos. “O governo precisa sair da inércia e destravar as políticas públicas voltadas para o fortalecimento da agricultura familiar e da reforma agrária. Esta é a solução, inclusive, para a alta do preço dos alimentos”, disse. Vale lembrar que em janeiro, Lula recebeu integrantes do movimento no Palácio do Planalto, encontro que ocorreu seis dias após o grupo divulgar carta que tinha o objetivo de pressionar o presidente a assentar 100 mil famílias. Críticas ao Congresso No documento de janeiro, o MST criticou a atuação do governo petista e contestou os cálculos de assentamentos divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA). Além disso, o grupo teceu comentários negativos ao Congresso Nacional, classificando o trabalho dos parlamentares como “atuação perversa” em defesa do agronegócio. Em dezembro do ano passado, ministro Paulo Teixeira, do MDA, afirmou que o governo Lula assentou 71,4 mil famílias ao longo de 2024. O governo se comprometeu com a meta de incorporar 295 mil novas famílias ao Programa Nacional de Reforma Agrária até o fim de 2026. Contudo, os dados são contestados pelo MST. [ad_2] Source link
Preço da arroba do boi caiu até 6,7% em fevereiro. O que esperar de março?

[ad_1] O mercado físico do boi gordo teve preços mais baixos ao longo de fevereiro nas principais praças de produção e comercialização do país, pressionados por um cenário de maior oferta combinado com retração no consumo da proteína animal no varejo. Segundo o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, o crescimento da disponibilidade de fêmeas contribuiu também para incrementar a oferta, fazendo com que a indústria frigorífica conseguisse um bom avanço de suas escalas de abate. “Esse cenário foi bastante representativo na Região Norte e acentuou a queda que se sucedeu nos demais estados que contam com abates relevantes. Por outro lado, as exportações de carne bovina em bom nível ainda são a principal variável de sustentação dos preços, evitando quedas ainda mais acentuadas”, disse. Segundo ele, o ambiente de negócios ainda sugere pela continuidade deste movimento no curto prazo, em linha com a atual posição confortável das escalas de abate nos frigoríficos, somado ao comportamento dos preços da carne no atacado. Projeção para março Iglesias destaca que o enfraquecimento da demanda doméstica de carne bovina é agudo, com a população mais descapitalizada, como normalmente ocorre no início de cada ano. Assim, as pessoas optam por proteínas mais acessíveis, como a carne de frango, os embutidos e ovos, principalmente. “As indústrias conseguiram, sem muita dificuldade, pressionar os pecuaristas por preços mais baixos para as boiadas”, assinalou. De acordo com o analista, o cenário para a primeira quinzena de março é um pouco mais favorável. “Os salários vão entrar na economia, o que vai motivar a reposição de carne e, além disso, a indústria pode entrar com mais apetite para a compra de gado por conta do feriado prolongado de Carnaval.” Esses fatores, conforme o analista, devem trazer mais sustentação e até motivar altas da arroba, mas sem espaço para altas contundentes. “Os preços podem se recuperar, mas de maneira moderada”, ressalta. Preços da arroba do boi (janeiro x fevereiro) Os preços médios da arroba do boi gordo na modalidade a prazo nas principais praças de comercialização do país estavam assim no dia 27 de fevereiro em comparação a 31 de janeiro: São Paulo: R$ 313,67, contra R$ 325,08 (-3,5%) Goiás: R$ 294,64, ante R$ 307,86 (-3,64%) Minas Gerais: R$ 304,12, contra R$ 314,41 (-3,3%) Mato Grosso do Sul: R$ 302,05, ante R$ 312,39 (-3,3%) Mato Grosso: R$ 300,38, contra R$ 321,93 (-6,7%) Exportações de carne bovina As exportações de carne bovina fresca, congelada ou refrigerada do Brasil renderam US$ 755,443 milhões em fevereiro (15 dias úteis), com média diária de US$ 50,362 milhões, conforme a Secretária de Comércio Exterior (Secex). A quantidade total exportada pelo país chegou a 153,143 mil toneladas, com média diária de 10,209 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.932,90. Em relação a janeiro de 2024, houve alta de 18,4% no valor médio diário da exportação, ganho de 8,6% na quantidade média diária exportada e avanço de 9,0% no preço médio. [ad_2] Source link
Com calorão e falta de chuva, conta de luz deve ter tarifa adicional em maio

[ad_1] A piora nas expectativas de chuva para os próximos meses, associada à provável manutenção das altas temperaturas, tem feito com que a possibilidade de acionamento da bandeira tarifária amarela na conta de luz apareça mais cedo nos modelos matemáticos de profissionais que acompanham o tema. Assim, apostam que a volta da cobrança adicional em maio, o que acrescentaria R$ 1,88 a cada 100 quilowatts (kWh) consumidos. Na sexta-feira (28), a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou a bandeira verde para março, sem custo adicional nas contas. A Ampere Consultoria avalia que as bandeiras tarifárias devem permanecer verdes até abril, e amarelas no restante do ano. Segundo o sócio consultor da empresa, Guilherme Ramalho de Oliveira, a perspectiva para o primeiro quadrimestre se deve principalmente às condições do período úmido, que está em andamento, combinadas à tendência de indicador de risco hidrológico (GSF, no jargão setorial) relativamente elevado, incluindo valores que apontam energia secundária nos meses de fevereiro e março. “Mas a tendência de degradação do cenário hidrológico e aumento do PLD (preço de energia) deve mudar o cenário a partir de maio, com a adoção da bandeira amarela”, disse Oliveira. O gerente de Inteligência de Mercado da Electra Energy, Gabriel Apoena, cita que já se observa a escalada do PLD previsto para março, que deve alcançar média mensal acima dos R$ 300 por megawatt-hora (MWh) no mês que vem, ante valor abaixo dos R$ 100/MWh estimado para fevereiro. Os cenários de sensibilidade testados pela Câmara de Comercialização de Energia (CCEE) também passaram a considerar maior chance de acionamento de bandeira amarela ainda no primeiro semestre. Há um mês, apenas o cenário de mais adversidade de geração elétrica previa bandeira amarela em maio, quadro que seria mantido em junho. Possibilidade de bandeira vermelha Na mais recente atualização, divulgada na semana passada, o mesmo cenário manteve a bandeira amarela em maio e passou a considerar acionamento de bandeira vermelha patamar 1 em junho. Já em um cenário um pouco mais ameno, que antes considerava bandeira verde em maio e amarela em junho, passou a considerar este acionamento também em maio, escalando para vermelha 1 no mês de junho. Relatório recente da XP também cita a perspectiva de acionamento de bandeira amarela a partir de maio, e acrescenta que, a partir de julho, haveria bandeira vermelha 1 ou 2, voltando para amarela apenas em novembro e verde em dezembro, a depender da próxima estação chuvosa. Os analistas do banco anteriormente consideravam perspectiva de bandeira verde ao longo de 2025. Já a PSR Energy passou a considerar “chance considerável” de acionamento de bandeira amarela a partir de junho. Anteriormente, explica o líder de inteligência de mercado da consultoria, Mateus Cavaliere, as projeções apontavam menor probabilidade de cobrança adicional no primeiro semestre e perspectiva de que isso ocorresse em julho ou agosto. Contudo, começou a pesar a perspectiva de antecipação do fim do período úmido, alterando as expectativas com o enchimento dos reservatórios das hidrelétricas. A MCM Consultores Associados também incorporou em suas projeções bandeira amarela a partir de julho, assim permanecendo até novembro e voltando para verde em dezembro. [ad_2] Source link