semana termina com queda de preços

[ad_1] O mercado físico do boi gordo apresenta acomodação predominante em seus preços no decorrer desta sexta-feira (14). Segundo o consultor de Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, é importante mencionar que as escalas de abate seguem encurtadas em grande parte do país, o que remete a mudanças de estratégia por parte da indústria para melhorar esse posicionamento. De acordo com ele, a oferta de fêmeas vem apresentando redução na maior parte das praças de comercialização brasileiras, o que ajudou a aliviar a pressão de baixa. “Notícias envolvendo a guerra comercial entre Estados Unidos e China promoveram volatilidade nos futuros do boi gordo na B3 no decorrer da semana”, avalia. São Paulo: R$ 311,33, contra R$ 310,83 de ontem Goiás: R$ 295,54, no comparativo com R$ 294,11 anteriormente Minas Gerais: R$ 285, contra R$ 290,29 de quinta Mato Grosso do Sul: R$ 294,77, ante R$ 294,32 do dia anterior Mato Grosso: R$ 299,39, no comparativo com R$ 299,16 de ontem Mercado atacadista O mercado atacadista apresentou preços firmes no decorrer da sexta-feira. Iglesias indica que o ambiente de negócios sugere por menor espaço para reajustes no curto prazo, considerando que o escoamento da carne costuma ser mais lento durante a segunda quinzena do mês, período pautado por menor apelo ao consumo. “Soma-se a isso a preferência da população por proteínas de menor valor agregado, a exemplo da carne de frango, ovos e embutidos”, diz. O quarto traseiro ainda é cotado a R$ 25 por quilo. O quarto dianteiro ainda é precificado a R$ 18,50, por quilo. Já a ponta de agulha segue no patamar de R$ 17, por quilo. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,92%, sendo negociado a R$ 5,7438 para venda e a R$ 5,7418 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,7118 e a máxima de R$ 5,7903. Na semana, a moeda teve desvalorização de 0,77%. [ad_2] Source link
Colheita de soja ultrapassa 70% da área esperada

[ad_1] Os trabalhos relacionados à colheita da soja no Brasil alcançaram 70,2% da área total esperada até o dia 14 de março, conforme dados divulgados pela consultoria Safras & Mercado. Na semana anterior, o índice era de 59,5%. Ritmo da colheita de soja O ritmo de colheita está um pouco mais acelerado em comparação ao mesmo período do ano passado, quando havia sido registrado 62,4%. Além disso, o avanço supera a média dos últimos cinco anos, que é de 63,7%. O tempo tem ajudado? Apesar do avanço da colheita da soja no Brasil, algumas regiões ainda enfrentam dificuldades. A disponibilidade hídrica do solo está crítica no interior da Bahia e no norte de Minas Gerais, agravada pela falta de chuvas nos últimos dias. No interior de São Paulo, a situação também é desafiadora, com índices de umidade entre 20% e 30%. No entanto, a região paulista apresenta condições um pouco mais favoráveis, especialmente para os produtores na fase final de enchimento de grãos. Algumas pancadas de chuva nas áreas de Alta Mogiana e no sul de Minas Gerais devem ajudar a amenizar os efeitos da estiagem. Já no Centro-Oeste, a previsão é de chuvas frequentes, com aumento no volume de precipitações na próxima semana, beneficiando especialmente o Mato Grosso. A região do Matopiba também deve receber chuvas expressivas, proporcionando alívio para algumas áreas e reduzindo os impactos da seca. [ad_2] Source link
Presidente da Venezuela entrega 180 mil hectares de terras ao MST

[ad_1] O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) está presente na Venezuela há mais de 20 anos e apoia publicamente o governo de Nicolás Maduro. Em mais uma prova de estreitamento das relações, o presidente do país entregou, na quinta-feira (13), mais de 180 mil hectares de terras expropriadas do estado de Bolívar, no sul do país, para o grupo brasileiro. “Vou assinar hoje um documento legal, como decreto, para entregar esses 180 mil hectares para o Movimento Sem Terra do Brasil para que faça a coordenação desse projeto”, anunciou Maduro, sobre uma iniciativa de produção agroecológica batizada como “Pátria Grande do Sul”. Segundo o presidente, as terras serão utilizadas para produzir alimentos para a população venezuelana, bem como a do norte do Brasil, além de serem exportados para outros países, desde que uma aliança entre camponeses, indígenas e militares seja concretizada. No projeto divulgado por Maduro estão contempladas culturas como banana, mandioca, frutas, cana de açúcar, abóbora, carne de frango, suína e bovina, além de leite e derivados, feijão, hortaliças e milho. As terras entregues foram expropriadas durante o governo de Hugo Chávez na década de 2000 e são consideradas como “resgatadas”. Segundo reportagem da CNN, Maduro afirma que este será o “projeto cooperativo, humano dirigido por movimentos camponeses alternativos do mundo inteiro”. “O MST reafirma o princípio da solidariedade e o internacionalismo quando fazemos esses atos nesse território, concretizando e mostrando o resultado da luta para tornar a terra um território nosso e construir um projeto diferente de sociedade: o socialismo”, disse uma das dirigentes do movimento brasileiro, Rosana Fernandes. [ad_2] Source link
Sem chuvas, regiões do Brasil enfrentam desafios com a soja; saiba onde o tempo terá melhora

[ad_1] A disponibilidade hídrica do solo está em níveis críticos em boa parte do interior da Bahia e no norte de Minas Gerais. A falta de chuvas nos últimos dias tem agravado a situação nas lavouras de soja, impactando diretamente os produtores rurais que dependem da umidade para o desenvolvimento dos trabalhos. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 No interior de São Paulo, o cenário também é desafiador, com índices de umidade disponível entre 20% e 30%. No entanto, a região paulista ainda apresenta uma condição um pouco mais favorável, especialmente para os produtores que estão na fase final do enchimento de grãos da soja. Na região de Alta Mogiana e no norte do estado, algumas pancadas de chuva podem contribuir para amenizar o impacto da estiagem. O sul de Minas Gerais também deve receber precipitações pontuais, enquanto no Mato Grosso do Sul a umidade está sendo gradativamente reposta com chuvas intermitentes. O andamento da colheita de soja Para os produtores que já alcançaram a maturidade da soja, o momento é propício para a colheita, especialmente no Rio Grande do Sul, onde o tempo seco deve prevalecer nos próximos dias, favorecendo os trabalhos no campo. No interior baiano e no norte de Minas Gerais, o calor intenso tem acelerado o processo de maturação da soja, o que pode comprometer a qualidade dos grãos devido à baixa disponibilidade de umidade. O Centro-Oeste segue com condição de chuvas frequentes, e a previsão é de aumento no volume das precipitações na próxima semana, beneficiando principalmente o estado do Mato Grosso. Para os produtores que já realizaram a colheita da soja e iniciaram o plantio da safrinha, a previsão é animadora, pois a umidade acumulada deve favorecer o desenvolvimento das novas lavouras. Na região do Matopiba, a Zona de Convergência Intertropical segue atuante, o que garante chuvas expressivas entre 80 e 100 mm acumulados. Esse cenário pode proporcionar alívio para algumas áreas, reduzindo os impactos da estiagem prolongada em certas regiões. [ad_2] Source link
Qual o seu candidato favorito ao Prêmio Personagem Soja Brasil?

[ad_1] O prêmio reconhece produtores e pesquisadores que impulsionam o crescimento e a sustentabilidade da soja no Brasil já está com as votações abertas. Agora, é a sua chance de escolher quem contribuiu para o avanço do setor. Além de prestigiar os indicados, sua participação fortalece o reconhecimento daqueles que dedicam suas vidas ao desenvolvimento do agro. Clique aqui e vote agora. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 Os indicados ao Prêmio Personagem Soja Brasil Entre os indicados, estão nomes como Alberto Schlatter, produtor rural em Chapadão do Sul (MS), cuja família desbravou a agricultura brasileira desde 1921. Já Anderson Cavenaghi, pesquisador da UNIVAG (MT), se destaca pelos estudos em proteção de plantas, com foco em herbicidas e controle de plantas daninhas. Cecilia Czepak, professora da Universidade Federal de Goiás, dedica-se ao manejo integrado de pragas há mais de 26 anos, contribuindo diretamente para a produtividade do setor. São profissionais como esses que garantem inovação e sustentabilidade para o futuro da soja. No Paraná, Claudia D’Agostini segue os passos da família e lidera a fazenda em Sabáudia, garantindo a continuidade da produção rural. Julio Cezar Franchini, pesquisador da Embrapa Soja no Paraná, trabalha com o manejo do solo para melhorar a produtividade e a sustentabilidade dos cultivos. Oliverio Alves de Melo, produtor em Balsas (MA), chegou ao Maranhão em 1995 e hoje é um dos grandes nomes do agronegócio na região. Cada um desses indicados tem uma trajetória inspiradora que demonstra o impacto positivo da soja na economia e na vida das pessoas. Agora, cabe a você ajudar a reconhecer aqueles que fazem a diferença na soja brasileira. Participe da votação e valorize esses profissionais essenciais para o agronegócio nacional! Seu voto homenageia essas histórias e incentiva novas gerações a seguirem os mesmos passos. [ad_2] Source link
Após acidente, caminhoneiros enfrentam congestionamento e caos rumo ao Porto de Santos

[ad_1] Quatorze horas depois do acidente em que um caminhão carregado com um contêiner derrubou uma passarela de pedestres na Via Anchieta, pista de descida da serra, no litoral de São Paulo, caminhoneiros ainda enfrentam um enorme engarrafamento no Sistema Anchieta-Imigrantes. A rodovia Anchieta é a principal via de ligação da capital paulista e interior de São Paulo ao Porto de Santos, o maior complexo portuário da América Latina e um dos grandes corredores de exportação do agronegócio brasileiro. O presidente da Autoridade Portuária de Santos, Anderson Pomini, gravou um vídeo falando sobre novos investimentos no setor logístico. Pomini citou o projeto de mais uma pista ligando o planalto paulista ao cais santista e também falou sobre a implantação de condomínios logísticos na região da Baixada Santista. “Essas obras são essenciais para que acidentes como esse não pare o maior equipamento de infraestrutura do Brasil. Nós estamos atentos e com um cronograma, com uma linha do tempo própria para que esses condomínios sejam implementados nos próximos anos”, disse Pomini. O projeto para construção de uma nova pista ligando a Baixada ao planalto está sob responsabilidade do Governo de São Paulo, que conta com a cooperação das empresas que atuam no Porto de Santos. Acidente paralisa a Via Anchieta O acidente ocorreu na noite de ontem (13), na altura da cidade de Cubatão. Após a colisão, a estrutura de concreto caiu nas duas vias da rodovia, interrompendo o tráfego nos dois sentidos. A Ecovias, concessionária responsável pela gestão do Sistema Anchieta – Imigrantes, utilizou guindastes para remover a passarela. O acidente foi na noite de quinta-feira (13); estrutura desabou na duas pistas da rodovia Foto: Ecovias Uma das pistas foi liberada para o tráfego de veículos na manhã de hoje (14), porém, até o momento desta publicação, o trânsito segue caótico rumo ao litoral. [ad_2] Source link
Influenciado por alimentos, preços da indústria têm leve alta em janeiro

[ad_1] Os preços da indústria nacional tiveram uma leve alta de 0,13% em janeiro de 2025, após subirem 1,35% em dezembro de 2024, na comparação com o mês anterior. Esta é a 12ª alta consecutiva neste indicador. Em janeiro de 2024, a taxa havia sido de -0,24%. O Índice de Preços ao Produtor (IPP), assim, acumula alta de 9,69% em 12 meses, nono resultado positivo seguido e o maior desde setembro de 2022 (9,84%). Os dados foram divulgados hoje (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE). O IPP mede a variação dos preços de produtos na “porta da fábrica”, ou seja, sem impostos e frete, de 24 atividades das indústrias extrativas e de transformação. Em janeiro de 2025, 14 atividades industriais pesquisadas apresentaram variações positivas de preço quando comparadas ao mês imediatamente anterior, acompanhando a variação do índice na indústria geral. Em dezembro do ano passado, 22 atividades haviam apresentado os maiores preços médios em relação ao mês anterior. As atividades industriais responsáveis pelas maiores influências no resultado de janeiro foram alimentos (-0,22 p.p.), refino de petróleo e biocombustíveis, (0,15 p.p.), outros produtos químicos (0,14 p.p.) e indústrias extrativas (-0,07 p.p.). Alimentos O setor de alimentos (-0,84%), que tem maior peso no cálculo do IPP, mostrou variação negativa após uma sequência de nove meses com aumento de preços. Em dezembro do ano passado, havia registrado 1,65%. O acumulado em 12 meses, que estava em 13,80% em dezembro, ficou em 13,64% em janeiro, completando uma série de oito resultados positivos O setor de refino de petróleo e biocombustíveis, que aparece entre as principais influências no resultado geral da indústria, apresentou alta de 1,49%, terceiro resultado positivo consecutivo e o maior deles. O acumulado em 12 meses saltou de 1,47%, em dezembro, para 8,14%, em janeiro, a maior variação desde julho de 2024 (14,17%). A atividade de outros produtos químicos (1,72%) também mostrou variação positiva expressiva. Os preços do setor de indústrias extrativas, por sua vez, caíram 1,49% em relação ao mês anterior, depois de três taxas positivas em sequência. Essa variação negativa, a quarta mais intensa na comparação entre janeiro de 2025 e dezembro de 2024, ocorreu devido ao recuo dos preços dos minérios, tanto os de ferro quanto os não metálicos. Os produtos da extração de petróleo e gás natural apresentaram variação positiva. Já o setor de metalurgia mostrou variação média de -0,54%. Esse resultado acontece após 13 taxas positivas seguidas, gerando um acumulado nos últimos 12 meses de 26,77%. Foi a variação mais intensa e a segunda maior influência (1,59 p.p. em 9,69%) nesse indicador dentre as atividades pesquisadas. Pela perspectiva das grandes categorias econômicas, a variação de preços observada na passagem de dezembro de 2024 para janeiro de 2025 repercutiu da seguinte forma: 0,53% de variação em bens de capital, -0,19% em bens intermediários e 0,53% em bens de consumo, sendo que a variação observada nos bens de consumo duráveis foi de 1,24%, enquanto nos bens de consumo semiduráveis e não duráveis foi de 0,39%. Sobre o IPP O IPP acompanha a mudança média dos preços de venda recebidos pelos produtores domésticos de bens e serviços, e sua evolução ao longo do tempo, sinalizando as tendências inflacionárias de curto prazo no país. Trata-se de um indicador essencial para o acompanhamento macroeconômico e um valioso instrumento analítico para tomadores de decisão, públicos ou privados. A pesquisa investiga, em pouco mais de 2.100 empresas, os preços recebidos pelo produtor, isentos de impostos, tarifas e fretes, definidos segundo as práticas comerciais mais usuais. Cerca de 6 mil preços são coletados mensalmente. As tabelas completas do IPP estão disponíveis no Sidra. A próxima divulgação do IPP, referente a fevereiro, será em 9 de abril. [ad_2] Source link
Consultoria reduz estimativa da produção de soja

[ad_1] A consultoria Safras & Mercado revisou para baixo sua estimativa para a produção brasileira de soja na safra 2024/25. De acordo com o novo levantamento, a projeção passou de 174,88 milhões para 172,45 milhões de toneladas. Apesar do ajuste, o volume ainda representa um crescimento de 13,2% em relação à safra anterior, que totalizou 152,3 milhões de toneladas. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 A área plantada também segue em expansão. A expectativa é de um aumento de 2,2% em relação ao ciclo anterior, totalizando 47,47 milhões de hectares, ante os 46,45 milhões registrados em 2023/24. A produtividade média, por sua vez, deve passar de 3.295 quilos por hectare para 3.651 quilos, refletindo um desempenho mais favorável em diversas regiões produtoras do país. De acordo com Rafael Silveira, analista da Safras & Mercado, a safra brasileira continua avançando bem, com grande potencial produtivo. No entanto, houve perdas expressivas no Rio Grande do Sul, estimadas em cerca de 34%, devido à estiagem prolongada e ao calor intenso registrado em fevereiro. “As condições climáticas impactaram fortemente a produção gaúcha, reduzindo a produtividade de muitas lavouras”, explica o especialista. Por outro lado, Silveira destaca que algumas revisões positivas foram registradas em outras regiões produtoras, como Goiás e nos estados do Matopiba, onde as médias de produtividade seguem bastante favoráveis. “Esse cenário reforça a expectativa de uma ampla oferta de soja brasileira em 2025, garantindo um bom volume para o abastecimento do mercado interno e para as exportações”, conclui. [ad_2] Source link
Com maior demanda, preços da laranja in natura reagem e sobem 4%

[ad_1] Levantamentos realizados pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) mostram que os preços da laranja de mesa in natura reagiram nesta semana. De segunda-feira (10) a quinta-feira (13), a laranja-pera foi negociada à média de R$ 94,89/caixa de 40,8 kg, aumento de 4,19% em relação à da semana anterior. Segundo agentes consultados pelo Cepea, a procura ficou aquecida após o Carnaval. Além disso, a volta às aulas, a oferta de frutas pequenas e o calor excessivo têm elevado os preços da laranja in natura. Para a lima ácida tahiti, as cotações seguem em alta. Nesta semana, a fruta foi comercializada a R$ 27,55/cx de 27,2 kg, avanço de 2,83% em igual comparativo Suco de laranja No começo desta semana, a Associação Nacional de Exportadores de Sucos Cítricos (CitrusBR) informou que os estoques globais de suco de laranja brasileiro, convertidos em suco concentrado congelado (FCOJ Equivalente), atingiram 351.483 toneladas em 31 de dezembro de 2024, atingindo o menor nível da série histórica. Cepea O Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) é parte do Departamento de Economia, Administração e Sociologia da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (Esalq), unidade da Universidade de São Paulo (USP). Suas atividades consistem no desenvolvimento de pesquisas aplicadas, na realização de trabalhos inéditos com teor econômico-administrativo e na divulgação ampla dos resultados que obtêm. [ad_2] Source link
Investimento no cultivo de baunilha pode gerar bons rendimentos financeiros

[ad_1] A baunilha, por ser uma planta versátil, não é usada apenas na gastronomia, ela pode ser usada também em cosméticos e na farmacologia. Anajulia Heringer Salles, produtora rural, cultiva diversas variedade de baunilha e conta como o investimento em qualificação e o importante apoio de parceiros, como o Sebrae, transformaram o seu negócio. Segundo Carlos Antônio Moraes, extensionista da Emater/DF, em uma pequena área é possível obter um bom rendimento. Ele afirma que: “a baunilha é o segundo condimento mais bem valorizado do planeta.” O apoio do Sebrae tem sido fundamental tanto na qualificação quanto nas dúvidas que surgem no dia a dia. Aperte o play nesta história para descobrir como investir em baunilha. [ad_2] Source link