Tempo favorável para os produtores de soja; saiba onde chove

[ad_1] A previsão do tempo para os próximos dias aponta condições favoráveis para os trabalhos no campo, especialmente nas áreas produtoras de soja e milho. Nos próximos cinco dias, a chuva deve se intensificar em várias regiões, com bons acumulados que vão ajudar no desenvolvimento das lavouras e no avanço das atividades agrícolas. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 O tempo por região do Brasil No Sudeste, Mato Grosso do Sul e Goiás, a chuva compila bons volumes, que chegam em até 50 mm em 5 dias, proporcionando boas condições para o desenvolvimento da soja e o avanço das atividades no campo. A precipitação no sul mato-grossense, por exemplo, deve contribuir positivamente para a soja e para o milho segunda safra. Já no interior do Nordeste, a chuva se intensifica, mas com volumes moderados de cerca de 30 mm em 5 dias, sem prejudicar as atividades agrícolas. Entre os dias 16 e 20 de março, a chuva deve se concentrar com mais força em Mato Grosso e Goiás, com acumulados superiores a 100 mm em 5 dias, o que favorece o cultivo da soja e do milho. No Sudeste, a região Centro-Sul de Minas Gerais e o Triângulo Mineiro também devem registrar precipitações, com volume de até 100 mm, ajudando a manter boas condições para as culturas. Sul Enquanto isso, no Sul do Brasil, uma semana mais seca favorece o plantio do milho segunda safra no Paraná e a colheita da soja no Rio Grande do Sul. O cenário de tempo seco na região sul deve facilitar as atividades agrícolas, evitando dificuldades para os produtores. Como fica o tempo no Nordeste? O Nordeste também se beneficia da chuva, com o Piauí e o interior da Bahia e Pernambuco registrando volumes de até 50 mm em 5 dias, garantindo boas condições para o cultivo. No Norte do Brasil, o tempo registra uma chuva constante, com o Pará recebendo volumes expressivos, podendo ultrapassar 150 a 200 mm em 10 dias, o que pode afetar algumas áreas de cultivo, mas também contribuir para o desenvolvimento das lavouras. [ad_2] Source link

Secretaria de Agricultura de SP eleva limite de crédito para mulheres agricultoras

[ad_1] A Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo anunciou, nesta segunda-feira (10), as novas condições do Feap Mulher Agro SP. Trata-se de linha de crédito exclusiva para mulheres agricultoras. Foram liberados mais R$ 10 milhões ao programa, com teto de R$ 30 mil por produtora. “No ano passado, já liberamos mais de R$ 11 milhões pela linha de crédito Feap Mulher, melhorando a infraestrutura agrícola de mais de 240 produtoras paulistas. A expectativa é de que, com mais recursos e a ampliação do teto, São Paulo continue a exercer o seu papel de vanguarda na produção de alimentos e com ampla representatividade feminina no campo”, destacou o secretário da pasta paulista, Guilherme Piai. A beneficiária tem até 84 meses para pagar, carência de até 12 meses e taxa de juros de 2% ao ano. Em 2024, 439 linhas de crédito foram concedidas pelo Feap Mulher, totalizando R$ 11,8 milhões destinados ao desenvolvimento da força feminina no campo. De acordo com a Secretaria, a meta deste ano é liberar 700 linhas. A solicitação de adesão ao Feap Mulher pode ser feita junto à Casa da Agricultura de cada município (encontre aqui a mais perto de você) ou pelo telefone (11) 5067-0125. Além disso, a adesão pode ser realizada por meio da Fundação Instituto de Terras (Itesp). [ad_2] Source link

veja os preços neste início de semana no Brasil

[ad_1] O mercado físico do boi gordo abriu a semana com maior firmeza em seus preços. Segundo o consultor de Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, as escalas de abate apresentam encurtamento, e há dificuldade na aquisição de animais mais jovens, que cumprem os requisitos de exportação para a China. “A oferta de fêmeas também apresenta alguma diminuição. Mesmo assim, a diferença de preço entre machos e fêmeas é bastante expressiva, consequência de um descarte que foi bastante representativo”, diz. São Paulo: R$ 311,33, contra R$ 310,67 na sexta (7). Goiás: R$ 290,36, no comparativo com R$ 291,25 anteriormente Minas Gerais: R$ 307,53, estável Mato Grosso do Sul: R$ 294,77, contra R$ 294,55 anteriormente. Mato Grosso: R$ 298,51, ante R$ 298,92 anteriormente Mercado atacadista O mercado atacadista apresenta preços firmes, ainda em perspectiva de alta no curto prazo, considerando a entrada dos salários na economia como motivador da reposição entre atacado e varejo. “Apenas ressaltando que a população ainda prioriza o consumo de proteínas mais acessíveis, a exemplo da carne de frango, ovos e embutidos”, diz Iglesias. O quarto traseiro ainda é precificado a R$ 24,50, por quilo. O dianteiro segue cotado a R$ 18,00, por quilo, enquanto a ponta de agulha ainda está em R$ 17,00 o quilo. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 1,13%, sendo negociado a R$ 5,8545 para venda e a R$ 5,8525 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,7732 e a máxima de R$ 5,8732. [ad_2] Source link

Cesta básica fica mais cara em 14 capitais no mês de fevereiro

[ad_1] No mês de fevereiro, o custo médio da cesta básica subiu em 14 das 17 capitais brasileiras que são analisadas pela Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, divulgada mensalmente pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Apenas três capitais apresentaram queda no custo da cesta: Goiânia (-2,32%), Florianópolis (-0,13%) e Porto Alegre (-0,12%). As maiores elevações observadas entre os meses de janeiro e fevereiro ocorreram em Recife (4,44%), João Pessoa (2,55%), Natal (2,28%) e Brasília (2,15%). Entre os maiores vilões para o aumento no preço da cesta estão o café, que subiu em todas as capitais pesquisadas, o tomate e o quilo da carne bovina de primeira. No caso do café, as altas variaram entre 6,66%, na capital paulista, e 23,81%, em Florianópolis. Cesta básica mais cara A cesta básica mais cara do país no mês de fevereiro foi a de São Paulo, com custo médio de R$ 860,53. Em seguida, estão as cestas do Rio de Janeiro (R$ 814,90), Florianópolis (R$ 807,71) e Campo Grande (R$ 773,95). Já nas regiões Norte e Nordeste do país, onde a composição da cesta é diferente, os menores valores foram registrados em Aracaju (R$ 580,45), Recife (R$ 625,33) e Salvador (R$ 628,80). O Dieese estimou que o salário-mínimo em fevereiro deveria ser de R$ 7.229,32 ou 4,76 vezes o mínimo atual de R$ 1.518,00. O cálculo foi feito com base na cesta mais cara, que, no mês passado foi a de São Paulo, e levando em consideração a determinação constitucional que estabelece que o salário-mínimo deve ser suficiente para suprir as despesas com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência. [ad_2] Source link

Como ficaram os preços da soja na véspera do USDA?

[ad_1] O mercado brasileiro de soja iniciou a semana travado, com registro de negócios de lotes pontuais. A consultoria Safras & Mercado divulgou que houve queda de Chicago pressionou as cotações internas e retraiu os vendedores, apesar da alta do dólar. Nesta segunda-feira (10), os agentes aguardam o relatório de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que será divulgado amanhã (11). A soja no Brasil Passo Fundo (RS): caiu de R$ 130,00 para R$ 128,00 Região das Missões (RS): caiu de R$ 131,00 para R$ 129,00 Porto de Rio Grande (RS): caiu de R$ 137,00 para R$ 135,00 Cascavel (PR): caiu de R$ 129,00 para R$ 127,00 Porto de Paranaguá (PR): caiu de R$ 136,00 para R$ 135,00 Rondonópolis (MT): manteve-se em R$ 115,00 Dourados (MS): caiu de R$ 119,50 para R$ 118,00 Rio Verde (GO): caiu de R$ 114,00 para R$ 113,00 Soja em Chicago Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a segunda-feira em baixa, com incertezas sobre a política tarifária do governo Trump gerando apreensão sobre uma possível guerra comercial com a China. O clima de aversão ao risco afeta o mercado global, impactando as commodities. Os investidores também aguardam o relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 O USDA deverá indicar poucas alterações no quadro de oferta e demanda americana de soja, mas pode elevar a estimativa de safra do Brasil de 169 milhões para 169,3 milhões de toneladas, enquanto a previsão para a Argentina pode ser reduzida de 49 milhões para 48,6 milhões de toneladas. Contratos futuros da soja Os contratos futuros da soja apresentaram queda na segunda-feira. O vencimento de maio fechou a US$ 10,14 por bushel, marcando uma baixa de 11,00 centavos ou 1,07%. Esse movimento reflete as incertezas no mercado, influenciadas pela baixa em Chicago e a espera pelo relatório do USDA. No mercado de farelo de soja, a posição de maio registrou uma queda de US$ 2,10, ou 0,68%, fechando a US$ 302,30 por tonelada. A pressão no preço do farelo também seguiu a tendência de baixa observada nos grãos, com os investidores cautelosos diante das incertezas globais. Já o óleo de soja teve uma retração ainda mais acentuada, com a posição de maio fechando a 42,26 centavos de dólar. O recuo foi de 1,16 centavo, ou 2,67%, refletindo a mesma dinâmica de mercado que afetou os demais subprodutos. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 1,13%, sendo negociado a R$ 5,8545 para venda e a R$ 5,8525 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,7732 e a máxima de R$ 5,8732. [ad_2] Source link

governadores reagem à proposta do governo federal

[ad_1] O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, afirmou nesta segunda-feira (10), em entrevista à rádio CBN, que entende a resistência de governadores ao pedido do governo federal para que os estados zerem a alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) sobre produtos da cesta básica. A proposta surgiu durante o anúncio de medidas para reduzir o preço dos alimentos, como a isenção da tarifa de importação para itens como milho, café e carnes. Governadores de diferentes estados se manifestaram contra a medida, argumentando que muitos já aplicam a alíquota zero para produtos essenciais. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, declarou em suas redes sociais que a cesta básica já é isenta de ICMS no estado. Eduardo Leite, governador do Rio Grande do Sul, reforçou a mesma posição.Governadores rebatem proposta Em entrevista ao Canal Rural, Eduardo Leite afirmou que o Rio Grande do Sul já adota alíquota zero para diversos produtos da cesta básica, como ovos, leite, pão francês e hortifrutigranjeiros. Além disso, destacou o programa de devolução de ICMS para famílias de baixa renda. “O Rio Grande do Sul já tem ICMS zerado para vários itens da cesta básica. Também implementamos um programa inovador de devolução do imposto, beneficiando 600 mil famílias, que recebem valores proporcionais às notas fiscais emitidas com CPF”, disse Leite. Segundo ele, o estado já devolveu mais de R$ 800 milhões aos contribuintes nos últimos três anos. Outros governadores também reagiram à proposta do governo federal, alegando que a responsabilidade de zerar impostos sobre a cesta básica não pode ser transferida aos estados sem uma compensação adequada. Impacto econômico do ICMS zerado O economista Alessandro Azzoni, especialista em agronegócio, destacou em entrevista ao Canal Rural que a proposta poderia gerar um grande desequilíbrio fiscal, especialmente para estados que enfrentam dificuldades de arrecadação devido a crises econômicas e efeitos climáticos adversos. “Não adianta transferir a responsabilidade para os estados, pois a medida deve ser estruturada pelo governo federal. Isso poderia comprometer as contas públicas estaduais, prejudicando ainda mais regiões que já sofrem com baixa arrecadação”, afirmou Azone. [ad_2] Source link

Frente fria, chuva de 80 mm e ventos acima de 100 km/h marcam a semana

[ad_1] A semana inicia com o deslocamento da frente fria do Sul para o Sudeste do país, chuva espalhada pelas cinco regiões e ventos superiores a 100 km/h, conforme o informativo do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Veja a previsão entre esta segunda-feira (10) e a próxima (17): Sul A semana se iniciacom tempo firme no centro-sul do Rio Grande do Sul. A tendência é de aumento de nebulosidade e pancadas de chuva a partir de quarta-feira (12) sobre o nordeste gaúcho, leste de Santa Catarina e centro-sul do Paraná, com acumulados que devem ultrapassar os 50 mm (tons de amarelos no mapa abaixo). Sudeste O avanço de uma frente fria favorece a ocorrência de chuvas intensas no início desta semana em partes do Rio de Janeiro, do sul de Minas Gerais e da região metropolitana de São Paulo. Chuvas acima de 60 mm são previstas ao longo da semana. No interior de São Paulo, centro e norte de Minas Gerais e norte do Espírito Santo, a tendência é de tempo firme, porém em algumas localidades podem ser registrados volumes inferiores a 10 mm. Centro-Oeste Foto: Reprodução Inmet A combinação de calor e umidade mantêm as áreas de instabilidade em Mato Grosso e noroeste de Goiás, com pancadas de chuvas ao longo da semana em acumulados que podem superar os 80 mm. No entanto, para o sul e leste de Goiás e grande parte de Mato Grosso do Sul, a tendência é de precipitações irregulares a partir de quarta-feira, com menores acumulados e valores abaixo de 20 mm. Nordeste A atuação da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) favorecerá a chuva no norte do Maranhão, do Piauí e litoral do Ceará, com previsão de volumes de chuva acima de 80 mm (tons em vermelho no mapa) e ventos de até 100 km/h. Na faixa leste da região, na faixa que vai desde o Rio Grande do Norte até Sergipe, além do sul do Ceará, as chuvas poderão ocorrer em pontos isolados na forma de pancadas, com acumulados inferiores a 30 mm. Tempo firme nos próximos dias, na parte central da Bahia, oeste de Pernambuco e de Alagoas, além do sudeste do Piauí. Norte As instabilidades associadas ao calor e à alta umidade mantêm as pancadas de chuva ao longo da semana acima de 50 mm em grande parte da região. A ZCIT posicionada mais a sul provocará acumulados acima de 80 mm no Amapá e nordeste do Pará. Já no centro-sul do Pará e Tocantins são previstos menores volumes de chuva. Como ficam as temperaturas Para os próximos dias, temperaturas máximas permanecem elevadas no interior da Região Nordeste, noroeste de Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso do Sul e oeste de São Paulo, com valores acima de 34°C. Já na Região Norte, no Maranhão e em Mato Grosso, as temperaturas máximas devem variar entre 28°C e 32°C. As temperaturas mínimas seguirão acima de 26°C na Região Norte, oeste e norte da Região Nordeste, Centro-Oeste e oeste da Região Sudeste. Nas demais áreas, espera-se que as mínimas fiquem entre 20°C e 28°C ao longo da semana. Na Região Centro-Oeste e oeste da Região Sudeste, as mínimas ficarão acima de 24°C, exceto no leste de São Paulo, onde podem ocorrer temperaturas abaixo de 20°C. Na Região Sul, estão previstas mínimas abaixo de 18°C, exceto no norte do Paraná, onde podem ultrapassar os 22°C. Temperaturas entre 12°C e 16°C poderão ocorrer em regiões serranas dos três estados. [ad_2] Source link

Pequenos negócios e startups sustentáveis podem receber até R$ 39 mil

[ad_1] Pequenos negócios inovadores e startups com soluções sustentáveis já podem se inscrever no módulo Tração dos programas Sebrae Inova Cerrado e Inova Pantanal.  Poderão se inscrever projetos inovadores focados na preservação, conservação ou utilização sustentável de recursos naturais do bioma e que tenham suas soluções aplicadas às seguintes áreas: As iniciativas oferecem capacitação, mentoria e apoio financeiro para empresas formalizadas que atuam na preservação ou no uso sustentável dos recursos naturais dos dois biomas. Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp Inova Cerrado Será realizada uma única etapa de seleção. Neste módulo, serão escolhidas até 40 propostas e para os estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul e até 20 propostas para os demais estados (Bahia, Distrito Federal, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Piauí e Tocantins). Cada proposta selecionada poderá receber uma bolsa, destinada ao sócio empreendedor da empresa e coordenador da proposta selecionada. O valor estipulado é de R$ 6,5 mil por mês, totalizando até R$ 39 mil. O Cerrado é o segundo maior bioma do Brasil, cobrindo aproximadamente 22% do território nacional. Possui expressiva biodiversidade, abrigando cerca de 12 mil espécies de plantas, das quais muitas são endêmicas. O bioma apresenta grande riqueza de fauna, incluindo mamíferos, aves, répteis, anfíbios e uma grande variedade de insetos. Em razão disso ele tem grande importância ecológica, econômica e social, mas enfrenta desafios significativos que ameaçam sua integridade e biodiversidade. Inova Pantanal Este módulo, também contará com apenas uma etapa de seleção, quando serão selecionadas até 40 propostas por estado. Cada proposta selecionada poderá receber uma bolsa, destinada ao sócio empreendedor da empresa e coordenador da proposta selecionada. O valor estipulado é de R$ 6,5 mil por mês, totalizando até R$ 39 mil. O Pantanal é um dos menores biomas brasileiros, presente nos estados do Mato Grosso e do Mato Grosso do Sul, além de poder ser encontrado no Paraguai e na Bolívia. É conhecido como a maior planície alagada do mundo. Abriga as maiores concentrações populacionais de espécies ameaçadas e é considerado o bioma mais preservado do país. Como participar Os programas do Sebrae são voltados para negócios sediados na Bahia, Distrito Federal, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Piauí e Tocantins.  As inscrições vão até 4 de abril e podem ser feitas pela Plataforma Sebrae Startups: Inova Cerrado Inova Pantanal Quer saber mais sobre inovação e empreendedorismo no agronegócio? Todos os dias, aqui no site Canal Rural, Empreendedorismo, você fica por dentro de todas as novidades para empreender de forma segura e responsável. Participe enviando dúvidas, sugestões e compartilhando sua história de empreendedorismo rural pelo nosso WhatsApp. [ad_2] Source link

quais os impactos internos e externos apresentados?

[ad_1] O mercado da soja tem experimentado um período de alta volatilidade, impulsionado por uma combinação de fatores internos e externos. A disputa comercial entre os Estados Unidos e a China, a colheita avançada no Brasil e as flutuações nas cotações internacionais são elementos chave que têm influenciado o comportamento dos preços. Segundo a plataforma Grão Direto, o índice de exportação da soja refletiu essa volatilidade nos preços durante a semana passada. Considerando o valor da soja brasileira destinada à exportação nos principais portos, o índice iniciou a semana cotado a R$133,64 e encerrou com um aumento de 1,92%, atingindo R$136,21/saca. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 Volatilidade nos preços da soja A primeira semana de março foi marcada por oscilações nos preços da soja no mercado internacional, o que teve reflexos no preço da soja brasileira. Ao longo da semana, as cotações nos portos brasileiros superaram os R$135,00/saca. O mercado segue atento à volatilidade apresentada, que pode apresentar novas oportunidades de negócios ou desafios para os produtores de soja. Guerra comercial A disputa comercial entre Estados Unidos e China, que se acirrou recentemente com a imposição de novas tarifas americanas sobre produtos chineses, tem afetado diretamente o mercado de soja. O Brasil tem se beneficiado dessa situação, já que as exportações brasileiras se tornaram mais competitivas no cenário internacional. No Brasil, esse movimento gerou uma valorização nos preços internos, com os portos registrando alta de até R$3,00 por saca em relação à semana anterior. Exportação De acordo com dados da ANEC, o Brasil deve exportar cerca de 14,8 milhões de toneladas de soja em março, um aumento de 9,2% em relação ao mesmo mês do ano passado. Esse crescimento reflete a constante demanda externa e a competitividade da soja brasileira no mercado global. Colheita de soja em MT O Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) divulgou na última sexta-feira que 91,84% da área plantada com soja no Mato Grosso já foi colhida, superando o ritmo da colheita do ano anterior e a média histórica dos últimos cinco anos. O avanço pode gerar uma pressão pontual nos preços internos, já que o aumento da oferta disponível tende a pesar no mercado. No entanto, o impacto pode ser atenuado por fatores como os custos logísticos e as condições climáticas. USDA O mercado segue atento ao próximo relatório de oferta e demanda do USDA, previsto para ser divulgado em 11 de março. O relatório pode confirmar a expectativa de uma safra recorde de soja no Brasil, além de indicar possíveis quedas na produção da Argentina. Esse cenário pode gerar volatilidade nas cotações da soja, especialmente no mercado de Chicago, influenciando diretamente as expectativas dos produtores brasileiros. O que esperar do mercado? Com o avanço da colheita, é natural que março comece com uma pressão negativa sobre os preços internos, dada a grande oferta disponível. No entanto, fatores como problemas logísticos, condições climáticas adversas e a guerra comercial entre as grandes potências globais sustentam os preços da soja no Brasil, criando boas oportunidades de negócios na primeira semana de março. Nos próximos dias, a dinâmica de preços será influenciada por uma série de variáveis, como prêmios de exportação, custos logísticos, condições climáticas e as decisões dos agricultores norte-americanos em relação à área plantada de soja na próxima safra. Esses fatores terão um papel importante na formação dos preços da soja ao longo do mês. [ad_2] Source link

prêmios de exportação atingem o maior valor desde 2022

[ad_1] Levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) mostram que as negociações envolvendo soja foram intensificadas na última semana no spot nacional, ou seja, no mercado de transações em que a entrega da mercadoria é imediata e o pagamento é feito à vista. Segundo o Centro de Pesquisas, isso se deve ao crescimento na oferta e à presença mais ativa de compradores, sobretudo externos. Como reflexo, os prêmios de exportação já começaram a subir no país, de acordo com análises do Cepea. Com base no porto de Paranaguá (PR), o prêmio de exportação de soja está sendo ofertado em 85 centavos de dólar/bushel para embarque em março/25, o maior valor desde 2022. A maior demanda internacional pela oleaginosa brasileira está atrelada ao agravamento no conflito comercial entre os Estados Unidos e a China – o governo chinês anunciou tarifas a produtos agropecuários norte-americanos; para a soja, a taxa adicional é de 10%. Agora, pesquisadores do Cepea explicam que consumidores asiáticos devem se redirecionar à América do Sul, principalmente para o Brasil, que é o maior produtor e exportador mundial de soja. [ad_2] Source link