Você viu? Nitrogênio líquido substitui ureia e rompe tetos produtivos de milho e trigo

[ad_1] O nitrogênio é um dos fertilizantes mais importantes na produção de grãos, mas a absorção desse ativo é, por vezes, comprometida por fatores ambientais. Novidade exposta durante o Show Tecnológico Copercampos 2025, em Campos Novos, Santa Catarina, pretende mudar esse cenário. Essa ficou entre as reportagens mais lidas do Canal Rural durante a semana. Importado dos Estados Unidos, o nitrogênio líquido é composto de ureia, amônio e nitrato, com aplicação no pré-plantio e liberação ao longo do ciclo. O produto chega ao mercado brasileiro no momento em que o território catarinense deve ter a maior safra de milho dos últimos quatro anos. Contudo, além dessa cultura, também apresentou resulturados satisfatórios em cereais de inverno e na soja. O desenvolvedor de Mercado da Ourofértil, Agenor Freitas, destaca que um litro do nitrogênio líquido substitui um quilo de uréia. “A única mudança que o produtor precisa fazer é na ponta de pulverização. Recomendamos uma ponta específica, de jato dirigido, porque é um produto que precisa chegar no solo.” Segundoe ele, uma das principais vantagens está no fato do produto não se perder com chuva ou por volatilização. Assim, o produtor também não precisa entrar com a máquina depois da cultura emergida para aplicar fertilizantes, o que reduz o amassamento e também a quantidade de mão de obra. O engenheiro agrônomo da Copercampos Fernando Sartori Pereira conta que o nitrogênio líquido foi testado na área experimental da feira. Já o produtor rural Ricardo Granzotto destaca que testou o produto nas safras de inverno de 2023 e de 2024 e obteve resultados expressivos. “Rompemos tetos produtivos de trigo em áreas comerciais de 160 a 170 hectares acima de 92, 93 sacas em anos que não foram tão positivos para a área. Também temos visto parceiros do agro rompendo tetos produtivos de híbridos de milho com ganhos de 16, 17 sacas a mais quando comparado a outros tipos de fertilizantes.” [ad_2] Source link

Fungo da Antártica pode revolucionar biopesticidas naturais

[ad_1] Uma pesquisa realizada por cientistas brasileiros e americanos revelou um fungo encontrado em sedimentos marinhos profundos da Antártica com grande potencial para a produção de biopesticidas naturais. O estudo, conduzido por instituições como a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), a Embrapa Meio Ambiente (SP) e o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), identificou compostos bioativos capazes de combater pragas agrícolas de forma sustentável. O fungo, denominado Penicillium palitans, foi coletado a mais de 400 metros de profundidade no Oceano Austral e analisado em laboratório. Os testes revelaram duas substâncias promissoras: penienona e palitantina. A penienona demonstrou forte atividade antifúngica e fitotóxica, sendo capaz de inibir completamente a germinação de sementes de grama-bentgrass, além de agir contra o Colletotrichum fragariae, fungo responsável pela antracnose em diversas culturas agrícolas. Já a palitantina apresentou efeito fitotóxico moderado. Alternativa sustentável para a agricultura A descoberta abre caminho para substituir agroquímicos sintéticos por biopesticidas naturais, reduzindo impactos ambientais e combatendo a resistência de pragas. Segundo a pesquisadora Sonia Queiroz, da Embrapa, a identificação dessas moléculas pode reduzir a dependência de produtos químicos tradicionais e contribuir para o conceito de Saúde Única, que integra a saúde humana, animal e ambiental. Apesar do avanço, a transformação dessas substâncias em produtos comerciais ainda exige testes adicionais para comprovar sua segurança, estabilidade e eficácia em campo. “Nosso próximo passo será ampliar os estudos toxicológicos e ecotoxicológicos, além de avaliar a viabilidade de produção em larga escala”, afirma Luiz Rosa, professor do Departamento de Microbiologia da UFMG e coordenador do estudo. Foto: Luiz Henrique Rosa/UFMG Antártica: um laboratório natural para a biotecnologia A pesquisa reforça o potencial da Antártica para a descoberta de novos bioinsumos, já que seus organismos extremófilos – adaptados a condições extremas – podem fornecer moléculas inéditas para a biotecnologia agrícola. No entanto, a coleta de amostras nessa região representa grandes desafios logísticos. As expedições exigem um ano de preparação, deslocamento de cerca de 10 dias e até 24 horas ininterruptas de trabalho para obtenção dos sedimentos marinhos. Os cientistas acreditam que essa descoberta pode abrir novas frentes de pesquisa para a busca de outros fungos antárticos, ampliando o desenvolvimento de bioinsumos e promovendo uma agricultura mais sustentável. O estudo faz parte do Programa Antártico Brasileiro (Proantar) e conta com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), além do apoio logístico da Marinha do Brasil. [ad_2] Source link

Senar lança cartilha sobre derivados de leite de cabra

[ad_1] O Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) acaba de lançar a cartilha virtual “Agroindústria: Derivados de Leite de Cabra”, um material educativo e técnico voltado para o aprimoramento da produção de derivados do leite de cabra. Para acessar o conteúdo, basta acessar, de forma gratuita, a plataforma Senar Play. O conteúdo da cartilha abrange diversos conceitos e técnicas sobre a obtenção higiênica do leite, a realização de testes de monitoramento, a estrutura física necessária para uma agroindústria, além das boas práticas de fabricação envolvidas em todo o processo. Com um enfoque prático e didático, a cartilha também detalha como produzir derivados como queijos frescos e maturados, ricota, iogurte e outros produtos elaborados a partir da massa da coalhada ácida. Além disso, a cartilha aborda as melhores práticas para o armazenamento e a expedição dos produtos, preparando os produtores para a comercialização desses itens no mercado. O material também possui links interativos que proporcionam uma navegação personalizada, permitindo que o público explore o conteúdo conforme seus interesses e necessidades. A cartilha também está disponível para download gratuito, em formato e-book, no aplicativo Estante Virtual da Coleção Senar, disponível nas lojas Google Play e Apple Store. Para os interessados em aprender mais sobre a caprinocultura, o Senar também disponibiliza a cartilha “Caprinocultura – Criação e Manejo de Caprinos de Leite”, oferecendo um conteúdo complementar sobre a criação e o manejo de caprinos para produção de leite. [ad_2] Source link

Projeto da JBS beneficia quase 7 mil pequenos produtores em todo o Brasil

[ad_1] A JBS intensificou sua atuação junto a pequenos produtores rurais em 2024, com mais de 26.780 atendimentos realizados por meio do programa Escritórios Verdes e outras iniciativas voltadas à regularização ambiental e assistência técnica. No período, a empresa contribuiu para a recuperação de 4.153 hectares de vegetação nativa e tornou viável a regularização de 6.887 propriedades, segundo balanço da companhia. Criado em 2021, o programa Escritórios Verdes já beneficiou mais de 15 mil propriedades rurais, oferecendo consultoria gratuita para regularização ambiental. Em 2024, a JBS ampliou sua atuação com o lançamento do Escritório Verde Virtual, que já contabiliza 1.220 interações desde outubro, permitindo que produtores de todo o país acessem suporte técnico por e-mail, telefone e WhatsApp. Além do suporte à regularização ambiental, a JBS estruturou os Escritórios Verdes 2.0, que oferecem assistência gratuita em três frentes: recuperação ambiental, melhorias na produtividade do solo e apoio à gestão das propriedades. No último ano, 1.311 fazendas receberam suporte técnico ou gerencial, e mais de 4.700 visitas foram realizadas a agricultores familiares. A empresa também apostou em novas tecnologias para fortalecer a rastreabilidade da cadeia produtiva. A ferramenta Cowbot, lançada no segundo semestre de 2024, realizou 17.377 análises, permitindo maior controle sobre a origem dos animais e facilitando o acesso dos pecuaristas a informações ambientais. No Pará, a JBS ampliou sua atuação em 2025, doando 3 milhões de tags para rastreamento de rebanhos e promovendo treinamentos para operadores de rastreabilidade. Com 70 anos de história, a JBS S.A. é uma multinacional de origem brasileira, reconhecida como uma das líderes globais da indústria de alimentos. Com sede na cidade de São Paulo, a Companhia está presente em mais de 20 países. Em todos os locais onde atua, os mais de 270 mil colaboradores seguem as mesmas diretrizes em relação aos aspectos de sustentabilidade – econômico, social e ambiental –, inovação, qualidade e segurança dos alimentos, com a adoção das melhores práticas, sempre pautados pela mesma Missão e Valores. [ad_2] Source link

Os desafios em MS devido à seca severa nas lavouras de soja

[ad_1] No último episódio do Soja Brasil, o programa mostrou a situação dos produtores de Mato Grosso do Sul, que enfrentam sérios desafios com a seca severa, impactando a produtividade das lavouras. Confira a matéria completa: Cerca de 2 milhões de hectares foram afetados por esse estresse hídrico, representando 45% da área total. Isso tem gerado uma produtividade abaixo da média, estimada em 51,7 sacas por hectare. Esses desafios não são novos, já se arrastam por várias safras e têm sido intensificados pelas altas temperaturas que prejudicam a qualidade da soja. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 Pesquisas no campo da soja Em resposta a esse cenário, a pesquisa e inovação têm sido essenciais para melhorar a resiliência das lavouras. O programa destacou, por exemplo, o uso de tecnologias para definir a janela ideal de semeadura e práticas de manejo de solo para reduzir os impactos de temperaturas extremas. A diversificação de culturas, com o cultivo de cana-de-açúcar, amendoim e eucalipto, também está sendo adotada como uma estratégia para mitigar riscos. No campo da inovação, a Embrapa e parceiros desenvolveram um protetor solar para plantas que aumenta a resistência ao calor e melhora a produtividade das culturas. Esse produto, à base de carbonato de cálcio, tem mostrado bons resultados em soja, tanto em cultivos convencionais quanto orgânicos. Além disso, um acordo entre Brasil e China visa impulsionar a produção de soja e milho, com foco no uso de áreas degradadas para cultivo sem desmatamento. A parceria também envolve a troca de tecnologia para melhorar a produtividade. [ad_2] Source link

Frente fria vira o clima, traz chuva e baixa temperatura; veja previsão para a semana

[ad_1] A semana entre os dias 10 e 14 de março será marcada por um cenário de instabilidade em várias partes do Brasil, segundo a análise do meteorologista do Canal Rural, Arthur Müller. O avanço de uma frente fria trará alívio para áreas que sofriam com calor e estiagem, principalmente no Sul e Sudeste, enquanto o Norte e Nordeste enfrentarão volumes expressivos de precipitação, aumentando o risco de alagamentos e transtornos urbanos. Confira como ficam as condições em cada região do país. Sul terá alívio na seca e temperaturas mais baixas Na região Sul, a passagem da frente fria trará queda de temperatura nas madrugadas no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, especialmente em regiões serranas. As máximas ficarão mais amenas no território gaúcho, ajudando a reduzir o estresse térmico das lavouras e garantindo um bom nível de umidade do solo. A chuva será bem distribuída, com acumulados de 50 mm ao longo da semana, o que favorecerá o plantio do milho segunda safra no Paraná. No entanto, Curitiba começará a semana com risco elevado de temporais. A chegada da frente fria também muda o padrão climático no Sudeste, aumentando a instabilidade principalmente no sul e leste de São Paulo. O interior paulista, sul de Minas Gerais e Rio de Janeiro começarão o dia com sol, mas o tempo mudará ao longo do período, com precipitações intensas. As chuvas serão benéficas para o café, a cana-de-açúcar e o milho segunda safra, proporcionando recuperação da umidade do solo. No entanto, no litoral paulista e fluminense, os volumes podem ultrapassar 100 mm na semana, gerando risco de alagamentos e transtornos urbanos. Centro-Oeste enfrenta temporais em algumas áreas No Centro-Oeste, Mato Grosso enfrentará temporais, especialmente na região oeste do estado, onde há risco de excesso de umidade impactando os trabalhos no campo. Cuiabá, Sinop e Água Boa terão pancadas de chuva com trovoadas, mas o calor persistirá. Em Mato Grosso do Sul, o cenário é mais favorável: as precipitações entre 50 e 80 mm contribuirão para a recuperação da umidade, beneficiando as lavouras recém semeadas de milho. Já no Distrito Federal e no norte de Goiás, o tempo seguirá seco e quente, sem previsão de chuvas significativas. Nordeste terá temporais no litoral e seca no interior A situação no Nordeste será desigual: enquanto o norte do Maranhão, Piauí, Ceará e Rio Grande do Norte enfrentará chuvas volumosas, com acumulados acima de 100 mm, o centro-oeste e noroeste da Bahia continuarão secos. Pancadas moderadas também são esperadas entre Salvador e Recife. Apesar da chuva no litoral, o interior da Paraíba, Pernambuco, Sergipe, Alagoas e Bahia ainda sofrerá com baixa umidade, exigindo irrigação suplementar. Os volumes de precipitação no interior nordestino devem ficar abaixo de 30 mm nos próximos 15 dias, o que não será suficiente para um bom desenvolvimento das lavouras. Norte terá chuvas intensas e risco de alagamentos O Norte do Brasil seguirá com chuvas fortes e persistentes. O alerta vale para Acre, Rondônia, Amazonas, Roraima e centro-norte do Pará, onde os acumulados podem ultrapassar 150 mm, impactando as operações agrícolas e aumentando o risco de alagamentos. No centro-sul do Pará e no Tocantins, as precipitações devem ser mais moderadas, entre 40 e 50 mm, o que não prejudica os trabalhos no campo. Além disso, os meteorologistas já monitoram a elevação das águas do Pacífico Equatorial, um fenômeno que poderá reduzir as chuvas na região a partir de abril, resultado do chamado El Niño Costeiro. [ad_2] Source link

Fávaro apresenta nova estrutura de pesquisa e inovação em MT

[ad_1] O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, assinou, neste sábado (8), a ordem de serviço para a construção da nova estrutura da Unidade Mista de Pesquisa e Inovação (Umipi) da Embrapa na Baixada Cuiabana. O evento, realizado em Nossa Senhora do Livramento, marca o início de uma nova fase para o estado de Mato Grosso, com um investimento de R$ 53 milhões, oriundos do Mapa. Com instalações mais modernas, a unidade contará com laboratórios, campos de pesquisa e salas de capacitação. Além disso, um convênio com a Prefeitura de Nossa Senhora do Livramento vai viabilizar a pavimentação asfáltica de um trecho de cinco quilômetros da estrada vicinal que dá acesso à unidade. O centro de excelência em pesquisa e inovação será voltado para as condições agropecuárias desafiadoras da região, como solos, baixa altitude e altas temperaturas. A unidade irá concentrar esforços em áreas como fruticultura, mandiocultura, piscicultura, horticultura e sistemas produtivos agroflorestais, além de promover a integração lavoura-pecuária-floresta. A primeira fase do projeto envolve a construção do centro de capacitação, um espaço que será um ponto de encontro para diversos parceiros, como a Fundação Mato Grosso, a Fundação Rio Verde, o Instituto Federal, a Unemat e a Universidade Federal. A Unidade Mista de Pesquisa e Inovação segue o modelo de colaboração entre instituições, com compartilhamento de recursos humanos, financeiros e infraestrutura. Protocolos de intenções já foram firmados com a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), a Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat), o Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso (Senar-MT) para atuar no novo espaço. [ad_2] Source link

Girolando bate recorde em registros genealógicos e atrai pecuaristas das Américas

[ad_1] Responsável por cerca de 80% da produção de leite no Brasil, a raça girolando alcançou em 2024 quase 110 mil registros genealógicos, um recorde histórico para o setor. De acordo com o superintendente técnico da Associação Brasileira dos Criadores de Girolando, Leandro Paiva, a alta valorização comercial dos animais, capazes de produzir leite em qualquer tipo de sistema de produção, explica a marca alcançada. “A Associação investiu muito em melhoramento genético nos últimos anos, e esse melhoramento genético tem como base de sustentação o nosso banco de dados. Para esses animais fazerem parte desse processo, é necessário que sejam registrados, então é uma cadeia, um ciclo evolutivo dentro da associação que começa desde o registro genealógico até a ponta final, que é o resultado em lucratividade para os rebanhos.” Segundo ele, é possível dizer que a própria raça se vende sozinha. Por conta disso, a cada ano, aumenta o número de pecuaristas produtores de leite que procuram a entidade em busca de animais de qualidade. “Como um dos principais benefícios [de ser membro da associação], podemos citar o nosso programa de melhoramento genético, que é robusto e hoje está acessível a qualquer associado, a qualquer criador de girolando, seja ele pequeno, médio ou grande”, conta Paiva. Para o superintendente da entidade, animais da raça girolando também têm como diferencial o poder de adaptação: são adequados aos pecuaristas com maior ou menor nível tecnológico, além de atenderem as exigências e demandas de outros países com clima temperado ou tropical. “Países da América Central e da América do Sul vêm cada vez mais ao Brasil buscar a nossa genética, seja por meio de sêmem de touro girolando, de embriões de fêmeas da raça ou de animais vivos.” [ad_2] Source link

Programa Pisicultura Mais Vida fomenta a criação de peixes em áreas rurais

[ad_1] O programa Piscicultura Mais Vida começa a ser desenvolvido na região da Baixada Cuiabana, em Mato Grosso. O projeto é realizado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e o Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT). O ministro Carlos Fávaro esteve neste sábado (8) no lançamento do programa na Unidade Mista de Pesquisa e Inovação (Umipi) da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) em Nossa Senhora do Livramento. A unidade conta com 27 tanques para piscicultura e a projeção é de que sejam produzidos até 1,5 milhão de alevinos (peixes recém-nascidos) por ano. O programa prevê o fornecimento gratuito dos alevinos para ribeirinhos, quilombolas e indígenas inscritos em programas do governo federal que disponham de estrutura e condições para criação de peixes e, de forma subsidiada, para agricultores familiares. “Enquanto tentavam fechar a estação de piscicultura, nós acolhemos, produzimos e vamos distribuir alevinos de graça para a população, resgatando um sonho dos anos 80”, declarou o ministro. Desenvolvimento da pisicultura Com investimento de R$ 1 milhão do Mapa, a Estação de Piscicultura da Embrapa será um centro de formação continuada para criadores de peixes com cursos de instrução e nivelamento, além de se tornar um centro de referência na produção de alevinos, atuando na qualificação e quantificação da produção e fornecimento. A expectativa é atender cerca de 1,5 mil famílias com 1 mil alevinos para cada. Reitor do IFMT, o professor Júlio César dos Santos ressaltou a oportunidade de contribuir com os projetos da Embrapa Baixada Cuiabana. “É muito bom ter a nossa instituição como uma das ferramentas que o Mapa tem usado para transformar a vida das pessoas”. [ad_2] Source link

alíquota zerada afetará pecuaristas? Analista responde

[ad_1] O mercado físico do boi gordo teve preços acomodados, com quedas pontuais, na semana cortada pela metade pelo Carnaval no Brasil. Segundo o analista de Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, o diferencial de preços entre fêmeas e machos ainda é representativo, consequência da oferta expressiva de vacas em grande parte do país. “Os frigoríficos até tentaram exercer pressão sobre os pecuaristas em algumas regiões produtoras do país após o Carnaval, mas sem muito êxito”, diz. Para ele, o comportamento dos preços da carne bovina no atacado e no varejo ao longo da primeira quinzena de março será elemento-chave para ser acompanhado pelo mercado. Além disso, Iglesias avalia que a medida anunciada pelo governo federal em zerar a alíquota de importação de alimentos, entre eles a carne, não trará impactos ao pecuarista e nem mesmo ao consumidor. “O Brasil não tem de quem comprar carne porque não há ninguém tão bem posicionado quanto nós nesse mercado, então essa medida não fará diferença. O Brasil é hoje mais competitivo que Austrália, Argentina, Uruguai, Estados Unidos e União Europeia, então não há de quem importar.” De acordo com Iglesias, o governo deveria se concentrar em buscar alternativas que estimulem a produção local para que, assim, haja efeito prático na redução da proteína animal ao consumidor. Preços da carne em alta Os preços da carne bovina subiram no atacado com um consumo considerado satisfatório no Carnaval, inclusive. “O escoamento da carne pode ser descrito como bom durante o feriado. Com isso, a expectativa é que haja continuidade na alta nos preços, considerando a entrada dos salários na economia como grande motivador da reposição entre as cadeias”, considera o analista. Contudo, ele lembra que ainda há limitações, considerando a preferência de parcela importante da população por proteínas mais acessíveis, a exemplo da carne de frango, embutidos e ovos. Foto: Lorran Lima/Idaf Os preços médios da arroba do boi gordo na modalidade a prazo nas principais praças de comercialização do país estavam assim no dia 6 de março: São Paulo: R$ 307,75, contra R$ 313,83 em 28 de fevereiro (-2%) Goiás: R$ 290,36, ante R$ 290,71 (-0,12%) Minas Gerais: R$ 302,65, contra R$ 304,12 (-0,5%) Mato Grosso do Sul: R$ 298,30, ante R$ 299,32 (-0,34%) Mato Grosso: R$ 298,38, contra R$ 298,72 (-0,11%) [ad_2] Source link