Soja tem cotações variadas no Brasil; veja onde o preço subiu

[ad_1] O mercado brasileiro de soja teve preços mistos nesta sexta-feira (21). O dólar subiu enquanto a Bolsa de Chicago operou no campo negativo, com baixa liquidez. Apesar de algumas oportunidades para negócios, não foram reportados grandes volumes, com a comercialização se mantendo moderada. Segundo a consultoria Safras & Mercado, ao longo da semana, volumes foram negociados no Brasil, com os prêmios sustentando o quadro do mercado físico. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 Preços da soja Em Passo Fundo (RS), subiu de R$ 127,00 para R$ 129,00 Em Santa Rosa (RS), aumentou de R$ 128,00 para R$ 130,00 No Porto de Rio Grande, avançou de R$ 133,00 para R$ 135,00 Em Cascavel (PR), caiu de R$ 128,00 para R$ 127,00 No Porto de Paranaguá (PR), manteve em R$ 134,00 Em Rondonópolis (MT), seguiu em R$ 115,50. Em Dourados (MS), subiu de R$ 117,50 para R$ 118,00 Em Rio Verde (GO), permaneceu em R$ 113,00 Soja em Chicago Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a quinta-feira com preços mistos. Em dia volátil e após quatro sessões consecutivas de perdas, o mercado tentou uma recuperação técnica, mas o movimento não encontrou força. A indefinição sobre as tarifas do governo Trump, o fraco resultado das exportações semanais e a ampla oferta da América do Sul limitaram a reação. Os agentes seguem posicionando carteiras, aguardando o relatório de intenção de plantio nos Estados Unidos, que será divulgado no dia 31. Importações e exportações As importações de soja dos Estados Unidos pela China subiram forte nos dois primeiros meses de 2025, na comparação com o mesmo período do ano anterior. O aumento se deve, principalmente, ao efeito Donald Trump, onde as preocupações com tarifas mais altas levaram a uma corrida às compras. A China, maior compradora mundial de soja, trouxe 9,13 milhões de toneladas da oleaginosa dos Estados Unidos em janeiro e fevereiro, avanço de 84,1% em relação ao mesmo período do ano anterior, quando somou 4,96 milhões de toneladas, segundo a Administração Geral da Alfândega. Do Brasil, foram importadas 3,59 milhões de toneladas no acumulado de 2025, ante 6,79 milhões de toneladas no mesmo momento do ano passado, queda de 48,4%. A retração refletiu o atraso no plantio e a consequente colheita mais tardia no país, abrindo mais espaço para o produto norte-americano. As exportações líquidas norte-americanas de soja, referentes à temporada 2024/25, com início em 1º de setembro, ficaram em 352.600 toneladas na semana encerrada em 13 de março. A China liderou as importações, com 269.900 toneladas. Para a temporada 2025/26, foram mais 100 toneladas. Analistas esperavam exportações entre 400 mil e 950 mil toneladas, somando-se as duas temporadas. Contratos futuros da soja Os contratos da soja em grão com entrega em maio fecharam com alta de 4,75 centavos de dólar ou 0,47% a US$ 10,13 por bushel. A posição julho teve cotação de US$ 10,25 1/4 por bushel, ganho de 3,75 centavos ou 0,36%. Nos subprodutos, a posição maio do farelo fechou com baixa de US$ 0,60 ou 0,20% a US$ 297,10 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em maio fecharam a 42,71 centavos de dólar, com alta de 0,35 centavo ou 0,82%. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,69%, negociado a R$ 5,7157 para venda e a R$ 5,7137 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,6813 e a máxima de R$ 5,7338. Na semana, a moeda teve valorização de 0,33%. [ad_2] Source link
Conheça os personagens do Memórias do Brasil Rural

[ad_1] A seguir, conheça os primeiros personagens que o Memórias do Brasil Rural irá apresentar a partir do dia 26 de março. Roberto Rodrigues O primeiro personagem do Memórias do Brasil Rural é o ex-ministro da Agricultura Roberto Rodrigues. Nascido em Cordeirópolis, São Paulo, é engenheiro agrônomo formado “com muito orgulho”, como costuma destacar, na Esalq/USP. No episódio, Roberto Rodrigues compartilha bastidores relevantes de uma trajetória entrelaçada com a história do agro brasileiro. Com passagens destacadas em importantes entidades e organizações do setor, Roberto Rodrigues também participou da fundação da Agrishow e, na gestão como ministro da Agricultura, esteve à frente de importantes iniciativas, como a liberação dos transgênicos e a implantação do Plano Safrinha. Durante a gravação, ele revela quais as condições apresentou em 2002 ao então presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva, para assumir o Ministério da Agricultura. Uma história dedicada ao agronegócio! Eliseu Alves Conhecido como o Dr. Eliseu Alves da Embrapa, o mineiro nascido na cidade de São João Del Rey tem um extenso currículo acadêmico. Cursou engenharia agronômica, graduando-se na Universidade Federal de Viçosa (1954), Ph.D em Economia Agrícola pela Purdue University Indiana ( 1972) e mestre em Agricultural Economics pela mesma universidade americana (1968). O Dr. Eliseu ainda inscreveu seu nome na história do agro brasileiro ao participar da fundação da Embrapa, entidade presidida por ele na década de 1980. No Memórias do Brasil Rural, além de detalhar a própria história de vida, ele revela como surgiu a Embrapa, que mudaria a face do agro brasileiro, e passagens importantes da história do setor. Para ilustrar o significado do Dr. Eliseu para a agropecuária nacional, o professor José Pastore, que também participou do grupo que fundou a Embrapa, não poupa adjetivos para falar do amigo. “Na minha opinião, essa chama de racionalidade e retidão de conduta do Eliseu Alves foi a força-motriz do sucesso da Embrapa e, por consequência, da modernização da agricultura brasileira. O Brasil e todos nós brasileiros devemos muito a ele”, enfatiza. Parte desta história, você confere no episódio “Dr. Eliseu Alves”. Carminha Missio Uma das grandes lideranças femininas do agro brasileiro nasceu na cidade de Espumoso, no interior do Rio Grande do Sul. Descendente de italianos, Carminha Missio herdou dos pais a garra e a perseverança para superar qualquer obstáculo. Foi assim que, junto com a família, migrou para o Centro-Oeste do país e depois para a Bahia, onde fez história, ocupando o cargo de vice-presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado da Bahia (Faeb). A primeira mulher nesse posto! No Memórias do Brasil Rural, Carminha compartilha uma história inspiradora. Em paralelo à vida rural, continuou estudando até concretizar o sonho de concluir o curso de Direito. Uma mulher com múltiplas funções que revela no episódio os detalhes de como administrar os negócios e também como o agro brasileiro está posicionado e o que deve fazer para atingir a meta de alimentar o mundo. Uma verdadeira lição de vida e superação. João Martins Nascido em Feira de Santana, na Bahia, João Martins tem o DNA do agro. Com o mesmo nome do pai, herdou dele o empreendedorismo e o olhar visionário. Formado em Administração de Empresas pela Universidade Federal da Bahia, desde cedo seguiu os passos do pai, um mentor importante, que o incentivou a permanecer no agro. Com luz própria e muita vontade de transformar a agropecuária, ainda jovem, além de administrar uma das fazendas da família, começou a participar das atividades associativas. No Memórias do Brasil Rural, João Martins relembra a história do desenvolvimento da pecuária na Bahia e as ações disruptivas do pai, como a compra de um navio para transporte de gado, revolucionando o setor. O atual presidente da CNA faz uma análise detalhada do crescimento da agropecuária brasileira e compartilha os principais legados, como a expansão da fronteira agrícola na Bahia e os projetos que transformaram o Senar em uma referência para o segmento. Um testemunho importante de alguém que esteve e está no centro do agro nacional. Cirne Lima A família por parte de mãe era de origem rural e influenciou o futuro de Luiz Fernando Cirne Lima. Nascido em Porto Alegre (RS), é formado em Agronomia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Muito jovem, foi presidente da Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul) e, aos 35 anos de idade, em 1969, assumiu o Ministério da Agricultura. Na fazenda da família, em Dom Pedrito (RS), que continua administrando, relembrou os detalhes da fundação da Embrapa quando ainda era ministro, a criação do Parque Assis Brasil, onde realiza-se a Expointer, e também a carta renúncia quando de forma incisiva revelou os motivos para deixar o Ministério da Agricultura. Com um enorme currículo e incontáveis legados, o Memórias do Brasil Rural apresenta um grande personagem do agronegócio. Zé Humberto O mineiro José Humberto de Lima Martins, filho de produtores rurais, nasceu em Ituiutaba. Ainda criança já demonstrava ter uma habilidade única, a de selecionador. O olhar refinado para o aprimoramento genético foi sendo lapidado até chegar ao nelore, sendo considerado pelos pecuaristas como um dos grandes responsáveis pelo avanço da raça no Brasil. Na Fazenda Camparino, em Mato Grosso, Zé Humberto recebeu o Memórias do Brasil Rural e relembrou passagens importantes da vida dedicada à pecuária. Conhecido pela generosidade, Zé Humberto traçou um panorama da atividade no país e revelou os segredos para o sucesso e como o setor pode evoluir, aumentando a produtividade, por exemplo, ao ocupar áreas degradadas. Uma jornada e uma visão de futuro que valem a pena conferir! Francisco Turra Natural da cidade de Marau, no Rio Grande do Sul, Francisco Turra é formado em Direito e Comunicação Social. Mas sua vida está totalmente conectada ao agronegócio. No Memórias do Brasil Rural, Turra relembra a história familiar e os motivos que o tornaram um dos grandes personagens do setor. Muito jovem, começou a vida política, exercendo mandatos como prefeito na cidade natal, deputado estadual e federal até chegar ao Ministério da Agricultura,
Tem episódio novo do Soja Brasil no ar; vem assistir!

[ad_1] Tem episódio novo do Soja Brasil no ar! O programa abordou os impactos da guerra tarifária dos Estados Unidos no agronegócio brasileiro e acompanhou a expedição Soja Brasil nos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Foram discutidos os desafios da comercialização da soja, a influência das condições climáticas sobre a safra e os 35 anos da Aprosoja Brasil. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 A guerra comercial entre os Estados Unidos e outros países, incluindo o Brasil, ganhou destaque com a decisão do governo de Donald Trump de impor tarifas sobre produtos como etanol, aço e alumínio. Essas medidas afetam diretamente o agronegócio, especialmente produtos exportados para a China, como soja, carne e milho. E a Expedição Soja Brasil passou por regiões onde o risco de perdas freia a comercialização da safra. Em Sinop (MT), produtores estão receosos em fechar contratos devido à incerteza sobre a quantidade de grãos disponíveis para entrega. Em Nova Mutum (MT), a queda nos preços e a demanda enfraquecida preocupam os agricultores, enquanto em Sorriso (MT), município que mais produz soja no Brasil, a comercialização está abaixo da média dos últimos cinco anos. Segundo dados do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), até março, 54,9% da produção prevista para a safra 2024/25 havia sido comercializada, número inferior à média dos últimos cinco anos. Na previsão do tempo, foi destacado que o outono será quente e seco em grande parte das áreas produtoras de soja, com chuvas abaixo da média, o que pode prejudicar a produtividade do milho. O Rio Grande do Sul será uma exceção, com chuvas acima da média. Além disso, foram apresentados os destaques da soja no Paraná, onde a colheita avança para a fase final, especialmente na região sul do estado, que teve clima favorável. Em São Paulo, o ritmo da colheita acelerou e já supera os índices registrados no mesmo período do ano passado. No oeste da Bahia, a colheita também avança rapidamente, mas áreas de cultivo tardio podem ser impactadas pela baixa pluviosidade de fevereiro. [ad_2] Source link
Projeção de exportação de soja ultrapassa 100 milhões em 2025

[ad_1] O Brasil deve exportar 107 milhões de toneladas de soja em 2025, um aumento de 8% em relação aos 98,813 milhões de toneladas registrados em 2024. A previsão faz parte do quadro de oferta e demanda da oleaginosa divulgado pela consultoria Safras & Mercado. Os dados permanecem inalterados em comparação às estimativas divulgadas em 7 de fevereiro. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 De acordo com a consultoria, o esmagamento de soja deve totalizar 55,5 milhões de toneladas em 2025, ante 54,6 milhões de toneladas em 2024, sem mudanças nos prognósticos anteriores. As importações também seguiram inalteradas, com previsão de 150 mil toneladas em 2025 e 1 milhão de toneladas em 2024. A oferta total de soja para a temporada 2025 deve crescer 10%, alcançando 174,86 milhões de toneladas. Já a demanda total está projetada em 165,7 milhões de toneladas, um aumento de 6% em relação ao ano anterior. Dessa forma, os estoques finais devem subir expressivos 434%, passando de 1,59 milhão para 8,486 milhões de toneladas. Em fevereiro, a previsão era de estoques de 10,914 milhões de toneladas. Subprodutos A produção de farelo de soja deve atingir 42,7 milhões de toneladas em 2025, um aumento de 1%. As exportações do subproduto, no entanto, devem recuar 1%, totalizando 23 milhões de toneladas, enquanto o consumo interno deve crescer 3%, alcançando 19,25 milhões de toneladas. Os estoques finais de farelo estão projetados em 2,458 milhões de toneladas, um aumento de 22%. Óleo de soja Para o óleo de soja, a projeção é de uma produção de 11,13 milhões de toneladas em 2025, um crescimento de 1%. As exportações devem cair 20%, para 1,1 milhão de toneladas, enquanto o consumo interno deve subir 4%, atingindo 10,2 milhões de toneladas. O uso para biodiesel está projetado para crescer 10%, alcançando 5,85 milhões de toneladas. A previsão é de uma redução de 39% nos estoques finais, que devem totalizar 187 mil toneladas. [ad_2] Source link
EUA pretende investir até US$ 100 milhões para combater a doença

[ad_1] O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) pretende investir até US$ 100 milhões em projetos para combater a influenza aviária altamente patogênica (HPAI), mais conhecida como gripe aviária, anunciou ontem (20) a agência. O montante será aplicado no financiamento de projetos de prevenção, pesquisas sobre terapias e possíveis vacinas, disse o USDA em comunicado. A agência informou também que garantiu novos compromissos para importar ovos da Turquia e da Coreia do Sul, e continua em negociações com outros países para expandir ainda mais a oferta no curto prazo. “O USDA está realizando investimentos direcionados e impulsionando a inovação para manter a oferta de alimentos robusta e acessível”, disse no comunicado a secretária de Agricultura dos EUA, Brooke Rollins. Segundo o USDA, os preços de ovos no atacado já recuaram quase 50% desde 26 de fevereiro. Emily Metz, presidente do American Egg Board, uma organização de marketing financiada pelo setor, explicou que a oferta reduzida de ovos é resultado da gripe aviária altamente patogênica. Segundo ela, será necessário um período prolongado sem novos surtos da doença em granjas para que a oferta se estabilize. [ad_2] Source link
Ana Castela é empossada embaixadora da 70ª Festa do Peão de Barretos

[ad_1] A cantora Ana Castela foi oficialmente empossada como embaixadora da 70ª Festa do Peão de Boiadeiro de Barretos, o maior evento do gênero na América Latina. A cerimônia de posse, conduzida pela apresentadora Marina Fabris, ocorreu na noite de ontem (20), no Villa Country, em São Paulo. “Ana, estamos orgulhosos de ter você como embaixadora de uma edição histórica da nossa festa”, afirmou Jerônimo Muzetti, presidente de Os Independentes, ao entregar o certificado para a cantora. O diretor cultural do evento, Pedro Muzeti, presenteou a embaixadora, representando Os Independentes, com uma roupa desenhada com exclusividade para Ana Castela, inspirada nos trajes típicos das rainhas e princesas do rodeio e com as cores da associação. A roupa foi criada e confeccionada pelo estilista Marcelo Ortale. Emocionada, a artista destacou a importância do título. “Ser escolhida como embaixadora da Festa do Peão de Barretos me deixou muito feliz. No ano passado já aproveitei muito e, neste ano, vou aproveitar muito mais. Agradeço todo apoio que tenho recebido”, disse Ana Castela. O show da noite ficou por conta de Luan Pereira, que comandou a celebração ao lado de Ana Castela e dos convidados Maria Cecília & Rodolfo, Fiduma & Jeca, Loubet, Leo & Raphael, Us Agroboy, Jiraya Uai, Panda, Ícaro & Gilmar, Humberto & Ronaldo, VH & Alexandre e Bruno Rosa. Novidades Navio Barretos 70 anos: de 28 de novembro a 1º de dezembro de 2025, a bordo do MSC Preziosa. Shows de César Menotti & Fabiano, Edson & Hudson, Maiara & Maraisa, Matogrosso & Mathias, Simone Mendes, Dennis e Victor & Leo. Etapas do rodeio: além da música, Barretos é o epicentro das maiores competições de rodeio do país, confirmando que será sede das finais dos principais campeonatos nacionais e internacionais, como a Liga Nacional de Rodeio, o Barretos International Rodeo e provas cronometradas, o que reafirma sua posição como referência mundial no esporte. Barretos 70 anos A 70ª edição da Festa do Peão de Barretos contará com 24 horas de atrações no Parque do Peão durante seus 11 dias, de 21 a 31 de agosto. A programação musical do primeiro dia (21/08) terá shows das duplas Fernando & Sorocaba, João Bosco & Vinícius e Guilherme & Santiago. Os ingressos para todos os dias já estão à venda pelo site barretos.totalacesso.com. Circuito Sertanejo em Barretos A Festa do Peão de Barretos integra o Circuito Sertanejo, a maior plataforma de shows do Brasil, que reúne os seis principais eventos de música sertaneja: Expo Londrina, Ribeirão Rodeio Music, Pedro Leopoldo Rodeio Show, Festa do Peão de Boiadeiro Barretos, Jaguariúna Rodeo Festival e Caldas Country Festival. A iniciativa é fruto das parcerias entre Together – unidade de negócios da Ambev, que atua como facilitadora no mercado de grandes eventos, conectando pessoas, soluções e serviços – e a Diverti – empresa com mais de 20 anos de experiência e atuação na indústria do entretenimento – com organizadores de cada uma das etapas do Circuito. [ad_2] Source link
Projeto permite pagamento de indenização a agricultor sem o CAR

[ad_1] O Projeto de Lei 220/25 retira a obrigatoriedade do uso do Cadastro Ambiental Rural (CAR) para identificar imóveis rurais que podem receber indenizações do Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro). Em análise na Câmara dos Deputados, o projeto altera a Lei 12.058/09, que trata de apoio financeiro da União aos entes federados. O CAR é um registro eletrônico obrigatório para todos os imóveis rurais, com o objetivo regularizar a situação . O objetivo é reunir informações sobre a situação ambiental da propriedade para facilitar o controle do desmatamento. Já o Proagro é um incentivo pago pelo governo federal à agricultores que tiveram prejuízos na lavoura em razão de eventos climáticos ou pragas. O autor, deputado Heitor Schuch (PSB-RS), argumenta que a vinculação do CAR ao pagamento da indenização prejudica, por exemplo, agricultores que exploram o mesmo imóvel. “Quando dois agricultores exploram um mesmo imóvel de forma independente (mesma matrícula), mas com uma única inscrição no CAR, qualquer acionamento do Proagro feito por um deles impacta também o outro, ainda que suas atividades sejam distintas”, observou. O projeto também cria fundo específico para os recursos do Proagro que não forem utilizados. “Essa reserva será usada em períodos de maior necessidade, reduzindo a dependência de aportes emergenciais e garantindo maior previsibilidade financeira”, justificou o autor. Próximas etapas A proposta, que tramita em caráter conclusivo, será analisada pelas comissões de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. [ad_2] Source link
Seca e calor extremo vão afetar safra de café 2025/26

[ad_1] A combinação de altas temperaturas e falta de chuvas desde fevereiro trouxe desafios para a safra de café de 2025 e pode comprometer até a produção de 2026, segundo a Cooperativa Regional dos Cafeicultores de Guaxupé (Cooxupé). “O café arábica, que é o que nossos cooperados produzem, não tolera temperaturas acima de 32°C”, destacou o vice-presidente da cooperativa, Osvaldo Bachião Filho, em entrevista coletiva realizada ontem (20), durante a Feira de Máquinas, Implementos e Insumos Agrícolas (Femagri), promovida pela cooperativa. “Quando isso acontece, a planta interrompe seu metabolismo, ou seja, para de realizar fotossíntese e produzir energia”, afirmou. O problema foi intensificado pela ausência de umidade. “Os recordes de temperatura registrados em nossas estações ocorreram em fevereiro de 2025, superando até mesmo novembro de 2023”, acrescentou. A falta de chuvas afetou o desenvolvimento dos cafeeiros, e, em algumas áreas, os volumes ficaram entre 50% e 60% abaixo da média histórica. O impacto já é perceptível e preocupa os produtores. “O cafeeiro solta um par de folhas novas, que darão origem a um cacho de café no futuro, a cada 15 a 20 dias. Nos últimos 50 dias, isso não ocorreu”, explicou. “Isso significa, no mínimo, a perda de dois ciclos de crescimento em um potencial máximo de 12 a 14 rosetas por ramo.” Situação complicada para o cultivo do café Enquanto a colheita não começa, a real dimensão da perda ainda não pode ser quantificada. No entanto, as perspectivas para os cafeicultores seguem desafiadoras. “O cenário não será favorável mais uma vez”, concluiu Bachião Filho. [ad_2] Source link
Congresso aprova orçamento de R$ 34,3 bilhões para agricultura

[ad_1] O Congresso Nacional aprovou o projeto do Orçamento de 2025 (PLN 26/24). A despesa total prevista é de R$ 5,9 trilhões. O projeto foi acatado depois que o relatório final do senador Angelo Coronel (PSD-BA) foi apresentado e votado na Comissão Mista de Orçamento (CMO) no começo da tarde de ontem (20). O projeto original previa R$ 31,6 bilhões para agricultura, mas o relatório final chegou a R$ 34,3 bilhões. Já o cálculo para organização agrária, que inclui verbas para o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária e unidades com vínculo direto ao Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), será de R$ 4,6 bilhões. Orçamento total O valor total da despesa do Orçamento de 2025 é de R$ 5,9 trilhões, mas R$ 1,6 trilhão se refere ao refinanciamento da dívida pública. Sem esse valor, o Orçamento se divide em R$ 166,5 bilhões do orçamento de investimento das estatais e R$ 4,1 trilhões dos orçamentos fiscal e da seguridade social. Para 2025, o PIB estimado no projeto corresponde a R$ 12,4 trilhões, portanto o piso de investimentos seria de R$ 74,3 bilhões. No Orçamento aprovado, o valor ficou em R$ 89,4 bilhões. Emendas parlamentares Foram apresentadas quase 7 mil emendas individuais, de bancadas estaduais e de comissões permanentes. O valor aprovado foi de R$ 50,4 bilhões, sendo que R$ 11,5 bilhões são de emendas de comissões, que não são impositivas. O texto seguirá agora para a sanção presidencial. [ad_2] Source link
mercado reage ao comunicado do Copom; ouça análise

[ad_1] Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro. No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca a correção no mercado brasileiro após seis altas seguidas. O Ibovespa recuou e o real perdeu força, refletindo a decisão do Copom de elevar a Selic e a cautela global com a política tarifária dos EUA. Lá fora, a moeda americana se valorizou enquanto o Fed manteve a previsão de dois cortes de juros no ano, impulsionando o ouro. No Brasil, o mercado já ajusta projeções para uma Selic ainda mais alta, enquanto o Congresso aprovou o relatório do orçamento de 2025. Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado! Foto: divulgação [ad_2] Source link