Oferta doméstica de carne bovina é recorde no começo de 2025

[ad_1] A disponibilidade interna de carne bovina no início deste ano foi recorde. Segundo estimativas realizadas pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), a soma de janeiro e fevereiro pode ter superado em 10% o volume do primeiro bimestre de 2024 e em 38% o de dois anos atrás. Pesquisadores do Cepea destacam que, mesmo com toda a quantidade a mais, resultante do aumento da produção, o preço médio da carcaça com osso no atacado da Grande São Paulo esteve 25% maior que no começo do ano passado – valor deflacionado pelo IGP-DI. O preço do boi gordo (Indicador Cepea/Esalq São Paulo), no mesmo comparativo, avançou 23%. As exportações também evoluíram. No comparativo de bimestres (considerando-se estimativa do Cepea para parte de fevereiro/25), o volume sobe por volta de 6% sobre o começo de 2024 e 33% sobre o início de 2023. Carne resiliente Segundo analistas do Centro de Pesquisa, esses números mostram, simultaneamente, a força produtiva da pecuária nacional e a resiliência da carne bovina no cardápio do brasileiro, explicada em boa parte pela baixa taxa de desemprego. Em janeiro, especificamente, a disponibilidade interna de carne bovina atingiu o máximo histórico, segundo cálculos do Cepea. Já para fevereiro, estima-se diminuição de quase 9% em comparação a janeiro, justificada pela redução dos abates no mês. Em relação a um ano atrás, no entanto, o Cepea projeta crescimento de cerca de 7%. [ad_2] Source link

Rodovia que atravessa 12 estados tem o diesel mais caro do país

[ad_1] Rodovia com extensão de 4.765 km e que atravessa 12 estados, do Rio Grande do Sul ao Rio Grande do Norte, a BR-101 é a que apresentou os maiores preços médios para ambos os tipos de diesel, para a gasolina e o etanol durante o mês de fevereiro. O dado provém do mais recente Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL), levantamento que consolida o comportamento de preços das transações nos postos de combustíveis. A pesquisa foi feita em comparação com a Régis Bittencourt, Presidente Dutra e Fernão Dias, que figuram entre as principais rodovias brasileiras (veja detalhes na tabela abaixo). Na BR-101, o diesel comum foi encontrado em média por R$ 6,42, alta de 1,90% em relação à média de janeiro, e o S-10, por R$ 6,55, aumento de 2,66% na mesma comparação. Já a gasolina foi comercializada a R$ 6,55 (alta de 2,66%), e o etanol a R$ 4,91 (aumento de 3,59%). “Segundo a última análise do IPTL, referente a fevereiro, a BR-101 registrou os preços médios de combustíveis mais caros entre as rodovias verificadas, e os maiores aumentos na comparação com as médias de janeiro para o etanol e a gasolina, o que pode ser explicado a partir de alguns fatores característicos da rodovia, como a maior distância dos grandes centros de refino e distribuição”, analisa o diretor-geral de Mobilidade da Edenred Brasil, Douglas Pina. Onde o diesel é mais barato? Entre as menores médias, o diesel mais barato foi identificado pelo IPTL na Fernão Dias: R$ 6,25 de preço médio para o tipo comum, ainda que o valor represente uma alta de 4,87% em relação a janeiro, e R$ 6,37 (aumento de 4,26%) para o S-10. Já a gasolina que “poupa” mais o bolso do motorista foi registrada nas bombas de abastecimento da Presidente Dutra, a R$ 6,22 (+0,65%). Já quem passou pela Régis Bittencourt durante fevereiro encontrou o etanol com a média mais baixa, se comparado às demais rodovias, com valor de R$ 4,35 o litro, alta de 2,11% contra a média da mesma rodovia em janeiro. [ad_2] Source link

Quebradeiras de coco e cientistas criam hambúrguer de babaçu e farinha inovadora

[ad_1] A união entre conhecimento científico e saberes tradicionais resultou em dois novos produtos inovadores à base de babaçu, desenvolvidos na Amazônia maranhense. O hambúrguer vegetal de babaçu e a farinha de amêndoas foram criados a partir da colaboração entre cientistas e quebradeiras de coco, agregando valor nutricional, sustentabilidade e inovação tecnológica. O projeto, desenvolvido pela Embrapa Maranhão, Embrapa Agroindústria Tropical, Universidade Federal do Maranhão (UFMA) e Universidade Federal do Ceará (UFC), contou com a participação ativa de cooperativas e associações de mulheres quebradeiras de coco do Maranhão. A iniciativa tem como objetivo valorizar o trabalho das quebradeiras, diversificar os usos do babaçu e impulsionar a bioeconomia local, aproveitando resíduos que antes eram descartados. Farinha de babaçu: de resíduo a matéria-prima valiosa O grande diferencial dos novos produtos é o aproveitamento do bagaço da amêndoa do babaçu, que antes era descartado ou usado como ração animal. Esse resíduo foi transformado em farinha da amêndoa, uma alternativa rica em proteínas, ideal para a fabricação de pães, bolos, biscoitos e mingaus. “O hambúrguer foi desenvolvido usando essa farinha como base, junto com casca de banana, que funciona como um agente estruturante, além de dar sabor e maciez ao fritar. Também utilizamos farinha de arroz para dar liga e temperos naturais, garantindo um produto saboroso e nutritivo”, afirma Harvey Villa, professor da UFMA. Sabor e nutrição para novos mercados O hambúrguer vegetal de babaçu não contém conservantes e pode ser armazenado congelado por até seis meses. Os testes indicaram que a composição do produto possui 13,17% de proteína por 100g, um percentual ideal para dietas vegetarianas e veganas. Segundo Yuko Ono, nutricionista da UFMA, a casca de banana utilizada na receita é rica em fibras, vitaminas e pectina, auxiliando na saúde intestinal e prevenção de doenças crônicas. “Além disso, a casca tem capacidade de absorver metais pesados, tornando o hambúrguer ainda mais seguro e benéfico para a saúde”, destaca. Impacto social e inovação na produção A pesquisa teve forte participação das quebradeiras de coco, que colaboraram na adaptação dos processos às condições locais e ajudaram a definir os ingredientes. Para Rosângela Lica, da Cooperativa Mista da Agricultura Familiar e do Extrativismo do Babaçu (Coomavi), a descoberta da farinha de amêndoa trouxe novas oportunidades para o babaçu, substituindo o coco ralado e aumentando a aceitação do produto entre os consumidores. Já Antonia Vieira, da comunidade quilombola Pedrinhas Clube de Mães, celebra a troca de conhecimentos. “Somos parte desse processo, que foi muito rico para nós e para os pesquisadores. Foi uma experiência maravilhosa”, afirma. A iniciativa, financiada pela Agência Alemã de Cooperação Internacional (GIZ) e pela Rede ILPF, fortalece a economia sustentável na região e abre novas oportunidades para a comercialização de produtos naturais e ricos em proteína, atendendo a nichos de mercado em crescimento no Brasil. [ad_2] Source link

Frente fria avança e temperatura pode alcançar a mínima de 10° C no domingo

[ad_1] A chegada de uma frente fria, acompanhada de uma massa de ar frio, deve provocar tempestades com ventos fortes no centro-sul do Brasil. A expectativa é que o fenômeno, que começa neste sábado (8), avance pelo Brasil começando no Rio Grande do Sul. Com isso, as temperaturas que estavam acima da média na região, devido à forte onda de calor, devem cair. A previsão indica que as temperaturas podem chegar a 10°C na região da Campanha. Ao longo das horas, o fenômeno alcança os estados de Santa Catarina e do Paraná. Frente fria no Sudeste Na noite de domingo (9), a frente fria chega ao Sudeste com chuva forte e rajadas de vento de até 80 km/h. Assim como nos três estados do Sul do país, as temperaturas caem, mas apenas a partir de quarta-feira (12). A Defesa Civil de São Paulo informou que as áreas com alto risco de chuvas são a região metropolitana de São Paulo, Baixada Santista, o Vale do Paraíba, Vale do Ribeira, a Serra da Mantiqueira e o litoral norte, além das regiões de Itapeva, Campinas, Sorocaba, Presidente Prudente e Marília. Antes da chegada das chuvas, São Paulo pode registrar temperaturas extremas, com máximas que podem superar os 37°C em algumas regiões, além da capital com 35ºC. Chuvas persistentes As chuvas que atingem a faixa norte do Brasil vão continuar neste fim de semana, com acumulados pontualmente fortes desde Roraima até o Piauí, devido à atuação da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT). A previsão aponta para volumes de chuva de até 100 mm e ventos de até 100 km/h em áreas da Região Norte, incluindo o norte do Mato Grosso e os litorais do Maranhão e do Piauí, que estão sob aviso laranja (perigo) para chuvas intensas, conforme alerta do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Pancadas de chuva típicas do verão também devem ser intensas em áreas do Centro-Norte do país, que estão sob aviso amarelo (perigo potencial) para chuva forte. [ad_2] Source link

Em ano de COP 30, crédito de descarbonização deve atrair novos investidores

[ad_1] Os créditos de descarbonização (CBIOs) estão com a rota traçada para ingressar nas carteiras de investidores de todos os bolsos. A popularização desses ativos, já bastante conhecidos no agronegócio e no setor de combustíveis, depende de alguns fatores que têm perspectivas positivas para 2025. A projeção sobre preços, o interesse de assessorias de investimento e a realização da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, a COP30, influenciam. Neste ano, há uma expectativa de valorização devido ao desequilíbrio entre a oferta e a demanda dos créditos. Quando vier, a alta tende a chamar a atenção mesmo dos investidores menos atentos a esse mercado. Embora não sejam maioria, já há escritórios de investimentos colocando o pé no setor. Tudo isso em um ano no qual as conversas sobre sustentabilidade e ativos “verdes” ficarão ainda mais frequentes por conta da COP30, que ocorrerá em Belém (Pará) em novembro. Histórico Idealizado a partir da Política Nacional de Biocombustíveis (RenovaBio), instituída pela Lei 13.576/2017, cada CBIO representa uma tonelada de dióxido de carbono (CO2) evitado. A emissão do crédito é feita por produtores de combustíveis renováveis – como etanol, biodiesel e biometano – e o comprador obrigatório desses títulos são empresas distribuidoras de combustíveis fósseis poluentes, para compensar suas emissões. Para 2025, o Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) definiu que as distribuidoras terão de comprar 40,39 milhões de CBIO. A meta é desdobrada pela Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), que considera a participação de cada distribuidora no mercado. No ano passado, das 163 distribuidoras com metas, 97 cumpriram integralmente seus compromissos, cinco atingiram pelo menos 85% – e poderão compensar o restante em 2025 – e 61 não cumpriram e serão autuadas. Oferta x Demanda Na avaliação de Antonio Pontes, responsável de Produtos/Corporate & Investment Banking e sócio da The Hill Capital, não haverá oferta de créditos suficiente este ano para suprir a demanda. “A meta do CNPE é de 40,39 milhões de CBIO, enquanto a projeção de emissões está estimada em 40 milhões”, diz o executivo. Segundo relatório do Itaú BBA de dezembro de 2024, a oferta deve ficar em 40,2 milhões neste ano. “Além disso, as distribuidoras carregam metas atrasadas, através de liminares para prorrogá-las. Considerando tudo, a conta não fecha e deve levar a uma alta do preço do CBIO”, acrescenta Pontes. Na The Hill Capital, escritório ligado ao BTG Pactual, a atuação é tanto pela parte emissora e vendedora de CBIO quanto pela parte obrigada a comprar os créditos. Trata-se de uma vertical recente, segundo Pontes, mas que já representa um volume de negócios relevante. Isso porque para uma empresa com faturamento anual na casa de R$ 1 bilhão – e as empresas que precisam descarbonizar são as de grande porte -, a meta fica em torno de 150 mil unidades de CBIO, algo como R$ 12 milhões. Ele conta que ainda é comum a compra ser pontual, mas a casa incentiva aquisições recorrentes, na busca por um preço médio – assim como nos investimentos tradicionais. A B3 é a responsável por disponibilizar o ambiente para registro da emissão, negociação e solicitação de aposentadoria do CBIO, e hoje isso é acessado por instituições financeiras ou representantes dos compradores. Leonardo Betanho, superintendente de Produtos de Balcão na B3, destaca que há integração com o sistema proprietário da ANP, um dos avanços mais recentes que deixou o “fluxo do produto mais aprimorado”. Para este ano, o foco – do ponto de vista de infraestrutura – está na eletronificação do produto, dado que há negociações bilaterais que só depois chegam ao ambiente de registro. Os dados da B3 mostram que houve 42,5 milhões de emissões de CBIO em 2024, alta de 18% ante 2023. Em termos de volume, os negócios com CBIO movimentaram R$ 7,8 bilhões no ano passado, com queda de 13% em relação ao ano anterior. CBIO pode alcançar investidor pessoa física A B3 informa que o CBIO é liberado para os investidores pessoa física, mas não apresentou dados se há alguma parcela desses clientes, de fato, investida. Mas há medidas que visam apoiar o avanço do produto. Uma delas foi o lançamento, em setembro de 2022, do ICBIO B3, índice que consolida dados de desempenho do crédito de descarbonização, considerando os preços médios de negociação. Segundo Betanho, nenhum derivativo ou fundo de índice (ETF, na sigla em inglês) foi criado a partir do ICBIO até agora, mas diz que a B3 segue fomentando ideias e vê avanço nessas possibilidades a partir da regra 175 da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) – que permite que fundos invistam até 10% do patrimônio líquido em ativos como o CBIO. “Abre um corredor para esses investimentos e temos a infraestrutura preparada para isso.” Sobre a COP30 A COP30 é a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (Conferência das Partes), um encontro global anual onde líderes mundiais, cientistas, organizações não governamentais e representantes da sociedade civil discutem ações para combater as mudanças do clima. É considerado um dos principais eventos do tema no mundo. Os principais temas que serão discutidos durante a COP30 incluem: 1. Redução de emissões de gases de efeito estufa. 2. Adaptação às mudanças climáticas. 3. Financiamento climático para países em desenvolvimento. 4. Tecnologias de energia renovável e soluções de baixo carbono. 5. Preservação de florestas e biodiversidade. 6. Justiça climática e os impactos sociais das mudanças climáticas. Quando ocorre a COP30? A COP30 ocorrerá em novembro deste ano na cidade de Belém, no estado do Pará. [ad_2] Source link

Fazenda mantém alta de 2,3% para o PIB deste ano; mercado prevê 2%

[ad_1] A Secretaria de Política Econômica (SPE), do Ministério da Fazenda, projeta um avanço de 2,3% para o Produto Interno Bruto (PIB) neste ano, número superior aos 2% estimados pelo governo, segundo pesquisa do Projeções Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado) feita logo depois da divulgação dos dados de 2024. “Nós esperamos que neste ano de 2025 o crescimento do PIB seja menor que o de 2024, exatamente pelos efeitos defasados da política monetária, mas ainda um crescimento robusto para uma economia que está com a menor taxa de desemprego da sua história, maior nível de massa salarial; então, ele está numa situação positiva do ponto de vista de atividade”, disse Guilherme Mello, secretário de Política Econômica. Mello ressaltou ainda que o desempenho da economia brasileira em 2024 representa “uma surpresa muito boa” em relação às expectativas do mercado no início do ano, que apontavam para expansão de 1,5% do PIB. A expectativa da SPE é de que o primeiro e segundo trimestres deste ano sejam positivos, especialmente em função de uma safra agrícola muito boa. “O ano de 2025 deve ter, provavelmente, a maior safra da história, o que movimenta não só o setor agropecuário, como também o setor de serviços, armazenamento, transporte e o próprio setor industrial de máquinas e implementos agrícolas”, disse Mello. PIB do agronegócio A partir do segundo trimestre, a SPE prevê que a contribuição do setor agropecuário para o crescimento da economia se torne negativa. “Para a segunda metade do ano, a perspectiva é de que o ritmo de crescimento se mantenha próximo à estabilidade, refletindo menores impulsos vindos dos mercados de crédito e de trabalho em função do patamar contracionista da política monetária” diz a SPE. Para os economistas do mercado, porém, a visão da equipe econômica é excessivamente otimista, o que é um mal sinal. “O governo já não está aceitando (a desaceleração). Tudo o que tem feito até agora pressiona a economia. O que ele está sinalizando é bastante ruim do ponto de vista da mensagem que precisa passar”, diz Sergio Vale, economista-chefe da MB Associados. Ou seja, entre os economistas a dúvida que paira é se o governo vai lançar mão de medidas para tentar turbinar a economia num cenário em que a atividade caminha para desacelerar próximo da eleição presidencial de 2026. Haddad Em entrevista ao podcast Flow na noite desta sexta, 7, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse esperar um crescimento ainda maior do que o projetado por sua pasta, em torno de 2,5%, para este ano. “Acredito que vamos continuar crescendo, com pouco mais de moderação por causa da inflação”, disse Haddad. Ele também atribuiu ao ambiente político as dificuldades para reduzir os gastos do governo e melhorar a percepção sobre a economia. Segundo Haddad, a dificuldade em resolver o problema fiscal não está “na planilha” – ou seja, na esfera técnica -, mas na política, que sofre a pressão de grupos empresariais organizados. [ad_2] Source link

Brasil registra primeiro caso de nova cepa de mpox

[ad_1] O Ministério da Saúde confirmou o primeiro caso de infecção pela cepa 1b da mpox no Brasil. Segundo a pasta, a paciente, uma mulher de 29 anos que mora na região metropolitana de São Paulo, teve contato com um familiar que esteve na República Democrática do Congo, país que enfrenta surto da doença. Em nota, o ministério informou que o caso no Brasil foi confirmado laboratorialmente, por meio da realização de sequenciamento para caracterizar o agente infeccioso. O exame permitiu a obtenção do genoma completo que, segundo a pasta, é muito próximo aos de casos detectados em outros países. “Até o presente momento, não foram identificados casos secundários. A equipe de vigilância municipal mantém o rastreamento de possíveis contatos”, destacou o comunicado. Ainda de acordo com o ministério, a Organização Mundial da Saúde (OMS) já foi informado sobre o caso e a pasta, junto às secretarias estadual e municipal de Saúde, solicitou o reforço da rede de vigilância epidemiológica e o acompanhamento da busca ativa de pessoas que tiveram contato com a paciente. Centro de emergência Em resposta à declaração de emergência em saúde pública de importância internacional por mpox, decretada pela OMS em agosto de 2024, o ministério instituiu o Centro de Operações de Emergências (COE) para a doença que, segundo a pasta, permanece ativo no intuito de centralizar e coordenar as ações. Casos Em 2024, o Brasil registrou 2.052 casos de mpox. Até o início de fevereiro, 115 casos de cepas da doença haviam sido notificados, mas nenhum deles, até então, era da cepa 1b. Nenhum óbito por mpox foi identificado no Brasil ao longo dos últimos dois anos e a maioria dos pacientes, segundo o ministério, apresenta sintomas leves ou moderados. A doença Causada pelo vírus Monkeypox, a doença pode se espalhar entre pessoas e, ocasionalmente, do ambiente para pessoas, por meio de objetos e superfícies que foram tocados por um paciente infectado. Em regiões onde o vírus está presente entre animais selvagens, a doença também pode ser transmitida para humanos que tenham contato com os animais infectados. A mpox pode causar uma série de sinais e sintomas. Embora algumas pessoas apresentem sintomas menos graves, outras podem desenvolver quadros mais sérios e necessitar de atendimento em unidades de saúde. O sintoma mais comum é a erupção na pele, semelhante a bolhas ou feridas, que pode durar de duas a quatro semanas. O quadro pode começar com ou ser seguido de febre, dor de cabeça, dores musculares, dores nas costas, apatia e gânglios inchados. A erupção cutânea pode afetar o rosto, as palmas das mãos, as solas dos pés, a virilha, as regiões genitais e/ou anal. As lesões também podem ser encontradas na boca, na garganta, no ânus, no reto, na vagina ou nos olhos. O número de feridas pode variar de uma a milhares. Algumas pessoas desenvolvem ainda inflamação no reto, que pode causar dor intensa, além de inflamação dos órgãos genitais, provocando dificuldade para urinar. Entenda A mpox é considerada doença endêmica na África Central e na África Ocidental desde a década de 1970. Em dezembro de 2022, a República Democrática do Congo declarou surto nacional de mpox, em razão da circulação da cepa 1 do vírus. Desde julho de 2024, casos da cepa 1b vêm sendo registrados em países como Uganda, Ruanda, Quênia, Zâmbia, Reino Unido, Alemanha, China, Tailândia, Estados Unidos, Bélgica, Angola, Zimbábue, Canadá, França, Índia, Paquistão, Suécia, Emirados Árabes Unidos, Omã, Catar e África do Sul. [ad_2] Source link

Intervenção artificial nos preços dos alimentos está descartada, diz Fávaro

[ad_1] O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, rejeitou a possibilidade de o governo federal realizar uma intervenção artificial nos preços dos alimentos para conter a inflação. A declaração foi dada em entrevista à GloboNews para comentar as medidas anunciadas pelo governo. “Nada que seja artificial resolve. O fato é que, apesar da renda da população ter crescido – e ninguém pode negar isso, especialmente nos dois anos do governo do presidente Lula, em que o desemprego caiu muito, nós estamos quase chegando a pleno emprego, e isso faz com que o aumento do consumo também aconteça”, disse. Para o ministro Carlos Fávaro, o aumento do consumo, impulsionado pela queda no desemprego, se dá em um contexto de alta dos preços dos alimentos no mercado mundial, o que afeta a percepção a respeito do poder de compra da população. No entanto, ele acredita que as ações em curso serão fundamentais para frear a alta dos preços. “O governo tem de se preocupar com isso. É óbvio que o governo está tomando medidas, como a redução de impostos, porque se preocupa com os impactos”, disse. Fávaro destacou, ainda, a importância de campanhas publicitárias para informar os consumidores sobre onde os preços estão mais baixos. “Precisamos fazer campanhas publicitárias mostrando onde os produtos estão mais baratos no Brasil. Esse conjunto de ações, somado à super safra, tenho certeza de que resultará em uma diminuição significativa no preço dos alimentos no Brasil”, concluiu. [ad_2] Source link

De inseminação de bovinos à operação de drone: confira 400 cursos gratuitos

[ad_1] Aperfeiçoamento de técnicas no campo para o produtor. É o que o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Santa Catarina (Senar-SC) vai oferecer neste mês de março aos agricultores do estado. Ao todo, cerca de 400 cursos gratuitos estarão disponíveis ao público. A iniciativa é realizada em parceria com os sindicatos rurais catarinenses e abrangem diversas áreas. A programação completa pode ser conferida aqui. No site, é possível encontrar as oportunidades por região (Sul, Planalto Serrano, Vale do itajaí, Norte, Meio Oeste, Oeste e Extremo Oeste). No Sul, por exemplo, há o curso de Inseminação Artificial em Bovinos, no município de Rio Fortuna; Já no oeste do estado, mais precisamente em Concódia, é possível aprender e praticar a pilotagem e operação de drones. Cursos atualizados Foto: Divulgação Sistema Faesc/Senar/Sindicato O presidente do Sistema Faesc/Senar, José Zeferino Pedrozo, destaca a relevância dessa iniciativa ao comentar que as capacitações contribuem para o contínuo avanço no campo. “Priorizamos conteúdos atualizados, que combinam teoria e prática nas mais diversas áreas, com o objetivo de promover inovação e crescimento nos negócios rurais”, afirmou. De acordo com o superintendente do Senar-SC, Gilmar Antônio Zanluchi, os cursos são planejados conforme as necessidades específicas de cada região. “Há um trabalho realizado anualmente pelo Sistema Faesc/Senar, em parceria com os Sindicatos Rurais e parceiros locais, para identificar as demandas do setor. Com base nisso, oferecemos cursos que geram resultados significativos para os produtores rurais”, considera. Os cursos são divididos por dois módulos principais: Formação profissional rural: envolve capacitações nas áreas de agricultura, agroindústria, aquicultura, atividades de apoio agrossilvipastoril e relativas à prestação de serviços, pecuária e silvicultura. Promoção social: são oferecidos treinamentos focados na educação, organização comunitária, saúde, alimentação e nutrição, além de artesanato. Acesse a programação completa da agenda de treinamentos aqui ou faça a inscrição no sindicato rural de sua região. [ad_2] Source link

Produtora transforma palmito em negócio sustentável focado na educação ambiental 

[ad_1] Já imaginou brindar com uma cerveja de palmito? Ou então varrer a casa com uma vassoura feita da palmeira? E que tal tocar um tambor com material retirado da palmeira enquanto come um bombocado feito… hum, adivinha do quê?  Pois é, na Palmitolândia, em Iporanga, interior de São Paulo (SP), o palmito vai muito além da salada e ganha formas que nunca se imaginou. Quem comanda essas novidades é a Gabriela Rodrigues, produtora rural e jornalista.  Faz 20 anos que ela trocou as redações e o barulho da capital pelo som da Mata Atlântica, junto às margens do Rio Ribeira de Iguape e na Foz do Ribeirão de Iporanga, que se tornou empreendedora rural. Hoje, ela não só cultiva palmito pupunha e preserva o juçara como também cria produtos que dão um novo significado ao que se conhece.  “O dia na roça é assim: começa cedo, alimento os passarinhos, cuido dos animais e começo a ‘palmitar’. Vou cortar, cozinhar, atender turistas e até ensinar os visitantes sobre palmitos”, conta Rodrigues.  A história de empreendedorismo da Gabriela, mostra como é possível transformar um produto agrícola em um negócio sustentável e inovador, com forte foco em agregação de valor e educação ambiental. Cerveja à base de palmito. Foto: arquivo pessoal Sabor, criatividade e palmito em tudo A empreendedora rural já criou mais de mil receitas, incluindo sushi, quibe, pizza, patê, geleia, macarrão, cerveja e até um doce que parece um bombocado. E tem mais!  Das fibras da palmeira, ela faz papel. Das folhas que envolvem o fruto, pratos ecológicos. E das folhas secas, saem vassouras que varrem qualquer dúvida sobre o miolo da palmeira. E como a criatividade não tem limite, até biojoias como colares e pulseiras, a empreendedora já desenvolveu.  Um dia Gabriela olhou para um caule da palmeira e pensou: “e se a gente fizesse um instrumento musical?” E fez, um tambor.  Agora, o próximo passo é construir outros instrumentos. Mas os projetos não param por aí, não.  “Paralelo a tudo isso, a gente está fazendo uma casa com material da palmeira. A intenção é fazer com que os visitantes [colham e comam o palmito] dentro da casa”, relata a produtora que utiliza toda a planta para criar novos produtos que vão muito além do in natura.  Mas para tirar as ideias do papel e colocá-las em prática, ela buscou qualificação e fez vários cursos no Sebrae, para que o negócio fosse além das porteiras da Palmitolândia.  Além disso, Gabriela também atua como educadora, promovendo o local como um centro de conscientização e vivência sobre a produção sustentável.  “Eu me sinto privilegiada por poder viver e passar ensinamentos dos saberes e sabores da floresta e da agricultura, que a gente chama de ouro branco. E quem quiser ‘palmitar’, é só chegar”, ressalta a empreendedora. Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp Mulher no agro Para Gabriela, a mulher que trabalha no agro tem um olhar diferente e faz a diferença. “Ser mulher na agricultura, para mim, é uma honra e um privilégio. É a certeza de que é possível fazer diferente. Porque a gente pensa diferente. A gente enxerga diferente. Eu pelo menos tenho uma visão totalmente diferente do meu marido. Mas acho que juntos a gente se completa”, afirma a produtora. Quem diria que uma palmeira poderia virar tantas coisas?  Porém, pode! E acontece nesse mundo mágico da Palmitolândia!  Quer saber mais histórias como esta da Palmitolândia ? Então, acompanhe as novidades no site do Canal Rural/ Empreendedorismo e fique por dentro de todas as inovações no agronegócio. Este é o seu canal para adquirir conhecimento e aprender a empreender de forma segura e responsável. Participe enviando dúvidas, sugestões e compartilhando sua história de empreendedorismo rural pelo nosso WhatsApp. O Porteira Aberta Empreender deseja a todas as empreendedoras um feliz e produtivo Dia Internacional da Mulher! [ad_2] Source link