MT deve ultrapassar 49 milhões de toneladas de soja, aponta Imea

[ad_1] O Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) revisou a projeção de safra de soja do estado de Mato Grosso para a temporada 2024/25, estimando um total de 49,62 milhões de toneladas, um crescimento de 5,22% em relação à previsão de fevereiro e 27,05% superior à safra de 2023/24. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 A revisão foi realizada com base nos dados obtidos pelo Projeto Imea em Campo, desenvolvido em parceria com a Aprosoja e o Iagro. Durante os 57 dias do projeto, que ocorreu entre dezembro de 2024 e fevereiro de 2025, as equipes percorreram mais de 31 mil quilômetros, abrangendo 88 municípios produtores de soja, que juntos representam uma área de 11 milhões de hectares. Ao todo, foram realizadas 802 avaliações detalhadas, incluindo análises agronômicas, avaliação da sanidade das lavouras e coletas de amostras para verificar o peso dos grãos, que ajudam a traçar um panorama preciso da produção. Em relação à área plantada, o levantamento manteve a estimativa de 12,66 milhões de hectares, o que representa um aumento de 1,47% se comparado à safra anterior. O grande destaque ficou para a produtividade, que registrou um avanço de 5,22% em relação à previsão anterior, alcançando 65,31 sacas por hectare (sc/ha). Esse aumento na produtividade reflete as condições climáticas favoráveis ao longo do ciclo da cultura e supera em 25,22% o rendimento da safra 2023/24. [ad_2] Source link

Metade da área de soja 2024/25 já está colhida no Brasil

[ad_1] A área cultivada com soja no Brasil na safra 2024/25 estava 50% colhida até quinta-feira (27), em comparação com 39% uma semana antes e 48% no mesmo período do ano passado, de acordo com dados da AgRural, apresentados na segunda (3). Soja: atenção ao Rio Grande do Sul! Segundo a empresa, “com os trabalhos já entrando na reta final em Mato Grosso e sem maiores percalços nos demais estados de calendário mais antecipado, as atenções continuam concentradas no clima dos estados mais tardios, com destaque para a estiagem e o calor no Rio Grande do Sul, onde as lavouras de soja continuam perdendo potencial produtivo”. Milho Além dos números da soja, a empresa divulgou os dados sobre a safra do milho verão 2024/25, que estava 46% colhido no Centro-Sul do Brasil até quinta passada (27), ante 37% semana anterior e 49% um ano atrás. Já a semeadura da safrinha 2025 de milho teve outra semana de avanço acelerado no Centro-Sul do Brasil. Levantamento da AgRural mostra que 80% da área estimada estava plantada até quinta passada, em comparação com 64% uma semana antes e 86% no mesmo período da safrinha 2024, de acordo com levantamento da AgRural. “As lavouras se desenvolvem bem em toda a região, mas o tempo quente e seco, que se alonga por mais alguns dias nos mapas de previsão, causa preocupação em áreas do Paraná, São Paulo, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul”, constatou a AgRural. [ad_2] Source link

Desembolso no Plano Safra 2024/25 recua 20% e atinge R$ 245,57 bi

[ad_1] O valor desembolsado no Plano Safra 2024/25, iniciado em julho de 2024, alcançou R$ 245,57 bilhões até o mês passado em financiamentos para pequenos, médios e grandes produtores. Os dados foram coletados no Sistema de Operações do Crédito Rural e do Proagro (Sicor/BCB) do Banco Central na última sexta-feira (28) e publicados pelo Estadão Conteúdo. O montante desembolsado até fevereiro corresponde a 51,53% do total disponível para a safra, de R$ 476,59 bilhões. O valor ficou 19,57% abaixo do desembolsado para produtores em igual período da safra 2023/24, de R$ 305,31 bilhões. Até o fim de fevereiro, foram realizados 1,407 milhão contratos em todas as modalidades, 13,3% menos que o total registrado em igual período da temporada anterior, de 1,622 milhão de contratos. Na safra atual, observou-se menor desempenho do crédito oficial desde o primeiro mês da temporada, quando o recuo nos recursos liberados chegou a 48%. A retração no desembolso do Plano Safra tende a se manter até o fim da temporada, prevê o assessor técnico de Política Agrícola da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Guilherme Rios. “A retração não representa falta de demanda dos produtos rurais e, sim, a dificuldade do produtor rural em acessar os recursos oficiais, justamente em momento de maior seletividade no acesso a fontes privadas. O apetite no campo por novos financiamentos se mantém sobretudo para custear as atividades, apesar do freio em investimentos”, avalia Rios. “É provável que não seja aplicado todo volume previsto para o Plano Safra atual, à exceção dos recursos subsidiados. O impacto da redução das contratações está nos recursos livres (nos quais não há subvenção do Tesouro em parte dos juros)”, projetou. A menor demanda por recursos já era esperada em virtude do aumento dos juros, das burocracias para acesso ao crédito oficial e das limitações de tomada de recursos por porte de produtor rural, segundo Rios. “Quando olhamos as fontes privadas, vemos aumento em torno de 60% no financiamento da safra, portanto a demanda por novos financiamentos não diminuiu. Aquilo que não está sendo suprido pelo crédito oficial está sendo suprido pelo mercado privado e pelos títulos agrícolas”, disse. Ele cita que no início do Plano Safra, quando a Selic era de 10,5% ao ano, e em virtude dos custos acessórios dos empréstimos, algumas fontes privadas e títulos como Cédulas de Produto Rural (CPRs) eram mais atraentes para determinados portes de produtores. Essa conjuntura levou especialmente grandes produtores a se financiarem em maior volume por meio de títulos agrícolas. “Naquele momento, em virtude da facilidade na tomada dos recursos era mais interessante ao produtor se financiar junto ao mercado privado. Agora, com a escalada da Selic, o custo das fontes privadas vai aumentar, o que pode levar os produtores a recorrerem mais ao crédito oficial diante da redução da participação do principal funding”, pontuou Rios. Modalidades e programas para o Plano Safra Os financiamentos para custeio somaram R$ 141,76 bilhões de julho de 2024 a fevereiro de 2025, 15,3% abaixo de igual período do ano-safra anterior, em 606.592 contratos. O valor concedido nas linhas de investimento foi de R$ 63,90 bilhões no período, 16,7% menos que na temporada passada, em 784.498 contratos. As operações de comercialização atingiram R$ 25,49 bilhões (queda de 31%), em 14.628 contratos, e as de industrialização totalizaram R$ 14,42 bilhões (recuo de 41%), em 1.168 contratos. No período, 1,068 milhão de contratos de crédito foram firmados pelo Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), alcançando R$ 44,22 bilhões ao fim de fevereiro. No Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp) foram registradas 168.480 operações, totalizando R$ 44,98 bilhões nos primeiros oito meses do ano-safra. Outros 170.712 contratos foram realizados por grandes produtores, o que correspondeu a R$ 156,372 bilhões em financiamentos de julho a fevereiro na safra 2024/25. Em relação às fontes de recursos do crédito rural, R$ 57,86 bilhões foram provenientes das Letras de Crédito do Agronegócio (LCAs, a taxa livre), fonte não controlada, ante R$ 127,82 bilhões de igual período da safra 2023/24. Mesmo com a queda entre os anos-safras, as LCAs se consolidaram como a principal fonte do crédito rural oficial no acumulado da safra 2024/25. Na sequência, aparecem os recursos obrigatórios respondendo por R$ 44,35 bilhões. Outros R$ 35,44 bilhões de julho de 2024 a fevereiro deste ano foram provenientes dos recursos livres equalizáveis. No Plano Safra 2024/25, o governo ofereceu R$ 76 bilhões para agricultura familiar, R$ 65,23 bilhões para médios produtores por meio do Pronamp e R$ 335,36 bilhões em recursos para demais produtores e cooperativas. Somando médios e grandes produtores, foram ofertados R$ 400,59 bilhões para a agricultura empresarial. [ad_2] Source link

JBS converte 36 milhões de litros de óleo usado em biodiesel

[ad_1] Criado para promover a educação ambiental e a economia circular, o programa Óleo Amigo, da JBS, coletou 11 milhões de litros de óleo de cozinha usados em 2024 para a produção de biocombustível – um crescimento de 154% em relação ao ano anterior, tendo como um dos principais fatores a expansão do projeto para Curitiba. O óleo é utilizado como insumo pela Biopower, da JBS, uma das maiores produtoras brasileiras de biodiesel. Ao longo dos 8 anos de existência do programa, foram coletados 36 milhões de litros de óleo de cozinha usado para correta destinação. A iniciativa resultou na preservação de 900 bilhões de litros de água, volume que abasteceria o equivalente a 36 milhões de caminhões-pipa com capacidade de 25 mil litros cada. Para se ter uma ideia, a quantidade seria capaz de abastecer a cidade de São Paulo por cerca de um ano e oito meses, com base em cálculo com dados da Sabesp e IBGE do consumo per capta e da população do município. Apenas em 2024, foram preservados 278 bilhões de litros de água. “Estamos não apenas combatendo a poluição, mas também orientando as pessoas sobre a importância do descarte responsável do óleo usado. Esses números são um reflexo claro de que estamos no caminho certo, semeando mudanças que vão gerar bons frutos para toda a sociedade”, destaca Alexandre Pereira, diretor comercial da Biopower. Atualmente, o programa atende as cidades de Lins (SP), Curitiba (PR) e Campo Verde (MT), impactando mais de 90 municípios nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Mato Grosso e Santa Catarina, com potencial de promover a educação ambiental para mais de 10 milhões de pessoas nessas regiões. “Além disso, por meio da compra do óleo de cozinha utilizado em estabelecimentos comerciais, escolas e instituições, o projeto acaba sendo uma fonte de renda para os parceiros do programa e pode ajudar a reduzir as despesas das cidades com saneamento básico, uma vez que, descartado corretamente, ajuda a diminuir a necessidade de ações de limpeza das redes de esgoto, promovendo um círculo virtuoso nos municípios onde o programa atua”, completa Pereira. De olho na educação O programa também se destaca por seu caráter educativo, envolvendo diretamente as crianças em atividades que reforçam a importância da destinação correta do óleo. Para ilustrar, são usados aquários para demonstrar o impacto do óleo na água, bloqueando a passagem do oxigênio e prejudicando o ecossistema. Desde 2016, o programa alcançou diretamente mais de 45 mil estudantes, de mais de 600 escolas, empresas e instituições. “Acreditamos que a educação é a chave para a transformação. Por isso, investimos em palestras e workshops para conscientizar a população, criando multiplicadores da mensagem ambiental em toda a sociedade”, comenta Pereira. Coleta de óleo prática e segura Para realizar as coletas, basta agendar por e-mail ou WhatsApp, por meio dos contatos: (41) 9 9226-5743 e [email protected] para a região de Curitiba, e (14) 9 9117-1660 e [email protected] para Lins e Campo Verde. Os produtos são retirados com caminhões e carros da empresa, em bares, restaurantes, escolas e outros locais geradores de óleo. “O Óleo Amigo é um exemplo de como ações simples podem gerar um impacto significativo na preservação ambiental, educando a sociedade enquanto contribui para um ciclo de reaproveitamento de recursos essenciais para o nosso planeta”, complementa o diretor comercial. Dentro do conceito de economia circular, a JBS aproveita 99% de cada bovino processado pela Companhia. Em aves e suínos, esse percentual é de 94%. Dos resíduos do processo produtivo do boi, além do biodiesel, são obtidos couro para revestimento de móveis, vestuário e acessórios, peptídeos de colágeno e gelatinas, além da fabricação de sabonetes e muitos outros produtos. Sobre a JBS A JBS é uma das maiores empresas de alimentos do mundo. Com uma plataforma diversificada por tipos de produtos (aves, suínos, bovinos e ovinos, além de plant-based), a Companhia conta com mais de 280 mil colaboradores, em unidades de produção e escritórios em países como Brasil, EUA, Canadá, Reino Unido, Austrália, China, entre outros. No Brasil, a JBS é uma das maiores empregadoras do país, com 158 mil colaboradores. No mundo todo, a JBS oferece um amplo portfólio de marcas reconhecidas pela excelência e inovação: Friboi, Seara, Swift, Pilgrim’s Pride, Moy Park, Primo, Just Bare, entre muitas outras, que chegam todos os dias às mesas de consumidores em 180 países. A empresa investe em negócios correlacionados, como couros, biodiesel, colágeno, higiene pessoal e limpeza, envoltórios naturais, soluções em gestão de resíduos sólidos, reciclagem e transportes, com foco na economia circular. A JBS conduz suas operações priorizando a alta qualidade e a segurança dos alimentos e adota as melhores práticas de sustentabilidade e bem-estar animal em toda sua cadeia de valor, com o propósito de alimentar pessoas ao redor do mundo de maneira cada vez mais sustentável. [ad_2] Source link

Bancos retomam financiamento equalizado do Plano Safra

[ad_1] Após o governo liberar R$ 4,178 bilhões em crédito extraordinário para operações de crédito oficial do Plano Safra, bancos que operam o crédito subsidiado na safra atual 2024/25 retomam as novas contratações de financiamentos com taxas equalizadas pelo Tesouro. A retomada ocorre após a suspensão temporária das contratações pelo Tesouro, que durou de 21 a 25 de fevereiro. Cerca de R$ 50 bilhões de recursos subsidiados do Plano Safra estavam bloqueados em virtude da suspensão das linhas. O Estadão Conteúdo procurou os bancos com maior volume de crédito equalizado na safra para confirmar o retorno das operações. Linhas subsidiadas do Plano Safra Na safra atual, R$ 138,235 bilhões em recursos foram equalizados pelo Tesouro. Ao todo 25 instituições financeiras estão aptas a operar os recursos subsidiados. Na semana passada, o Banco Central comunicou a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) que as contratações das linhas subsidiadas do Plano Safra já foram reativadas. O Banco do Brasil, que responde por 45% do crédito equalizado, informou que novas contratações com recursos equalizados foram normalizadas. O BB detém a maior fatia de crédito equalizado na safra, com R$ 60,185 bilhões. Deste montante, 65% já foi aplicado, segundo o banco. De acordo com o banco, durante o período em que houve a suspensão parcial, foram desembolsados R$ 2,2 bilhões nas demais modalidades de crédito disponíveis, o que inclui financiamentos de linhas equalizadas contratadas antes da suspensão. Atrás do BB, o BNDES tem o segundo maior volume de crédito disponível na safra atual, com R$ 33,486 bilhões. Em circular, o banco informou aos agentes que operam suas linhas a reabertura do protocolo de pedidos de financiamento e a retomada da contratação de novas operações de crédito rural subvencionadas do Plano Safra 2024/25 a partir de 6 de março, conforme a disponibilidade orçamentária de cada programa ou linha de financiamento. A medida não se restringe às linhas de custeio do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), nas quais os protocolos de financiamentos permanecem normalmente admitidos. Cooperativas e o Plano Safra Entre os bancos cooperativos, o Sicredi lidera em volume de crédito subsidiado, com R$ 9,836 bilhões. O banco informou à reportagem que o fluxo das suas operações de crédito rural equalizado não sofreu “impacto significativo”. “A normalidade foi retomada em dois dias úteis, assim que recebemos a liberação para voltar a operar em linhas equalizadas”, disse o Sicredi. Já alguns bancos privados ainda buscam se adaptar às normativas do Tesouro. “Há ajustes que precisam ser feitos para controle dos novos recursos, os quais estamos implementando e depois voltamos a contratar”, disse o diretor de uma instituição financeira. A expectativa era de finalizar os ajustes e retomar as operações na volta do feriado de carnaval. O Tesouro determinou que as novas contratações tenham apuração específica para cálculos de valores de equalização, devendo as instituições financeiras separarem os valores de financiamentos equalizados antes da suspensão e após a autorização da retomada das contratações. [ad_2] Source link

O que mais pesa na saúde do seu negócio?

[ad_1] A interação com micro e pequenos produtores rurais faz parte do DNA do projeto Porteira Aberta Empreender. É por meio do engajamento com agricultores e pecuaristas de todas as regiões do país que podemos trazer soluções práticas para os desafios diários daqueles que impulsionam o agronegócio e alimentam milhões de pessoas no Brasil e no mundo. Pensando nisso, todas as quintas-feiras, às 17h, o Porteira Aberta Empreender publica enquete na comunidade do Canal Rural, no YouTube. As opções mais votadas se tornam pautas, trazendo oportunidades aos desafios.  O Porteira Aberta perguntou e vocês responderam: Entre os participantes da enquete, a maior preocupação dos produtores, apontada por 45% dos respondentes, são as dívidas. Em seguida, 30% destacaram o custo dos insumos agrícolas e da ração, enquanto 20% mencionaram a instabilidade no fluxo de caixa. Outros fatores foram citados por 5% dos participantes. Na opção “outros”, alguns produtores compartilharam suas experiências e sugeriram soluções para enfrentar os desafios financeiros no campo. Dentre os comentários, destacam-se: Essas sugestões reforçam a importância de buscar estratégias eficientes para garantir a sustentabilidade financeira dos negócios rurais. Cuide da saúde financeira do seu negócio De acordo com a Agência Sebrae de Notícias, para que um pequeno negócio seja financeiramente saudável, organização e planejamento são essenciais. Em tempos de incerteza, essa questão se torna ainda mais relevante. O Sebrae também destaca que um negócio bem estruturado tem mais chances de superar dificuldades e se manter competitivo no mercado. Pensando nisso, a instituição elencou seis dicas essenciais para fortalecer a saúde financeira da sua empresa. Confira: 1. Organize-se Escrever as informações que demandam mais atenção em uma folha ou em um bloco de notas on-line torna esses dados reais e palpáveis, possibilitando resoluções mais claras e objetivas. 2. Classifique despesas e enxugue gastos Faça um levantamento de todas as despesas da empresa, das menores às maiores. Com o mapeamento em mãos, classifique-as em duas categorias: as que são essenciais e as que podem ser eliminadas.  3. Evite gastos exorbitantes A empresa mostra-se controlada financeiramente quando gastos com folhas de pagamento ficam entre 30% e 40% do faturamento. Ao analisar essas informações, não esqueça que o gestor deve sempre manter um fundo de reserva para demissões e custos previsíveis, como 13º salário, férias, entre outros. 4. Lembre-se de que estoque é dinheiro parado Se esse é o caso do seu empreendimento, visite seu estoque, veja o que tem disponível e faça promoções ou alguma ação direcionada para a venda desses itens. O mesmo vale para insumos e rações compradas em mais quantidade que o necessário. 5. Separe as verbas pessoais das empresariais A separação da gestão financeira é fundamental e deve ser feita logo no início do empreendimento. 6. Pense no futuro Pense em metas a médio e longo prazo para a sua empresa e questione-se onde você se vê profissionalmente daqui a dez anos. [ad_2] Source link

Calor não dá trégua e termômetros beiram os 40° C nesta quarta-feira

[ad_1] A quarta-feira será com predomínio de sol e calor em grande parte do Brasil. Há condições para pancadas de chuva entre o meio da tarde e o começo da noite em algumas regiões. No estado de São Paulo, as pancadas serão localizadas e não se estendem por muito tempo, mas podem vir acompanhadas por raios. Destaque para o calorão acima de 34 °C no noroeste paulista – no Rio Grande do Sul, termômetros ultrapassam os 36° C. Segundo a Climatempo, a onda de calor persiste até domingo e mantém temperaturas elevadas, não apenas em São Paulo, mas também em diversas partes do país; confira como fica o tempo na sua região: No Sul, onda de calor persiste O tempo segue firme e ensolarado na maior parte do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, com temperaturas elevadas. Destaque para o vento, com rajadas entre 51 e 70 km/h entre o Chuí e Torres (RS). Porto Alegre pode ultrapassar os 36°C, sem previsão de chuva. Já em Florianópolis, há possibilidade de pancadas rápidas à tarde. No Vale do Itajaí e no Paraná, as chuvas ocorrem no fim do dia devido ao calor e à umidade, espalhando-se por todo o estado. A chuva perde força no Espírito Santo, mas ainda há previsão de pancadas no litoral. No Vale do Rio Doce, norte do Rio de Janeiro e interior paulista, pode chover à tarde, com chance de pancadas mais intensas. No entanto, as capitais Rio de Janeiro e Belo Horizonte continuarão ensolaradas, com muito calor e sem previsão de precipitação. Centro-Oeste As instabilidades seguem ativas, com chuva ao longo do dia em Mato Grosso e no centro-oeste de Mato Grosso do Sul. Para Goiás e o Distrito Federal, o tempo segue firme, sem previsão de chuva. Cuiabá permanece em alerta para chuvas de moderada a forte intensidade. Campo Grande, Goiânia e Brasília terão um dia ensolarado, com pouca chance de chuva e calor. Nordeste A chuva continua intensa no Maranhão, Ceará e Rio Grande do Norte, devido à Zona de Convergência Intertropical (ZCIT). São Luís, Teresina, Fortaleza e Natal seguem em alerta. No litoral, entre Maceió e Salvador, os ventos oceânicos favorecem chuvas passageiras. No interior, o tempo seco predomina. Norte As instabilidades seguem presentes, com previsão de chuva ao longo do dia no Amazonas, Acre, Rondônia, Pará e Amapá, com alerta para temporais. Destaque para a faixa leste do Amazonas, região norte do Pará e sul do Amapá, onde há previsão de tempestades (temporais + chuva volumosa). As capitais dessas áreas podem registrar chuvas intensas. Em Roraima, o tempo se mantém mais estável, sem previsão de chuva em Boa Vista. [ad_2] Source link

Nova forrageira de alta produtividade é aposta para integração lavoura-pecuária

[ad_1] Uma nova cultivar de ervilhaca, a URS BRS Presilha, chega ao mercado com potencial para transformar os sistemas de integração lavoura-pecuária (ILP) no Brasil. Desenvolvida pela Embrapa, Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e Associação Sul-brasileira para o Fomento de Pesquisa em Forrageira (Sulpasto), a leguminosa se destaca pela alta produtividade, resistência e benefícios ao solo. O lançamento oficial da cultivar ocorrerá durante a Expodireto Cotrijal 2025, entre 10 e 14 de março, em Não-Me-Toque (RS). A URS BRS Presilha é uma leguminosa anual de clima temperado, o que a torna uma opção estratégica para rotação de culturas em sistemas integrados. Segundo Daniel Montardo, pesquisador da Embrapa Pecuária Sul, ela foi desenvolvida para superar desafios enfrentados pelos produtores que relutavam em investir em espécies perenes, devido à necessidade de rotação anual das pastagens com culturas agrícolas. Forrageira de alta produtividade e adaptação De acordo com a Embrapa, a nova forrageira se destaca por sua capacidade de adaptação a diferentes condições de cultivo. Com sementes maiores que outras leguminosas forrageiras de clima temperado, a ervilhaca facilita a implantação e distribuição das sementes, podendo ser semeada diretamente em áreas de pastagens perenes, como tifton e braquiárias. De acordo com Miguel Dall’Agnol, professor da UFRGS e um dos responsáveis pelo desenvolvimento da cultivar, a URS BRS Presilha pode ser utilizada tanto em pastagens de inverno quanto em rotação com culturas agrícolas. “Ela apresenta alto rendimento quando consorciada com aveia e azevém, além de ser uma excelente opção para cobertura verde do solo”, destaca. Além disso, a leguminosa pode ser incorporada em áreas de fruticultura, protegendo o solo com sua palhada resistente e promovendo a fixação de nitrogênio, essencial para a melhoria da fertilidade. Benefícios ambientais e nutricionais A sustentabilidade da URS BRS Presilha é um dos seus principais diferenciais. A planta possui alta capacidade de fixação de nitrogênio atmosférico, reduzindo a necessidade de fertilizantes químicos e promovendo um solo mais saudável. Sua resistência a déficits hídricos também contribui para o cultivo em diferentes condições climáticas. Outro benefício, de acordo com os pesquisadores, é a redução do risco de timpanismo (excesso de gases no sistema digestivo dos animais), comum em algumas leguminosas forrageiras. Esse fator aumenta a segurança da alimentação do gado e melhora o desempenho na pecuária. Segundo Claudio Lopes e Cesar Grinke, representantes da Sulpasto, a nova cultivar oferece maior produtividade, qualidade nutricional e adaptação às condições da região Sul. “Há um grande espaço para a ervilhaca no mercado, e a Presilha chega com diferenciais que garantem mais qualidade e melhor desempenho no campo”, afirma . Para Montardo, a introdução da URS BRS Presilha representa um avanço para o setor. “O lançamento de uma nova variedade atende a uma demanda real dos produtores, oferecendo benefícios ambientais, nutricionais e produtivos”, afirma. Foto: Daniel Montardo/Embrapa [ad_2] Source link

Mapa se manifesta após China cancelar importação de carnes de frigoríficos brasileiros

[ad_1] Após a China anunciar uma suspensão temporária de carnes de três frigoríficos do Brasil, o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) publicou uma nota, no final da tarde desta terça-feira (4), se manifestando sobre o cancelamento. De acordo com a pasta, as três empresas envolvidas – JBS em Mozarlândia (Goiás), uma da Frisa em Nanuque (Minas Gerais) e uma da Bon Mart em Presidente Prudente (São Paulo) – já foram notificadas e estão adotando medidas corretivas para atender às exigências da Administração-Geral de Aduanas da China (GACC). “Hoje, o Brasil tem 126 plantas frigoríficas habilitadas. Quando nós assumimos, tínhamos 12 plantas suspensas. Nós retomamos essas 12 e abrimos mais 43, das 55 desse total de 126. Então, não é coerente que três plantas suspensas impactem a relação comercial”, explicou o ministro Carlos Fávaro. GACC realizou auditorias remotas em três estabelecimentos exportadores de carne bovina do Brasil, dois da Argentina, um do Uruguai e um da Mongólia, este último referente às carnes bovina e ovina. A China é o principal destino da exportação de carne bovina brasileira, e as exportações favorecem o mercado nacional. “Os cortes exportados são diferentes, então isso favorece, inclusive, a formação de preço aqui dentro do Brasil. São produtos que vendem muito pouco aqui ou que possuem menor valor comercial, em função dos diferentes padrões de consumo. O fato de estarmos exportando é bom para a formação do todo”, disse ainda o ministro Fávaro. Abiec trabalha para o retorno das exportações de carnes A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec) afirma que atua em parceria com o Mapa, segue em diálogo com as autoridades competentes “para garantir a rápida resolução da questão”. A entidade encerra a nota dizendo que “o Brasil reafirma sua confiança na robustez do controle sanitário nacional, conduzido pelo Mapa, e segue trabalhando ativamente para solucionar os questionamentos apresentados com celeridade, garantindo a segurança e qualidade da carne bovina exportada”. [ad_2] Source link

China habilita empresas brasileiras para exportação de gergelim

[ad_1] Maior parceiro comercial do Brasil, a China continua a ampliar os negócios e habilitou as primeiras 21 empresas brasileiras para exportação de gergelim. O país asiático, grande importador global do produto, responde por 38,4% do consumo mundial da semente. A informação foi divulgada hoje (4) pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). Segundo a pasta, a autorização demonstra o potencial como um mercado estratégico para o agronegócio brasileiro. “A conquista desse mercado aconteceu no final de 2024, em visita do Presidente chinês Xi Jinping ao Brasil, todavia, a liberação das empresas exportadoras só foi oficializada na última semana, em um processo normal de acreditação das empresas”, publicou o Mapa. Produção de gergelim Atualmente, o Brasil ocupa a sétima posição no ranking mundial de exportação de gergelim, representando 5,31% do comércio global. Os principais estados produtores do país são Mato Grosso, Goiás, Pará e Tocantins. Segundo o Mapa, Bahia, Minas Gerais, Maranhão e Rondônia apresentam grande potencial de crescimento na cultura. Potencial de crescimento do gergelim Em 2023, a China importou US$ 1,53 bilhão deste produto. No Brasil, a semente vem ganhando espaço como opção de segunda safra, contribuindo para a diversificação e expansão do agronegócio nacional [ad_2] Source link