Previsão do tempo para hoje é de temporais em várias áreas; confira

[ad_1] Diversas áreas do país têm chance de receber temporais neste início de outono. Por outro lado, regiões como o oeste do Rio Grande do Sul, oeste da Bahia e porções de Mato Grosso do Sul enfrentam muito calor nesta sexta-feira. Confira como ficam as condições do tempo em todo o país, de acordo com análise da Climatempo. Sul Pouca chuva deve atingir a região. Apenas o litoral norte de Santa Catarina e o litoral do Paraná devem ter receber precipitações, por conta da infiltração marítima. O tempo continua aberto e firme nas demais áreas do Sul, com temperaturas mais elevadas no oeste do Rio Grande do Sul. Sudeste Dia de sol, poucas nuvens e tempo firme no centro-oeste de São Paulo. As demais áreas do estado têm sol e pancadas de chuva mais irregulares, aparecendo de forma isoladas no litoral e no norte paulista. Por outro lado, o tempo fica mais carregado nos três outros estados do Sudeste, com chuva forte e temporais. Centro-Oeste Não chove no oeste e sul de Mato Grosso do Sul. No entanto, estão mantidas as condições de pancadas para Goiás, Distrito Federal e Mato Grosso, com risco de temporais localizados. Nordeste A costa norte da região segue com chance para chuva forte no Maranhão, Piauí, Ceará e Rio Grande do Norte. O potencial é alto para temporais, enquanto áreas do sertão e do agreste do Nordeste continuam sem chuva. Destaque para o calor e baixa umidade no oeste da Bahia. Norte Permanecem as condições para ocorrência de pancadas de chuva em toda a região, com risco maior de temporais no Acre, Rondônia, Amazonas, Pará e Amapá. [ad_2] Source link
saiba como fornecer alimentos para merenda escolar

[ad_1] Você já pensou em contribuir para a segurança alimentar na sua cidade ou estado, ajudar social e economicamente para a transformação da sua localidade e ainda aumentar os ganhos do seu negócio rural? Existem algumas formas desse tripé sustentável ocorrer. Uma dessas é por meio de políticas públicas, como o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae). A garantia da inserção de pequenos agricultores vem por meio da Lei n.14.660, de 23 de agosto de 2023, que altera o art. 14 da Lei nº 11.947, de 16 de junho de 2009. O texto confirma que, no mínimo 30% dos recursos financeiros deverão ser utilizados na aquisição de alimentos diretamente da agricultura familiar. O grupo contempla o empreendedor familiar rural ou suas organizações, com prioridade para assentamentos da reforma agrária, comunidades tradicionais indígenas, comunidades quilombolas e grupos formais e informais de mulheres. Além disso, de acordo com a Lei, pelo menos 50% da venda familiar deverá ser feita no nome da mulher. Ana Paula Figueiredo é produtora de goiabas em Nazaré Paulista, interior de São Paulo, e afirma que fazer parte de iniciativas como a do Pnae impulsionou sua rentabilidade. “Isso fez muita diferença como produtora. Foi onde eu realmente comecei a ter um pouco mais de respostas financeiras. Por ser agroecológica e orgânica, eu tenho o acréscimo de 30% por estar fazendo esse manejo mais natural”, conta. Capacite-se De acordo com o Sebrae, o Pnae garante um mercado estável e seguro para os produtores, além de valorizar a produção regional e promover a diversificação de culturas. A instituição estimula e facilita o acesso de pequenos produtores rurais ao Programa por meio de curso, guia, e-book, cartilha e outros conteúdos gratuitos. Como fazer parte? O programa estipula que a aquisição de alimentos com recursos do Pnae, podem ser realizados de três formas: por meio de chamada pública; por dispensa de licitação; na modalidade pregão eletrônico. O Sebrae afirma que a modalidade chamada pública é a mais comum e mais vantajosa para o pequeno agricultor, pois o preço pago pela entidade executora (EEx) para a aquisição dos alimentos da agricultura familiar deve ser o preço médio de mercado, diferentemente da licitação, em que é necessário negociar para baixar o preço. Forneça alimentos para o Pnae 1. Tenha o seu CAF ou sua DAP atualizada Para ser fornecedor do Pnae, é necessário ter o Cadastro Nacional da Agricultura Familiar (CAF) ou a Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP). Verifique se o documento está ativo e atualizado. 2. Acompanhe as chamadas públicas Acompanhe as chamadas públicas divulgadas por prefeituras e escolas em jornais, redes sociais e outros informativos locais. 3. Faça seu projeto e formalize seu interesse O projeto deve incluir:O que será entregue (tipos e quantidades)Quando será entregue (cronograma)Onde será entregue (locais de entrega) 4. Seleção dos projetos de venda Aguarde a seleção e verifique se você faz parte do grupo de prioridades. 5. Controle de qualidade Prepare-se para o controle de qualidade. Seu produto pode passar por análise sanitária e de características como cheiro, aparência e gosto. 6. Contrato de compra Após a aprovação, um contrato é firmado e o fornecimento pode ser iniciado. Dicas do Sebrae que poderão ajudar a direcionar a sua produção para atender as demandas do PNAE: Fique atento ao cardápio das escolas e creches da sua região, a fim de não produzir produtos que não estão contemplados nos cardápios, ou que não são os itens da estação. Participe de eventos oferecidos pelas instituições de assistência técnica ao produtor rural, tais como Embrapa, Senar, Epagri, Emater etc. É nesse ambiente que surgem oportunidades de negócios e de capacitação em assuntos relacionados à melhoria da produção e da gestão no campo. [ad_2] Source link
colheita da safra do RS atinge 50% da área

[ad_1] A colheita do arroz no Rio Grande do Sul atingiu 50% da área plantada, segundo a Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz). Em nota, a entidade diz que a produtividade é satisfatória e indica uma safra dentro da normalidade até o momento. “O clima favoreceu a Fronteira Oeste, permitindo o recolhimento dos grãos com plantas em pé, diferentemente do Litoral, onde lavouras acamadas dificultam os trabalhos. No entanto, a qualidade dos grãos na Fronteira Oeste tem sido impactada pela forte onda de calor registrada em janeiro e fevereiro, resultando na redução da quantidade de grãos inteiros na última semana”, destacou a Federarroz. [ad_2] Source link
Congresso aprova Orçamento de 2025; texto vai a sanção

[ad_1] O Congresso Nacional aprovou, por votação simbólica, o Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2025, em sessão conjunta nesta quinta-feira (20). O texto segue para a sanção presidencial. A proposta foi aprovada com meses de atraso, já que o Orçamento, regimentalmente, precisa ser aprovado até o fim do ano anterior ao de sua execução. O processo de negociação do texto foi afetado por medidas de contenção de gastos aprovadas na reta final de 2024 e suspensão – e posterior retomada – de emendas parlamentares por parte do Supremo Tribunal Federal. O texto, relatado pelo senador Angelo Coronel (PSD-BA), publicado na madrugada desta quinta-feira, prevê um superávit primário de R$ 15 bilhões neste ano, com pagamentos de precatórios retirados do limite de gastos anual. Além disso, o parlamentar alocou R$ 89,4 bilhões em investimentos neste ano, respeitando o piso de 0,6% do Produto Interno Bruto (PIB) destinados a esse tipo de despesa. Com um PIB estimado em R$ 12,4 trilhões, o piso seria de R$ 74,3 bilhões. O relator também aceitou os aumentos nos investimentos em educação e em saúde. O Orçamento conta com R$ 167,1 bilhões em aplicações em educação (o mínimo, pelo piso constitucional, seria de R$ 117 bilhões) e R$ 232,6 bilhões em aplicações em saúde (o mínimo seria de R$ 228 bilhões). Pedidos do governo A pedido do governo, o senador aceitou um acréscimo de R$ 3 bilhões para o Vale-Gás, o aumento de despesas previdenciárias em R$ 8,3 bilhões e o crescimento de R$ 338,6 milhões no seguro-desemprego. Houve ainda redução de R$ 7,7 bilhões no Bolsa Família e de R$ 4,8 bilhões em ações de apoio à implantação de Escolas em Tempo Integral. De acordo com o relator, essas mudanças somaram R$ 40 bilhões. O governo conseguiu, ainda, na reta final de negociações, um aumento na margem de remanejamento dos recursos discricionários. Coronel aceitou aumentar de 10% para 30% o porcentual que pode ser remanejado sem necessidade de negociação com o Legislativo. Esses recursos discricionários somam R$ 100 bilhões, excluindo emendas parlamentares. Além disso, o governo conseguiu manter maior flexibilidade no remanejamento de recursos dentro do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). A proposta original previa que até 25% dos recursos do programa poderiam ser realocados livremente pelo Executivo. O relator do Orçamento, senador Ângelo Coronel (PSD-BA), chegou a propor a redução desse limite para 10%, mas, ao final, manteve o texto inicial. Aumento do remanejamento e Pé-de-Meia Na prática, quanto maior a margem de manobra do governo sobre os recursos orçamentários, menor a dependência de negociações com o Congresso, o que reduz o poder de barganha dos parlamentares. A manutenção do porcentual de 30% possibilita, por exemplo, que o governo destine recursos ao programa educacional Pé-de-Meia sem precisar, necessariamente, enviar um projeto de lei do Congresso Nacional (PLN), que exigiria aprovação legislativa. Caso o limite de remanejamento tivesse sido reduzido para 10%, o Executivo não teria espaço suficiente para realocar os recursos e dependeria de aval dos parlamentares. Por outro lado, o Congresso retirou do texto um dispositivo que permitiria a abertura de crédito suplementar, por ato do Executivo, para a “integralização de cotas pela União em fundo privado com o objetivo de custear e gerir poupança de incentivo à permanência e conclusão escolar para estudantes do ensino médio”. Com essa exclusão, qualquer liberação de crédito para o Pé-de-Meia precisa ser autorizada pelo Congresso por meio de um PLN. O governo ainda não definiu se apenas o remanejamento livre de recursos seria uma alternativa viável para resolver a pendência do Pé-de-Meia sem a necessidade de enviar um PLN. Isso porque há uma incerteza jurídica sobre se essa solução atenderia à exigência do Tribunal de Contas da União (TCU), que determinou que o governo encontre uma “solução legislativa” para incluir o programa no Orçamento. Emendas parlamentares O relatório também fixa em cerca de R$ 50 bilhões o montante destinado às emendas parlamentares, com os identificadores RP-6, RP-7 e RP-8. O crescimento das emendas parlamentares está baseado nos porcentuais da Receita Corrente Líquida (RCL), de 2% para as emendas individuais e 1% para as emendas de bancada. As emendas de comissão ficaram em R$ 11,5 bilhões. O relatório prevê ainda um montante de R$ 27,9 bilhões para aumentos de despesa com pessoal. Ao todo, R$ 5,35 bilhões serão destinados à criação e/ou provimento de cargos, funções e gratificações nos Três Poderes, no Ministério Público da União e na Defensoria Pública da União, diz o documento. Outros R$ 22,51 bilhões serão destinados à concessão de vantagens, aumentos de remuneração e alterações de estrutura de carreiras. Minha Casa, Minha Vida O relator do Orçamento aceitou o pleito do governo de direcionar cerca de R$ 18 bilhões do Fundo Social para investimentos da Faixa 3 do Minha Casa, Minha Vida.O governo tentou uma alteração no texto para que esse dinheiro pudesse ser usado em outras faixas, e não somente a Faixa 3. O complemento de voto apresentado por Angelo Coronel na tarde desta quinta-feira, porém, não menciona nenhuma mudança nesse sentido. Essa modificação daria mais flexibilidade ao Executivo para usar esses recursos no Minha Casa, Minha Vida como entender. O pano de fundo, no entanto, é que o governo Lula deve lançar nos próximos meses uma nova faixa de atendimento do programa, voltada a famílias com renda de até R$ 12 mil. [ad_2] Source link
BNDES aprova mais de R$ 10 bilhões para o Fundo Clima

[ad_1] O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou mais de R$ 10 bilhões de crédito para financiamentos do Fundo Nacional sobre Mudança do Clima ou Fundo Clima. A região Sudeste teve aprovados R$ 4,1 bilhões; o Centro-Oeste, R$ 2 bilhões; o Nordeste, R$ 1,8 bilhão; o Sul, R$ 1,6 bilhão; e o Norte, R$ 460 milhões. Segundo o banco, no somatório das regiões, o aporte de recursos em 2024 foi “quase dez vezes superior” ao volume de 2022. Na comparação dos dois períodos (2022 e 2024), o Nordeste foi a região onde o volume de recursos mais cresceu proporcionalmente. Em 2024, o total de recursos aprovados – R$ 1,8 bilhão – foi 36 vezes superior ao registrado em 2022 (R$ 51 milhões). No Nordeste, os recursos do Fundo Clima servirão à expansão de projetos de fontes renováveis de energia, como eólica e solar gerando mais 450 megawatts (MW) ao Sistema Interligado Nacional (SIN). “O Fundo Clima nos permite aprofundar essa estratégia de fortalecimento da economia verde, da descarbonização e da sustentabilidade ambiental, principalmente neste cenário de crescimento global do negacionismo climático”, afirmou o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, ao apresentar o resultado. Aloizio Mercadante, presidente do BNDES. Foto: Tânia Rêgo/Ag. Brasil O Fundo Clima é considerado um dos principais fundos de caráter nacional para a mitigação e adaptação aos efeitos das mudanças climáticas do planeta. Transpetro Em nota, a Petrobras Transporte S.A. (Transpetro), subsidiária da Petrobras, informou, nesta quinta-feira (20), que a companhia conseguiu fornecer 16,6 mil toneladas de gás liquefeito de petróleo (GLP) na região Norte durante a estiagem no ano passado, considerada a maior seca em 74 anos. O GLP pode ter uso doméstico (na cozinha) e também serve para geração de energia para indústria e lavoura. O abastecimento de GLP ocorreu por meio da Operação Codajás, que fez o escoamento de combustíveis durante o período de vazante do Rio Amazonas, de navegação mais difícil, entre os meses de novembro e dezembro, especialmente. [ad_2] Source link
Arroba de boi gordo tem alta moderada hoje; veja os preços

[ad_1] O mercado físico do boi gordo volta a se deparar com uma elevação tímida de preços da arroba nesta quinta-feira (20). O encurtamento das escalas de abate pode ser atribuído como grande variável para justificar a recuperação dos preços, de acordo com análise da consultoria Safras & Mercado. A oferta de fêmeas apresenta sinais de retração, o que sem dúvida é um fator importante neste momento. Os pecuaristas se deparam com pastos em boas condições, o que também favorece a retenção como uma estratégia recorrente. Exportações em bom nível são outro elemento que precisa ser mencionado, disse o analista Fernando Henrique Iglesias. Preço médio da arroba de boi gordo hoje São Paulo: R$ 329,27 Goiás: R$ 313,92 Minas Gerais: R$ 308,82 Mato Grosso do Sul: R$ 303,64. Mato Grosso: R$ 300,23. Atacado O mercado atacadista apresenta elevação em seus preços. O ambiente de negócios sugere por menor propensão a reajustes durante a segunda quinzena do mês, período pautado por menor apelo ao consumo. Soma-se a isso a preferência da população por proteínas mais acessíveis a exemplo da carne de frango, cortes suínos e embutidos. O quarto traseiro foi precificado a R$ 25,50 o quilo, alta de R$ 0,50. O quarto dianteiro ainda é cotado a R$ 18,50 o quilo. A ponta de agulha permanece no patamar de R$ 17 o quilo. [ad_2] Source link
‘É inadmissível governo passar pano para invasor de terra’

[ad_1] Um dia após ser escolhido presidente da Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados, o deputado federal Rodolfo Nogueira (PL-MS) afirmou, em entrevista exclusiva ao Canal Rural, que pretende pressionar o governo federal por soluções para os principais desafios enfrentados pelo setor agropecuário. Entre os temas prioritários, estão a insegurança jurídica no campo, a falta de recursos para o seguro rural e o atraso na definição do orçamento do Plano Safra. Pecuarista e agricultor, Nogueira assume o cargo em um cenário de invasões de terras, estiagem prolongada em diversas regiões e incertezas quanto ao financiamento da próxima safra. Para enfrentar esses desafios, o parlamentar destacou que vai unir forças com a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) e convocar os ministros da Agricultura e da Fazenda para prestarem esclarecimentos à comissão. “Vamos fazer uma cobrança dura, implacável ao governo, tanto nas políticas públicas de financiamento quanto nas políticas públicas de segurança ao direito de propriedade. É inadmissível um governo passar pano para invasor de terra em pleno 2025”, afirmou Nogueira. O deputado também criticou o atraso na votação da Lei Orçamentária Anual, classificando o governo como “perdido” e “sem diálogo com o Congresso”. Segundo ele, essa morosidade prejudica diretamente o agronegócio, que representa um terço da carteira de trabalho formal no Brasil e é responsável por grande parte da balança comercial do país. Nogueira enfatizou a importância de recursos adequados para o seguro rural e sinalizou apoio à proposta apresentada pela senadora Tereza Cristina (PP-MS), que reivindica ao menos R$ 2 bilhões para o programa ainda neste ano. Ele alerta que, sem esse apoio, produtores podem enfrentar dificuldades para fechar contratos de financiamento e custeio, que se encerram até o dia 30 de março. “O produtor não sabe de onde vai vir o recurso para financiamentos. O seguro rural pode ser a única forma de garantir segurança financeira em um ano de tantas incertezas”, destacou. Rodolfo Nogueira substitui Evair de Melo (PP-ES) na presidência da comissão e ficará à frente dos trabalhos por um ano, conforme determina o regimento interno da Câmara. Antes, ele já havia atuado como vice-presidente da Comissão de Agricultura e Pecuária. [ad_2] Source link
Brasil pode sofrer impacto das políticas de Trump

[ad_1] O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse acreditar que o Brasil deve sofrer consequências das políticas do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, porque o país já criou conflitos com várias outras nações e o Brasil não deve ficar de fora. “Como eles estão abrindo guerra com o mundo inteiro, não vão preservar o Brasil. Certamente isso não vai acontecer”, previu durante entrevista à GloboNews. Haddad ponderou que uma saída sobre algum entrave entre as partes pode ser por meio da diplomacia e de negociações. “Quando for para uma mesa de negociação, eles vão botar o etanol na mesa, eles vão botar o açúcar na mesa, eles vão botar o quê? Nós vamos botar os serviços na mesa”, disse, acrescentando que há uma longa negociação a acontecer e que, no passado, o Brasil “se deu bem” na diplomacia, porque o Brasil tem uma grande diplomacia. “O Brasil sabe lidar com esse tipo de coisa. Então, nós não estamos levando combustível para essa fogueira. Nós estamos deixando eles apresentarem o plano de voo da relação conosco”, explicou. O ministro salientou que o governo aguarda o que o governo Trump pensa da relação com o Brasil. “Até agora nós sabemos muito pouco sobre o que se pretende”, considerou, voltando a lembrar que os EUA têm uma relação superavitária com o Brasil. Haddad disse entender que haverá novidades nas próximas semanas em relação a uma visão mais de conjunto, mas que não vê grande ganho numa retaliação dos Estados Unidos em relação ao Brasil. O chefe da Fazenda comentou também que, embora “forças políticas” estejam pedindo a intervenção dos EUA no Brasil, isso não deve prosperar. O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, o deputado Eduardo Bolsonaro, anunciou esta semana que pretende se desligar da Câmara e permanecer nos EUA e que não deve voltar ao país enquanto Alexandre de Moraes continuar como ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). “Vamos deixar as semanas correrem, vamos aguardar para ver o fechamento desse entendimento, o que se põe na mesa de uma vez por todas, avaliar toda a pauta de importação e exportação, item por item, para quando nós formos para a mesa, a gente poder também apresentar as nossas reivindicações”, afirmou. Haddad comentou ainda que o presidente Lula não fala em retaliação em relação aos Estados Unidos. “Ele não fala em nada disso. Ele fala em reciprocidade”, disse. “O presidente Lula já se deu muito bem com presidentes republicanos. Tudo bem que nenhum com o perfil do atual presidente, mas ele não faz distinção entre partidos, ele tá negociando com o chefe”, pontuou Haddad. Assim que foi questionado sobre Trump, o ministro disse que não há ninguém interessado em saber o que ele pensa pessoalmente do republicano. “Sem prejuízo de uma avaliação pessoal, de uma pessoa com um comportamento que eu posso discutir em casa, numa mesa de bar, conversando com meus amigos, ninguém está interessado em saber o que eu penso a respeito dele pessoalmente. O que importa é a relação bilateral do Brasil com os Estados Unidos.” [ad_2] Source link
‘Sobe e desce’ nos preços da soja; confira as cotações no Brasil

[ad_1] Os preços da soja no Brasil oscilaram de maneira mista nesta quinta-feira (20). A Bolsa de Chicago apresentou volatilidade ao longo do dia, enquanto o dólar teve leve alta e os prêmios seguiram firmes. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 Segundo a consultoria Safras & Mercado, outro ponto de destaque foi o alargamento do spread entre comprador e vendedor em algumas praças. No porto, compradores tentaram R$132/133, enquanto vendedores buscavam R$137/138. O dia foi calmo, sem grandes registros de negócios. Cotações da soja Passo Fundo (RS): caiu de R$ 128,00 para R$ 127,00 Santa Rosa (RS): caiu de R$ 129,00 para R$ 128,00 Porto de Rio Grande (RS): estabilizou-se em R$ 133,00 Cascavel (PR): caiu de R$ 129,00 para R$ 128,00 Porto de Paranaguá (PR): manteve em R$ 134,00 Rondonópolis (MT): subiu de R$ 115,00 para R$ 115,50 Dourados (MS): subiu de R$ 117,00 para R$ 117,50 Rio Verde (GO): subiu de R$ 111,00 para R$ 113,00 Soja em Chicago Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a quinta-feira com preços mistos. Em dia volátil e após quatro sessões consecutivas de perdas, o mercado tentou uma recuperação técnica, mas o movimento não encontrou força. A indefinição sobre as tarifas do governo Trump, o fraco resultado das exportações semanais e a ampla oferta da América do Sul limitaram a reação. Os agentes seguem posicionando carteiras, aguardando o relatório de intenção de plantio nos Estados Unidos, que será divulgado no dia 31. As importações de soja dos Estados Unidos pela China subiram forte nos dois primeiros meses de 2025, na comparação com o mesmo período do ano anterior. O aumento se deve, principalmente, ao efeito Donald Trump, onde as preocupações com tarifas mais altas levaram a uma corrida às compras. A China, maior compradora mundial de soja, trouxe 9,13 milhões de toneladas da oleaginosa dos Estados Unidos em janeiro e fevereiro, avanço de 84,1% em relação ao mesmo período do ano anterior, quando somou 4,96 milhões de toneladas, segundo a Administração Geral da Alfândega. Do Brasil, foram importadas 3,59 milhões de toneladas no acumulado de 2025, ante 6,79 milhões de toneladas no mesmo momento do ano passado, queda de 48,4%. A retração refletiu o atraso no plantio e a consequente colheita mais tardia no país, abrindo mais espaço para o produto norte-americano. As exportações líquidas norte-americanas de soja, referentes à temporada 2024/25, com início em 1º de setembro, ficaram em 352.600 toneladas na semana encerrada em 13 de março. A China liderou as importações, com 269.900 toneladas. Para a temporada 2025/26, foram mais 100 toneladas. Analistas esperavam exportações entre 400 mil e 950 mil toneladas, somando-se as duas temporadas. Contratos futuros Os contratos da soja em grão com entrega em maio fecharam com alta de 4,75 centavos de dólar ou 0,47% a US$ 10,13 por bushel. A posição julho teve cotação de US$ 10,25 1/4 por bushel, ganho de 3,75 centavos ou 0,36%. Nos subprodutos, a posição maio do farelo fechou com baixa de US$ 0,60 ou 0,20% a US$ 297,10 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em maio fecharam a 42,71 centavos de dólar, com alta de 0,35 centavo ou 0,82%. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,49%, negociado a R$ 5,6761 para venda e a R$ 5,6741 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,6469 e a máxima de R$ 5,6814. [ad_2] Source link
Conheça os pesquisadores que concorrem ao Prêmio Personagem Soja Brasil!

[ad_1] Sabia que a votação do Personagem Soja Brasil já está aberta? São três pesquisadores que concorrem e, para votar no seu favorito, basta acessar o link. Caso ainda tenha dúvidas sobre qual participante votar, conheça as histórias dos três indicados abaixo. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 Pesquisadores indicados Anderson Cavenaghi é engenheiro agrônomo com doutorado em proteção de plantas pela FCA/UNESP (Botucatu-SP) e especialista em herbicidas e controle de plantas daninhas. Atuando como pesquisador na UNIVAG-MT, ele desenvolve estudos sobre o manejo dessas plantas nas principais culturas do Cerrado, ajudando a aprimorar técnicas que garantem maior produtividade e sustentabilidade para a agricultura brasileira. Já Cecilia Czepak é formada em agronomia e professora na Escola de Agronomia da Universidade Federal de Goiás, com 26 anos de experiência na área educacional. Seu foco é o manejo integrado de pragas, contribuindo tanto para a formação de novos profissionais quanto para o avanço do conhecimento e das práticas que auxiliam os produtores a proteger suas lavouras de forma eficiente e sustentável. Para finalizar, o terceiro é indicado é Julio Cezar Franchini. Ele integra a equipe de manejo de solos da Embrapa Soja, como especialista nos desafios da produtividade, qualidade e sustentabilidade dos sistemas de produção da oleaginosa. Seu trabalho é voltado para a melhoria contínua e a inovação nos processos agrícolas, garantindo que a produção de soja no Brasil continue evoluindo com base em práticas sustentáveis e eficientes. [ad_2] Source link