China impulsiona commodities e Ibovespa sobe; ouça análise

[ad_1] Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro. No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca o otimismo no mercado brasileiro após dados positivos da indústria e do varejo. O Ibovespa fechou em alta de 1,46%, impulsionado pela valorização das commodities. No exterior, a queda do dólar e preocupações com a política tarifária de Trump pressionam os juros. No Brasil, o IBC-Br superou expectativas, reforçando a necessidade de juros altos. Expectativa para a Super Quarta e anúncios do governo seguem no radar. Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado! Foto: divulgação [ad_2] Source link

previsão do tempo mostra chuva intensa e calor

[ad_1] A terça-feira (18) será marcada por instabilidades, com chuva forte em áreas do país. O calor e a umidade favorecem a formação de pancadas de chuva intensas à tarde e à noite, acompanhadas de raios e ventania. No Nordeste, a influência da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) mantém a chuva sobre a costa norte, enquanto o tempo segue mais seco no interior. Sul A circulação marítima deve continuar estimulando a ocorrência de chuvisco ou chuva fraca no leste e norte do Rio Grande do Sul. Em Santa Catarina e no Paraná, o fluxo de umidade e de calor – com reforço associado à circulação de ventos em níveis mais elevados – deve manter a condição de tempo instável, com as pancadas se concentrando entre a tarde e a noite. Sudeste A combinação entre calor e umidade presentes na atmosfera local deve seguir realizando a formação de instabilidades em São Paulo, centro-sul de Minas Gerais e no Rio de Janeiro. Ao longo do dia, o sol aparece nessas áreas entre nuvens e as pancadas vêm na parte da tarde, com potencial para chuva forte, com raios e ventania. Há condição para pancadas isoladas também no Espírito Santo. Centro-Oeste A combinação entre calor e umidade presentes na atmosfera deve manter as instabilidades atuando em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás. Ao longo do dia, o sol ainda deve aparecer entre nuvens e a temperatura aumenta. A partir da tarde, as pancadas de chuva ganham força e vêm com raios e ventos. No Distrito Federal, o predomínio é de tempo mais aberto. Nordeste A atuação da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) deve continuar estimulando a ocorrência de chuva sobre parte da costa norte da região. O destaque fica para a chuva que se prolonga no Maranhão e no Piauí. Na costa leste, a entrada de umidade marítima pode favorecer a ocorrência de pancadas no litoral da Bahia e do Rio Grande do Norte. Norte Calor, umidade e a atuação de algumas perturbações em níveis mais elevados da atmosfera vão manter a chuva se espalhando por todos os estados da região. Destaque para a chuva forte que segue caindo no Amazonas, Acre, Pará e Roraima. [ad_2] Source link

SLC Agrícola investe R$ 913 milhões na compra de terras

[ad_1] A SLC Agrícola anunciou, na sexta-feira (14), após o fechamento do mercado financeiro, a aquisição de 47.822 hectares de terras na Bahia e em Minas Gerais por R$ 913 milhões. A compra ocorre um dia após a teleconferência de resultados, na qual o diretor financeiro, Ivo Brum, afirmou que a companhia mantém alavancagem sob controle e vê espaço para continuar crescendo caso surjam oportunidades estratégicas. Em São Desidério (BA), a empresa adquiriu 39.987 hectares da Fazenda Paladino, atualmente arrendados pela SLC-MIT, subsidiária da companhia. O valor da transação foi de R$ 723 milhões, correspondendo a R$ 32.876 por hectare agricultável. O pagamento será dividido em duas parcelas de R$ 361,5 milhões, sem correção monetária, com a segunda prevista para março de 2026. Na Fazenda Pamplona, em Unaí (MG), foram adquiridos 7.835 hectares por R$ 190 milhões, ao preço de R$ 36.176 por hectare agricultável. Desse total, apenas 502 hectares não eram previamente operados pela companhia através de arrendamento. A compra inclui também infraestrutura como silos, alojamentos, sede administrativa e armazéns, além de 647,6 hectares de área irrigada. A aquisição se insere na estratégia de crescimento da SLC, que já havia expandido sua área plantada em 60 mil hectares para a safra 2024/25, chegando a 731 mil hectares, e recentemente adquiriu a Sierentz Agro Brasil por US$ 135 milhões. “Nossa dívida está em um nível confortável, bem inferior aos R$ 11 bilhões que possuímos em terras, um ativo que sempre nos suporta, se necessário”, disse Brum na teleconferência. A empresa fechou 2024 com dívida líquida de R$ 3,648 bilhões e uma relação dívida líquida/Ebitda de 1,8 vez, abaixo do limite de duas vezes recomendado pelo conselho. O movimento ocorre após a companhia registrar uma queda de 48,6% no lucro líquido em 2024, totalizando R$ 481,723 milhões, impactado principalmente pela redução de 17% na produtividade da soja devido a problemas climáticos. Apesar disso, o CEO Aurélio Pavinato afirmou em entrevista recente que a produtividade da soja atual está sendo “a melhor da história”, o que deve contribuir para melhores resultados em 2025. A empresa também tem avançado em sua estratégia de diversificação, com crescimento de 39% nas vendas de sementes para terceiros em 2024. O segmento registrou um Ebitda de R$ 106,2 milhões no ano passado, com margem de 14,4% e lucro líquido de R$ 54 milhões. Adicionalmente, a SLC Agrícola informou durante a teleconferência que está com seu planejamento de compra de insumos para a safra 2025/26 mais adiantado do que no mesmo período do ano passado, já tendo adquirido potássio, fósforo e sulfato de amônio, faltando apenas a ureia. Essa antecipação deve contribuir para uma redução nos custos de produção. [ad_2] Source link

Preços das carnes, arroz e feijão já caíram, diz ministro

[ad_1] O ministro do Desenvolvimento Agrário, Paulo Teixeira, disse que o governo tem acompanhado de perto o preço dos alimentos e que já foi notada uma queda para as carnes e arroz. Após reunião com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, Teixeira disse que é uma obsessão do governo fazer com que os alimentos caibam na renda dos trabalhadores. “Estamos acompanhando os preços. O que estamos sentindo é que essa semana os preços da carne estão caindo, ainda estão altos, mas estão caindo. E também o preço do arroz, está entrando uma nova safra de arroz. Os preços do feijão também estão caindo. E ainda há uma resistência ali no preço dos ovos, mas que vamos aprofundar esse estudo essa semana sobre as medidas a serem adotadas”, disse o ministro. Ele sinalizou que podem ser realizadas duas reuniões sobre o tema alimentos nesta semana. Teixeira também repetiu que já foram tomadas muitas medidas para conter a alta nos preços, por diversas pastas, e que toda semana serão avaliadas a necessidade de reforço ou não nessas ações. Em relação ao encontro com Haddad, Teixeira explicou que veio conversar com o ministro da Fazenda para insistir no aumento de recursos no orçamento para obtenção de terras para a reforma agrária. [ad_2] Source link

exportações do Brasil caem 6% em volume, mas receita cresce 12,6%

[ad_1] As exportações brasileiras de carne bovina, somadas in natura e processadas, registraram queda de 6% no volume embarcado em fevereiro de 2025, para 217,1 mil toneladas, ante 230,5 mil toneladas no mesmo mês de 2024. Apesar da retração nos volumes, a receita apresentou alta de 12,6%, passando de US$ 922,1 milhões para US$ 1,038 bilhão, segundo levantamento da Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo) com base em dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). O preço médio da carne bovina exportada aumentou significativamente, saindo de US$ 4.000 por tonelada em fevereiro de 2024 para US$ 4.782 por tonelada neste ano. Carne bovina no bimestre No acumulado do primeiro bimestre de 2025, as exportações somaram 456,1 mil toneladas, uma queda de 2% em relação ao igual período de 2024. A receita, contudo, subiu 12%, alcançando US$ 2,066 bilhões. O preço médio do bimestre também teve alta, passando de US$ 3.977 por tonelada em 2024 para US$ 4.529 por tonelada em 2025. A China, principal destino da carne bovina brasileira, reduziu suas importações em volume no primeiro bimestre, comprando 183,8 mil toneladas, uma queda de 5,3% em relação ao igual período de 2024. No entanto, a receita obtida com as exportações para o país asiático cresceu 4,5%, alcançando US$ 895,9 milhões. O preço médio pago pela China subiu de US$ 4.417 por tonelada para US$ 4.874 por tonelada. Os Estados Unidos, segundo maior mercado para a carne bovina brasileira, reduziram suas compras em 12,1%, passando de 89 mil toneladas nos dois primeiros meses de 2024 para 78,2 mil toneladas em 2025. Apesar da queda em volume, a receita das exportações para o país norte-americano cresceu 10,9%, chegando a US$ 286,3 milhões, impulsionada pelo aumento do preço médio de US$ 2.901 para US$ 3.360 por tonelada. O Chile, terceiro maior comprador da carne bovina brasileira, ampliou suas aquisições, de 11,9 mil toneladas em 2024 para 19,2 mil toneladas em 2025, crescimento de 61,7%. A receita obtida com as exportações ao país sul-americano quase dobrou, atingindo US$ 105 milhões, alta de 92,5%. Outro destaque foi a Argélia, que subiu para a quarta posição entre os principais importadores de carne bovina brasileira. O país elevou suas importações de 5,3 mil toneladas em 2024 para 15,9 mil toneladas em 2025, salto de 199%. A receita também teve aumento expressivo, de 254%, chegando a US$ 85,4 milhões. No total, 89 países aumentaram suas compras de carne bovina do Brasil no primeiro bimestre de 2025, enquanto 51 reduziram suas importações, de acordo com a Abrafrigo. [ad_2] Source link

Com imagens de satélite e IA, tecnologia mapeia viveiros escavados e fortalece aquicultura

[ad_1] A Embrapa, em parceria com instituições de pesquisa e inovação, desenvolveu uma nova metodologia para mapear automaticamente viveiros escavados, o principal sistema de produção de peixes no Brasil. O método, aplicado inicialmente no Paraná, utiliza imagens de satélite de alta resolução e inteligência artificial para identificar viveiros com 90% de precisão. Os resultados do estudo foram recentemente publicados na revista internacional Aplicações de Sensoriamento Remoto: Sociedade e Meio Ambiente. A inovação combina imagens do programa Iniciativa Internacional da Noruega para o Clima e Florestas (NICFI) com algoritmos de aprendizado de máquina, como o Random Forest, para classificar as áreas de piscicultura. De acordo com a geógrafa Marta Ummus, da Embrapa Pesca e Aquicultura, a tecnologia reduz em 90% o tempo e o esforço necessários para mapear os viveiros. “Não substituímos o trabalho humano, mas conseguimos torná-lo muito mais ágil e preciso”, afirma a pesquisadora. Aquicultura no Paraná: dados inéditos sobre produção O levantamento identificou 42.369 tanques aquícolas distribuídos em 13.514 empreendimentos, totalizando 11.515 hectares de lâmina d’água. Cerca de 40% dessa estrutura concentra-se na Região Metropolitana de Curitiba e no oeste do estado. Municípios como Nova Aurora, Palotina, Toledo e Assis Chateaubriand despontam como polos produtivos, beneficiados por infraestrutura consolidada e cooperativas agroindustriais. O estudo revelou ainda que mais da metade dos empreendimentos aquícolas do Paraná está na mesorregião oeste. Junto à mesorregião sudoeste, elas somam 65% da atividade de piscicultura em viveiros escavados do estado, reforçando a liderança do Paraná na produção nacional de peixes de cultivo. Expansão da tecnologia para outros estados Com os resultados promissores no Paraná, os pesquisadores já iniciaram a aplicação da metodologia em Rondônia, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Tocantins. “Nosso objetivo é expandir esse mapeamento para outras regiões, firmando parcerias com instituições estaduais para refinar os dados e ampliar a adoção da tecnologia”, afirma Ummus. Segundo os especialistas, o mapeamento automático oferece dados mais atualizados e assertivos para a gestão pública e privada da aquicultura. “A tecnologia permite aos produtores entenderem melhor o cenário da piscicultura em sua região e auxilia gestores na tomada de decisões para investimentos e gestão dos recursos hídricos”, destaca Bruno Silva, pesquisador do Biopark Educação. O projeto é fruto de uma parceria entre a Embrapa, o Biopark e o Biopark Educação, com apoio da Fundação Araucária e da Universidade Estadual do Oeste do Paraná. Com a recente renovação do projeto, novas perspectivas para aprimoramento e expansão foram abertas. A geração e a disponibilização de dados para governos e outras instituições públicas e para empresas do setor privado estão entre os maiores benefícios do trabalho, que pode ser consultado no Centro de Inteligência e Mercado em Aquicultura (CIAqui). Paraná mantém liderança na produção de peixes De acordo com a Associação Brasileira da Piscicultura (PeixeBR), o Paraná lidera a produção nacional, respondendo por 22,5% do total do país em 2023, com 194,1 mil toneladas de peixes cultivados. No caso da tilápia, a espécie mais criada e exportada pelo Brasil, o estado é responsável por mais de um terço da produção nacional. Além das cidades do oeste paranaense já reconhecidas pelo alto volume de produção, destacam-se municípios como Maripá, Terra Roxa, Nova Santa Rosa, Cafelândia, Marechal Cândido Rondon e Tupãssi, que juntos movimentaram quase R$ 1 bilhão em receita em 2022. Com a aplicação da nova metodologia de mapeamento e a expansão para outras regiões do país, a expectativa é que a piscicultura brasileira se torne ainda mais eficiente e competitiva no cenário global. [ad_2] Source link

J&F e BNDES fecham acordo para dupla listagem da JBS

[ad_1] A JBS divulgou nesta segunda-feira (17) ter sido informada de que a J&F Investimentos, sua acionista controladora, e a BNDESPar firmaram acordo no âmbito da dupla listagem das ações da companhia no Brasil e nos Estados Unidos. A BNDESPar, braço de participações societárias do BNDES, possui 20,8% do capital da JBS. Pelo instrumento assinado, a BNDESPar pode receber uma remuneração eventual limitada a R$ 500 milhões na hipótese de uma valorização das ações da JBS abaixo de patamar estabelecido entre as partes. Com a dupla listagem, as ações da JBS serão negociadas na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE), nos Estados Unidos, e Brasil, Bolsa, Balcão (B3), no Brasil. A proposta fortalecerá a governança da companhia e tem potencial de destravar o valor da ação e de atrair uma base mais ampla de investidores, com maior capacidade de investimento. A BNDESPar também comunicou à JBS que, em decorrência do acordo, se absterá de votar na assembleia que vai deliberar sobre a dupla listagem da JBS, deixando assim aos demais acionistas minoritários a decisão. Segundo fontes, essa abstenção aproxima a JBS da dupla listagem. Com mais de 250 fábricas, a JBS produz em 17 países, possui mais de 300 mil clientes e seus produtos chegam a mais de 180 países. Nascida no Brasil há 71 anos, a JBS emprega hoje 280 mil pessoas. [ad_2] Source link

Exportação do agronegócio em fevereiro recuou 2,5% ante 2024, a US$ 11,24 bi

[ad_1] As exportações do agronegócio brasileiro em fevereiro somaram US$ 11,24 bilhões, 2,5% menos que em igual mês do ano anterior, segundo o Ministério da Agricultura. “Apesar da redução das exportações de alguns produtos tradicionais da pauta exportadora, como o complexo soja, o agronegócio brasileiro demonstrou sua capacidade de diversificação ao ampliar a presença de alguns produtos nos mercados internacionais”, disse a pasta em nota, citando as exportações de produtos como óleos essenciais de laranja, que somaram US$ 37,1 milhões (+14,9%), com crescimento em mercados como União Europeia e China. “Outro exemplo é a pimenta piper seca, com exportações de US$ 49,2 milhões (146,6%). Além disso, as sementes oleaginosas, especialmente o gergelim, tiveram um desempenho expressivo, registrando US$ 33,7 milhões (213,8%) em exportações e abrindo novas possibilidades comerciais em mercados da Ásia e do Oriente Médio.” O volume exportado de grãos e farelo de soja foi de 8,9 milhões de toneladas, estável ante fevereiro de 2024. Em fevereiro de 2025, os principais setores exportadores do agronegócio foram: complexo soja (29,2% do valor exportado); carnes (19,7% do valor exportado); produtos florestais (11,4% do valor exportado); café (9,9% do valor exportado); complexo sucroalcooleiro (7,8%); e cereais, farinhas e preparações (5,0%). “A soma da participação relativa destes seis setores foi de 83,1%, 1,9 ponto percentual inferior à participação dos mesmos setores em fevereiro de 2024.” O volume exportado de produtos do agronegócio caiu 5,4%, puxado por açúcar (-39,3%), madeiras e suas obras (-27,0%), sucos (-24,2%), café verde (-20,5%). As importações de produtos agropecuários subiram de US$ 1,44 bilhão em fevereiro de 2024 para US$ 1,67 bilhão em fevereiro de 2025 (+16,0%). [ad_2] Source link

projeto que isenta quem ganha até R$ 5 mil será assinado nesta 3ª

[ad_1] O presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai assinar, nesta terça-feira (18), o projeto de lei que isenta do Imposto de Renda (IR) quem recebe até R$ 5 mil por mês, confirmou a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom). A assinatura será em evento marcado para as 11h30 no Palácio do Planalto, informou a Secom. Participam do evento os presidentes da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e a ministra-chefe da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann. Depois da solenidade, haverá uma entrevista coletiva técnica para detalhar a proposta. Nesta segunda-feira (17), Haddad explicou que o governo fez um recálculo e passou a estimar que a renúncia com a ampliação da isenção do Imposto de Renda custará cerca de R$ 27 bilhões, um impacto menor do que os R$ 35 bilhões inicialmente estimados. [ad_2] Source link

veja como abriram as cotações na semana

[ad_1] O mercado físico do boi gordo abriu a semana com preços acomodados. Os frigoríficos ainda encontram dificuldades no posicionamento de suas escalas de abate, o que sugere por tentativas de compra em patamares mais altos. De acordo com a Safras & Mercado, a oferta de fêmeas aparenta ter diminuído em diferentes regiões do país, o que ajuda a entender o motivo de uma maior sustentação dentro do mercado brasileiro. As exportações permanecem em ótimo nível: o Brasil ainda é disparadamente a melhor alternativa global para o fornecimento de carne bovina, ganhando em competitividade na comparação com seus principais concorrentes. Preços médios da arroba de boi gordo hoje São Paulo: a referência média ficou em R$ 311,83, na modalidade à prazo, contra R$ 311,33 anteriormente. Goiás: indicação média de R$ 297,14, no comparativo com R$ 295,54 da última cotação. Minas Gerais: a arroba teve preço médio de R$ 285, estável. Mato Grosso do Sul: arroba indicada em R$ 294,89, contra R$ 294,77 da útlima sexta (14) Mato Grosso: a arroba ficou indicada em R$ 299,39, estável. Atacado O mercado atacadista apresentou preços firmes no decorrer desta segunda-feira (17). O ambiente de negócios sugere por menor espaço para reajustes no curto prazo, considerando que o escoamento da carne costuma ser mais lento durante a segunda quinzena do mês, período pautado por menor apelo ao consumo. Quarto traseiro ainda cotado a R$ 25 por quilo. Quarto dianteiro precificado a R$ 18,50 o quilo. Ponta de agulha segue no patamar de R$ 17 por quilo. [ad_2] Source link