Semana do MEI 2025 tem ações em todo o estado de São Paulo

[ad_1] O Sebrae-SP realiza a Semana do MEI entre 26 de maio e 1º de junho. A programação reúne atividades online e presenciais em todo o estado de São Paulo. Os temas incluem marketing, vendas, finanças e gestão de pessoas, entre outros. Acesse aqui e confira a agenda completa do Sebrae. Durante o evento, o Sebrae Móvel estará em 34 cidades com 51 ações presenciais. A iniciativa garante atendimento até mesmo em 14 cidades que ainda não têm unidades fixas. Assim, o Sebrae-SP cobre 100% do estado. Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp Na capital, equipes estarão em estações do metrô como Sé, Luz, Tatuapé, Itaquera, Barra Funda e Jabaquara. Em cada ponto, o atendimento será gratuito e em local de fácil acesso. Os horários e locais estão na programação. Fique atento! O MEI é a forma mais simples de se formalizar e obter um CNPJ, com acesso a benefícios como nota fiscal, crédito e previdência. Para o MEI Rural, o limite de faturamento é de R$ 81 mil por ano (ou R$ 6.750 por mês de atividade). Por isso, é essencial manter o controle financeiro em dia. Formalizar-se é um passo importante e o Sebrae está pronto para ajudar nessa jornada. [ad_2] Source link
Inflação, PIB e surpresas globais; saiba o que mexe com os mercados nesta semana

[ad_1] No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, comenta como a alta dos juros nos EUA e as novas ameaças tarifárias de Trump aumentaram a aversão ao risco, pressionando bolsas globais e elevando o índice de volatilidade (VIX). No Brasil, além do impacto externo, o mercado reagiu às sinalizações do BC sobre juros altos por mais tempo e às medidas fiscais anunciadas pelo governo, como aumento do IOF e bloqueios no orçamento. Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro. Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado! Foto: divulgação [ad_2] Source link
Preços altos freiam demanda por cacau e indústria aumenta uso de substitutos

[ad_1] A moagem global de cacau ampliou 2,6% ao ano desde 1960, enquanto o PIB mundial evoluiu, em média, 3,4% ao ano no mesmo período, conforme dados do Banco Mundial. Assim, é possível dizer que o histórico de crescimento da amêndoa e da economia tem avançado de maneira compatível. No entanto, a crise de oferta da commodity tem transformado este cenário. Com base no comportamento recente da moagem de cacau, analistas da StoneX observaram que o período tem sido marcado por uma retração na demanda global. “O segundo trimestre de 2023 – em meio à quebra de safra 2023/24 – estreou um período de queda no processamento global que se estendeu até o primeiro trimestre de 2025, momento em que a redução registrada foi de 3,5%”, contextualiza Rafael Borges, analista de Inteligência de Mercado da empresa. Preços elevados Os principais responsáveis por essa queda foram os preços elevados, que motivaram a redução da utilização do cacau na indústria, além da menor disponibilidade da amêndoa. Diante deste cenário, a expectativa dos analistas é de uma diminuição de demanda na safra 2024/25 equivalente a 136 mil toneladas (-2,8%). Com isso, o volume estimado permite um superávit aproximado de 96 mil toneladas para o ano-safra, após um déficit estimado em quase 460 mil toneladas no ciclo 2023/24. “Para o ciclo seguinte, é provável que haja uma recuperação na demanda, porém, ainda limitada pelos preços elevados e as tendências estabelecidas desde 2024. Para o ciclo 2025/26, a primeira estimativa de demanda é de 4.786 milhões de toneladas (+0,8%)”, avalia Borges. Tendências para a demanda A demanda do setor enfrenta desafios relacionados aos preços elevados. Conforme relatório divulgado pela StoneX, diante do aumento de preços do cacau e seus subprodutos, o mercado assistiu a um crescimento das tentativas de substituição da amêndoa, além da adoção de estratégias de minimização da utilização nos produtos finais. Esse movimento de mercado impactou diversas indústrias, como a do chocolate. No caso das barras, tem-se utilizado waffers, frutas, castanhas e outros aditivos na composição. Além disso, esses produtos estão passando por reformulações de tamanho e formato. O coproduto mais nobre e caro, a manteiga de cacau, também tem visto o uso crescente de equivalentes e substitutos. “Essas alternativas podem ser utilizadas em diferentes proporções no lugar da manteiga, sendo um dos mais comuns os derivados da palma, que podem fornecer textura e consistência semelhante à manteiga”, diz Borges. Segundo o relatório da companhia, essa movimentação da indústria busca evitar o repasse do aumento dos preços da matéria-prima ao consumidor. Contudo, ao mesmo tempo, pode reduzir o crescimento esperado para a moagem/demanda por cacau nos próximos anos. “É importante lembrar que regulamentações governamentais exigem que o produto rotulado como ‘chocolate’ contenha uma quantidade mínima de manteiga de cacau ou outros ingredientes específicos, o que varia dependendo da categoria do produto, já que a substituição completa não é possível sem algum prejuízo às características da mercadoria”, conclui o analista. [ad_2] Source link
Queda da arroba do boi em maio é intensificada pela gripe aviária

[ad_1] O mercado brasileiro de boi gordo registrou negócios a preços mais baixos nesta semana, em linha com a boa disponibilidade de animais para o abate no decorrer de maio. Conforme o analista de Safras & Mercado, Fernando Iglesias, a expectativa ainda é de continuidade do movimento de queda no curto prazo, em meio ao bom posicionamento das escalas de abate pelos frigoríficos. O mercado de boi se mostrou apreensivo ao longo da semana, acompanhando eventuais desdobramentos do foco de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (IAAP) registrado em uma granja comercial no munícipio de Montenegro, no Rio Grande do Sul. Iglesias reforça que o protocolo sanitário tem sido seguido à risca, o que mantém o indicativo de um fluxo comercial restabelecido para a carne de frango no mercado internacional entre 28 e 60 dias. Impactos na carne bovina Análise do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) mostra que a cotação da carcaça casada bovina recuou fortemente, em 3,7%, no atacado da Grande São Paulo desde o anúncio da gripe aviária. “Os preços dos animais para abate e da carne vinham em baixa, mas as quedas a partir da sexta-feira (16) se intensificaram”, diz nota do órgão. De acordo com pesquisadores do Centro, a desvalorização se dá, principalmente, devido às vendas fracas da proteína na segunda quinzena e também à pressão por parte dos frigoríficos na compra de novos lotes. “Isso sinaliza que o mercado pecuário está refletindo de forma intensa os impactos de eventual aumento da oferta interna de carne de frango.” Variação de preço do boi na semana A média de preços da arroba do boi gordo na modalidade a prazo nas principais praças de comercialização do Brasil tiveram as seguintes variações entre 16 e 22 de maio: São Paulo (Capital): R$ 300, baixa de 1,64% frente os R$ 305 Goiás (Goiânia): R$ 290, queda de 1,69% perante os R$ 295 Minas Gerais (Uberaba): R$ 290, recuo de 1,69% frente aos R$ 295 Mato Grosso do Sul (Dourados): R$ 300, estável Mato Grosso (Cuiabá): R$ 300, inalterado Rondônia (Vilhena): R$ 265, queda de 1,85% Mercado atacadista Segundo Iglesias, o mercado atacadista apresentou queda em seus preços no decorrer da semana e o ambiente de negócios ainda sugere novos recuos no curto prazo, considerando o consumo mais discreto durante a segunda quinzena do mês. Esse fator torna a reposição entre o atacado e o varejo mais lenta. “A preferência de boa parte da população por proteínas mais acessíveis é uma tendência incontestável em 2025”, ressalta. O quarto do traseiro do boi foi cotado a R$ 23,90 o quilo, queda de 4,40% frente aos R$ 25,00 da semana passada. Já o quarto do dianteiro do boi foi vendido por R$ 19,00 o quilo, recuo de 5,00% frente aos R$ 20,00 registrados na semana anterior. Exportações de carne bovina Foto: Pixabay As exportações de carne bovina fresca, congelada ou refrigerada do Brasil renderam US$ 629,279 milhões em maio (11 dias úteis), com média diária de US$ 57,207 milhões, de acordo com a Secretaria de Comércio Exterior (Secex). A quantidade total exportada pelo país chegou a 123,005 mil toneladas, com média diária de 11,182 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 5.115,90. Em relação a maio de 2024, houve alta de 25,9% no valor médio diário da exportação, ganho de 10,8% na quantidade média diária exportada e avanço de 13,6% no preço médio. [ad_2] Source link
Animais estreantes no Freio de Ouro se classificam para a final em Esteio

[ad_1] A grande final da Classificatória Gaúcha Sul, realizada neste sábado (24), na Arena do Cavalo Crioulo, em Esteio, levou ao topo dos pódios os melhores exemplares da região sul gaúcha que estão iniciando suas campanhas no Freio de Ouro. Foi o caso da égua La Patria Tranca, que já participou de modalidades esportivas como a Paleteada, o Freio Jovem e o Crioulaço. Com a terceira melhor média morfológica, assumiu a liderança já nas primeiras etapas funcionais e de lá não saiu mais. Já no Freio de Ouro, faz sua estreia nessa temporada, garantindo uma incontestável vitória em sua primeira semifinal. A exemplar, do criador e expositor Rodrigo Castellarin Fialho, foi montada pelo ginete Ricardo Gigena Wrege, também escolhido como Ginete Destaque da categoria. “Esse resultado é o máximo, pois estamos no Freio de Ouro 2025 com uma égua bonita, boa, muito parelha. O grande atributo dela é não ter errado nunca. Manteve nota sete para cima sempre”, comemorou Fialho. Já o segundo lugar ficou com a égua Harmonia do Açungui, do criador Luiz Ernesto Wendler e Filhos e do expositor Guilherme Wendler que, montada pelo ginete Fabricio Brinelle Barbosa, disputou ponto a ponto com La Pátria Tranca até o final da prova. A égua Domingueira do Recanto, do criador Sucessão Carlos Alberto Ruiz Severo e expositor Gleidson Amilton Freitas Alves, cujo ginete foi Luis Gustavo Rodrigues Ruas, conquistou o terceiro lugar. A quarta posição teve a Quimera de Santa Edwiges, montada por Milton Ivan Pereira Castro, como representante. O exemplar é do criador e expositor Daniel Anzanello. Classificação de machos Na Arena onde, em pouco mais de três meses, será realizada a grande final do Freio de Ouro 2025, também foram classificados sete machos. Nesta categoria, o grande campeão foi Rincão da Cabanha Santa Fé, montado por Luis Gustavo Rodrigues Ruas. O animal criado por Gilberto Rodrigues de Freitas, cujo expositor é Parceria Cara Branca. Trata-se de um cavalo novo e inédito no Freio. “Estamos muito felizes com a classificação do Rincão e com uma expectativa grande para o Freio”, afirmou o gerente da parte de Equinos da Cabanha Santa Fé, Flávio Piegas. O segundo lugar ficou com Berro Grosso Pampeano, do criador Rodrigo Albuquerque PY e expositor Pedro Duarte Rota. O ginete foi Ricardo Wrege. O terceiro lugar na categoria machos foi de Campana Estradero, de Mário Moglia Suñe, cujo expositor é Ataide Lycenko e o ginete Rian de Vasconcelos Valadão. Já a quarta posicção foi concedida ao GT Herdeiro, criado e exposto por Marcial Domingos Correio Terra e montado por Fagner Crescencio Espindola. Conjuntos na disputa do Freio No total, 83 conjuntos iniciaram a disputa, 44 fêmeas e 39 machos. No entanto, apenas 32 conjuntos chegaram na grande final que classificou oito fêmeas e sete machos, visto que o oitavo lugar não atingiu a pontuação mínima de 18 pontos necessários por regulamento para a classificação. Para a grande final do Freio de Ouro 2025, que ocorrerá durante a Expointer, em Esteio, entre 30 de agosto e 7 de setembro. Haverá 48 vagas para cada categoria individualmente (fêmeas e machos), além de quatro reservas parque em cada categoria. O julgamento da classificatória de Esteio ficou a cargo dos trios Fernando Guilherme Horst, Luiz Martins Bastos Neto e Pedro Boemo Ferreira, na categoria Fêmeas, e Darlei Hess, Mauro Raimundo Ferreira e Rodrigo Diaz de Vivar, na categoria Machos. [ad_2] Source link
Você viu? Sindi transforma fazenda de Ribeirão Preto em referência nacional

[ad_1] A raça Sindi tem revolucionado a pecuária em diversas regiões do Brasil e transformou a Fazenda Porangaba, localizada em Ribeirão Preto, interior de São Paulo, em referência nacional na criação zebuína. Leia a reportagem do projeto do Canal Rural Giro do Boi — originalmente escrita por Fábio Moitinho — e assista ao vídeo abaixo com os detalhes dessa história: A propriedade, liderada pela médica-veterinária Helena Curi, vem se destacando com resultados consistentes tanto em corte quanto em leite, graças à aposta certeira no cruzamento do Sindi com o Nelore. A trajetória de sucesso começou em 2004, quando a família de Helena — apaixonada por zebuínos — decidiu experimentar o cruzamento das duas raças. Na época, a fazenda enfrentava os desafios típicos do manejo extensivo, com escassez de alimento na seca, ausência de suplementação e monta natural. Foi o vigor do F1 Sindi x Nelore, apelidado de “SindiNel”, que despertou o entusiasmo: mesmo sob condições adversas, os bezerros apresentaram precocidade, rusticidade e desempenho superiores aos cruzamentos anteriores. Campeã nacional e rebanho adaptado à seca Izzy Porangaba, a Grande Campeã da Raça Sindi na ExpoZebu 2024, em Uberaba. Foto: Reprodução Do cruzamento ao trabalho com animais puros de origem (PO), a raça Sindi cresceu na Porangaba e conquistou títulos nacionais, como a recente grande campeã da ExpoZebu 2024, em Uberaba, Minas Gerais. Segundo Helena, esse desempenho é fruto da genética adaptada e de um sistema produtivo que exige eficiência a campo. “Eu mesma fiz a cura do umbigo da campeã quando ela nasceu. Ela é cria nossa, HLCS. É um orgulho ver que esse animal rústico, dócil e funcional está provando o seu valor”, destacou Helena. A rusticidade do Sindi ficou evidente em condições extremas, como nas geadas que atingiram a região de Ribeirão Preto. Mesmo com a pastagem seca, os animais mantiveram bom escore corporal, mostrando resistência ao estresse ambiental. Cruzamento que dá retorno rápido Fêmeas SindiNel, cruzamento de Sindi e Nelore. Foto: Divulgação Fazenda Porangaba O Sindi é altamente eficiente em sistemas de baixa tecnologia, permitindo ganho de peso com menor custo. “Em 60 dias de cocho, conseguimos abater animais SindiNel com 18 a 20 arrobas. Em confinamento mais longo, chegamos a 24 arrobas com 59% de rendimento de carcaça em animais com até dois dentes”, revelou Helena. Esse ciclo mais curto e econômico é uma das grandes vantagens para quem busca produtividade com sustentabilidade. E mais: o Sindi também tem excelente potencial leiteiro, com produção elevada mesmo em sistemas a pasto, sendo ideal para cruzamentos com raças como Jersey e Holandês. Sindi conquista novos criadores Reconhecida pela Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ) como a raça zebuína que mais cresce no país, o Sindi vem ganhando espaço inclusive entre pequenos e médios produtores. Sua origem paquistanesa garante rusticidade, resistência a parasitas, tolerância ao calor e capacidade de conversão alimentar com eficiência. A Fazenda Porangaba, hoje com base genética consolidada, promove a raça por meio de redes sociais, vídeos e projetos de extensão rural, incentivando novos criadores a testarem o potencial do Sindi. [ad_2] Source link
agro emprega 26% do país

[ad_1] Reconhecido como o Dia do Trabalhador Rural, 25 de maio foi instituído em homenagem à data de morte do ex-deputado gaúcho Fernando Ferrari, autor do Estatuto do Trabalhador Rural, na década de 1960. Atualmente, o agronegócio brasileiro segue como um dos principais motores da economia nacional, empregando 28,4 milhões de pessoas, de acordo com dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) e da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). Esse número representa 26% do total de ocupações no país entre julho e setembro de 2024 — dado que reforça a relevância do setor para a geração de renda em todas as regiões. Para efeito de comparação, o estado de São Paulo, maior centro econômico do Brasil, registrou 24,7 milhões de empregos no mesmo período, conforme dados do Sistema IBGE de Recuperação Automática (Sidra), ou seja, o agro, sozinho, emprega mais pessoas do que todo o estado paulista. Ainda assim, o setor precisa atenuar a grande informalidade dos trabalhadores que lidam diretamente com a produção rural, dos que seguem na linha de frente no trato com a terra. Digitalização do agro Foto: Divulgação Além da força no campo impulsionada por cada trabalhador rural, o agronegócio vive um novo ciclo impulsionado pela digitalização e pela valorização de áreas como logística, tecnologia, gestão e serviços técnicos. Essa transformação tem multiplicado as oportunidades de trabalho, exigido novos perfis e impulsionado os salários em posições-chave do setor. “O avanço da digitalização no setor agrícola tem sido um dos principais fatores para esse crescimento, conectando toda a cadeia produtiva a novas possibilidades de negócios e criando novas demandas por profissionais especializados. Esse processo de transformação digital tem impulsionado não apenas a produtividade no campo, mas também a ampliação das oportunidades de atuação em diferentes áreas do agronegócio”, afirma o chief commercial officer da Orbia, Robson Rizzon. Segundo o Guia Salarial de Agro 2024, elaborado pela consultoria Fox Human Capital, os salários no setor refletem essa nova fase de maturidade e profissionalização. Um CEO do agro pode receber de R$ 60 mil a R$ 200 mil mensais, com média de R$ 130 mil. Já os representantes técnicos de vendas, que atuam na linha de frente com os produtores, recebem entre R$ 8 mil e R$ 18.645, com média de R$ 13.842,50. A área comercial, por sua vez, mantém-se aquecida independentemente das oscilações econômicas, com alta demanda contínua por profissionais. “Esse é um dos poucos segmentos que seguem contratando mesmo em tempos de retração, pois estão diretamente ligados ao desempenho das empresas”, destaca Rizzon. Segundo ele, um exemplo do impacto da digitalização nesse cenário são os marketplaces agrícolas, que revolucionaram o acesso a insumos, benefícios e soluções financeiras. Além de facilitar a rotina dos produtores, essas plataformas criam novas oportunidades de negócios para distribuidores, cooperativas, técnicos, consultores e representantes. “Esse modelo de negócio não só impulsiona a produtividade no campo, mas também gera novas possibilidades para diferentes perfis profissionais dentro e fora da porteira”, ressalta o executivo. Ele destaca que distribuidores e cooperativas passaram a atuar de forma mais estratégica, enquanto os RTVs ampliaram sua atuação. Força de trabalho multidisciplinar A maior complexidade das operações no campo e nas indústrias do setor tem exigido equipes multidisciplinares e fortalecido a criação de empregos nas pontas mais técnicas da cadeia, algo ressaltado em todos os eventos e feiras agrícolas do setor. “Com o avanço da tecnologia, o agronegócio brasileiro não apenas fortalece sua posição como um dos maiores empregadores do país, mas também diversifica as funções disponíveis e cria novas oportunidades, contribuindo de forma decisiva para o desenvolvimento econômico. É esse protagonismo que celebramos no Dia do Trabalhador Rural”, finaliza Rizzon. [ad_2] Source link
Chuva superior a 100 mm e temperaturas de 3°C marcam a semana

[ad_1] A previsão do tempo entre a segunda (26) e sexta (30) indica chuva forte para diversas áreas, com volumes de 100 mm, além de baixas temperaturas em algumas partes do país. Confira e comece a semana bem informado sobre o clima. Você quer entender como usar o clima a seu favor? Preparamos um e-book exclusivo para ajudar produtores rurais a se antecipar às mudanças do tempo e planejar melhor suas ações. Com base em previsões meteorológicas confiáveis, ele oferece orientações práticas para proteger sua lavoura e otimizar seus resultados. Sul O Rio Grande do Sul deve ter o início da semana com instabilidades, com destaque para fortes pancadas de chuva entre as porções central e oeste do estado. Isso acontece por conta de um sistema de baixa pressão posicionado sobre o interior do continente e a circulação de ventos em baixos níveis da atmosfera. Condição para chuva também no extremo sul de Santa Catarina e Paraná. O restante do território paranaense segue com predomínio de tempo firme. Atenção para o risco de queda de granizo e rajadas de ventos intensas acima de 70 km/h nos três estados entre terça e quarta (27 e 28). Alerta de frio intenso a partir de quarta-feira até o final de semana em toda a Região devido ao avanço de uma massa de ar polar proveniente do bombeamento de ar frio de um ciclone extratropical que se formará entre o Uruguai e o Rio Grande do Sul. Risco de geada entre quarta e sexta nas áreas de baixada gaúcha e catarinense, bem como no centro-sul paranaense, locais onde a temperatura mínima deve ficar abaixo de 3°C. Em cinco dias, o volume de chuva no oeste gaúcho pode ultrapassar os 100 mm. Para o restante do estado, para Santa Catarina e Paraná, o volume de chuva gira em torno de 50 mm. Sudeste São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais seguem com predomínio de tempo firme, com sol entre algumas nuvens durante o dia. Contudo, temperaturas são esperadas à tarde nos três estados. Já no Espírito Santo, a circulação de ventos úmidos vindos do oceano deve estimular a ocorrência de pancadas de chuva sobre a faixa litorânea capixaba. Não estão descartados episódios de chuva forte mais localizada. A frente fria avança na região entre quarta e quinta-feira, levando chuva para áreas produtoras. O acumulado da semana fica entre 30 mm e 40 mm em São Paulo, centro-sul mineiro, no Rio de Janeiro e Espírito Santo, ajudando a elevar a umidade do ar e do solo. Atenção para queda de temperatura no centro-sul paulista, onde a temperatura mínima pode ficar abaixo dos 10°C entre quinta e sexta-feira (29 e 30), mas sem risco para geada. Centro-Oeste Pancadas de chuva com raios no extremo noroeste de Mato Grosso devem ocorrer pela circulação de umidade e algumas perturbações em níveis mais elevados da atmosfera. Nas demais regiões do estado, assim como em Mato Grosso do Sul, Goiás e no Distrito Federal, predomínio de tempo firme. Atenção para tempestades entre terça e quarta-feira devido ao avanço de uma frente fria na região, que levará umidade para o três estados, com acumulados que devem chegar até 80 mm. Atenção para queda brusca de temperatura a partir de quinta-feira (29), quando o sul de Mato Grosso do Sul fica sob risco de geada, com mínimas abaixo de 4°C. Nas demais áreas do estado, bem como no sul goiano e mato-grossense, a mínima deve ficar abaixo de 10°C. Atenção para o risco de hipotermia no gado. Nordeste O começo da semana ainda ficará marcado pela ocorrência de chuva na faixa litorânea da costa leste nordestina. Destaque para precipitações mais expressivas no litoral da Bahia, de Sergipe e Alagoas. Condição para chuva isolada entre o litoral do Maranhão e do Piauí. Áreas do sertão e agreste com predomínio de tempo mais aberto. O acumulado de chuva nos próximos dias ainda se concentra na faixa leste dos estados da Bahia, de Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Paraíba e do Rio Grande do Norte, com cerca de 50 mm. Nos próximos cinco dias, tempo quente e seco no oeste baiano e firme no Maranhão, Piauí e Ceará. Norte Chuva pesada no Amapá e litoral do Pará pela aproximação da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT). Entre o Amazonas e Roraima, a presença de umidade também mantém instabilidades, com previsão fortes precipitações na região. Rondônia com condições para pancadas de chuva isoladas, Acre e Tocantins com maior predomínio de tempo aberto. Em cinco dias o volume de chuva no Acre, Rondônia, centro norte do Pará e centro do sul do Amazonas deve ficar em torno dos 50 mm. Atenção para chuva volumosa no norte amazonense, Roraima, noroeste paraense e no Amapá, com mais de 100 mm nos próximos dias, prejudicando trabalhos em campo e danificando rodovias. Tempo quente e seco no estado do Tocantins, o deve continuar deixando as lavouras sob restrição hídrica e estresse térmico. Não há projeção do retorno de umidade para o estado. [ad_2] Source link
Preços reagem, sojicultor negocia e alta do dólar impulsiona mercado no Brasil

[ad_1] A semana foi marcada por uma recuperação nos preços internos da soja e por maior movimentação no mercado brasileiro. A combinação entre a valorização do dólar e o avanço dos contratos futuros em Chicago estimulou a retomada dos negócios no país. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! Segundo Rafael Silveira, consultor da Safras & Mercado, os produtores aproveitaram os momentos favoráveis para fechar novas vendas. ”O produtor tem se mostrado mais ativo, aproveitando para abrir espaço nos armazéns visando o milho que vem pela frente. As negociações ocorreram tanto no porto quanto com a indústria, que segue com boa demanda por soja”, afirma. Em diversas regiões, os preços superaram a paridade de exportação, indicando maior competitividade entre os compradores. “No oeste do Paraná, por exemplo, os valores praticados estão acima do esperado para o nível de paridade”, destaca Silveira. Confira a variação semanal de preços de soja em algumas praças: Passo Fundo (RS): de R$ 129,50 para R$ 130,00 Rondonópolis (MT): de R$ 114,50 para R$ 115,00 Porto de Paranaguá (PR): de R$ 134,00 para R$ 134,50 Mercado de soja em Chicago Na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), os contratos com vencimento em julho subiram 0,9% na semana, cotados a US$ 10,59 1/2 por bushel nesta sexta-feira, 23. O movimento foi impulsionado por preocupações com o clima na Argentina, incertezas em torno do mandato do biodiesel nos Estados Unidos e atrasos no plantio norte-americano. Câmbio O câmbio também contribuiu. O dólar comercial teve valorização de 0,79% na semana, chegando a R$ 5,7132 na manhã desta sexta. A alta foi influenciada por dúvidas fiscais no Brasil e pela possibilidade de novas tarifas dos Estados Unidos contra a União Europeia, o que sustentou a moeda americana e, por consequência, a competitividade da soja brasileira no exterior. [ad_2] Source link
RS conclui ronda em Montenegro e inicia novo ciclo de controle

[ad_1] A Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação do Rio Grande do Sul (Seapi) concluiu nesta sexta-feira (23) a terceira rodada de visitas às propriedades rurais localizadas em um raio de três quilômetros do foco confirmado de gripe aviária em Montenegro (RS). A ação envolveu 19 propriedades com presença de aves. Neste sábado (24), o Departamento de Vigilância e Defesa Sanitária Animal (DDA) dará início ao segundo ciclo de visitas nas 255 propriedades situadas no raio de até dez quilômetros do foco. O trabalho segue as diretrizes do Plano Nacional de Contingência para Influenza Aviária, que determina revisitas a cada três dias nas áreas mais próximas e a cada sete dias nas propriedades mais distantes. Segundo Rosane Collares, diretora do DDA, as ações fazem parte do protocolo de contenção da doença. A gripe aviária é uma enfermidade viral que afeta aves e pode ser transmitida a mamíferos, incluindo humanos, por contato com animais infectados, água ou materiais contaminados. A partir desta sexta, o monitoramento passou a contar com quatro barreiras sanitárias operando 24 horas. Duas delas estão localizadas nas estradas vicinais dentro do raio de três quilômetros. A barreira ao norte da RS-124 e o ponto de bloqueio principal seguem ativos. Desde o início das ações, 3.337 veículos foram abordados e submetidos à desinfecção. As atividades de educação sanitária continuam nos municípios da região. A Seapi reforça que o consumo de carne de aves e ovos permanece seguro, pois a doença não é transmitida por alimentos. Casos suspeitos devem ser comunicados imediatamente por meio da inspetoria local, sistema e-Sisbravet ou WhatsApp (51) 98445-2033. [ad_2] Source link