Frente fria vira o tempo com muita chuva nos próximos dias; saiba onde

[ad_1] Após um período de instabilidade intensa, uma nova frente fria está se aproximando do Sudeste, trazendo mais chuva para São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo. De acordo com a Climatempo, o sistema deve intensificar os temporais nos últimos dias do verão, com previsão de acumulados elevados e possibilidade de transtornos em diversas áreas. Nos últimos dias, a passagem de uma frente fria já provocou mudanças significativas no tempo. Nas últimas 24 horas, Minas Gerais registrou volumes expressivos de chuva, com 72,6 mm em Boa Esperança e 71,1 mm em Juiz de Fora, segundo o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden). No Rio de Janeiro, algumas áreas de Magé receberam quase 50 mm de chuva. Já no Espírito Santo, o município de Rio Novo do Sul acumulou 56,6 mm no mesmo período. São Paulo também foi impactado, com 77,5 mm em Brotas, além de chuvas significativas em cidades como Itapira (37 mm) e Itirapina (34,8 mm). Na Grande Belo Horizonte, os maiores acumulados foram de 54 mm em Ibirité e 36,4 mm em Ribeirão das Neves. Nova frente fria aumenta instabilidade na reta final do verão Com o outono começando oficialmente no dia 20 de março, às 6h01 (horário de Brasília), a chegada da nova frente fria promete mais dias de instabilidade. O sistema avança pela costa de São Paulo na quarta-feira (19) e segue em direção ao Rio de Janeiro, aumentando o risco de temporais nos quatro estados da região Sudeste. Até o fim da semana, a previsão da Climatempor indica episódios de chuva forte em diversas localidades. No entanto, o tempo seco e quente ainda deve predominar no norte e noroeste de Minas Gerais e no norte do Espírito Santo, regiões que continuarão registrando temperaturas elevadas. Capitais sob risco de temporais As regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Vitória também estão no radar dos meteorologistas. Apenas entre os dias 18 e 19 de março, os acumulados podem chegar a: Rio de Janeiro: 45 mm São Paulo: 40 mm Belo Horizonte: 50 mm Vitória: 40 mm A presença da nebulosidade e da chuva frequente ajudará a conter a elevação das temperaturas em grande parte do Sudeste. Porém, no noroeste de Minas Gerais, onde o tempo seco ainda predomina, o calor deve persistir com força. Impactos e recomendações Com a previsão de chuvas volumosas nos próximos dias, especialistas alertam para o risco de alagamentos, deslizamentos e transtornos em áreas urbanas. Moradores de regiões vulneráveis devem ficar atentos aos avisos meteorológicos e evitar deslocamentos durante temporais intensos. A recomendação para os próximos dias é acompanhar a previsão do tempo e seguir as orientações da Defesa Civil. Com a transição do verão para o outono, a tendência é de mudanças mais frequentes no padrão climático, exigindo atenção redobrada. [ad_2] Source link
Bahia registra o maior número de bovinos abatidos em 29 anos

[ad_1] Em 2024, a Bahia registrou o maior número de bovinos abatidos nos 29 anos de série histórica iniciada em 1997, do IBGE, com crescimento consecutivo pela terceira vez, com 15,5% a mais do que em 2023. Os dados divulgados nesta terça-feira (18), mostram que o abate bovino chegou a 1.412.864 animais, um acréscimo de 189.487 cabeças. Com isso, a Bahia bateu o recorde de número de bovinos abatidos, ficando 2,9% acima (+ 40.169 animais) da marca anterior, registrada em 2014. No Brasil, em 2024, o abate de bovinos registrou alta de 15,2% e chegou a 39,27 milhões de cabeças abatidas, 5,17 milhões a mais do que em 2023 e também o maior resultado na série histórica da pesquisa. Nacionalmente, o aumento do abate foi acompanhado de exportações recordes de carne bovina in natura (2,55 milhões de toneladas), registradas pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), e pela estabilidade no preço médio da arroba (Cepea/Esalq). Mato Grosso continuou líder no abate de bovinos em 2024, com 18,1% de participação no total nacional. Além disso, a Bahia manteve os 3,6% já registrados em 2023, mas subiu da 11ª para a 10ª posição entre os estados. Siga o Canal Rural Bahia no Instagram! Você também pode participar deixando uma sugestão de pauta. Clique aqui e envie uma mensagem para o nosso WhatsApp! [ad_2] Source link
Fiscalização apreende mais de 30 mil litros de azeite adulterado

[ad_1] O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) desclassificou duas marcas de azeite de oliva por fraude. As ações de fiscalização foram conduzidas pelo Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal (Dipov). As amostras dos produtos foram analisadas pelo Laboratório Federal de Defesa Agropecuária e, com base nos resultados das análises físico-química dos produtos foram considerados impróprios para o consumo, resultando na apreensão de 30,99 mil litros de azeite de oliva. Os produtos apreendidos foram das marcas Doma, de Santa Catarina, e vendidos na rede Comercial Zaffari Ltda e Azapa, de São Paulo, e comercializados na rede Master Sonda Hipermercados. As análises confirmaram as presenças de outros óleos vegetais na composição dos produtos em desacordo com os requisitos da instrução normativa que regulamenta os padrões de qualidade e identidade do azeite de oliva. A comercialização desses produtos configura infração e os respectivos estabelecimentos poderão ser responsabilizados. O presidente do Instituto Brasileiro de Olivicultura (Ibraoliva), Renato Fernandes, falou que as apreensões representam “um alento contra essa prática tão desleal, onde o consumidor acaba sendo enganado, achando que compra um azeite de primeira qualidade, mas que, na verdade, está levando um produto de segunda e às vezes até impróprio para o consumo”, alerta. Por outro lado, Fernandes ressalta a necessidade de um incremento das análises sensoriais por parte do laboratório do Ministério da Agricultura. “Somente o laboratório sensorial é capaz de ser categórico na definição do azeite extravirgem. Então, pedimos e solicitamos encarecidamente que o Mapa execute as análises sensoriais constantemente, porque, dessa forma, teremos a convicção de que não serão só duas marcas e nem só duas redes; muito mais marcas importantes que estão no mercado e muito mais redes do supermercado serão autuadas e terão seus produtos apreendidos”, explicou. Segundo o dirigente, há evidências já comprovadas de que a grande maioria das marcas que estão sendo vendidas hoje no Brasil, são adulteradas na sua classificação de rótulo como azeite extravirgem e na verdade são virgem. O Ministério da Agricultura reforça que os consumidores que adquiriram essas marcas adulteradas devem buscar a substituição, conforme previsto no Código de Defesa do Consumidor. Denúncias podem ser feitas por meio do canal oficial Fala.BR, indicando o local da compra. [ad_2] Source link
O progresso da colheita de soja no Sul do país

[ad_1] A colheita da safra 2024/25 de soja no Paraná alcançou 81% da área cultivada de 5,768 milhões de hectares, conforme informações do Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria de Agricultura do estado. O número fica abaixo dos 5,785 milhões de hectares cultivados na safra anterior, 2023/24. No Paraná e no estado de Santa Catarina, embora as chuvas não sejam volumosas, há previsão de temporais com fortes rajadas de vento e queda de granizo, exigindo atenção redobrada dos produtores. Já no Rio Grande do Sul, o tempo quente e seco favorece a colheita da soja, mas pode impactar as lavouras em fase final de desenvolvimento. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 A condição das lavouras do estado De acordo com o Deral, 87% das lavouras de soja do estado estão em boas condições, 12% apresentam condição média e 1% está em estado ruim. Em comparação com o relatório anterior, divulgado em 10 de março, houve uma melhora na classificação das lavouras: na época, 82% estavam boas, 16% em condição média e 2% eram consideradas ruins. Fases de desenvolvimento da soja Atualmente, 15% das lavouras ainda estão na fase de frutificação, enquanto 85% encontram-se em maturação. No levantamento anterior, esses percentuais eram de 24% e 76%, respectivamente. Produtividade e produção A produtividade média da safra 2024/25 foi estimada em 3.673 quilos por hectare, superando os 3.200 quilos registrados na safra passada. Com isso, a produção total de soja no Paraná deve atingir 21,189 milhões de toneladas, representando um aumento de 14% em relação à safra 2023/24, que teve uma produção de 18,509 milhões de toneladas. [ad_2] Source link
Produção de ovos de galinha registra recorde na série histórica

[ad_1] A produção de ovos de galinha, em 2024, foi de 4,67 bilhões de dúzias, um aumento de 10,0% em relação ao ano anterior. Por mais um ano, o total da produção anual é um recorde na série histórica da Pesquisa, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Foram produzidas 1,2 bilhão de dúzias de ovos de galinha no 4º trimestre de 2024, correspondendo a um aumento de 12,4% em relação à quantidade apurada no 4° trimestre de 2023 e crescimento de 0,2% sobre a registrada no trimestre imediatamente anterior. Ao longo de 2024, o setor avícola foi impulsionado pelos aumentos nos preços relacionados a outras proteínas, com demandas internas e externas aquecidas. Além disso, o crescimento do setor de frangos para corte influencia diretamente na produção de ovos para incubação. Crescimento na produção de ovos A produção de 423,72 milhões de dúzias de ovos a mais, em nível nacional, no comparativo de 2024 e 2023, foi consequência do aumento de produção em 25 das 26 UFs com granjas enquadradas no universo da pesquisa, sendo que o único decréscimo foi observado no Maranhão. Os aumentos mais expressivos ocorreram em: São Paulo (+92,37 milhões de dúzias) Minas Gerais (+80,23 milhões de dúzias) Pernambuco (+69,74 milhões de dúzias) Espírito Santo (+35,61 milhões de dúzias). O Estado de São Paulo apresentou um acréscimo de 8,2% em sua produção, comparando com o ano anterior, e seguiu como responsável pela maior produção dentre as UFs, liderando o ranking anual dos estados em produção de ovos de galinha, com 26,0% da produção nacional, seguido por: Paraná (9,8%) Minas Gerais (9,7%) Espírito Santo (8,0%). Em 2024, mais da metade das granjas, 1 136 (53,7%), produziram ovos para o consumo, respondendo por 82,1% do total de ovos produzidos, enquanto 979 granjas (46,3%) produziram ovos para incubação, respondendo por 17,9% do total de ovos produzidos. No 4º trimestre de 2024, a produção de ovos de galinha alcançou de 1,2 bilhão de dúzias, correspondendo a um aumento de 12,4% em relação à quantidade apurada no mesmo trimestre de 2023 e crescimento de 0,2% sobre a registrada no trimestre imediatamente anterior. O 4º trimestre de 2024 apresentou a maior produção do ano, se comparado aos períodos anteriores, e foi também a maior quantidade já estimada pela pesquisa. [ad_2] Source link
Brasil registra recorde no abate de bovinos, frangos e suínos

[ad_1] O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que, em 2024, foram abatidas 39,27 milhões de cabeças de bovinos, representando um aumento de 15,2% frente ao ano anterior, dando sequência à tendência de crescimento verificada em 2022. No acumulado do ano passado, foram abatidas 6,46 bilhões de cabeças de frangos, alta de 2,7% (+172,73 milhão de cabeças) em relação ao ano de 2023, alcançando novo recorde da série histórica iniciada em 1997. Quanto ao abate de suínos, em 2024, foram abatidas 57,86 milhões de cabeças de suínos, aumento de 1,2% (+684,24 mil cabeças) em relação ao ano de 2023, estabelecendo novo recorde na série histórica desde 1997. No 4º trimestre de 2024, o abate de bovinos aumentou 4,4% em relação ao 4° trimestre de 2023 e teve queda de 7,9% comparado ao trimestre imediatamente anterior. O abate de frangos, no 4° trimestre de 2024, registrou aumento de 5,5% em relação ao mesmo período de 2023 e queda de 1,1% na comparação com o 3° trimestre de 2024. Já o abate de suínos, no 4° trimestre de 2024, representou aumento de 0,9% em relação ao mesmo período de 2023 e queda de 4,6% na comparação com o 3° trimestre de 2024. Abate de bovinos atinge resultado histórico Foram abatidas, em 2024, 39,27 milhões de cabeças de bovinos sob algum tipo de serviço de inspeção sanitária, com aumento de 15,2% frente ao ano anterior. Esse resultado dá sequência à tendência de crescimento verificada em 2022 e é o maior resultado obtido no histórico da pesquisa, superando o registrado em 2013, até então o maior valor da série. Em 2024, o abate de fêmeas apresentou alta pelo terceiro ano consecutivo, com um incremento de 19,0% em comparação ao ano passado. O aumento da atividade foi acompanhado das exportações recordes de carne bovina in natura (2,55 milhões de toneladas), registradas pela série histórica da Secretaria de Comércio Exterior (Secex). O abate de 5,17 milhões de cabeças de bovinos a mais, no comparativo 2024/2023, foi causado por aumentos em 26 das 27 Unidades da Federação. Os acréscimos mais expressivos, nas Unidades da Federação com 1,0% ou mais de participação ocorreram em: Mato Grosso (+1,14 milhão de cabeças) Minas Gerais (+670,26 mil cabeças) São Paulo (+558,61 mil cabeças) Pará (+551,44 mil cabeças) Goiás (+472,65 mil cabeças) Mato Grosso do Sul (+456,87 mil cabeças) Em contrapartida, a única queda registrada ocorreu no Rio Grande do Sul (-153,50 mil cabeças). Mato Grosso continuou liderando o ranking das UFs do abate de bovinos em 2024, com 18,1% da participação nacional, seguido por Goiás (10,2%) e São Paulo (10,2%). No 4º trimestre de 2024, foram abatidas 9,56 milhões de cabeças de bovinos sob algum tipo de serviço de inspeção sanitária. Houve alta de 4,4% frente o 4º trimestre de 2023 e queda de 7,9% em relação ao 3º trimestre de 2024. As exportações impulsionaram a atividade, crescendo cerca de 20,3%, e atingiram recordes no período (700,92 mil toneladas no último trimestre em 2024 contra 582,57 mil toneladas no mesmo trimestre em 2023). Abate de frangos também registra recorde No acumulado do ano, foram abatidas 6,46 bilhões de cabeças de frango, incremento de 2,7% (+172,73 milhão de cabeças) em relação ao ano de 2023, estabelecendo novo recorde da série histórica iniciada em 1997. Foto: Lucas Scherer/Embrapa Suínos e Aves Numa comparação mensal entre os anos de 2024 e 2023, o mês de abril apresentou a maior alta (+73,46 milhões de cabeças), e, em contrapartida, o mês de março apresentou a maior queda (-52,40 milhões de cabeças). Em 2024, as exportações de carne de frango in natura alcançaram recordes na série histórica da Secex, tanto em volume exportado, como em faturamento em dólares. O abate de 172,73 milhões de cabeças de frangos a mais em 2024, em relação ao ano anterior, foi determinado por aumento no abate em 19 das 25 Unidades da Federação que participaram da pesquisa. Entre aquelas com participação acima de 1,0%, ocorreram aumentos em: Paraná (+53,28 milhões de cabeças) Santa Catarina (+51,92 milhões de cabeças) São Paulo (+40,21 milhões de cabeças) Mato Grosso (+20,13 milhões de cabeças) Minas Gerais (+13,84 milhões de cabeças) Goiás (+12,60 milhões de cabeças) Mato Grosso do Sul (+7,17 milhões de cabeças) Pernambuco (+6,11 milhões de cabeças) Bahia (+2,33 milhões de cabeças) Em contrapartida, somente ocorreu queda no Rio Grande do Sul (-49,91 milhões de cabeças). Paraná continuou liderando amplamente o ranking das UFs no abate de frangos em 2024, com 34,2% de participação nacional, seguido por Santa Catarina (13,8%) e logo em seguida por Rio Grande do Sul (11,4%). No 4º trimestre de 2024, foram abatidas 1,62 bilhão de cabeças de frangos. Esse resultado significou aumento de 5,5% em relação ao mesmo período de 2023 e queda de 1,1% na comparação com o 3° trimestre de 2024. Impulsionado pelos recordes nos abates nos meses de outubro e novembro, esse desempenho significou o melhor 4° trimestre da série histórica iniciada em 1997. Em 2024, foram abatidas 57,86 milhões de cabeças de suínos, representando um aumento de 1,2% (+684,24 mil cabeças) em relação ao ano de 2023, e estabelecendo novo recorde na série histórica da pesquisa. Foto: Embrapa Aves e Suínos Numa comparação mensal entre os anos de 2024 e 2023, o mês de abril de 2024 apresentou a maior alta (+666,86 mil cabeças de suínos), superando os meses de janeiro, fevereiro, julho, setembro e outubro que também apresentaram variação positiva. No acumulado de 2024, as exportações de carne suína in natura alcançaram recordes na série histórica da Secex. O abate de 684,24 mil cabeças de suínos a mais em 2024, em relação ao ano anterior, foi impulsionado por aumentos no abate em 14 das 25 Unidades da Federação participantes da pesquisa. Entre aquelas com participação acima de 1,0%, ocorreram aumentos em: Paraná (+281,36 mil cabeças) Rio Grande do Sul (+189,56 mil cabeças) Minas Gerais (+149,62 mil cabeças) Mato Grosso do Sul (+64,29 mil cabeças) São Paulo (+50,87 mil cabeças) e Goiás (+5,51 mil cabeças) Em contrapartida, ocorreram quedas em: Mato Grosso
Condições de clima favoráveis à soja: onde chove?

[ad_1] Segundo a meteorologia do Canal Rural, a semana deve apresentar condições favoráveis para os trabalhos no campo nas principais regiões produtoras de soja do país. No Centro-Oeste, as chuvas devem variar entre 20 e 50 mm nos próximos cinco dias. A precipitação não atrapalhará a finalização da colheita da soja e ainda contribuirá para a umidade do solo, beneficiando o milho segunda safra, recentemente semeado. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 Chuvas no Sudeste No Sudeste, o destaque fica para o sul de Minas Gerais, onde os volumes de chuva podem ultrapassar os 100 mm em cinco dias, o que pode dificultar os trabalhos de campo. Em São Paulo e no centro-norte de Minas, a expectativa é de chuvas na faixa de 50 mm no mesmo período. Tempo seco no RS No Sul, o tempo quente e seco no Rio Grande do Sul favorece a colheita da soja, mas pode prejudicar as lavouras que estão na fase final de desenvolvimento. No Paraná e em Santa Catarina, apesar das chuvas não serem volumosas, há previsão de temporais com fortes rajadas de vento e queda de granizo, o que exige atenção dos produtores. Como fica o tempo no Nordeste? No Nordeste, incluindo o Tocantins e toda a região do Matopiba, os acumulados devem girar em torno de 50 mm, favorecendo o milho segunda safra sem comprometer a colheita da soja. No entanto, no centro-norte do Maranhão, os volumes podem ultrapassar os 100 mm em cinco dias. A soja no Norte Por fim, na região Norte, o acumulado de chuva deve variar entre 50 e 70 mm no Pará e em Rondônia. Apesar de ajudarem no desenvolvimento dos cultivos, no oeste do Pará pode haver problemas localizados devido ao excesso de umidade. Para o período de 23 a 27 de março, a tendência é de continuidade desse panorama, com exceção da faixa oeste do Mato Grosso do Sul, onde os acumulados podem superar os 150 mm em cinco dias. Produtores devem ficar atentos aos impactos das condições climáticas na produtividade das lavouras. [ad_2] Source link
Orçamento de 2025 será votado nesta sexta

[ad_1] A Comissão Mista de Orçamento confirmou para esta semana a votação do projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2025 (PLN 26/24). Na quarta (19), às 14 horas, está marcada uma reunião com os líderes partidários do colegiado. Na quinta (20), às 10 horas, será feita a leitura do relatório e aberto prazo para apresentação de destaques ao texto. E na sexta (21), às 10 horas, o Orçamento será votado. O presidente da Comissão de Orçamento, deputado Julio Arcoverde (PP-PI), explicou que a votação atrasou porque o Ministério do Planejamento enviou vários ofícios desde sexta-feira (14) sugerindo mudanças no projeto. Essas alterações impactam o relatório final do senador Ângelo Coronel (PSD-BA) e precisam ser avaliadas pela Consultoria de Orçamento. Atrasos para votação do Orçamento A LOA deveria ter sido votada no fim do ano passado pelo Congresso, mas questões políticas provocaram atrasos, como a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino de suspender a execução das emendas parlamentares ao Orçamento. Na semana passada, o Congresso aprovou novas regras para apresentação e indicação dessas emendas. A Resolução 1/25 foi promulgada na sexta-feira (14) e deve destravar a votação do Orçamento. Depois que for aprovado na comissão mista, o Orçamento de 2025 ainda precisa ser votado por deputados e senadores em sessão do Congresso Nacional. [ad_2] Source link
Apesar do superávit de US$ 3 bi, agro paulista recua 25% em relação ao ano passado

[ad_1] No acumulado de janeiro e fevereiro de 2025, as exportações do agro paulista totalizaram US$4,03 bilhões e as importações US$1,02 bilhão. Como resultado, o saldo da balança comercial apresentou um superávit de US$3,01 bilhões, representando uma queda de 25,7% em relação ao primeiro bimestre de 2024. Os dados fazem parte da análise mensal do Instituto de Economia Agrícola (IEA-Apta), vinculado à Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo. O resultado é fruto de uma queda brusca nas exportações de açúcar, principal produto da pauta paulista para o mercado internacional, que estava aquecido devido à maior disponibilidade do produto proveniente da Índia, Tailândia e União Europeia, associado ao período de entressafra brasileiro. “Os produtores optaram por comercializar o açúcar no mercado interno, onde o preço está mais vantajoso com a desvalorização do dólar frente ao real no começo de 2025”, comenta José Alberto Ângelo, pesquisador científico do IEA-Apta. Ranking do Agro Apesar da queda registrada, os embarques paulistas garantiram mais uma vez o status de maior exportador brasileiro a São Paulo, com 18,1% de participação, seguido por Mato Grosso (15%), Minas Gerais (11,6%) e Paraná (11,5%). “Os embarques registrados no início do ano deram uma enfraquecida diante da instabilidade do câmbio, mas o agro paulista manteve sua representatividade nos resultados nacionais. O setor de sucos e o complexo sucroalcooleiro respondem por mais de 50% do total exportado pelo Brasil. Esses números representam a força das agroindústrias paulistas na economia do estado e do país”, ressalta Guilherme Piai, secretário de Agricultura e Abastecimento de São Paulo. Segundo os dados do IEA-Apta, a participação do setor de sucos nos embarques totais foi de 88%, seguido pelos produtos alimentícios diversos (69,8%), produtos de origem vegetal (65,8%) e complexo sucroalcooleiro (55,2%). Exportações do agronegócio paulista Os cinco principais grupos de produtos exportados pelo agronegócio paulista no primeiro bimestre de 2025 foram: Complexo sucroalcooleiro: 27% de participação no agro paulista, US$1,09 bilhão, sendo que o açúcar representou 91,6% e o etanol, 8,4% Grupo de sucos: 14,2% na fração, somando US$573,74 milhões, dos quais 98,6% correspondem ao suco de laranja Setor de carnes: 14,1% de porção, na ordem US$567,76 milhões, com a carne bovina respondendo por 82,1% Produtos florestais: 12,3% de participação, US$494,75 milhões, com celulose representando 54,7% e papel 36,2% Grupo de café: 7,4% na cota, registrando US$297,21 milhões, sendo 70,4% referentes ao café verde e 26,5% ao café solúvel. Esses cinco grupos representaram, em conjunto, 75% das exportações do agronegócio paulista. O complexo soja aparece na sétima posição, com vendas de US$175,91 milhões, sendo 24,1% referentes ao farelo de soja e 68,5% à soja em grão. A expectativa é de um aumento nas vendas desse grupo nos próximos meses, conforme avance a colheita no estado de São Paulo. [ad_2] Source link
CNA promove reuniões para propor ideias ao Plano Safra 2025/2026

[ad_1] Com o objetivo de discutir as principais necessidades e particularidades dos produtores em relação ao crédito rural, políticas de apoio à comercialização, mercado de capitais e instrumentos de gestão de risco, a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) está promovendo uma série de encontros regionais com produtores rurais, sindicatos e federações para levantar as propostas do setor para o Plano Agrícola e Pecuário (PAP) do ciclo 2025/2026. Todas as sugestões serão consolidadas em um documento que será entregue ao Ministério da Agricultura e Pecuária e outras autoridades do governo federal como contribuição para a elaboração do PAP 2025/2026. Datas e locais das reuniões do CNA As reuniões são coordenadas pela Comissão Nacional de Política Agrícola da CNA. O primeiro encontro foi realizado ontem (17), em Florianópolis (SC), e reuniu as demandas da região Sul. O próximo debate ocorre na quinta (20), no Rio de Janeiro (RJ), com produtores da região Sudeste. Já as propostas da região Centro-Oeste serão levantadas na sexta (21), em Cuiabá (MT), da região Norte no dia 28 de março, em Belém (PA), e da região Nordeste no dia 2 de abril, em Irecê (BA). O local e data do encontro com os produtores do Matopiba (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia) ainda serão divulgados pelo CNA. [ad_2] Source link