Mel produzido no Sertão do Ceará ganha Indicação Geográfica

[ad_1] O Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi) publicou, na Revista da Propriedade Industrial, na última terça-feira (11), o reconhecimento de indicação geográfica (IG), na modalidade indicação de procedência (IP), para a região do Sertão dos Inhamuns, no Ceará, como produtora do mel de aroeira. Esse tipo de mel é produzido no período de estiagem, quando há escassez de flores disponíveis para que as abelhas se alimentem e possam produzir seu mel. Como a estiagem não afeta a florada da árvore de aroeira, nesse período, suas flores permanecem disponíveis às abelhas, o que permite a produção de um mel monofloral mais puro, com maior consistência quando comparada com outras floradas. O produto possui coloração âmbar mais escurecida, com elevados níveis de compostos fenólicos, sendo um mel que não cristaliza, conforme informações do Inpi. Segundo o Censo Agropecuário de 2017, 94% dos estabelecimentos com apicultura no Nordeste estão no Semiárido, mais especificamente no Piauí, Ceará e na Bahia, com destaque para os Inhamuns. De acordo com dados do IBGE, em 2019, o Ceará atingiu 16,99% da produção de mel do país, sendo grande parte dessa produção originária da região com a nova IG. História do mel dos Inhamuns Historicamente, o trabalho com o mel na região data, pelo menos, da década de 1980. No entanto, há relatos que apontam para a produção antes mesmo desse período, na época em que o mel de abelha era o adoçante que os sertanejos dos Inhamuns dispunham. A partir de 2001, o trabalho com as abelhas africanizadas foi estabelecido como uma atividade econômica fundamental para toda a região. Nessa época, a apicultura trazia o avanço que viria a se desdobrar nos anos seguintes, por meio de investimentos em programas que alavancaram a produção de mel. Esse desenvolvimento estimulou a expansão da venda do produto não apenas localmente, mas também nas regiões próximas, em vários estados do Brasil e no exterior. No mercado nacional, as regiões Sul e Sudeste são os principais destinos do mel. Já no exterior, os embarques mais frequentes são para o mercado europeu, com exportações para países como Suécia, Alemanha e França. Com essa concessão, o Inpi atinge 140 IGs reconhecidas no Brasil, sendo 101 IPs (todas nacionais) e 39 denominações de origem (DOs), com 29 nacionais e 10 estrangeiras. [ad_2] Source link

teste de DNA vai identificar o verdadeiro queijo minas artesanal

[ad_1] Uma espécie de “mapa genético” do queijo minas artesanal (QMA) do Serro está sendo desenvolvida em estudo inédito. A pesquisa envolve a análise dos microrganismos presentes no produto e a avaliação da saúde do rebanho leiteiro que fornece a matéria-prima do alimento. A iniciativa, conduzida pela Emater-MG, Universidade Federal de Lavras (Ufla), Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e a Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig), selecionou 32 propriedades de dez municípios da região do Serro para a realização de diversas coletas de materiais, até o início de abril. As amostras já estão em análise nos laboratórios das universidades. A pesquisa vai identificar as bactérias ácido láticas encontradas no queijo da região, no leite, nas tábuas de maturação e no “pingo” – fermento natural retirado do soro do queijo e essencial para o sabor característico do produto. Essas bactérias benéficas ajudam na fermentação e conferem características únicas ao queijo do Serro. Serão avaliados queijos em diferentes fases de maturação. A análise detalhada tem dois objetivos: permitir a rastreabilidade do produto e prevenir falsificações. “A pesquisa vai mostrar como e quais microrganismos atuam para dar as características de sabor e aroma ao queijo do Serro, do início do processo ao final da maturação. As bactérias identificadas poderão comprovar quando um queijo é realmente produzido na região do Serro. Servirá como uma assinatura para atestar a autenticidade do produto”, detalha o veterinário José Aparecido Martins da Silva, coordenador regional de Pecuária da Emater-MG. Qualidade sanitária do rebanho A pesquisa também avalia, além da análise das bactérias típicas do queijo, a qualidade sanitária do rebanho leiteiro. Para isso, foram coletadas amostras do leite (na ordenha e nos tanques de armazenamento), do soro do leite, do sangue dos animais e até de carrapatos. “Os exames vão detectar a presença de doenças que podem afetar a saúde do gado e comprometer a qualidade do leite, como brucelose, tuberculose, leptospirose, toxoplasmose e mastite, além de investigar a eficácia de carrapaticidas usados na região”, afirma Silva. De acordo com ele, os resultados da pesquisa estão previstos para agosto deste ano. Queijo do Serro Em dezembro de 2024, os Modos de Fazer o Queijo Minas Artesanal foram reconhecidos pela Unesco como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade. O Serro é uma das dez regiões do estado caracterizadas como produtoras do QMA. São aproximadamente 4 mil toneladas de queijo por ano. Produzido nos arredores da Serra do Espinhaço, o produto é conhecido por ter um sabor levemente ácido, porém suave. As peças possuem peso entre 700 g a 1 kg, consistência compacta, cor amarelada e interior semiduro. Os municípios que fazem parte da região produtora do Serro são: Alvorada de Minas, Coluna, Conceição do Mato Dentro, Dom Joaquim, Materlândia, Paulistas, Rio Vermelho, Sabinópolis, Santo Antônio do Itambé, Serra Azul de Minas e Serro. [ad_2] Source link

A tecnologia pode ajudar a impulsionar o seu negócio no campo?

[ad_1] A interação com micro e pequenos produtores rurais faz parte do DNA do projeto Porteira Aberta Empreender. É por meio do engajamento com agricultores e pecuaristas de todas as regiões do país que podemos trazer soluções práticas para os desafios diários daqueles que impulsionam o agronegócio e alimentam milhões de pessoas no Brasil e no mundo. Pensando nisso, todas as quintas-feiras, às 17h, o Porteira Aberta Empreender publica enquete na comunidade do Canal Rural, no YouTube. As opções mais votadas se tornam pautas, trazendo oportunidades aos desafios.  O Porteira Aberta perguntou e vocês responderam: 92% dos produtores rurais que responderam à enquete acreditam que a internet pode impulsionar os negócios no campo. Enquanto 3% não acreditam na mudança e 5% afirmaram não ter acesso.  Para os que não possuem acesso à tecnologia, o Indicador de Conectividade Rural (ICR), desenvolvido pela Associação ConectarAGRO, apontou que a conectividade vem aumentando. Dados coletados entre abril e setembro de 2024 indicaram que a  proporção de imóveis rurais com acesso à cobertura de internet 4G ou 5G passou de 37% para 43,8%, um avanço de 6,8 pontos percentuais. A pesquisa também apontou que a área de uso agrícola conectada no Brasil expandiu de 19% para 23,8% no período. Acesso gratuito Da Inteligência Artificial à digitalização do negócio rural, pequenos produtores rurais podem contar com o apoio de entidades como o Sebrae e o Senar para se capacitarem com cursos gratuitos e online para transformar os seus negócios.  O Sebrae ainda conta com o Sebraetec, que conecta pequenos negócios a uma ampla rede de prestadoras de serviços tecnológicos que atendem todo território brasileiro. Confira alguns cursos para digitalizar o seu negócio: [ad_2] Source link

estudo calcula preço das emissões de carbono na agropecuária

[ad_1] O preço das emissões de carbono na agropecuária brasileira foi estimado em US$ 11,54 por tonelada de gás carbônico equivalente (US$ 11,54/tCO2e), conforme estudo da Embrapa Territorial embasado em trabalhos científicos de diversos países. A pesquisa analisou valores, métodos de cálculo e fatores que determinam o preço do carbono emitido pelo setor ao redor do mundo. Para a economista Daniela Tatiane de Souza, analista da Embrapa, ter uma estimativa de valor é importante para que as empresas e instituições que queiram desenvolver programas e políticas de incentivo a práticas sustentáveis tenham preços de referência. Os valores encontrados para a tonelada de CO2 equivalente variaram bastante conforme a fonte pesquisada pelo estudo da Embrapa. Assim, iam de US$ 2,60 a US$ 157,50/tCO2e. Daniela explica que essa variabilidade é natural, já que os artigos analisados utilizam métodos distintos e tratam da agricultura em países com níveis de adoção de tecnologias diversos. Desta forma, a revisão sistemática revelou os principais fatores que influenciam o custo das emissões de carbono na agropecuária. O principal deles é o Produto Interno Bruto (PIB) de cada país. “Qualquer variação no PIB afeta o preço do carbono. Verificou-se que economias maiores tendem a ter preços de carbono mais baixos. Se aumentar o nível de CO2 na agricultura, o que vai acontecer com o preço do carbono? Em mercados voluntários ou menos regulamentados, um aumento nas emissões de CO2 pode não resultar em preços mais altos para o carbono”, detalha. Além do PIB e do nível de emissões de CO2, são considerados, principalmente, a participação da agricultura na economia e o uso de fertilizantes nitrogenados. Preço no Brasil Para estimar o preço do carbono para a agropecuária brasileira, a equipe da Embrapa Territorial utilizou esses fatores determinantes globais. Com dados próprios do Brasil e adotando um modelo econométrico, chegou-se ao preço de US$ 11,54/tCO2e. De acordo com Daniela, o valor está próximo do que tem sido observado no mercado voluntário internacional de carbono, para a agricultura. O chefe-geral da Embrapa Territorial, Gustavo Spadotti, ressalta que é importante reconhecer que, em alguns casos, o aumento do nível tecnológico da produção pode elevar as emissões. “Mas, quando pensamos na sustentabilidade de forma mais ampla, isso é compensado com ganhos na produtividade e maior sequestro de carbono nos sistemas agropecuários.” Por que o precificar o carbono? Foto: Pixabay Por ser o gás de efeito estufa (GEE) mais emitido na atmosfera desde o início da industrialização, o gás carbônico tornou-se indicador ambiental. Para efeitos comparativos e uniformização no mercado, a geração de outros GEE e agentes causadores de impacto ambiental são convertidos em toneladas de CO2 equivalente para mensuração e valoração. Ao se estimar o preço do carbono de uma atividade econômica, cria-se um incentivo financeiro para se investir em tecnologias e práticas mais sustentáveis. Por exemplo, a melhoria nas práticas de adubação para diminuir o uso de nitrogênio e a emissão de óxido nitroso – outro importante GEE – para a atmosfera. “Como a redução das emissões de GEE e a remoção de CO2 da atmosfera têm um custo (social, econômico e ambiental), a precificação é necessária para saber quanto se deve pagar por uma tonelada de CO2 equivalente que deixou de ser emitida ou que foi removida da atmosfera por uma atividade ou projeto”, detalha o pesquisador da Embrapa Lauro Rodrigues Nogueira Júnior. Segundo ele, a precificação de carbono serve de referência para quem vai receber e para quem vai pagar por isso. “É claro que ela é só uma referência, pois quando já se tem o certificado de emissão reduzida (CER), pode-se negociar valores maiores do que quem ainda vai iniciar um projeto. Esse valor serve também para programas governamentais de redução de emissões que precisam de referências, assim como para os programas de pagamento por serviços ambientais que vêm sendo implementados no Brasil”, complementa. Como o estudo foi realizado? A equipe da Embrapa conduziu uma revisão sistemática de publicações científicas sobre precificação do carbono na agropecuária ao redor do mundo, a partir de fontes como Science Direct, Web of Science, Springer, Wiley Online e Google Scholar. A pesquisa considerou diferentes metodologias para a precificação, incluindo custo marginal de abatimento, modelos de avaliação integrada e preço sombra. Foram selecionados 32 estudos, abarcando o período entre 2004 e 2024. O maior número de trabalhos tem origem na China, Austrália e Reino Unido. [ad_2] Source link

Pancadas de chuva e risco de temporais em dia abafado; veja a previsão de hoje

[ad_1] O verão já está indo embora, mas as pancadas de chuva fortes em meio ao tempo abafado, condições típicas da estação, continuam por quase todo o Brasil. Acompanhe a previsão: Sul A maior parte da Região Sul fica sem chuva neste sábado. Dia de sol com pouca nebulosidade, inclusive nas capitais. Chance de algumas pancadas moderadas à tarde no litoral do Rio Grande do Sul, no leste e sul de Santa Catarina e no leste e norte do Paraná. As temperaturas começam a subir um pouco mais no oeste gaúcho ao longo do dia. Sudeste O ar fica abafado e a condição de pancadas de chuva de verão continuam sobre a Região. Risco de temporais no Rio de Janeiro e no sul de Minas Gerais. Chuva moderada a forte no norte e noroeste paulista e nas cidades do Triângulo Mineiro. Centro-Oeste O tempo continua firme no sul de Mato Grosso do Sul, mas ainda chove nas demais regiões do estado. A previsão é de pancadas moderadas a forte com risco de raios e ventos. Alerta de temporais em Mato Grosso e no sul de Goiás. Dia de sol com pancadas de chuva à tarde no Distrito Federal. Nordeste O tempo continua firme e mais seco no oeste e interior da Bahia. Chove de forma passageira no litoral do estado e em Salvador. Pancadas concentradas sobre a costa norte da Região, com alerta de temporais no litoral do Maranhão, Piauí, Ceará e Rio Grande do Norte. Norte O tempo continua instável e abafado em toda a Região. Alerta de temporais no Acre, Amazonas, em Roraima e no interior do Pará. Chove à tarde em forma de pancadas no Tocantins e o risco de temporal ainda é alto no Amapá e litoral do Pará. [ad_2] Source link

Encontro em Jales (SP) leva inovação e conhecimento aos produtores rurais

[ad_1] No dia 20 de março, Jales, que fica no interior de São Paulo, será o ponto de encontro para produtores rurais que querem crescer e se atualizar.  O Encontro Regional de Produtores Rurais reunirá agricultores, pecuaristas e profissionais do setor para um dia de troca de experiências, aprendizado e novas oportunidades.   As atividades têm como objetivo promover a qualificação dos produtores e incentivar a adoção de novas técnicas e tecnologias no campo. A programação acontece das 13h às 19h, com palestras, exposição de produtos agrícolas e uma Unidade Móvel de Capacitação. Entre os destaques, os participantes poderão entender melhor como se proteger do endividamento rural, em uma palestra com Celso Penha Vasconcellos, advogado de Votuporanga, além de aprender sobre internacionalização de propriedades frutícolas e novos mercados, com Jorge de Souza, da Abrafrutas. A participação é gratuita, mas as vagas são limitadas. Para garantir um lugar, é preciso se inscrever até o dia 14 de março e atender aos requisitos, como CNPJ rural, Inscrição Estadual, DAP ou CAF. Para garantir presença, é necessário realizar a inscrição até hoje, 14 de março, por meio do link. E para fechar o evento com chave de ouro, os participantes ainda vão ganhar um jantar especial. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (17) 99775-7262, com Eliana Germano (Sebrae), ou no (17) 99678-4054, com Lidiane e Ana Ligia (Sindicato Rural). [ad_2] Source link

Governo Lula destinará R$ 750 milhões do Orçamento para o MST

[ad_1] O governo federal, por meio do Ministério do Planejamento, pretende destinar R$ 750 milhões para duas ações que envolvem diretamente o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST): R$ 400 milhões para a aquisição de alimentos da agricultura familiar e R$ 350 milhões para o Fundo de Terras e da Reforma Agrária. Para viabilizar o gasto, a tendência é que recursos destinados a programas sociais, como o Bolsa Família, sejam reduzidos. A decisão de remanejar os recusos ao grupo, encaminhada para aprovação à Comissão Mista de Orçamento (CMO) e ao presidente da Casa, Davi Alcolumbre, ocorre dias após o presidente Lula visitar um assentamento do movimento pela primeira vez em seu terceiro mandato. A expectativa é de que o orçamento de 2025 comece a ser votado na próxima terça-feira (18). No total, quase R$ 40 bilhões serão direcionados para contemplar novas prioridades, como o caso do MST e o atendimento a pautas de partidos de centro. A intenção de enviar o recurso milionário ao MST gerou indignação de entes do agronegócio, como a Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Sistema Faep). Para o presidente interino da entidade, Ágide Eduardo Meneguette, trata-se de uma medida descabida que envolve um movimento responsável por invasões de terras. “No Paraná, temos inúmeros exemplos de atos violentos, que levaram insegurança jurídica aos nossos produtores rurais. No momento, estamos pedindo recursos para o Plano Safra 2025/26, permitindo que os pequenos, médios e grandes agricultores e pecuaristas possam planejar a próxima temporada. Esse valor de R$ 750 milhões poderia, por exemplo, ser destinado ao seguro rural”, considera. De acordo com a Federação, nos últimos anos, somente no Paraná, o MST realizou diversas invasões de terras, como em 2014, quando cinco mil pessoas ligadas ao movimento ocuparam áreas produtivas da fazenda Araupel, em Quedas do Iguaçu, na região Centro-Oeste. “No ano seguinte, cerca de 1,4 mil integrantes do MST tomaram a Fazenda Figueira, em Londrina, onde existia um centro de pesquisas da Fundação de Estudos Agrários Luiz de Queiroz (FEALQ). No mesmo ano, integrantes invadiram a Fazenda Capão do Cipó, em Castro, nos Campos Gerais, utilizada há mais de 30 anos pela Fundação ABC”, enumera a nota de repúdio divulgada pelo Sistema Faep. “Os produtores rurais não suportam mais conviver com invasões e insegurança jurídica. O Sistema Faep, como representante de milhares de agricultores e pecuaristas, entende que o governo federal precisa, urgentemente, abrir um canal de diálogo e olhar para o setor agropecuário, que gera renda, empregos e contribui para o crescimento da economia do país”, afirma Meneguette. [ad_2] Source link

Soja tem dia lento; saiba as cotações da commodity

[ad_1] O mercado brasileiro de soja teve um dia calmo nesta sexta-feira (14). Os preços caíram, apesar da alta na Bolsa de Chicago e no fortalecimento dos prêmios. A queda do dólar pressionou as cotações. Ontem (13), houve bons volumes negociados, especialmente para exportação, enquanto hoje o ritmo foi mais lento. Segundo a consultoria Safras & Mercado, a indústria segue comprando de forma cautelosa, apenas para atender necessidades imediatas. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 Cotações da soja Em Passo Fundo (RS), o preço subiu de R$ 127,00 para R$ 129,00 Em Santa Rosa (RS), o preço subiu para R$ 130,00 No Porto de Rio Grande (RS), o valor foi de R$ 133,50 para R$ 135,00 Em Cascavel (PR), o valor passou de R$ 128,00 para R$ 129,00 No Porto de Paranaguá (PR), o preço subiu de R$ 133,00 para R$ 135,00 Em Rondonópolis (MT), o valor foi de R$ 114,00 para R$ 117,00 Em Dourados (MS), o preço permaneceu em R$ 117,00 Em Rio Verde (GO), o preço permaneceu em R$ 111,00. Chicago Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a sexta-feira em alta, reduzindo as perdas acumuladas ao longo da semana. A previsão de clima seco e novos cortes nas estimativas de safra da Argentina, além do clima de menor aversão ao risco no financeiro, ajudaram na recuperação. Os ganhos, no entanto, seguiram limitados pelas preocupações com a política tarifária do governo Trump. A entrada de uma ampla safra sul-americana também foi outro ponto de pressão. Produção de soja A produção brasileira de soja em 2024/25 deverá totalizar 172,45 milhões de toneladas, com elevação de 13,2% sobre a safra da temporada anterior, que ficou em 152,3 milhões de toneladas. A estimativa é de Safras & Mercado. Em 7 de fevereiro, data da estimativa anterior, a projeção era de 174,88 milhões de toneladas. A Safras indica aumento de 2,2% na área, estimada em 47,47 milhões de hectares. Em 2023/24, o plantio ocupou 46,45 milhões de hectares. O levantamento aponta que a produtividade média deverá passar de 3.295 quilos por hectare para 3.651 quilos. Contratos futuros da soja Os contratos da soja em grão com entrega em maio fecharam com alta de 5,25 centavos de dólar ou 0,51% a US$ 10,16 por bushel. A posição julho teve cotação de US$ 10,30 por bushel, ganho de 5,00 centavos ou 0,48%. Nos subprodutos, a posição maio do farelo fechou com baixa de US$ 1,20 ou 0,39% a US$ 305,90 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em maio fecharam a 41,59 centavos de dólar, com alta de 0,31 centavo ou 0,75%. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,92%, negociado a R$ 5,7438 para venda e a R$ 5,7418 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,7118 e a máxima de R$ 5,7903. Na semana, a moeda teve desvalorização de 0,77%. [ad_2] Source link

Brasil vai ao Japão discutir abertura de mercado e acordo com o Mercosul

[ad_1] O presidente Luiz Inácio Lula da Silva viaja ao Japão e ao Vietnã entre os dias 24 e 29 de março. No Japão, Lula vai negociar a abertura do mercado japonês para a carne bovina brasileira, demanda histórica do Brasil. Além disso, buscará avanços nas negociações para um acordo comercial entre o gigante asiático e o Mercosul. No Vietnã, o presidente debate um plano de ação para elevar o país ao nível de Parceiro Estratégico do Brasil, tipo de relação superior ao que as duas nações mantém atualmente. Entre os países do Sudeste Asiático, apenas com a Indonésia há esse grau de proximidade. O primeiro destino da viagem do presidente é o Japão, onde Lula chega no dia 24 de março. Esse encontro tem sido tratado pelo Itamaraty como prova do prestígio que o governo japonês concede ao país. Isso porque os japoneses restringem as visitas de chefes de Estado estrangeiros há apenas uma por ano. Além disso, desde 2019 não havia uma visita oficial de chefe de Estado ao Japão. A última foi a do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em seu primeiro mandato. “Isso dá uma indicação da importância dessa relação que já completa 130 anos”, comentou o embaixador Eduardo Paes Saboia, atual secretário de Ásia e Pacífico do Ministério das Relações Exteriores (MRE). O Japão é o segundo maior parceiro do Brasil na Ásia, atrás apenas da China, e o 11º maior parceiro comercial do Brasil no mundo. Além disso, o país abriga a quinta maior comunidade de brasileiros no exterior, com 200 mil pessoas. Também é o nono que mais investe no Brasil, com estoque de US$ 35 bilhões em 2023, aumento de 23% em relação ao ano anterior. Carne bovina e Mercosul De acordo com o Itamaraty, um dos objetivos da viagem é conseguir um compromisso político do Japão para que envie ao Brasil uma missão técnica das autoridades sanitárias japonesas para inspecionar as condições da produção de carne bovina do país. Esse seria um dos passos necessários para o Brasil acessar o mercado de carne bovina japonês. Em maio de 2024, quando o primeiro-ministro japonês, Fumio Kishida, esteve no Brasil, o presidente Lula reforçou a reinvindicação para ter acesso a esse mercado. O Japão importa cerca de 70% da carne bovina que consome, o que representa cerca de US$ 4 bilhões ao ano. Desse total, 80% são importados dos Estados Unidos e da Austrália, históricos aliados do país asiático. O MRE conta que, desde 2005, o Brasil tenta, sem sucesso, entrar no mercado japonês de carne bovina. O embaixador Eduardo Saboia acrescentou que outro objetivo da viagem é avançar nas negociações para um acordo Mercosul-Japão. “A visita do presidente tem o interesse de avançar nessa área. Claro que não depende apenas do Brasil, depende também do Japão. Os parceiros do Mercosul têm sido bastante favoráveis a esse acordo”, acrescentou Saboia. Missão no Vietnã Saindo do Japão, o presidente Lula segue para o Vietnã, onde aterrissa no dia 28 de março. O país do sudeste asiático se tornou o quinto maior consumidor dos produtos agropecuários brasileiros. Um dos objetivos da viagem é consolidar as etapas necessárias para elevar o Vietnã a parceiro estratégico do Brasil. “A elevação das relações diplomáticas com o Vietnã ao nível de parceria estratégica possibilitará aprofundar o diálogo político, reforçar a cooperação econômica, intensificar o fluxo de comércio e os investimentos”, explicou o Itamaraty. Desde que Lula assumiu o terceiro mandato, este é o terceiro encontro entre o presidente brasileiro e o primeiro-ministro do Vietnã, Pham Minh Chinh. Os dois se reuniram em setembro de 2023, em Brasília, e em novembro de 2024, na cúpula do G20, no Rio de Janeiro. Em 2024, Brasil e Vietnã registraram um volume de comércio de US$ 7,7 bilhões, com superávit brasileiro de US$ 415 milhões. Em 2002, na última visita de Lula ao país, o comércio entre as duas nações era de apenas US$ 500 milhões. “A ideia é chegar à meta de US$ 15 bilhões em volume. A expectativa é de abertura desses mercados e isso se dá em um contexto mais amplo de aproximação do Brasil com nações do sudeste asiático”, completou o embaixador Saboia. [ad_2] Source link

Festa do Peão de Barretos anuncia pré-programação musical

[ad_1] A Festa do Peão de Barretos, no interior de São Paulo, é o maior festival de rodeio da América Latina e em 2025 chega à histórica edição de número 70. Nesta sexta-feira (14), a organização do tão aguardado evento anunciou os primeiros artistas confirmados em sua programação musical. No dia 21 de agosto, se apresentam no Palco Estádio de Rodeios, Fernando & Sorocaba, João Bosco & Vinícius e Guilherme & Santiago. As três duplas já são veteranas nos palcos do Barretão. “Vamos abrir a programação com artistas que têm uma grande história com o evento”, diz o diretor cultural do evento, Pedro Muzeti. Ele conta ainda que, em breve, mais nomes serão anunciados. “Teremos cinco palcos espalhados pelo Parque do Peão, muitas vezes, com atrações simultâneas”, continua. Além da programação musical e do rodeio – que reúne os principais campeonatos nacionais e o tradicional Barretos International Rodeo – a Festa do Peão de Boiadeiro de Barretos conta com uma intensa grade de atrações culturais, gastronômicas e até infantis ao longo dos 11 dias de programação. A Festa do Peão de Barretos acontece de 21 a 31 de agosto. Os ingressos para os mais de 10 setores disponíveis já estão à venda. Agenda Festa do Peão de BarretosData: 21 a 31 de agostoLocal: Parque do Peão | Rod. Brigadeiro Faria Lima km 426 [ad_2] Source link