Grupo alimentício obtém financiamento de R$ 150 mi do BNDES para produção de biogás

[ad_1] O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou financiamento de R$ 150 milhões com recursos do Fundo Clima para o Grupo Piracanjuba. De acordo com a companhia, o valor será destinado para a implantação de quatro Estações de Tratamento de Efluentes Industriais (ETEs) com produção de biogás nas unidades de Araraquara (SP), Três Rios (RJ), Carazinho (RS) e São Jorge d’Oeste (PR). Os recursos também serão destinados para substituir caldeiras que atualmente consomem combustível fóssil nas duas primeiras unidades citadas. O grupo espera que os projetos transformem a gestão de resíduos líquidos em uma fonte valiosa de energia limpa. “A captação do biogás poderá evitar a emissão de 152,7 mil toneladas de CO equivalente (COe) por ano, logo que as plantas atingirem seus máximos de produção”, diz o Grupo Piracanjuba, em nota. Além de evitar emissões, a companhia espera que as ETEs elevem a eficiência das plantas, melhorem os controles operacionais e a reduzam custos. “As plantas de biogás, tão logo atinjam seus máximos de produção, terão o potencial de gerar cerca de 11,7 milhões Nm de biogás por ano”, diz a empresa. Transição energética O BNDES informa que todas as intervenções presentes no projeto aprovado têm como finalidade a descarbonização, a redução na geração de resíduos sólidos e a substituição decombustíveis fósseis por renováveis como fonte de energia da empresa. “Objetivos que integram a política de transição energética do governo do presidente Lula e que são possíveis a partir do Novo Fundo Clima, que destinou R$ 10 bilhões a projetos com essa finalidade em 2024”, cita o presidente do banco, Aloizio Mercadante. [ad_2] Source link
Pacote de medidas do governo desestimula a produção rural brasileira, diz SRB

[ad_1] Soluções paliativas que não corrigem profundamente os gargalos da produção agropecuária e terão efeitos negativos no médio e longo prazo. É assim que a Sociedade Rural Brasileira (SRB) definiu o pacote de medidas anunciado pelo Governo Federal nesta quinta-feira (6) a fim de conter a alta dos preços dos alimentos. Para a entidade, a produção interna é suficiente para o abastecimento do país e, portanto, a redução das tarifas de importação é ineficaz. “Não temos problemas com a oferta de produtos. O Brasil é um dos maiores e mais competitivos produtores de grãos e proteínas do mundo. Portanto, mesmo com alíquota zero, dificilmente os produtos importados chegarão a preços inferiores aos praticados internamente”, diz a nota. ‘Produtor rural não é o culpado’ A SRB ressalta que o produtor rural brasileiro não é o culpado pelo aumento dos preços dos alimentos. “Entre ele e o consumidor final há uma longa cadeia de intermediários – como tradings, indústrias, distribuição e varejo -, que agregam custos significativos aos alimentos.” Apesar disso, na visão da entidade, o produtor rural será o maior prejudicado pela isenção de tarifas de importação, uma vez que essa medida desestimula a produção nacional e afeta diretamente a sua rentabilidade. “O verdadeiro problema está no alto custo de produção, influenciado pelo aumento nos preços de insumos, energia, mão de obra e transporte, que incide em toda cadeia de alimentos. Também no ‘Custo Brasil’, que representa um dos principais entraves ao crescimento econômico do país, englobando problemas estruturais, burocráticos, trabalhistas e tributários que impactam diretamente a competitividade nacional”, diz trecho da nota. Fortalecimento da produção nacional A Sociedade Rural Brasileira destaca, ainda, que diferentemente de importar alimentos, é preciso fortalecer a capacidade produtiva do país, garantindo crédito acessível para a safra 2025/26, com taxas de juros adequadas e recursos suficientes para que os produtores possam manter sua produção com competitividade. A nota também prega por maior controle fiscal para reduzir a inflação e os juros, além de políticas de incentivo ao crédito rural e à redução dos custos de produção, bem como investimentos em infraestrutura logística. [ad_2] Source link
Expedição Soja Brasil chega ao estado de MT

[ad_1] A equipe da Expedição Soja Brasil chegou ao estado de Mato Grosso. No último episódio, foi destacado como a combinação estratégica de cultivares adaptadas e maquinário inteligente tem sido fundamental para ajudar os produtores a superar os desafios impostos pelos impactos climáticos. A região, que é um dos maiores polos produtores de soja do Brasil, tem se destacado pelas inovações tecnológicas que garantem maior eficiência e sustentabilidade na produção. Confira a reportagem completa no episódio 31 do Soja Brasil. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 Avanço na produção de soja A genética avançada, com cultivares mais produtivas e resistentes a doenças, pragas e adversidades climáticas, tem sido uma das principais estratégias adotadas pela pesquisa na soja. O uso de biotecnologia e o desenvolvimento de sementes transgênicas têm ajudado a reduzir a necessidade de defensivos químicos, aumentando a resistência das plantas e, consequentemente, a produtividade. Com essas adaptações, a soja produzida hoje pode atingir até 90 sacas por hectare, um avanço em relação ao passado, quando o rendimento era muito inferior. A evolução da soja, com variedades que podem ser colhidas em 100 a 105 dias, tem possibilitado que a produção alcance 80 a 90 sacas por hectare. Os produtores destacam que, sem as tecnologias implementadas nos cultivares e nas máquinas, seria impossível alcançar esses resultados e acompanhar as exigências do mercado. Tecnologia Além do melhoramento genético das sementes, o avanço tecnológico nos maquinários agrícolas tem sido fundamental para minimizar perdas e garantir agilidade nas operações de campo. A tecnologia embarcada nos veículos agrícolas permite que os produtores operem com maior precisão e rapidez, o que é crucial para garantir uma janela favorável para a segunda safra. Com o maquinário moderno, é possível realizar colheitas mais eficientes, mesmo quando o tempo para as operações é mais curto. A alta tecnologia ajuda no planejamento de curto prazo, proporcionando uma gestão mais eficiente e permitindo que os produtores alcancem altas produtividades em uma janela muitas vezes mais estreita. Soja Brasil apura o clima em MT Em 2025, o clima desempenhou um papel importante no desenvolvimento da soja, oferecendo condições favoráveis durante grande parte do ciclo. No entanto, mudanças nas condições climáticas no final da safra afetaram alguns produtores, com soja plantada a 122 dias e colheita prevista para ocorrer mais tarde do que o normal. Além disso, o clima continua sendo um fator crucial para a produção tanto da soja quanto do milho, que ocupa a segunda safra. A previsão para os próximos dias indica chuvas volumosas no Centro-Norte de Mato Grosso, que podem ultrapassar os 100 mm em 5 dias. Embora essas chuvas possam atrasar os trabalhos em campo, elas são benéficas para o desenvolvimento do milho. Previsão do tempo De 11 a 15 de março, as chuvas em MT devem continuar volumosas até a segunda quinzena de março, especialmente na região produtora de Sorriso, onde se espera que os volumes de chuva ultrapassem os 200 mm. Isso pode atrapalhar os trabalhos em campo, mas também é uma umidade bem-vinda para o milho da segunda safra. [ad_2] Source link
Comercialização da soja ultrapassa 40% da produção estimada

[ad_1] A comercialização da safra 2024/25 de soja do Brasil já envolve 42,4% da produção projetada, de acordo com o relatório da consultoria Safras & Mercado, com dados coletados até o dia 7 de março. No relatório anterior, referente ao dia 7 de fevereiro, esse percentual era de 39,4%. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 Comparado com o mesmo período do ano passado, a comercialização da soja registrava 36,6%, enquanto a média de cinco anos para o mesmo período era de 48,8%. Com a safra estimada em 174,88 milhões de toneladas, aproximadamente 74,12 milhões de toneladas de soja já foram negociadas até o momento. Esse aumento nas negociações indica uma aceleração no ritmo de comercialização, sinalizando que produtores e traders estão aproveitando a oportunidade para vender a soja a preços favoráveis. A maior parte das transações ocorre em função das previsões de mercado, da demanda externa e das condições climáticas que impactam diretamente a produtividade da safra. A expectativa de bons resultados de colheita tem incentivado a antecipação das vendas. Esse comportamento no mercado reflete a interação entre as condições internas e as variáveis externas que afetam a commodity, como a dinâmica dos preços globais e a competitividade do Brasil no comércio internacional. A comercialização também pode ser vista como uma tentativa de garantir a fluidez do escoamento da produção, com os produtores buscando otimizar o retorno financeiro antes de possíveis flutuações nos preços. [ad_2] Source link
Zerar imposto de importação não vai prejudicar produção local, afirma Alckmin

[ad_1] O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Geraldo Alckmin, afirmou que a decisão de zerar a alíquota de importação de alguns produtos não deve prejudicar produtores locais. Em sua avaliação, não haverá prejuízo ao produtor, mas benefício ao consumidor. Estamos complementando, diz Alckmin “Nós estamos num momento onde você reduzir o imposto de importação ajuda a reduzir o preço. Nós não vamos, não está substituindo, você está complementando”, afirmou Alckmin em coletiva de imprensa nesta quinta-feira (6), para anunciar medidas para conter a inflação dos alimentos. Alckmin citou produtos que o Brasil depende de importação, como óleo de palma e azeite. Segundo ele, a produção nacional dos dois produtos é muito pequena. “Agora, tem custos para você importar”, afirmou. Em coletiva, o vice-presidente Geraldo Alckmin, ao lado do ministro da Agricultura e Pecuária (Mapa), Carlos Fávaro, destacou que café, açúcar, milho, óleo de girassol, óleo de palma, sardinha e massas alimentícias terão alíquota de importação zerada. Menos arrecadação De acordo com o vice-presidente, as medidas precisam passar pela Câmara de Comércio Exterior (Camex) e tendem a entrar em vigor “em poucos dias”, além de fazerem parte de um pacote de outras futuras ações. “O governo está abrindo mão de imposto em favor da redução de preço”, disse. Assim, a União deixará de arrecadar, no caso da carne, alíquota de 10,8%; do café de 9%; do açúcar de 14% e do milho de 7,2%. [ad_2] Source link
Abiec aprova as medidas para baixar os preços anunciadas pelo governo

[ad_1] O presidente da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), Roberto Perosa, acompanhou, ao longo desta quinta-feira (6), as reuniões sobre as tratativas em torno dos preços dos alimentos. Ontem, o governo anunciou medidas para tentar reduzir os preços dos alimentos aos consumidores. Entre as ações, o café, o açúcar, o milho, o óleo de girassol, o óleo de palma, a sardinha e as massas alimentícias terão a alíquota de importação zerada. Após o encontro, Perosa gravou um vídeo afirmando que a entidade apoia as medidas e que o setor da indústria da carne bovina acompanha as ações com atenção. De acordo com o presidente da Abiec, o setor já apresenta retração em seus preços, um compromisso com o povo e o governo brasileiro. “Nós acompanhamos a reunião a tarde toda, estamos de acordo com as medidas que foram tomadas e seguiremos apoiando as medidas que possam beneficiar toda a população brasileira”, afirmou. Para que possam entrar em vigor, as ações precisam passar pela Câmara de Comércio Exterior (Camex). Dessa forma, a União deixará de arrecadar, no caso da carne, alíquota de 10,8%; no caso do café, de 9%; no caso do açúcar, de 14%; e no caso do milho, de 7,2%. Além de zerar a alíquota de importação, o governo informou a ampliação do Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (SISBI-POA), que permitirá que leite, mel, ovos e carnes sejam registrados. Segundo o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, a meta é aumentar de 1.550 para 3.000 os registros no sistema, o que pode trazer mais competitividade e redução de custos no setor de proteína animal. Sobre a Abiec A Abiec reúne 43 empresas do setor no país, responsáveis por 98% da carne negociada para mercados internacionais. Atualmente, o Brasil exporta cerca de 25% da carne bovina produzida no país, que é negociada para centenas de países em todo o mundo, seguindo rigorosos padrões para atender às demandas do mercado. [ad_2] Source link
Medidas do governo para baixar os preços são inócuas, diz presidente da Farsul

[ad_1] Inócua! Essa é a opinião do 2º vice-presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e presidente da Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul), Gedeão Silveira Pereira, sobre as medidas anunciadas ontem (6) pelo governo federal para tentar diminuir os preços dos alimentos. Entre as ações sinalizadas, após reunião com representantes do setor produtivo nesta quinta-feira (6), está a zeragem das tarifas de importação para produtos como carne, café, açúcar, milho, óleo de girassol, óleo de palma, sardinha e massas alimentícias. Preços competitivos “O Brasil é o maior produtor global de boa parte desses produtos. O país é o maior exportador mundial de carne bovina, maior exportador de carne de aves, um grande exportador de carne suína, maior exportador de café, maior exportador de açúcar e um grande exportador de milho. Se somos grandes exportadores, é porque nossos preços são muito competitivos, o que indica que temos preços muito razoáveis no mercado interno”, disse. Sobre os demais produtos (óleo de girassol, óleo de palma, sardinha e massas alimentícias), Gedeão acredita que esses itens não têm muito impacto sobre a inflação no Brasil. “O que está acontecendo, e já foi anunciado por muitos economistas que isso ocorreria, é que a inflação não é causada pelos alimentos, pois a demanda foi quem cresceu muito, enquanto a oferta segue estabilizada. Não está faltando alimento nas gôndolas dos supermercados. O que está ocorrendo é uma inflação generalizada”, afirmou. Sobre as carnes Gedeão também explicou que, se o Brasil fosse importar carnes, elas viriam de países vizinhos, como Argentina e Uruguai, que já possuem tarifa zero devido ao acordo do Mercosul. “Na nossa opinião, isso é absolutamente inócuo. Achamos que o governo está bastante perdido, quando, na verdade, falta responsabilidade fiscal. As taxas de juros serão elevadas para combater a inflação, porque a gastança continua!”, destacou. Escalada de preços Por fim, o 2º vice-presidente da CNA critica o governo em relação a políticas como o incentivo ao uso do crédito por parte das pessoas. “O que está faltando é o governo se comprometer em não colocar mais dinheiro no mercado e, justamente, está colocando no consumo, inclusive endividando as famílias com o aumento do crédito, caso isso venha a ocorrer”, finalizou. [ad_2] Source link
Genética e tecnologia impulsionam produção de leite em Mato Grosso

[ad_1] A Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf) de Mato Grosso (MT) tem impulsionado a produtividade do rebanho leiteiro por meio de um programa de melhoramento genético que já alcançou mais de dois mil pequenos e médios produtores. A iniciativa envolve a doação de sêmen, a transferência de embriões e a entrega de novilhas prenhas, permitindo acesso a genética de alto padrão. Desde o início do programa, em 2020, foram distribuídas 28 mil doses de sêmen convencional e sexado das raças Holandesa, Girolando ¾, Girolando ⅝, Gir e Jersey. O material genético beneficiou cerca de 1,4 mil produtores, garantindo a inseminação de fêmeas com características produtivas superiores. Além da inseminação artificial, a transferência de embriões tem sido uma ferramenta essencial para a rápida evolução genética do rebanho leiteiro no estado. Desde o início do programa, foram entregues 3.178 prenhezes da raça Girolando meio-sangue, todas sexadas para fêmeas. Nos próximos meses, mais 1.029 prenhezes devem ser distribuídas, ampliando o impacto da iniciativa. Até agora, 780 produtores já foram beneficiados com essa tecnologia. A médica veterinária Angela Kohl, responsável pelo projeto, destaca os resultados positivos da técnica. “A transferência de embriões tem proporcionado um aumento de 200% na produção de leite acima da média estadual, com novilhas alcançando até 15 litros de leite por dia”, explica Kohl. Além disso, a tecnologia reduz significativamente o tempo necessário para o melhoramento do rebanho, permitindo que pequenos e médios produtores tenham acesso a animais mais produtivos sem investimentos elevados em genética importada. Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp Outro pilar do programa foi a entrega de novilhas prenhas para os produtores. Desde 2022, foram repassadas 177 fêmeas, com a exigência de que cada cooperativa ou associação participante do projeto forneça uma contrapartida equivalente: para cada novilha recebida, outra deve ser entregue ao projeto. Desta forma, o número total de animais disponibilizados chegou a 354, ampliando o acesso à genética de qualidade. Além do melhoramento genético, a cadeia leiteira participante também recebeu investimentos para garantir a armazenagem e o transporte adequados do leite. O uso de biotecnologia, aliado ao suporte técnico e investimentos em infraestrutura, promete transformar a realidade dos produtores e impulsionar ainda mais a produção de leite no estado. Quer saber mais sobre melhoramento genético para o rebanho leiteiro? Então, acompanhe as novidades no site do Canal Rural/ Empreendedorismo um jeito fácil para você adquirir conhecimento e aprender a empreender de forma segura e responsável. Participe enviando dúvidas, sugestões e compartilhando sua história de empreendedorismo rural pelo nosso WhatsApp. . [ad_2] Source link
FPA contesta estratégia do governo para reduzir preço dos alimentos

[ad_1] A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) criticou as medidas anunciadas pelo governo federal para conter a alta dos preços dos alimentos. Em nota oficial divulgada nesta sexta-feira (7), a entidade classificou as ações como “pontuais e ineficazes”, argumentando que o principal fator inflacionário não é a oferta de alimentos, mas sim o desequilíbrio fiscal, que impacta diretamente os custos de produção no Brasil. Entre as medidas anunciadas pelo governo está a zeragem das tarifas de importação para produtos como carne, café, açúcar, milho, óleo de girassol, óleo de palma, sardinha e massas alimentícias. Segundo o vice-presidente Geraldo Alckmin, as ações fazem parte de um pacote para tentar reduzir o preço dos alimentos ao consumidor. No entanto, a FPA contesta a estratégia do governo e afirma que o real impacto na inflação será sentido com a colheita da safra brasileira nos próximos meses. Para os parlamentares do agro, não é repassando aos produtores rurais o custo do desajuste fiscal que será possível garantir preços mais baixos para os alimentos. Críticas à falta de apoio à produção nacional Outro ponto questionado pela FPA é a decisão do governo de zerar impostos para produtos importados sem garantir um reforço ao apoio da produção nacional. A entidade ressalta que, em vez de favorecer importações, seria mais eficaz incentivar políticas de crédito e financiamento para os produtores brasileiros. Diante disso, a FPA reforça a necessidade de iniciar as tratativas para o Plano Safra 2025/26, garantindo recursos suficientes, juros adequados e acesso pleno aos produtores rurais. Além disso, os parlamentares do agro ainda aguardam um posicionamento do governo sobre medidas estruturantes de curto e médio prazo, apresentadas pelo setor produtivo no fim de janeiro ao Ministério da Fazenda e à Casa Civil. Outras medidas anunciadas pelo governo Além da redução das tarifas de importação, o governo também anunciou a ampliação do Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (SISBI-POA), permitindo que leite, mel, ovos e carnes inspecionados em municípios e estados possam ser vendidos em todo o país. A meta é aumentar o número de registros no sistema de 1.550 para 3.000, o que, segundo o Ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, traria mais competitividade e redução de custos no setor de proteína animal. Apesar das iniciativas, o setor agropecuário segue cobrando soluções de longo prazo e um diálogo mais efetivo com o governo para garantir estabilidade econômica e segurança para os produtores rurais. [ad_2] Source link
Calor excessivo permite temporais em apenas duas regiões do país; veja a previsão de hoje

[ad_1] O calorão que domina o Brasil tem permitido apenas pancadas de chuva em algumas áreas. Contudo, estados de Norte e Nordeste conseguem fugir à regra com previsão de temporais. Veja como fica o tempo nesta sexta-feira (7): Sul O sol predomina ao longo do dia nos três estados do Sul, com temperaturas elevadas devido à atuação da massa de ar quente. No entanto, há previsão de pancadas de chuva pontuais na região central do Rio Grande do Sul, no leste de Santa Catarina e no oeste do Paraná, principalmente no final da tarde, devido ao calor excessivo. Sudeste O tempo será firme e quente nos quatro estados, com o sol predominando na maior parte do dia. No Rio de Janeiro e Espírito Santo, a circulação de umidade do oceano para o continente favorece pancadas isoladas de chuva entre a tarde e à noite. Centro-Oeste O sol predomina na maior parte da região, com destaque para Mato Grosso do Sul, Goiás, Distrito Federal e a faixa leste de Mato Grosso, onde há previsão de pancadas de chuva muito pontuais devido ao calor intenso. Na faixa central e oeste de Mato Grosso, o tempo será mais instável, com algumas aberturas de sol e previsão de chuva na parte da tarde e noite. Nordeste A chuva segue presente principalmente nos estados da costa norte devido à migração da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT). Maranhão, Piauí, Ceará e Rio Grande do Norte terão um dia com chuva persistente e possibilidade de temporais. No litoral leste, entre a Paraíba e a Bahia, há previsão de pancadas passageiras, enquanto no interior nordestino o tempo seco predomina. Norte A instabilidade continua, com previsão de chuva no Acre, em Rondônia, no Amazonas, Pará e Amapá, com alerta para temporais. Em Roraima, o sol predomina na faixa centro-norte do estado, mas há alerta para chuvas fortes na faixa sul. No Tocantins, a faixa oeste fica em alerta para temporais, enquanto no leste do estado o sol predomina na maior parte do dia, com previsão de pancadas isoladas à tarde e à noite. [ad_2] Source link