Feriado nos EUA ‘arrasta’ soja no Brasil; como ficaram as cotações na última segunda-feira do mês?

[ad_1] O mercado de soja iniciou a semana com poucas oscilações de preços, influenciado pela ausência de negócios na Bolsa de Chicago, que não operou nesta segunda-feira (27) devido ao feriado do Memorial Day nos Estados Unidos. A falta de referência externa reduziu o ritmo das negociações no mercado físico nacional, com poucos negócios efetivados e escassez de ofertas. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! De acordo com o consultor da Safras & Mercado, Rafael Silveira, os produtores continuam cautelosos, esperando melhores oportunidades. A lentidão foi perceptível em todas as praças acompanhadas, com variações pontuais nos preços. Soja no Brasil Passo Fundo (RS): caiu de R$ 130,00 para R$ 128,00 Santa Rosa (RS): caiu de R$ 131,00 para R$ 129,00 Porto de Rio Grande (RS): manteve em R$ 135,00 Cascavel (PR): subiu de R$ 129,00 para R$ 129,50 Porto de Paranaguá (PR): manteve em R$ 135,00 Rondonópolis (MT): manteve em R$ 115,00 Dourados (MS): subiu de R$ 118,00 para R$ 119,00 Rio Verde (GO): manteve em R$ 118,00 Soja em Chicago A Bolsa de Mercadorias de Chicago não operou em função do feriado do Memorial Day nos Estados Unidos, o que contribuiu para a calmaria no mercado global da soja. Dólar O dólar comercial encerrou a segunda-feira com alta de 0,53%, cotado a R$ 5,6756 para venda e R$ 5,6736 para compra. A moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,6350 e a máxima de R$ 5,6780 ao longo do dia. [ad_2] Source link
Ciclone ‘castiga’ lavouras com temporais intensos; previsão do tempo aponta frio e geada

[ad_1] A condição do tempo apresenta diferença pelo Brasil. No Sudeste e Centro-Oeste, por exemplo, a umidade do solo segue baixa em boa parte das áreas, especialmente em São Paulo, Mato Grosso do Sul e Goiás. Já nas áreas próximas à fronteira com a Bolívia e o Paraguai, a situação é um pouco mais confortável, com umidade suficiente para manter as lavouras em desenvolvimento. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! No Norte do país, o padrão do tempo se inverte: o Pará continua registrando muita umidade, principalmente no norte do estado, enquanto o centro-sul paraense já sente a redução das chuvas. Próximos dias A formação de um ciclone extratropical no Sul do Brasil trará temporais para o Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Atenção para ventos fortes, queda de granizo e volumes elevados de chuva. Por outro lado, essa frente fria traz boas notícias para outras regiões. A previsão indica acumulados de pelo menos 50 milímetros em cinco dias em áreas de São Paulo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás, um alívio importante para a reposição hídrica, principalmente em áreas de soja e pastagens. O tempo no início de junho A mesma frente avança e atinge o norte de Minas Gerais, interior da Bahia, sul do Tocantins e Goiás. Nesses locais, o aumento da umidade relativa do ar será perceptível, melhorando o conforto para as plantas e o desenvolvimento das lavouras, embora ainda não seja suficiente para reverter o déficit hídrico acumulado. Frio e geada O avanço de uma massa de ar frio deve provocar temperaturas mínimas abaixo dos 10 °C em vários estados. O risco de geada preocupa especialmente os produtores de milho segunda safra no Paraná. Também há risco para o sul do Mato Grosso do Sul, onde pecuaristas que iniciaram o cultivo das lavouras de inverno devem redobrar a atenção. Você quer entender como usar o clima a seu favor? Preparamos um e-book exclusivo para ajudar produtores rurais a se antecipar às mudanças do tempo e planejar melhor suas ações. Com base em previsões meteorológicas confiáveis, ele oferece orientações práticas para proteger sua lavoura e otimizar seus resultados. [ad_2] Source link
Secretaria gaúcha revisita 99% das propriedades no foco da gripe aviária

[ad_1] O governo do estado do Rio Grande do Sul visitou, nesse domingo (25), 99% das propriedades rurais (253 de um total de 255) localizadas a um raio de dez quilômetros do foco de gripe aviária no município de Montenegro e região. Trata-se da segunda vistoria feita nesses locais, ação que integra o Plano Nacional de Contingência de Influenza Aviária e é realizada por meio dos servidores da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi). De acordo com nota do órgão, as quatro barreiras sanitárias seguem em funcionamento, diuturnamente. Combate à gripe aviária A influenza aviária, ou gripe aviária, é uma doença viral que afeta principalmente aves, mas também pode infectar mamíferos, inclusive o ser humano. A transmissão acontece pelo contato com animais doentes e também por meio da água e de materiais contaminados. O Serviço Veterinário Oficial do Rio Grande do Sul (SVO-RS) reforça que o consumo de carne de aves e ovos armazenados em casa ou em pontos de venda é seguro, já que a doença não é transmitida por meio da ingestão. Além disso, alerta que todas as suspeitas da doença, que incluem sinais respiratórios, neurológicos ou mortalidade alta e súbita em aves, devem ser notificadas imediatamente à Seapi, por meio da Inspetoria ou Escritório de Defesa Agropecuária, pelo sistema e-Sisbravet ou pelo WhatsApp (51) 98445-2033. Balanço de operações até domingo: [ad_2] Source link
Exportações do complexo carne têm alta em volume e receita

[ad_1] A Secretaria de Comércio Exterior (Secex) divulgou os volumes e faturamento das exportações de carnes de aves, suína e bovina do Brasil nos primeiros 16 dias úteis de maio. Acompanhe os números. Carne de aves As exportações de carne de aves e suas miudezas comestíveis, frescas, refrigeradas ou congeladas do Brasil renderam US$ 575,952 milhões em maio, com média diária de US$ 35,997 milhões: Quantidade total exportada: 318,529 mil toneladas, com média diária de 19,908 mil toneladas Preço médio da tonelada: US$ 1.808,2 Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News! Em relação a maio de 2024, há avanço de 0,5% no valor médio diário, recuo de 1,5% na quantidade média diária e valorização de 2,1% no preço médio. A redução não guarda relação com as suspensões de compras motivadas pela detecção de gripe aviária em granja comercial de Montenegro, no Rio Grande do Sul, visto que o período computado pela Secex é anterior ao caso. Proteína bovina As exportações de carne bovina fresca, congelada ou refrigerada do Brasil renderam US$ 899,9 milhões no período (16 dias úteis de maio), com média diária de US$ 56,243 milhões. Quantidade total exportada: 173,804 mil toneladas, com média diária de 10,862 mil toneladas. Preço médio da tonelada: US$ 5.117,70 Em relação a maio de 2024, houve alta de 23,7% no valor médio diário da exportação, ganho de 7,6% na quantidade média diária exportada e avanço de 15% no preço médio. Carne suína As exportações de carne suína “in natura” do Brasil renderam US$ 211,514 milhões em maio, com média diária de US$ 13,219 milhões. Quantidade total exportada: 82,226 mil toneladas, com média diária de 5,139 mil toneladas Preço médio: US$ 2.572,4 Em relação a maio de 2024, houve alta de 32,1% no valor médio diário, avanço de 17,8% na quantidade média diária e alta de 12,2% no preço médio. [ad_2] Source link
Prêmios em alta: é hora de comercializar a soja?

[ad_1] Os prêmios de exportação da soja nos portos brasileiros seguem em alta, impulsionados pela demanda aquecida no mercado interno e externo, mesmo com a expectativa de safra recorde. A guerra comercial entre Estados Unidos e China favorece a soja brasileira como alternativa à americana. Também pesam fatores como logística eficiente e a volatilidade cambial, que fortalecem a competitividade do Brasil. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! A mudança em relação aos anos anteriores é evidente. Em maio de 2023, os prêmios estavam no campo negativo. Em 2024, começaram a dar sinais de recuperação. Agora, em maio de 2025, estão firmemente positivos. A expectativa é de que essa valorização continue até março de 2026, período em que os prêmios costumam recuar, especialmente em fevereiro, com a entrada da nova safra brasileira. Carlos Cogo, da Cogo Consultoria, ressalta que o momento é positivo, mas exige cautela. ”O mercado está precificando uma conjuntura muito favorável, mas há risco de reversão. O produtor precisa estar atento à janela de oportunidade. Em condições normais, veríamos mais pressão sobre os prêmios diante de uma safra recorde, mas o embate comercial entre Estados Unidos e China e a rapidez dos compradores em garantir volumes deixaram o mercado mais dinâmico”, afirma. O consultor destaca ainda que o comportamento dos prêmios em 2025 foge do padrão. ”Este ano, o cenário está atípico. Os prêmios praticamente não cederam, mesmo com colheita recorde. Os atrasos no início da colheita, seguidos pelo agravamento do embate comercial, tornaram o mercado muito mais ágil e volátil”, complementa. Rafael Silveira, da Safras & Mercado, observa que os prêmios vêm operando de forma mais estável e já mostram enfraquecimento em relação a abril, quando chegaram perto de um dólar no porto. ”Hoje, giram em torno de 50 pontos para junho”, aponta. Ele destaca que a comercialização de maio está praticamente concluída, com embarques estimados em 15,4 milhões de toneladas. ”Somando o que já saiu e o que deve ser embarcado até junho, o volume ultrapassa 61 milhões de toneladas. É um número expressivo, mas que tende a perder força no segundo semestre, o que é sazonal e pode pressionar os prêmios”, completa. [ad_2] Source link
Mercado melhora expectativa sobre economia com elevação do PIB

[ad_1] O mercado financeiro melhorou as expectativas sobre o crescimento da economia brasileira. Há uma semana, projetava um crescimento de 2,02%, percentual que subiu para 2,14%, segundo o Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira pelo Banco Central (BC). Há quatro semanas, a expectativa para o Produto Interno Bruto (PIB – a soma dos bens e serviços produzidos no país) estava em 2%. Com relação ao dólar, o boletim projeta uma cotação de R$ 5,80, ante aos R$ 5,82 projetados na semana passada; e aos R$ 5,90 previstos há quatro semanas. As projeções relativas aos anos subsequentes se mantêm estáveis, em R$ 5,90 (2026); e R$ 5,80 (2027). O Boletim Focus é uma pesquisa feita semanalmente pelo BC com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos. Inflação e Selic Tanto as expectativas relacionadas tanto à inflação como à taxa básica de juros (Selic) se mantiveram estáveis, na comparação com a semana anterior, para o ano corrente, bem como para os dois próximos anos. A estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país – para o ano de 2025 manteve-se em 5,5%. Para 2026, espera-se uma inflação de 4,5%; e, para 2027, o mercado financeiro projeta que o ano feche com uma inflação de 4%. Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida em 14,75% ao ano. Para os anos subsequentes, o mercado projeta Selic de 12,5% em 2026; e de 10,5% em 2027. [ad_2] Source link
Mercadante promete aprovar R$ 300 bi para a indústria até 2026

[ad_1] O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Aloizio Mercadante, prometeu nesta segunda-feira (26) aprovar R$ 300 bilhões em crédito para a indústria até 2026. “Nós estamos assumindo aqui o seguinte: vamos fazer R$ 300 bilhões até 2026. Estamos enfrentando em R$ 41 bilhões o orçamento para a indústria nesse próximo ano e meio”, afirmou durante evento Nova Indústria Brasil, em comemoração ao Dia da Indústria, no BNDES, no Rio de Janeiro. A conferência é promovida por Brasil 247, TV 247 e Agenda do Poder. “Quando foi lançado os R$ 300 bilhões, em Brasília, eu disse: ‘isso vai ser pouco, porque nós vamos cumprir’”, continuou. Mercadante salientou que a ação será possível, apesar do aumento da taxa básica de juros, que está atualmente em 14,75% ao ano com a promessa do Banco Central de que seguirá ainda nesse patamar por algum tempo. Para o presidente do BNDES, a taxa Selic está em um “ponto fora da curva, sobre qualquer perspectiva que a gente analise a economia brasileira”. “É uma coisa que nós temos que começar uma transição”, recomendou. hADDAD Mercadante iniciou a participação na conferência parabenizando o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e a ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann. “Esse grande ministro da Fazenda, Fernando Haddad, tem uma responsabilidade imensa, uma visão estratégica e um compromisso com os valores republicanos, com o bem público, e não tem poupado esforços pessoais. Nós temos dado todo o apoio e vai continuar assim. Força e estamos juntos, Haddad”, disse. Conforme Mercadante, o Parlamento, a sociedade e outras áreas precisam ajudar a construir soluções. “Algumas tarefas não são só suas, Haddad. Temos aí um desafio fiscal muito importante para o Brasil”, enfatizou. Sobre Gleisi, o presidente do BNDES disse que a ministra tem feito um trabalho muito importante ao longo de toda a sua vida pública. “E agora está nessa função tão desafiadora”, ressaltou. “Muito bom te ver aqui, e é seguro que você vai contribuir para o nosso debate e para o país nessa nova função.” [ad_2] Source link
Suspeita de gripe aviária em granja de SC é descartada; há 12 investigações

[ad_1] A suspeita de gripe aviária em uma granja comercial em Ipumirim (SC), em investigação há uma semana, foi descartada com resultado negativo para a doença, conforme atualização mais recente da plataforma de Síndrome Respiratória e Nervosa das Aves, do Ministério da Agricultura, às 8h30 desta segunda-feira (26). O resultado da investigação era aguardado pelo governo e pelo setor produtivo, apesar de haver indícios de que o resultado seria negativo, em virtude de Santa Catarina ser o segundo maior produtor de aves do país. A suspeita, agora descartada, era em uma granja de pintinhos de cinco dias no oeste catarinense. Há 12 investigações de suspeita de gripe aviária em andamento no país, de acordo com os dados da plataforma. As investigações estão em andamento com coleta de amostra e sem resultado laboratorial conclusivo. Apenas uma é em planta comercial: em um abatedouro de aves em Aguiarnópolis (TO). Outras cinco suspeitas são investigadas em aves de subsistência em Triunfo (RS), Aurelino Leal (BA), Salitre (CE), Quixadá (CE) e Eldorado do Carajás (PA). Há ainda seis suspeitas envolvendo aves silvestres em Canoas (RS), Armação dos Búzios (RJ), Mateus Leme (MG), Belo Horizonte (MG), Ilhéus (BA) e Icapuí (CE). Essas investigações são corriqueiras no sistema de defesa agropecuária nacional, já que a notificação é obrigatória. A influenza aviária de alta patogenicidade (vírus H5N1) é uma doença de notificação obrigatória imediata aos órgãos oficiais de defesa sanitária animal do País. Produtores rurais, técnicos, proprietários, prestadores de serviço, pesquisadores e demais envolvidos com a criação de animais devem notificar imediatamente os casos suspeitos da doença ao Serviço Veterinário Oficial (SVO). O Brasil já realizou mais de 2.500 investigações de suspeitas de gripe aviária desde maio de 2023, quando houve a primeira ocorrência em ave silvestre, segundo o Ministério da Agricultura. Até o momento, há um caso confirmado de gripe aviária (influenza aviária de alta patogenicidade, H5N1) em granja comercial no país, em Montenegro, em um matrizeiro de aves na Região Metropolitana de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. No total, o país já registrou 164 casos da doença em animais silvestres no país (sendo 160 em aves silvestres e 4 em leões-marinhos), 3 focos em produção de subsistência, de criação doméstica, e 1 em produção comercial, somando 168 em todo o Brasil. [ad_2] Source link
Vento, granizo e risco à vida: qual a diferença entre tempestade, temporal e tempo severo?

[ad_1] Caiu uma gota d’água na lavoura de soja: isso é tempestade, temporal ou tempo severo? Como saber e o que fazer para proteger meu trabalho e, principalmente, minha vida? Muitos acreditam que tempestade e temporal são a mesma coisa e, em parte, estão corretos, embora haja uma diferença. No entanto, poucas pessoas sabem o que realmente significa tempo severo. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! O Soja Brasil teve acesso às explicações do meteorologista do Canal Rural, Arthur Müller, que explicou as diferenças entre os três termos que costumam gerar dúvidas no campo. A orientação é importante para que os produtores fiquem atentos e saibam interpretar corretamente o que de fato acontece na lavoura. Segundo Müller, tempestade é o termo técnico e oficial utilizado pela meteorologia, enquanto temporal é apenas um termo popular. Ambos se referem a fenômenos que podem envolver chuvas, raios e rajadas de vento. E qual a diferença técnica para tempo severo? Para começar a explicação, é importante entender que nem toda tempestade se enquadra na categoria de tempo severo, termo que indica um risco direto e grave à vida humana. “Rajadas de vento superiores a 93 km/h, queda de granizo com pedras maiores que uma polegada de diâmetro, além de alagamentos, enchentes e possibilidade de formação de tornados ou microexplosões são características do tempo severo”, explica o especialista. Esses fenômenos podem causar danos significativos e representar sérios riscos à vida das pessoas. Mesmo granizos menores podem causar prejuízos na lavoura, mas, tecnicamente, o fenômeno só é considerado tempo severo quando atende a esses critérios objetivos. Essa diferenciação é fundamental porque o tempo severo possui um potencial destrutivo elevado. No campo, pode devastar plantações inteiras em poucos minutos. Nas áreas urbanas, oferece riscos como quedas de árvores, destelhamentos, acidentes e até perdas humanas. Por isso, compreender esses termos e acompanhar os alertas meteorológicos emitidos por fontes confiáveis é essencial para evitar tragédias e minimizar prejuízos com a soja e outras culturas. [ad_2] Source link
Feijão-carioca tem queda de preço e cotação do feijão-preto se mantém

[ad_1] Os preços dos feijões apresentaram variações distintas na terceira semana de maio, refletindo o avanço das atividades de colheita da segunda safra e a dinâmica da demanda por diferentes padrões de qualidade. É o que aponta levantamento realizado em parceira entre o Centro de Estudos Avançaos em Economia Aplicada (Cepea) e a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). Pesquisadores do Cepea destacam, porém, que as variações negativas foram menos intensas, o que pode sinalizar que os preços teriam alcançado um patamar mínimo aceitável por vendedores. No caso do feijão-carioca, dados do Cepea mostram que a fraca demanda resultou em queda nos valores, especialmente em Goiás, Bahia e Rio Grande do Sul. Na última sexta-feira (23), a saca do grão no centro/noroeste goiano estava cotada a R$ 256,25. Já para o feijão-preto, a demanda mais aquecida acabou dando sustentação aos preços. Além disso, produtores estruturados optaram por armazenar os lotes, à espera de valorizações. Na sexta, a cotação da saca de feijão-preto em Itapeva (SP) era de R$ 159,88. No campo, a colheita da primeira safra está sendo finalizada, somando 97% da área até o dia 17 de maio, segundo dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). No caso da segunda safra, a colheita tem sido realizada sobretudo na região Sul, totalizando praticamente metade da área cultivada. Segundo pesquisadores do Cepea, chuvas na região, no entanto, interromperam temporariamente as atividades nos últimos dias. [ad_2] Source link