FPA quer urgência em projeto de lei sobre reciprocidade ambiental

[ad_1] A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) se reuniu nesta terça-feira (11) para debater o Projeto de Lei 2088/2023, que trata da Reciprocidade Ambiental. De autoria do senador Zequinha Marinho (Podemos-PA), a medida é uma das pautas prioritárias da bancada e está sob a relatoria da senadora Tereza Cristina (PP-MS), que apresentou um substitutivo no final de fevereiro deste ano. Segundo a senadora, a iniciativa surgiu da preocupação com as medidas ambientais propostas pela União Europeia e da necessidade de garantir condições equitativas para os produtos brasileiros no mercado internacional. “Durante a elaboração desta lei, concluímos que seu escopo deveria ser mais amplo, abrangendo, além da questão ambiental, aspectos sociais e trabalhistas. A ideia é criar uma legislação que nos permita enfrentar desafios impostos por outros países”, detalhou. Tereza também destacou que o projeto, em tramitação há mais de um ano, foi formulado a partir de diversas sugestões, para garantir segurança jurídica. “Estamos correndo com essa pauta, pois o momento exige urgência. O relatório já foi publicado na Comissão de Meio Ambiente e segue para a Comissão de Assuntos Econômicos”, acrescentou. Para o presidente da FPA, deputado Pedro Lupion (PP-PR), o projeto precisa avançar rapidamente. “O Brasil é um player relevante no mercado internacional e precisa ser respeitado. Este é o momento de o parlamento agir, e a Reciprocidade Ambiental deve seguir adiante”, afirmou. [ad_2] Source link

FPA opõe-se a medidas do governo e defende investimentos em logística

[ad_1] Em reunião nesta terça-feira (11), a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) discutiu as recentes medidas do governo federal para o controle dos preços de alimentos no país. No final de fevereiro, a bancada enviou ofício aos Ministérios da Fazenda e da Casa Civil com 20 propostas do setor para conter a inflação do produtos. Entre as sugestões estão a revisão da tributação sobre fertilizantes e defensivos agrícolas e a redução temporária de PIS/Cofins sobre insumos essenciais, como trigo e óleo vegetal. Agora, a Frente considera que as medidas anunciadas pelo governo na última quinta-feira (6) de zerar a alíquota de importação de alimentos como carne, milho, azeite e café, entre outros, são ineficazes. “Nós reiteramos a posição de que as medidas anunciadas de tarifas de importação de gêneros alimentícios acabam não resolvendo o problema a curto prazo. É algo que a indústria nacional amplamente produz e mais do que isso a agricultura brasileira. O que vai ter agora é a safra, que vem aí forte e vai reduzir bastante o preço das commodities, isso faz com que a inflação fique mais barata, acaba tendo um impacto direto na indústria de proteína. São temas que a gente tem estudado e levado muito a sério”, destaca Pedro Lupion, presidente da FPA. Ele também enfatizou que a bancada está acompanhando de perto as decisões do governo para garantir que não prejudiquem a produção agropecuária do país. “Queremos contribuir para uma solução eficaz. Esperamos que a Casa Civil, o Ministério da Fazenda e a Presidência da República, que receberam nossos ofícios, nos levem a sério e possam buscar soluções nesse sentido.” Investimentos em logística Lupion ainda voltou a cobrar do governo investimentos em logística para escoamento da safra e mudanças na tributação agropecuária como forma de reduzir custos de produção que impactam o consumidor final. “Estamos enfrentando praticamente o dobro do preço de frete que enfrentávamos na safra passada, temos problema logísticos sérios nas rodovias brasileiras, um déficit de armazenagem gigantesco, principalmente o déficit de armazenagem [de produtos] refrigerados, ou seja, dos produtos que acabam tendo um prazo de validade, o que faz com que a gente não tenha onde armazená-los e tendo que fazer o escoamento mais rápido possível, além de questões logísticas e burocráticas em relação à fiscalização alfandegária, em fiscalização portuária, problemas da Marina Mercante, problemas sérios que a gente enfrenta no dia a dia da produção agropecuária.” Já a senadora Tereza Cristina, também integrante da FPA, reforçou que a bancada do agro não se opõe a medidas que tragam resultados eficazes para o consumidor. “Nós não iríamos nunca contra uma medida que fosse resolver o problema do consumidor brasileiro, se a gente não estivesse produzindo e colhendo […]. Estamos preocupados e acho que o Executivo precisa ouvir quem produz. Não adianta o setor produtivo fazer concessões momentâneas se não for resolver os problemas crônicos da economia, que são o ajuste fiscal e a diminuição do gasto público,” finalizou. Contudo, para destravar os investimentos que a FPA enxerga como prioritários, é preciso aprovar a Lei Orçamentária Anual (LOA) deste ano, ainda travada no Congresso Nacional. A votação está prevista para a semana que vem. [ad_2] Source link

JBS ajudou a regularizar 15 mil propriedades rurais em 4 anos

[ad_1] Mais de 15 mil propriedades rurais receberam consultoria e apoio técnico e mais de 6 mil hectares foram destinados à recuperação florestal em quatro anos. Esses números foram divulgados nesta quinta-feira (11), atingidos por meio do programa Escritórios Verdes, da JBS. Lançado em 2021, o objetivo da iniciativa é o de oferecer assistência gratuita a produtores que desejam apoio para regularização ambiental de suas propriedades rurais. Somente em 2024, foram realizados 199 projetos de regularização ambiental, que contribuíram para a recomposição de 4.153,5 hectares de vegetação nativa. Consultoria virtual Para expandir o serviço a produtores de todo o país, a companhia lançou no ano passado o Escritório Verde Virtual. Assim, além de contar com estruturas dentre das 20 unidades distribuídas por todo o Brasil, que coletam as informações da propriedade e encaminham as soluções ao produtor, é possível contar com soluções sem sair de casa. O serviço, disponível por e-mail, telefone e WhatsApp, é responsável pelos atendimentos iniciais e por filtrar e classificar as demandas para providenciar as ações com os produtores. De acordo com a diretora de Sustentabilidade da JBS Brasil, Liège Correia, desde o seu lançamento, em outubro de 2024, já foram realizadas cerca de 1.220 interações pelo módulo virtual. “Os produtores precisam estar no centro das conversas quando o assunto são as melhores práticas no campo. E priorizar iniciativas que possam ajudá-los em seu dia a dia é fundamental para toda a cadeia produtiva e deve ser meta das organizações. Por isso, ficamos satisfeitos ao observar a adesão cada vez maior dos pecuaristas aos Escritórios Verdes”, afirmou. A executiva ainda lembra que, também em 2024, a companhia iniciou a operação de seu hub de prestação de serviços socioambientais a pequenos produtores, os Escritórios Verdes 2.0. Após triagem inicial, há o encaminhamento do produtor para uma destas três frentes, todas de forma gratuita: Escritório Verde Ambiental: voltado à regularização ambiental e reinserção de fazendas na cadeia produtiva; Escritório Verde Assistência Técnica: apoio à melhoria da produtividade do solo, com a recuperação de pastagens quando a situação exige; melhoria na oferta e qualidade da água, com ações de proteção e recuperação de nascentes; e consultoria para práticas de produção sustentável com o objetivo de maior rentabilidade e mais qualidade de vida do produtor familiar; e Escritório Verde Assistência Gerencial: fornece capacitação e ferramentas que visam melhoria na gestão para produtores aperfeiçoarem a administração de suas propriedades. Propriedades regularizadas Foto: Pixabay O diretor de Pecuária Sustentável da Friboi e líder de Agricultura Regenerativa da JBS Brasil, Fábio Dias, conta que, ao todo, somente no ano passado, foram 6.887 propriedades regularizadas, e 1.311 fazendas que receberam assistência técnica (852) ou gerencial (459). O time de extensão rural fez mais de 4.700 visitas a agricultores familiares. Foram coletadas e analisadas mais de 600 amostras de solo. Além do trabalho realizado pelos Escritórios Verdes, a JBS também contou com a ferramenta Cowbot e a Plataforma Pecuária Transparente (PPT) para apoiar os pecuaristas. Todas as iniciativas, juntas, resultaram em mais de 26.780 atendimentos aos produtores em 2024. Segundo ele, foi possível, ainda, alcançar a meta de processamento registrada na plataforma – o objetivo era chegar a 78% do número de animais processados em todas as unidades da Friboi em 2023, mas o ano passado terminou com volume equivalente a 80,72%. Houve, ainda, 17.377 análises geradas pela ferramenta Cowbot, criada em 2024. Segundo Dias, esse número foi alcançado somente no segundo semestre do ano, quando a ferramenta foi lançada. Assim, o recurso permite uma consulta anterior à negociação, contribuindo com a rastreabilidade da cadeia de fornecimento de terceiros. Por meio de um chat, a Companhia oferece gratuitamente as mesmas informações utilizadas para monitorar sua cadeia de fornecimento. Para isso, basta que o usuário compartilhe com o bot os dados de geolocalização ou número de CAR da propriedade com a qual está negociando. “Esses números indicam que estamos no caminho certo. Os produtores têm suas demandas e precisam ser atendidos, independentemente do canal, para que tenhamos um modelo de produção cada vez mais sustentável. Ficamos entusiasmados por poder colaborar com os produtores”, afirma o diretor. “Seguimos com a expectativa de números ainda mais expressivos para este ano”, completa. Rastreamento de rebanhos Recentemente os Escritórios Verdes passaram a integrar um conjunto de iniciativas que buscam a evolução da agropecuária do estado do Pará e que são apoiadas pela JBS. Em janeiro de 2025, a companhia, junto com parceiros, anunciou a doação de 3 milhões de tags para o rastreamento de rebanhos no estado. A companhia ainda apoiou a criação de um programa de treinamento de operadores de rastreabilidade, necessários para realizar corretamente a leitura dos tags nas fazendas, nas fábricas e nos demais pontos de trânsito dos animais. [ad_2] Source link

Preços da arroba do boi gordo seguem em expectativa de alta

[ad_1] O mercado físico do boi gordo apresentou preços mistos no decorrer desta terça-feira (11). Segundo o consultor de Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, o escoamento da carne durante a primeira quinzena do mês tem um papel fundamental para a formaçãode preço no curto prazo. “Escalas de abate permanecem encurtadas em grande parte do país. Com um bom escoamento da carne, há possibilidade de alguma alta dos preços, mesmo que isso ocorra de forma comedida”, comenta. Ele indica que as exportações seguem em bom nível. “O ano de 2025 carrega potencial para mais um recorde histórico na exportação de carne bovina, com o Brasil muito bem posicionado no mercado internacional”, avalia. São Paulo: R$ 310,75, contra R$ 311,33 na segunda Goiás: R$ 290,18, no comparativo com R$ 290,36 de ontem Minas Gerais: R$ 307,53, estável Mato Grosso do Sul: R$ 294,20, contra R$ 294,77 anteriormente Mato Grosso: R$ 298,72, no comparativo com R$ 298,51 de segunda Mercado atacadista O mercado atacadista se depara com acomodação em seus preços. Iglesias coloca que o ambiente de negócios ainda sugere por alguma alta dos preços no decorrer da semana, considerando a entrada dos salários na economia, importante motivador da reposição entre atacado e varejo. “Importante mencionar que a preferência da população ainda recai sobre proteínas maisacessíveis, a exemplo da carne de frango, ovos e embutidos”, observa. O quarto traseiro ainda é precificado a R$ 24,50, por quilo, o dianteiro segue cotado a R$ 18,00, por quilo e a ponta de agulha é R$ 17,00, por quilo. Câmbio O dólar comercial encerrou em queda de 0,75%, sendo negociado a R$ 5,8102 para venda e a R$ 5,8082 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,8030 e a máxima de R$ 5,8480. [ad_2] Source link

Confira as cotações da soja em dia de divulgação do USDA

[ad_1] O mercado brasileiro de soja teve pequenas compras reportadas nesta terça-feira (11). Os preços ficaram de estáveis a mais altos, mesmo com a queda do dólar em relação ao real. Os prêmios seguem firmes. A indústria mantém preços fortalecidos, mas tenta originar o mínimo possível, com margens pouco favoráveis. Preços no país Passo Fundo (RS): manteve em R$ 128,00 Região das Missões (RS): manteve em R$ 129,00 Porto de Rio Grande (RS): manteve em R$ 135,00 Cascavel (PR): manteve em R$ 127,00 Porto de Paranaguá (PR): manteve em R$ 135,00 Rondonópolis (MT): manteve em R$ 115,00 Dourados (MS): subiu de R$ 118,00 para R$ 119,00 Rio Verde (GO): manteve em R$ 113,00 A soja em Chicago Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a terça-feira em baixa, em um dia volátil e com números sem surpresas no relatório de março do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). O mercado esboçou uma recuperação técnica, mas no final do dia, as incertezas geradas pelas novas ameaças tarifárias do governo Trump pesaram sobre as cotações. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 USDA O relatório do USDA indicou que a safra norte-americana de soja deverá ficar em 4,366 bilhões de bushels em 2024/25, o equivalente a 118,82 milhões de toneladas. A produtividade foi indicada em 50,7 bushels por acre, números idênticos aos de fevereiro. Os estoques finais estão projetados em 380 milhões de bushels ou 10,34 milhões de toneladas. O mercado esperava um carryover de 381 milhões de bushels ou 10,37 milhões de toneladas, mas o USDA manteve a projeção de fevereiro. O USDA manteve a previsão de esmagamento em 2,410 bilhões de bushels, e para as exportações, a previsão também não sofreu alteração, permanecendo em 1,825 bilhões de bushels. A produção mundial de soja para 2024/25 foi projetada pelo USDA em 420,76 milhões de toneladas, o mesmo valor estimado em fevereiro. Para 2023/24, a previsão é de 394,97 milhões de toneladas. Os estoques finais para 2024/25 estão estimados em 121,41 milhões de toneladas, abaixo da previsão do mercado de 124,2 milhões de toneladas. No mês passado, a previsão era de 124,3 milhões de toneladas. Os estoques da temporada 2023/24 estão estimados em 112,5 milhões de toneladas. A produção brasileira foi mantida em 153 milhões de toneladas para 2023/24, e em 169 milhões para 2024/25. O mercado esperava um aumento para 169,3 milhões de toneladas na atual temporada. Já produção argentina foi mantida em 48,21 milhões de toneladas para 2023/24, e em 49 milhões para 2024/25. O mercado apostava em 48,6 milhões de toneladas. Além disso, as importações chinesas para 2023/24 foram mantidas em 112 milhões de toneladas, e para a próxima temporada, a previsão é de 109 milhões de toneladas, também repetindo o mês anterior. Contratos futuros da soja Os contratos da soja em grão com entrega em maio fecharam com baixa de 2,75 centavos de dólar ou 0,27%, a US$ 10,11 1/4 por bushel. A posição julho teve cotação de US$ 10,25 1/2 por bushel, com perda de 2,75 centavos ou 0,26%. Nos subprodutos, a posição de maio do farelo fechou com baixa de US$ 0,50 ou 0,16%, a US$ 301,80 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em maio fecharam a 41,93 centavos de dólar, com baixa de 0,33 centavo ou 0,78%. Câmbio O dólar comercial encerrou em queda de 0,75%, negociado a R$ 5,8102 para venda e a R$ 5,8082 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,8030 e a máxima de R$ 5,8480. [ad_2] Source link

Polícia prende suspeitos envolvidos em roubo de 39 toneladas de fertilizantes

[ad_1] Quatro pessoas foram presas na manhã desta terça-feira (11) em Curitiba, capital do Paraná, pelo roubo de uma carga com 39 toneladas de fertilizantes. O crime ocorreu em 18 de setembro do ano passado, mas somente agora a operação da Polícia Civil do estado capturou parte dos envolvidos da organização criminosa. De acordo com a corporação, a ação visava cumprir quatro mandados de prisão temporária e três de busca e apreensão nas cidades de Paranaguá e Curitiba, além de em Camaquã, no Rio Grande do Sul. Na data do crime, policiais militares identificaram um caminhão suspeito, avaliado em R$ 300 mil, no bairro Cidade Industrial de Curitiba (CIC) e abordaram dois homens que estavam em posse do veículo e da carga roubada de fertilizantes, avaliada em R$ 100 mil. Durante a ação, um dos indivíduos foi preso em flagrante, enquanto o outro entrou em confronto com os policiais e morreu, conforme consta em boletim de ocorrência. “A partir da prisão, a PCPR iniciou diligências para identificar os demais envolvidos no crime, chegando a outros quatro suspeitos. Três deles possuem antecedentes criminais por roubos agravados”, conta o delegado André Mariano. [ad_2] Source link

Exportações do complexo carne batem recorde em volume e faturamento

[ad_1] Janeiro e fevereiro marcaram um bimestre histórico para as exportações brasileiras do complexo carne em volume e em receita cambial, conforme dados do Ministério do Desenvolvimento indústria Comércio e Serviços (MDIC). Em relação à proteína bovina, o Brasil enviou ao exterior 371 mil toneladas, 3% a mais do que no primeiro bimestre de 2024 que, até então, era recorde, com 360 mil toneladas. Em termos de receita, nos primeiros meses deste ano foram atingidos US$ 1,84 bilhão, 13,5% a mais do que no período anterior (US$ 1,62 bilhão). Já nas carnes suínas, o país saltou de 168 mil toneladas para 189 mil toneladas no mesmo intervalo de tempo, incremento de 12,5%. Nesse tipo de proteína, a receita saltou de US$ 370 milhões para US$ 460 milhões. Nas aves, o desempenho brasileiro durante o bimestre nas exportações foi ainda superior: de 744 mil toneladas para 852 mil toneladas, aumento de 14,5%, com faturamento que foi de US$ 1,25 bilhão para US$ 1,53 bilhão. Segundo o diretor do Canal Rural Sul, Giovani Ferreira, o desempenho nacional está atrelado ao crescimento da demanda, tracionado, principalmente, pela China, além dos reflexos da guerra tarifária global protagonizada pelo governo de Donald Trump. Ao considerar as três carnes, o Brasil cresceu, em média, 11% em volume e cerca de 16% em faturamento. “Isso significa que estamos ganhando mercado em volume, mas também melhorando a remuneração do dólar por tonelada que o pecuarista brasileiro recebe no mercado internacional”, considera Ferreira. [ad_2] Source link

Inscrições abertas para empreendedores exporem produtos e serviços na Agrishow 2025

[ad_1] Considerada a segunda maior feira de agronegócio do mundo, a Agrishow 2025, promete ser uma vitrine de inovações e oportunidades para o setor agrícola. A feira, que ocorrerá de 28 de abril a 2 de maio em Ribeirão Preto, contará com um estande coletivo do Sebrae-SP, que oferecerá às empresas do setor que atendem ao mercado agrícola a oportunidade de participar, e o prazo para inscrições vai até 14 de março.  O espaço do Sebrae será dedicado a empresas formalmente constituídas que atuam em segmentos como máquinas e equipamentos agrícolas, sementes, fertilizantes, defensivos, ferramentas, entre outros.  As vagas são limitadas, e os selecionados terão acesso a uma estrutura completa para expor seus produtos, com balcões e prateleiras, além de credenciais para dois representantes por empresa. Cada participante terá direito a um sistema de rodízio, com dois ou três dias de exposição. Para se inscrever, as empresas precisam atender a alguns critérios. Além de estarem formalizadas como MEI, ME, EPP ou Produtor Rural. Devem estar estabelecidas no estado de São Paulo e oferecer produtos ou serviços ligados ao agronegócio. Produtores rurais enquadrados no DAP, CAF ou no regime de MEI terão isenção de pagamento mediante comprovação por declaração contábil, o que facilita a participação de pequenos produtores no evento. Agrishow 2024. Foto: arquivo Jossilene Rocha As empresas selecionadas terão a oportunidade de expor seus produtos com o apoio do Sebrae-SP, que subsidiará parte dos custos de participação.  A Agrishow se consolidou como um dos maiores eventos de tecnologia agrícola no mundo. Com foco em inovação e sustentabilidade, a feira atrai profissionais de diversos países em busca das últimas novidades em equipamentos, máquinas e soluções tecnológicas para o campo. Serviço Data da feira: de 28 de abril a 2 de maio Local: Ribeirão Preto, SP Inscrições pelo Sebrae-SP: até 14 de março pelo link Vagas limitadas Quer saber mais sobre feiras e eventos agrícolas? Todos os dias, aqui no site Canal Rural, Empreendedorismo, você fica por dentro de todas as novidades para empreender de forma segura e responsável. Participe enviando dúvidas, sugestões e compartilhando sua história de empreendedorismo rural com a gente no nosso WhatsApp. Porteira Aberta Empreender: conectando o campo e o mundo Assista ao Porteira Aberta Empreender no dia 13/03, quinta-feira, às 11h. O programa é uma produção do Canal Rural em parceria com o Sebrae, e é o lugar certo para você descobrir produtos, serviços e inovações que vão fortalecer seu o empreendedorismo no campo. Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp. Confira onde assistir ao programa No dia 13 de março, assista ao Porteira Aberta Empreender em um destes canais: Canais disponíveis para assistir ao programa Porteira Aberta Empreender. Acesse aqui e confira os temas abordados como Capacitação, Exportação, Acesso ao Crédito, Indicação Geográfica, entre outros.  [ad_2] Source link

Fórum do Canal Rural discute clima, mercado e tecnologia

[ad_1] Nesta quinta-feira (13), especialistas do Canal Rural Sul e parceiros técnicos convidados colocam em pauta as principais variáveis e tendências do agronegócio brasileiro e internacional. O Fórum Clima, Mercado e Tecnologia vai reunir na Expodireto Cotrijal representantes de todos os elos da cadeia produtiva, com destaque ao produtor rural. Serão dois painéis com a participação de analistas de mercado, meteorologistas, pesquisadores e empresas de tecnologia, que irão trazer um panorama do ciclo atual com previsões e projeções até o final do ano, de olho na temporada 2025/26. O conteúdo vai abordar clima, tecnologia agronômica, aviação agrícola e sementes, sempre com foco voltado à expectativa de safra e às cotações de commodities. Presencial, o fórum também será transmitido ao vivo em rede nacional pelo Canal Rural TV e YouTube da emissora. Entre os painelistas, profissionais do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), Safras & Mercado, Sindag, Bayer e o próprio Canal Rural. O evento ocorre no Auditório Central da Expodireto, com abertura de dirigentes da Cotrijal, parceira na realização, e lideranças do agronegócio gaúcho. O fórum é uma realização do Canal Rural com a Expodireto Cotrijal, patrocínio da Rizobacter, uma empresa do grupo Bioceres, apoio da Sementres Jotabasso e do Sindag, e apoio institucional da Aprosoja-RS e Sindicato Rural de Não-Me-Toque. Serviço Data: 13 de março Horário: 16 horasLocal: Auditório Central da Expodireto Cotrijal – Não-Me-Toque (RS) – Km 24 RS – 142 Centro [ad_2] Source link

exportações batem recorde em fevereiro com 114 mil toneladas

[ad_1] As exportações brasileiras de carne suína atingiram um novo recorde para o mês de fevereiro, totalizando 114,4 mil toneladas embarcadas. O volume representa um aumento de 17% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram exportadas 97,8 mil toneladas. Os dados foram divulgados pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Em receita, o crescimento foi ainda mais expressivo, com um avanço de 32,6%. O faturamento do setor em fevereiro alcançou US$ 272,9 milhões, contra US$ 205,7 milhões registrados no mesmo mês de 2024. No acumulado do primeiro bimestre, os embarques de carne suína totalizaram 220,4 mil toneladas, um avanço de 11,6% em relação às 197,5 mil toneladas exportadas nos dois primeiros meses do ano passado. No mesmo período, a receita cresceu 26,2%, somando US$ 510,9 milhões. Filipinas lideram compras de carne suína; México ganha destaque As Filipinas foram o principal destino da carne suína brasileira em fevereiro, com 23 mil toneladas importadas, um crescimento de 72% na comparação anual. Na sequência, aparecem: China – 19,4 mil toneladas (-26,2%) Hong Kong – 13,4 mil toneladas (+49,8%) Japão – 9 mil toneladas (+61,8%) Chile – 8,3 mil toneladas (-0,2%) Singapura – 6,5 mil toneladas (+3,6%) Argentina – 4,8 mil toneladas (+313,1%) Uruguai – 3,6 mil toneladas (+13,1%) Costa do Marfim – 3,1 mil toneladas (+58,4%) Vietnã – 3 mil toneladas (+64,8%) O México também ganhou relevância no mercado, com mais de 2 mil toneladas embarcadas. Segundo o presidente da ABPA, Ricardo Santin, o crescimento se deve à renovação do programa de segurança alimentar mexicano. “Além dos bons indicadores de demanda das Filipinas, Japão e outras nações da Ásia, África e Américas, projetamos resultados positivos para este ano”, avaliou Santin. Santa Catarina lidera exportações Santa Catarina manteve sua posição como o principal estado exportador de carne suína do Brasil, com 61,8 mil toneladas embarcadas em fevereiro (+14,2%). Em seguida, aparecem: Rio Grande do Sul – 23,9 mil toneladas (+13,8%) Paraná – 17,9 mil toneladas (+48,1%) Minas Gerais – 2,3 mil toneladas (+43,9%) Mato Grosso – 2,8 mil toneladas (+21%) O Brasil se consolida como o quarto maior produtor e exportador de carne suína do mundo. Ricardo Santin reforçou que a suinocultura nacional é uma parceira estratégica da indústria na segurança alimentar global. [ad_2] Source link