Bolsa sobe e dólar cai antes da decisão do Copom; ouça análise

[ad_1] Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro. No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca a quinta alta do Ibovespa, que fechou em 131 mil pontos, impulsionado pelo fluxo cambial. Já as bolsas americanas caíram, pressionadas pela guerra tarifária de Trump e pela expectativa de um Fed mais hawkish. No Brasil, o dólar recuou para R$ 5,67, e o Copom decide hoje sobre a Selic. O mercado também acompanha o projeto de isenção do IR para quem ganha até R$ 5 mil. Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado! Foto: divulgação [ad_2] Source link
Importação chinesa de milho cai 97% no 1º bimestre do ano

[ad_1] As importações chinesas de milho alcançaram 1,8 milhão de toneladas em janeiro e fevereiro de 2025, volume 97,1% inferior ao registrado em igual intervalo de 2024, de acordo com dados divulgados nesta terça-feira (18) pelo Departamento de Alfândegas da China (Gacc, na sigla em inglês). O valor das importações do produto no bimestre foi de US$ 47,6 milhões. Segundo a Gacc, os chineses importaram 1,1 milhão de toneladas de trigo no primeiro bimestre do ano, queda de 95,6% na comparação anual. No período, o valor das compras somou US$ 37,8 milhões. As compras chinesas de soja do exterior totalizaram 13,61 milhões de toneladas em janeiro e fevereiro de 2025, alta de 4,4% ante igual período do ano passado. Em termos de valores, as importações de soja totalizaram US$ 6,3 bilhões nos dois primeiros meses deste ano. De óleos vegetais, a China importou 900 mil toneladas nos dois primeiros meses de 2025, baixa de 25,7% na comparação com o primeiro bimestre do ano passado. Em valores, as importações somaram US$ 1,093 bilhões. A China importou 260 mil toneladas de algodão em janeiro e fevereiro, recuo de 58,7% ante igual período de 2024. O valor desembolsado no primeiro bimestre deste ano foi de US$ 493,3 milhões. As compras chinesas de óleo de palma atingiram 210 milhões de toneladas em janeiro e fevereiro de 2025, volume 44,9% menor do que o importado um ano antes. O valor das compras somou US$ 228,9 milhões neste ano. De lácteos, 480 mil toneladas foram importadas pela China no primeiro bimestre, 9,3% a mais do que em igual período do ano passado. Em termos de valores, a importação atingiu US$ 2,06 bilhões. As importações chinesas de açúcar somaram 90 mil toneladas de janeiro a fevereiro, queda de 93,3% ante o registrado no ano anterior. O valor desembolsado pela China foi de US$ 45,5 milhões. No primeiro bimestre, ainda, as compras da China de fertilizantes foram de 2,50 milhões de toneladas, baixa de 12,4% antes de janeiro e fevereiro de 2024, segundo a Gacc. O valor das importações foi de US$ 769,2 milhões. As compras chinesas de carne bovina no mercado internacional totalizaram 470 mil toneladas em janeiro e fevereiro, baixa de 11,3% ante igual período do ano passado. Em termos de valores, as compras da China foram de US$ 2,42 bilhões. Já de carne suína, os chineses importaram 180 mil toneladas no primeiro bimestre, aumento de 12,5% na comparação com 2024. As importações do produto no período somaram US$ 383,1 milhões. [ad_2] Source link
Araucária gigante de 700 anos que tombou em temporal é clonada no Paraná

[ad_1] Uma araucária de aproximadamente 700 anos, considerada a maior do Paraná, foi clonada com sucesso por pesquisadores da Embrapa Florestas. A árvore, que tombou após um temporal, ganhou novas mudas que foram plantadas no município de Cruz Machado, onde estava originalmente. O feito é inédito na pesquisa florestal brasileira e representa um avanço na conservação genética da espécie Araucaria angustifolia, símbolo da paisagem local. A clonagem foi realizada por meio da técnica de enxertia, na qual brotos retirados da árvore original foram unidos a mudas jovens, garantindo que as novas plantas mantenham o mesmo material genético. O processo apresentou desafios, já que árvores tão antigas possuem menor capacidade de regeneração. Apesar disso, os cientistas conseguiram produzir quatro mudas viáveis, marcando um grande avanço para a biotecnologia florestal. “Resgatar uma araucária tão antiga e conseguir cloná-la é uma conquista científica significativa. Essas mudas podem ajudar na preservação da espécie e até gerar benefícios econômicos para os produtores rurais”, comemora o pesquisador da Embrapa Ivar Wendling. Por serem originárias de tecidos adultos, as novas plantas terão um porte menor, mas iniciarão a produção de pinhão mais cedo que uma árvore convencional, tornando-se uma alternativa viável para o manejo sustentável da espécie. Plantio de muda da araucária feito por Terezinha de Jesus Wrubleski e pelo pesquisador Wendling | Foto: Kátia Pichelli/Embrapa O processo de clonagem da araucária A técnica de clonagem utilizada, conhecida como enxertia, envolve a inserção de brotos da árvore original em mudas já estabelecidas. Isso permite que os novos indivíduos cresçam mantendo as características genéticas da planta mãe, como resistência e produtividade. Esse método é particularmente importante para árvores antigas, cujos tecidos apresentam menor capacidade de regeneração. A regeneração da araucária envolveu um trabalho minucioso. As mudas passaram por um período de crescimento controlado antes de serem plantadas em campo, onde precisarão de cuidados especiais nos primeiros anos. “Elas são mais sensíveis e exigem irrigação e monitoramento para garantir seu desenvolvimento saudável”, explica Wendling. A clonagem também abre novas perspectivas para a conservação de outras árvores centenárias e ameaçadas. O pesquisador ressalta que a preservação genética da araucária pode contribuir para programas de reflorestamento e para a valorização econômica do pinhão, semente altamente nutritiva e apreciada na culinária regional. Plantio das mudas e impacto ambiental Duas das mudas clonadas foram plantadas em locais estratégicos. Uma delas foi levada de volta à propriedade rural de Terezinha de Jesus Wrubleski, onde a árvore original ficava. “Fico emocionada em ver essa nova árvore crescer no mesmo lugar da antiga. É como se ela estivesse renascendo”, afirma a produtora rural. A segunda muda foi plantada no Colégio Agrícola de Cruz Machado, em um evento com estudantes, professores e autoridades locais. A iniciativa reforça a importância da educação ambiental na conservação da biodiversidade. Para o diretor da instituição, Anilton César Michels, a árvore servirá como ferramenta didática. “Esse é um marco para nossa escola. Acompanharemos de perto seu crescimento e o impacto do manejo sustentável da araucária”, diz. O prefeito de Cruz Machado, Carlos Novak, destacou a relevância do projeto para a cidade. “Essa árvore faz parte da nossa história. A clonagem mostra como podemos unir ciência e preservação ambiental para garantir o futuro dessa espécie”. Já o secretário de Agricultura do município, Daniel Waligura, reforça o potencial econômico da araucária. “No passado, sua madeira era explorada. Agora, ela pode ser um ativo vivo, gerando renda sem necessidade de desmatamento”. Perspectivas Com o sucesso da clonagem, a Embrapa planeja expandir os estudos para outras espécies nativas e ameaçadas. O projeto prevê a doação de uma muda clonada para o governo do Paraná e a preservação de outra na coleção genética da Embrapa Florestas, garantindo que a árvore de 700 anos continue a ser estudada. “Essa araucária tem um DNA único, e precisamos entender o que a tornou tão resistente ao longo dos séculos”, afirma Wendling. Além disso, a clonagem pode ser uma solução para agricultores que desejam investir na produção sustentável de pinhão. A técnica utilizada não apenas preserva a genética da árvore original, mas também contribui para práticas sustentáveis na agropecuária, integrando a araucária em sistemas de cultivo diversificados. “Precisamos encontrar formas de conservar a espécie sem comprometer a economia rural”, conclui. [ad_2] Source link
FPA denuncia avanço de casos e cobra providências urgentes

[ad_1] A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) se reuniu nesta terça-feira (18) para discutir o avanço das invasões de terras no Brasil, com foco no sul da Bahia e no Espírito Santo. Durante o encontro, parlamentares relataram casos de grupos armados que invadem propriedades, roubam e expulsam produtores rurais de suas terras. O presidente da FPA, deputado Pedro Lupion (PP-PR), destacou que a situação na Bahia extrapola a disputa por terras e revela a atuação de organizações criminosas. Segundo ele, o problema envolve questões de justiça e segurança pública que demandam uma resposta urgente das autoridades. “Bandos armados estão tirando produtores de suas casas com a conivência do governo do estado. Precisamos de medidas importantes do Tribunal de Justiça da Bahia e do Conselho Nacional de Justiça, onde solicitamos uma audiência. Aqui em Brasília, vamos trabalhar para evitar uma batalha campal na região”, afirmou Lupion. Denúncias sobre crimes rurais e insegurança no campo O deputado Evair de Melo (PP-ES) alertou para a atuação de novos grupos, como o Movimento de Luta pela Terra (MLT), que se somam ao Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) na realização de invasões violentas. Ele ressaltou que esses grupos vêm promovendo saques e violência contra os produtores rurais, tornando a Bahia uma “zona de guerra”. “Esses grupos são quadrilhas organizadas que invadem propriedades. Estamos nos aproximando da safra do café e eles já estão roubando café verde de dentro das lavouras. A Bahia virou a Faixa de Gaza do Brasil”, disse Mello. O ex-ministro da Cidadania João Roma reforçou que o crime organizado está explorando áreas produtivas de alto valor econômico, muitas vezes manipulando pessoas para que sejam identificadas como sem-terra ou indígenas, enquanto as terras são ocupadas ilegalmente sem intervenção efetiva das autoridades. “Estamos atingindo um nível de risco muito alto, com a anuência de muitos que deveriam conter a situação. Existem formas de resolver o problema e a FPA atuará para impedir que esse cenário se agrave ainda mais”, afirmou Roma. Cobrança por medidas urgentes do governo A bancada ruralista também cobrou providências do governo federal. O deputado Zé Trovão (PL-SC) foi enfático ao afirmar que o Executivo precisa agir imediatamente para conter os invasores e evitar prejuízos ainda maiores ao agronegócio brasileiro. “O governo federal precisa aparecer e acabar com tudo o que ele mesmo reforça. É inadmissível ver o governo paralisado enquanto os crimes acontecem. Se nós ficarmos aqui só na discussão do microfone, esses invasores vão tomar o nosso país”, declarou o parlamentar. A FPA pretende pressionar o governo e as autoridades judiciais para que medidas concretas sejam tomadas a fim de garantir a segurança no campo e a proteção dos produtores rurais. O grupo já solicitou reuniões com o Tribunal de Justiça da Bahia e com o Conselho Nacional de Justiça para discutir o tema e buscar soluções efetivas para conter a escalada da violência no setor agropecuário. A insegurança no campo e as dificuldades logísticas continuam sendo entraves para o desenvolvimento do agronegócio no Brasil. Com a proximidade da safra de café e outras culturas, a preocupação com novas invasões aumenta, exigindo respostas rápidas das autoridades para evitar prejuízos à produção e garantir a ordem nas regiões afetadas. [ad_2] Source link
exportação em fevereiro recua 44% em volume e 37% em receita

[ad_1] O Brasil exportou 62,5 mil toneladas de arroz (base casca) em fevereiro, com receita de US$ 21,6 milhões, informou a Associação Brasileira da Indústria do Arroz (Abiarroz), com base em dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). O volume foi 43,6% menor que em igual período de 2024 e a receita, 36,8% inferior. Em relação às importações, em fevereiro o Brasil comprou 152,2 mil toneladas de arroz (base casca), com desembolso de US$ 46,2 milhões. Ainda conforme a Abiarroz, os envios do produto beneficiado ao exterior somaram 22,5 mil toneladas em fevereiro, 68,9% ante fevereiro de 2024, com receita de US$ 11,4 milhões (-54%). “A nova safra começou a ser colhida no final de fevereiro e início de março, por isso ainda não havia muita disponibilidade do produto no mês passado, levando em conta que a safra do ano anterior foi menor. Esse foi o principal motivo para a queda nas exportações brasileiras”, disse o diretor de Assuntos Internacionais da Abiarroz, Gustavo Trevisan. Os principais destinos das exportações de arroz beneficiado em fevereiro foram Peru, Cuba, Cabo Verde, Arábia Saudita, Uruguai, Trinidad e Tobago, Estados Unidos, Panamá, São Tomé e Príncipe e Curaçau. “Em termos de valor, destaque para o Peru, para onde foram embarcadas cerca de 10,6 mil toneladas do cereal, ao preço de US$ 5,3 milhões”, ressaltou a Abiarroz. [ad_2] Source link
Paraná terá banco nacional de vacinas e antígenos

[ad_1] O Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) firmou nesta terça-feira (18) parceria com a empresa Biogénesis Bagó na criação de um banco nacional de antígenos e vacinas contra febre aftosa no estado. Conforme nota da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento paranaense, o banco tem como objetivo ser “um estoque estratégico de antígenos” para a rápida produção de vacinas contra a doença, em caso de surto. Ele manterá congelados sorotipos virais específicos da doença para a produção e distribuição, em até 72 horas, de imunizantes a todo o território nacional em caso de necessidade. Esse será o primeiro banco de antígenos do Brasil, que espera ser oficializado, ainda neste ano, como “país livre de aftosa sem vacinação” pela Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA). Conforme o diretor-presidente do Tecpar, Celso Kloss, o banco de antígenos é importante “para apoiar o país no enfrentamento de surtos pontuais que podem surgir e requerer uma vacinação emergencial”, disse, na nota. “O banco vem neste sentido: ser uma ferramenta para a rápida formulação de vacinas para conter um surto localizado e evitar que a doença se espalhe”, reforçou. Para o country manager da Biogénesis Bagó, Marcelo Bulman, ter um banco de antígenos, além de ser um dos pré-requisitos para a obtenção do certificado internacional, representa uma importante estratégia para garantir a segurança sanitária do país. Ele informou, na nota, que a empresa é responsável pelo banco de antígenos da Argentina desde 2000, dos Estados Unidos e do Canadá desde 2006, além de países como Taiwan e Coreia do Sul. [ad_2] Source link
Sistema OCB apresenta prioridades para 2025

[ad_1] O Sistema Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) lançou nesta terça-feira (18) a Agenda Institucional do Cooperativismo 2025, um documento que define as principais pautas do setor para o ano. O evento, realizado em Brasília, contou com a presença de lideranças cooperativistas, parlamentares e representantes do governo federal. Com 56 propostas direcionadas ao Congresso Nacional e ao Executivo, a agenda tem como objetivo consolidar o cooperativismo como um modelo de desenvolvimento sustentável e economicamente viável. Neste ano, o documento traz ainda mais destaque para a sustentabilidade, já que o Brasil sediará a COP30, a conferência mundial do clima. Segundo Tânia Zanella, superintendente do Sistema OCB e presidente do Instituto Pensar Agropecuária (IPA), o cooperativismo já demonstra ser um aliado na produção sustentável, conciliando eficiência econômica com preservação ambiental. “O movimento cooperativista precisa ser socialmente justo, economicamente viável e ambientalmente correto. Por isso, além de apresentar nossas prioridades ao governo, estamos entregando o Manifesto do Cooperativismo para a COP30, mostrando que o setor pode e deve ser protagonista na agenda climática mundial”, afirmou. Expansão do cooperativismo e avanços no setor de seguros Além das pautas relacionadas à sustentabilidade, o lançamento da agenda também foi um momento de celebração de conquistas para o setor, como a aprovação da Lei Complementar 123, que regulamenta a atuação das cooperativas de seguros no Brasil. De acordo com Zanella, o país era um dos poucos no mundo onde cooperativas não podiam atuar no mercado de seguros, e a nova legislação representa um avanço significativo para o setor e para os consumidores. “A regulamentação das cooperativas de seguros abre um excelente espaço para o cooperativismo e amplia as opções disponíveis para os consumidores, fortalecendo o setor e trazendo mais competitividade”, destacou. Protagonismo do cooperativismo na economia O lançamento da Agenda Institucional 2025 reforça o compromisso do cooperativismo com o desenvolvimento econômico e social do Brasil. O setor, que já desempenha um papel fundamental na geração de empregos e na inclusão produtiva, agora se prepara para ampliar ainda mais sua influência na economia verde e na transição para um modelo sustentável de negócios. A cerimônia contou com a presença de autoridades políticas e representantes do setor produtivo, que destacaram a importância do diálogo entre o cooperativismo e o poder público para garantir avanços estruturais. Com essa nova agenda, o Sistema OCB busca consolidar o cooperativismo como um modelo de negócios que gera oportunidades, impulsiona a inovação e contribui para um Brasil mais sustentável. Nos próximos meses, as lideranças do setor darão continuidade às articulações políticas para garantir que as pautas apresentadas sejam transformadas em políticas públicas e legislações favoráveis ao desenvolvimento do setor cooperativista. [ad_2] Source link
Goiás deve produzir 14,2% mais nesta safra, chegando a 34,5 milhões de toneladas

[ad_1] Goiás deve produzir 14,2% mais grãos na safra 2024/25, com 34,5 milhões de toneladas. A soja segue como principal cultura, com colheita prevista em 20,2 milhões de toneladas, alta de 20,1% em relação ao ciclo passado. Já o milho de primeira e segunda safras deve render, no estado, 10,6 milhões de toneladas, ou 7,5% mais ante 2023/24. As informações foram divulgadas hoje pela Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Goiás, com base em dados de safra da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No feijão, Goiás deve produzir 6,6% mais na safra 2024/25, com 292,6 mil toneladas. “Já o sorgo reafirma a posição do estado como maior produtor do Brasil, com 1,3 milhão de toneladas, reflexo do aumento de 2,1% na área plantada em relação ao ano anterior”, diz a nota da pasta. A secretaria destaca também que o IBGE aponta para desempenhos positivos na safra goiana, em cultivos não ligados aos grãos, como o tomate, que tem estimativa de produção de 1,4 milhão de toneladas. A mandioca, por sua vez, deve alcançar 190 mil toneladas, ou 2,9% mais ante o levantamento de janeiro, impulsionada pelo crescimento da área plantada. Para a cultura da banana, a projeção é de mais de 167 mil toneladas, participação de 2,4% da produção nacional. A estimativa para as três safras da batata-inglesa também indica crescimento, com produção prevista de 267,4 mil toneladas, aumento de 1,2% em relação à publicação de janeiro e participação de 6,2% no total nacional. [ad_2] Source link
Negócios mistos no mercado da soja; saiba as cotações do dia

[ad_1] O mercado brasileiro de soja seguiu com a movimentação de negócios nesta terça-feira (18), apesar da variação mista nos preços ao longo do dia. “A maior parte das praças recuou, acompanhando a queda na CBOT e no dólar, mas os prêmios continuam muito firmes”, destaca o consultor de Safras & Mercado, Rafael Silveira. Segundo o consultor, foram realizados negócios nos portos de Paranaguá e Santos, enquanto São Francisco do Sul seguiu lento, refletindo a ainda baixa oferta de soja em Santa Catarina. “De maneira geral, os preços seguem atrativos, apesar dos custos logísticos. A indústria tenta cadenciar as ofertas, aguardando novas quedas no preço do grão. O contexto geral é de negócios moderados”, comenta. Saiba as cotações da soja Passo Fundo (RS): caiu de R$ 129,00 para R$ 128,00 Santa Rosa (RS): caiu de R$ 130,00 para R$ 129,00 Porto de Rio Grande (RS): caiu de R$ 135,00 para R$ 133,00 Cascavel (PR): caiu de R$ 127,00 para R$ 125,00 Porto de Paranaguá (PR): caiu de R$ 135,00 para R$ 134,00 Rondonópolis (MT): manteve em R$ 116,00 Dourados (MS): manteve em R$ 116,00 Rio Verde (GO): subiu de R$ 111,00 para R$ 112,00 Soja em Chicago Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a terça-feira em baixa. A sessão, mais uma vez, foi volátil e com cotações oscilando em uma estreita margem. O avanço da colheita no Brasil aumenta a oferta mundial da oleaginosa, gerando pressão fundamental sobre as cotações. O mercado também segue atento aos efeitos da política tarifária do governo Trump, temendo um deslocamento da demanda chinesa para a América do Sul. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 Os agentes começam também a buscar um melhor posicionamento de suas carteiras ante ao relatório de intenção de plantio do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Os números serão divulgados no dia 31. Contratos futuros da soja Os contratos da soja em grão com entrega em maio fecharam com baixa de 2,75 centavos de dólar ou 0,27% a US$ 10,12 3/4 por bushel. A posição julho teve cotação de US$ 10,26 1/2 por bushel, perda de 2,75 centavos ou 0,26%. Nos subprodutos, a posição maio do farelo fechou com baixa de US$ 4,40 ou 1,44% a US$ 299,90 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em maio fecharam a 42,54 centavos de dólar, com alta de 0,44 centavo ou 1,04%. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,21%, negociado a R$ 5,6730 para venda e a R$ 5,6710 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,6560 e a máxima de R$ 5,7145. [ad_2] Source link
Arroba de boi gordo tem ganhos no preço Brasil afora; confira

[ad_1] O mercado físico do boi gordo voltou a apresentar alguma recuperação nos preços nesta terça-feira (18). Segundo o consultor de Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, o encurtamento das escalas de abate é uma variável chave para interpretar a recente alta dos preços. “Vale destacar que esse movimento tende a acontecer de forma comedida. Mesmo com a dificuldade na composição das escalas de abate, o cenário de consumo doméstico não permite alta mais consistente dos preços. Exportações em ótimo nível ainda são uma variável importante a ser considerada”, avalia Iglesias. Preços médios da arroba de boi gordo hoje São Paulo: referência ficou em R$ 312,67, na modalidade à prazo, contra R$ 311,83 anteriormente. Goiás: R$ 299,29, no comparativo com R$ 297,14 de ontem. Minas Gerais: R$ 290,59, ante R$ 285 ontem. Mato Grosso do Sul: R$ 298,41, contra R$ 294,89 do dia anterior. Mato Grosso: R$ 299,76, contra R$ 299,39 anteriormente. Atacado O mercado atacadista ainda se depara com firmeza em seus preços. No entanto, Iglesias indica que o ambiente de negócios sugere por uma menor propensão a reajustes, considerando o período de menor apelo ao consumo que é a segunda quinzena do mês. Ele destaca que a população ainda prioriza o consumo de proteínas mais acessíveis, a exemplo da carne de frango, embutidos e ovos. Quarto traseiro ainda é cotado a R$ 25 o quilo Quarto dianteiro ainda é precificado a R$ 18,50 o quilo Ponta de agulha segue no patamar de R$ 17 o quilo [ad_2] Source link