Concurso da Embrapa acontece neste domingo

[ad_1] Neste domingo (23) acontece o Concurso Embrapa, com a participação de 279.701 inscritos em todo o Brasil. Os candidatos disputam 1.027 vagas efetivas, além de integrar o cadastro de reserva, ampliando as oportunidades para futuras convocações. As provas serão aplicadas em 288 locais, distribuídos por 50 cidades, abrangendo todas as regiões do país. O concurso oferece vagas para diversos cargos, com provas aplicadas em dois períodos distintos: pela manhã, para os cargos de Pesquisador e Técnico, e à tarde, para os cargos de Assistente e Analista. O concurso abrange diferentes áreas de atuação, com um total de 189 opções de vagas, atendendo às diversas necessidades das Unidades da Embrapa. Segundo Silvia Massruhá, presidente da Embrapa, o concurso é aguardado com grande expectativa pela instituição. “Este concurso é uma oportunidade de reforçar nossa equipe com novos talentos que, com suas competências, contribuirão para o crescimento e inovação da empresa. Estamos certos de que os candidatos trarão novos perfis, essenciais para continuar mantendo a excelência da Embrapa”, afirma Silvia. Além de fortalecer o quadro de funcionários da instituição, o concurso tem como principal objetivo atender às demandas específicas das Unidades da Embrapa, que foram contempladas com vagas direcionadas a suas necessidades particulares. Cada unidade da Embrapa possui desafios únicos, e as vagas criadas visam garantir a contratação de profissionais que possam contribuir diretamente para o desenvolvimento de soluções técnicas e inovadoras. Com isso, a Embrapa busca fortalecer suas pesquisas e continuar sua trajetória de excelência, focando especialmente em áreas estratégicas como agropecuária, biotecnologia e sustentabilidade. A Embrapa reforça seu compromisso com a inovação e o avanço científico, essenciais para o progresso do setor agrícola brasileiro e o enfrentamento de desafios globais relacionados à alimentação, ambiente e desenvolvimento sustentável. [ad_2] Source link

Brasil expande cinturão citrícola para escapar do greening

[ad_1] Com o avanço do huanglongbing (HLB), também conhecido como greening, a citricultura brasileira passa por um processo de migração geográfica. A doença, considerada a mais devastadora dos cultivos de citros no mundo, está comprometendo a viabilidade do tradicional cinturão citrícola — que abrange São Paulo (exceto o litoral), o Triângulo Mineiro e o sudoeste de Minas Gerais — e forçando sua expansão para novas áreas produtoras, como Mato Grosso do Sul, Goiás, Paraná e o Distrito Federal. A nova área produtiva, batizada de cinturão citrícola expandido (CCE), vem sendo mapeada por pesquisadores da Embrapa e do Fundo de Defesa da Citricultura (Fundecitrus), que desenvolvem estudos de zoneamento climático e fitossanitário para ajudar os citricultores nessa transição. De acordo com Francisco Laranjeira, chefe-geral da Embrapa Mandioca e Fruticultura, é preciso reconhecer que a citricultura no Brasil está mudando. “A Embrapa está comprometida com a cadeia produtiva e atua para mitigar o HLB, mas também para avaliar o potencial de novas áreas”, afirma. Uma das principais ferramentas utilizadas no processo é o Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc), que considera fatores como risco de perda de produção, déficit hídrico e variações de temperatura. “A publicação que elaboramos serve como norte para os produtores que buscam migrar. Ela detalha os riscos e as condições climáticas do Brasil inteiro”, afirma Mauricio Coelho, pesquisador da Embrapa e coordenador do projeto Zarc Citros. O estudo também inclui a análise de fatores fitossanitários, como o risco de ocorrência do psilídeo, vetor da bactéria associada ao greening, e da podridão floral dos citros (PFC). Um novo projeto da Embrapa, com financiamento da Fapesp, busca mapear essas pragas no Cinturão Citrícola Expandido até 2026, usando modelos matemáticos e climáticos. Segundo Coelho, além do clima, o produtor precisa monitorar continuamente os pomares para antecipar surtos de pragas e doenças. “A prevenção, com o controle integrado e o uso de tecnologia, é essencial”, destaca. Migração dos pomares citrícolas A migração dos pomares já é realidade. Segundo o Fundecitrus, o movimento começou em 2023 e ganhou força em 2024. “O aumento da doença em São Paulo levou produtores a buscar novas regiões com baixa incidência do greening”, diz o pesquisador Renato Bassanezi. A empresa Cambuhy Agrícola, por exemplo, migrou parte de sua produção para Ribas do Rio Pardo (MS), onde deve gerar 1.200 empregos diretos. A Agroterenas também investe na região. “Devemos plantar 1.500 hectares até 2026”, revela Ezequiel Castilho, diretor da AGT Citrus. Apesar das vantagens, os desafios são significativos. Segundo Danilo Yamane, consultor da FortCitrus, o clima adverso, a distância dos centros de consumo e a escassez de mão de obra são entraves importantes. “Por isso, os dados da Embrapa são estratégicos”, afirma. Com apoio da ciência e do zoneamento climático, a citricultura nacional busca preservar sua produção, fortalecer a cadeia e garantir a sustentabilidade diante do avanço de uma das doenças mais graves da fruticultura mundial. [ad_2] Source link

Nova alta da Selic pode desacelerar economia e o agronegócio

[ad_1] A tomada de crédito deve ficar mais cara neste ano. Isso porque o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central confirmou a elevação da taxa básica de juros em um ponto percentual, levando a Selic de 13,25% para 14,25% ao ano. A decisão veio dentro das expectativas do mercado e marca a quinta alta consecutiva da taxa, alcançando o maior patamar desde 2016.  Para o economista-chefe da MB Associados, Sergio Vale, o Banco Central deve reduzir o ritmo das elevações nas próximas reuniões, com aumentos de meio ponto percentual, chegando a uma Selic em torno de 15% ou 15,25%.  “Esse patamar deve se manter por alguns meses e ter impacto direto no crescimento econômico, especialmente no segundo semestre”, afirma. Segundo ele, após esse ciclo altista, a tendência é de desaceleração da economia em 2025 e possivelmente em 2026. Preocupações à vista A ata da última reunião do Copom, anunciada na última quarta-feira (19), trouxe a preocupação do Banco Central com a inflação, que está acima da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). O comunicado também indicou que, se o cenário econômico se confirmar, um novo ajuste, mas de menor magnitude, poderá ocorrer na próxima reunião, marcada para maio. Na avaliação de Vale, apesar dos membros do Comitê sinalizarem preocupação com a atividade econômica, o comunicado evitou apontar diretamente os riscos fiscais. “O Banco Central mencionou a questão fiscal como uma percepção do mercado, sem aprofundar uma análise sobre os desafios da política fiscal atual”, explica. De acordo com o economista, “há elementos negativos na política fiscal neste momento”, mas a autoridade monetária não enfatizou essa preocupação diretamente na ata. Impactos para o agronegócio Os efeitos dos juros elevados no setor agropecuário também devem ser significativos, especialmente no custo do crédito. “O Plano Safra terá taxas mais elevadas, e o produtor rural precisará lidar com um cenário de encarecimento do financiamento. Isso pode afetar os investimentos no setor”, alerta.  Além disso, Vale reforça que a alta dos juros tende a reduzir o consumo nos próximos anos, o que pode afetar a demanda por produtos agropecuários e pressionar ainda mais a atividade econômica. “O cenário de desaceleração do consumo em 2025 e 2026 precisa ser acompanhado de perto”, conclui. [ad_2] Source link

Brasil expande presença no mercado tailandês

[ad_1] O Brasil reforçou sua presença no mercado tailandês durante a VIV Asia 2025, uma das maiores feiras de proteína animal na Ásia, realizada em Bangkok de 11 a 14 de março. A missão contou com a participação da ABRA, UNEM, ABIQUIFI e empresas brasileiras, com apoio do Ministério da Agricultura (Mapa) e da ApexBrasil. Durante o evento, foram realizadas reuniões estratégicas com entidades e empresas locais com o intuito de promover os produtos brasileiros e ampliar o acesso ao mercado tailandês. A agenda foi coordenada pela adida agrícola do Brasil na Tailândia, Ana Carolina Lamy, responsável pelo acompanhamento das relações comerciais no setor agropecuário e pelo suporte técnico às iniciativas de exportação. Um dos destaques da agenda foi a visita à Associação Tailandesa das Indústrias de Ração Animal (TFMA), onde representantes da ABRA e da UNEM apresentaram informações detalhadas sobre a produção brasileira e seus processos. Também houve uma reunião com a vice-presidente da Associação de Pet Food da Tailândia, abordando as exigências técnicas e regulatórias para a entrada de novos produtos no mercado. No setor privado, a UNEM se encontrou com executivos do CP Group, um dos maiores conglomerados da Tailândia, para apresentar os derivados do etanol de milho, como DDG/DDGS, utilizados na alimentação animal. A ABRA também discutiu com o setor de ingredientes de origem animal não comestível a habilitação de novas plantas brasileiras para exportação. Atualmente, seis plantas brasileiras estão autorizadas a exportar farinhas para a Tailândia, e o Mapa está trabalhando para aumentar esse número com uma missão de auditoria planejada para ocorrer no Brasil, com o objetivo de habilitar novas unidades e expandir a oferta de produtos para o mercado tailandês. A participação do Brasil na VIV Asia 2025 incluiu estandes da ABRA, ABIQUIFI e UNEM, com apoio da ApexBrasil, e contou com representantes de empresas dos setores de proteína, nutrição e saúde animal. Segundo os organizadores, as reuniões e atividades realizadas durante o evento ajudaram a fortalecer as negociações bilaterais e a promover os produtos brasileiros tanto na Tailândia quanto em outros mercados do sudeste asiático. [ad_2] Source link

Áreas marinhas protegidas no Brasil estão contaminadas por microplásticos

[ad_1] As áreas marinhas protegidas (AMPs) do Brasil, mesmo aquelas de proteção integral, não estão imunes à contaminação por microplásticos. Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) em parceria com cientistas australianos revelou a presença desses poluentes em dez das mais restritivas AMPs do país. A pesquisa, publicada na revista Environmental Research, utilizou moluscos bivalves, como ostras e mexilhões, como organismos-sentinelas para detectar a contaminação. As dez áreas de proteção integral estudadas / Imagem: Ítalo Braga Microplásticos no oceano Os microplásticos são partículas com tamanho inferior a 5 milímetros, originadas da fragmentação de plásticos maiores ou fabricadas diretamente nesse formato para aplicações industriais e cosméticas. No estudo, os principais tipos encontrados foram polímeros usados em tintas e vernizes, plásticos comuns em embalagens e fibras sintéticas de tecidos. A pesquisa identificou a presença desses contaminantes até mesmo em locais como o Atol das Rocas, onde não há atividades econômicas nem turismo permitido. “Os microplásticos podem chegar a esses locais transportados pelo vento ou pelas correntes oceânicas”, explica Ítalo Braga, professor do Instituto do Mar da Unifesp e coordenador do estudo. Entre as áreas analisadas, a maior contaminação foi registrada no Refúgio de Vida Silvestre do Arquipélago de Alcatrazes, enquanto a menor ocorreu no Atol das Rocas. Apesar disso, os pesquisadores destacam que os níveis detectados estão abaixo da média global para áreas marinhas protegidas. Impactos e soluções A presença de microplásticos nos oceanos representa uma ameaça à fauna marinha e pode afetar a cadeia alimentar. Segundo os cientistas, o simples estabelecimento de áreas protegidas não é suficiente para barrar a poluição. “É necessário um controle ambiental rigoroso e medidas globais, como o Tratado Global dos Plásticos da ONU, atualmente em fase de negociação”, conclui Braga. O estudo reforça a importância de ações coordenadas para reduzir a poluição plástica e garantir a preservação dos ecossistemas marinhos, essenciais para a biodiversidade e para diversas atividades econômicas, incluindo a pesca e o turismo sustentável. [ad_2] Source link

Soja Brasil visita as lavouras de soja do MS; confira

[ad_1] O Soja Brasil foi até o Mato Grosso do Sul para acompanhar de perto a implementação do consórcio milho-braquiária, uma prática agrícola que tem conquistado produtores pela sua capacidade de aumentar a produtividade e promover a sustentabilidade do solo. Você pode conferir a matéria completa no mais recente episódio: O consórcio milho-braquiária, que combina o cultivo simultâneo de milho e braquiária, proporciona uma série de benefícios para a produção agrícola. A braquiária, além de gerar palhada para a soja, contribui para a reciclagem de nutrientes, retenção de umidade no solo e melhoria das condições físicas e biológicas da terra. Tudo isso resulta em uma maior produtividade e na sustentabilidade do sistema agrícola. Em uma propriedade na região de Maracaju, o produtor tem observado uma média de 75 sacas de soja por hectare, com a capacidade de manter 65 sacas, mesmo em condições de seca severa. O segredo desse alto desempenho está na integração do milho com a braquiária, adotada desde o primeiro ano de cultivo. A combinação das duas espécies tem mostrado resultados impressionantes, tanto para a produção de grãos quanto para a saúde do solo. O consórcio milho-braquiária tem demonstrado que pode proporcionar um aumento de 10 a 15% na produtividade, o que equivale a um incremento de 5 a 10 sacas por hectare. Esse aumento é possível devido à melhoria das condições do solo, com a utilização de técnicas de correção de pH, fertilização e a retenção de água, garantindo maior estabilidade nos resultados, mesmo em anos de estiagem. A técnica foi inicialmente desenvolvida na década de 1990 e consolidada em 2001 sob o nome de Sistema Santa Fé, com o objetivo de recuperar pastagens degradadas em Goiás. Desde então, o modelo se expandiu para várias regiões do Brasil e tem se tornado uma ferramenta essencial para produtores que buscam maior produtividade e sustentabilidade em suas lavouras. [ad_2] Source link

Semana de instabilidade climática com fortes chuvas no Brasil; confira a previsão do tempo

[ad_1] A semana entre os dias 24 e 28 de março será marcada por condições climáticas variadas em todo o Brasil, com previsão de pancadas de chuva intensas, risco de temporais e oscilações térmicas. A influência de um cavado em médios níveis da atmosfera favorece a formação de chuvas, especialmente nas regiões Sul, Sudeste e Norte. Confira a previsão detalhada por região: O tempo no Sul O tempo segue instável nos três estados, com pancadas de chuva forte e risco de temporais localizados. Há previsão de sol entre nebulosidade variável no noroeste e norte do Paraná, sudoeste de Santa Catarina e na Serra Gaúcha, mas com possibilidade de chuvas a qualquer momento. Os acumulados da semana podem chegar a 70 mm no centro-norte do Rio Grande do Sul, em Santa Catarina e no sul do Paraná, elevando a umidade do solo, mas com risco de alagamentos pontuais. No extremo sul do Rio Grande do Sul e no norte do Paraná, a precipitação será menor, variando entre 20 e 30 mm. Pancadas de chuvas no Sudeste As pancadas de chuva persistem no estado de São Paulo, especialmente no centro-leste e noroeste paulista, onde o risco de temporais é alto. No Triângulo Mineiro, há chance de chuva ao longo do dia. No Rio de Janeiro e Espírito Santo, o sol predomina, mas com pancadas de chuva à tarde. Os acumulados de precipitação podem chegar a 50 mm no Rio de Janeiro, centro-sul de Minas Gerais e centro-sul do Espírito Santo, mantendo a umidade do solo em boas condições para a agricultura. No restante do Sudeste, as chuvas serão escassas, variando entre 10 e 20 mm. Como fica o clima no Centro-Oeste? O Mato Grosso do Sul, o sul e oeste de Mato Grosso terão chuvas frequentes e risco de temporais. No Distrito Federal, o tempo será quente, com pancadas de chuva no fim da tarde. O volume de chuva deve atingir cerca de 50 mm na região, favorecendo o desenvolvimento da safrinha de milho. No leste do Mato Grosso do Sul e no sul de Goiás, o tempo será mais seco, com acumulados de até 15 mm, permitindo o manejo adequado das lavouras. Calor no Nordeste A semana começa com sol e calor, mas com pancadas fortes de chuva entre Maranhão, Piauí e Ceará. Chove de forma moderada no oeste e sul da Bahia, assim como no litoral de Alagoas e Sergipe. Natal, João Pessoa e Recife terão tempo firme. Os volumes de chuva mais expressivos serão observados no Maranhão, oeste do Piauí e oeste da Bahia, com acumulados de até 50 mm. No restante da região, a chuva será escassa, variando entre 0 e 15 mm. Chuvas previstas no Norte O tempo segue instável na maior parte da região, com risco de temporais no Amapá, Manaus, sul do Pará e centro-norte do Tocantins. Belém, Porto Velho e Rio Branco terão pancadas de chuva moderadas a fortes. O volume de chuva previsto para a semana é de 50 mm no Acre, Rondônia, Amazonas, Amapá e Tocantins, beneficiando lavouras e pastagens. No entanto, o Pará deve registrar volumes acima de 150 mm, podendo ultrapassar 350 mm ao longo dos próximos 10 a 15 dias, o que pode resultar em alagamentos e transtornos para a agricultura. [ad_2] Source link

Biocombustível de coco avança no país e fortalece economia circular

[ad_1] A produção de biocombustível a partir do coco verde surge como uma alternativa inovadora e sustentável para a transição energética no Brasil. Em Aracaju (SE), pesquisadores do Instituto de Tecnologia e Pesquisa (ITP) desenvolvem um projeto que converte a fibra do coco em combustível renovável, promovendo a economia circular e reduzindo a sobrecarga ambiental causada pelo descarte inadequado do resíduo. O Núcleo de Estudos em Sistemas Coloidais (NUESC), vinculado ao ITP e ao Grupo Tiradentes, vem aplicando tecnologias avançadas para transformar as 190 toneladas de resíduos de coco descartadas semanalmente na cidade em energia limpa. “Essa iniciativa não só reduz o impacto ambiental, como também aproveita um material abundante que, de outra forma, geraria altos custos para a gestão de resíduos urbanos”, explica o pesquisador Cláudio Dariva, coordenador do NUESC. Tecnologia no aproveitamento do coco O coco verde é amplamente consumido em regiões tropicais, e seu resíduo, especialmente a fibra, representa um grande desafio ambiental em razão do seu alto volume e baixa taxa de decomposição. O processo de conversão do coco verde em biocombustível envolve etapas como secagem, trituração e conversão térmica, utilizando técnicas como pirólise e gaseificação. A pesquisa também explora a integração de processos sustentáveis para maximizar o aproveitamento dos resíduos e reduzir a dependência de combustíveis fósseis. Além de contribuir para a redução na emissão de carbono, o projeto fomenta o desenvolvimento local, gera empregos e impulsiona o setor de biocombustíveis, consolidando-se como um modelo promissor para outras regiões do país. Com o avanço dessa tecnologia, o Brasil se posiciona como referência na valorização de resíduos agroindustriais, promovendo soluções inovadoras para o agronegócio e para a sustentabilidade ambiental. [ad_2] Source link

Sebrae orienta pequenos negócios a lidar com alta de juros

[ad_1] O aumento da taxa Selic foi anunciado pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC), na última quarta-feira (19). A elevação de um ponto percentual levou a taxa básica de juros da economia de 13,25% para 14,25% ao ano. De acordo com o BC, a Selic influencia outras taxas de juros do país, como taxas de empréstimos, financiamentos e aplicações financeiras. A taxa também é instrumento para o controle da inflação oficial que é medida por meio do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Com o aumento da taxa, o planejamento financeiro dos pequenos negócios se torna fundamental. Isso porque a decisão tem influência direta nos custos de empréstimos e financiamentos.  Evolução da taxa Selic ao longo dos anos. Arte: Jessé Mariano De acordo com o Sebrae, revisar planos financeiros é o primeiro passo a ser dado neste momento. Giovanni Beviláqua, coordenador de Acesso a Crédito e Investimentos do Sebrae, complementa afirmando que a diversificação de produtos e serviços pode ajudar a diminuir os efeitos do aumento das taxas.  “Pelo lado comercial, uma possibilidade a ser seriamente considerada pelos empreendedores seria oferecer uma variedade de produtos ou serviços, uma vez que isso pode ajudar a mitigar os efeitos de uma desaceleração econômica”, completa. Beviláqua ressalta ainda a importância de planejamento financeiro sólido, diversificação de financiamento e gestão eficaz de riscos. “Empreendedores devem estar atualizados sobre as tendências econômicas para tomar decisões com embasamento técnico”. O profissional também diz que a educação financeira pode ajudar o pequeno empresário a se beneficiar de um ambiente econômico mais favorável no futuro. Alternativa De acordo com levantamento do Sebrae, com base em dados do Banco Central, a taxa de juros em empréstimo para um microempreendedor individual (MEI) fica, na média nacional, quatro vezes maior que a Selic. No caso dos MEIs da região Nordeste, esse número supera 51% ao ano. Por isso, o Sebrae tem atuado junto ao governo federal, no Programa Acredita, para ampliar o acesso dos pequenos negócios ao crédito. Por meio do Fundo de Aval para Micro e Pequena Empresa (Fampe), cerca de 30 instituições bancárias estão aptas a ofertar os recursos. Nos próximos três anos, está previsto o aval de R$ 30 bilhões em operações de crédito. [ad_2] Source link

compartilhamento de embalagens ajuda produtores a reduzir perdas

[ad_1] O Brasil está entre os dez países que mais jogam alimentos no lixo, com cerca de 35% da produção sendo desperdiçada todos os anos, segundo dados da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO). Um fato alarmante é que enquanto no mundo todo 14% dos alimentos produzidos são perdidos entre a colheita e o momento em que chegam às lojas, por aqui esse número chega a impressionantes 50%, segundo a ONG Banco de Alimentos. Foto: Agência Brasil A perda de alimentos ocorre quando há uma redução da quantidade ou qualidade dos alimentos antes de chegar a ser comercializado nos mercados e outros estabelecimentos. Ela ocorre por vários motivos. No Brasil, o principal deles refere-se ao transporte e manuseio. Além desse dado remeter a discussões sobre a fome e a segurança alimentar, todo esse alimento que vai para o lixo também causa danos ambientais e auxilia na intensificação das mudanças climáticas. Centenas de produtores e alguns dos maiores varejistas de alimentos frescos no Brasil estão reduzindo os danos e as perdas dos alimentos no transporte e o consequente descarte de resíduos no solo. Tudo isso por meio da adoção e do compartilhamento de caixas retornáveis mais resistentes para o transporte de perecíveis. As embalagens são reutilizadas por toda a cadeia de abastecimento (produtor, transportador e varejista). O serviço de aluguel e gestão de caixas reutilizáveis é feito pela empresa HB Pooling. Como funciona? Varejistas e produtores solicitam a quantidade de caixas desejadas para o transporte de alimentos perecíveis por meio de um sistema gerenciado pela própria HB. As caixas são entregues e, após serem utilizadas retornam à instituição, onde são higienizadas e redistribuídas para novos usuários, criando, assim, um ciclo contínuo de compartilhamento. A empresa já impediu que 25 milhões de toneladas de resíduos da produção de celulose e papelão (caixas de uso único) fossem parar em aterros sanitários ou descartados de forma prejudicial à natureza. Menos perdas de alimentos no transporte No Brasil, a distribuição de alimentos frescos enfrenta desafios críticos relacionados a perdas e desperdícios que impactam desde a rentabilidade dos produtores e varejistas até a qualidade final dos produtos na gôndola e o meio ambiente como um todo. Dentre as principais causas de perdas de alimentos estão o acondicionamento inadequado dos produtos nos recipientes (caixas, papelão ou madeira) e o excesso de manuseio, tanto no momento de acomodá-los no caminhão quanto no processo de descarga. “O uso de embalagens apropriadas que minimizam o manuseio da carga e possíveis danos físicos é um fator relevante para a preservação da qualidade do produto e mitigação de perdas”, avalia Ana Miranda, CEO da HB Pooling. Do lado dos produtores, um melhor controle de perdas é fundamental porque, geralmente, eles participam do risco de desperdício com outros atores da cadeia e só recebem pelo que foi vendido na ponta. Soma-se a isso que mercados mais maduros em questões de sustentabilidade, como o europeu, exigem que produtores sigam e comprovem o uso de melhores práticas para reduzir a pegada de carbono. Pooling O serviço oferecido pela HB é baseado no conceito de “pooling”, ainda pouco conhecido no Brasil, mas já bastante utilizado na Europa. Trata-se do compartilhamento de embalagens para o transporte, que permite que várias empresas de toda a cadeia de abastecimento utilizem um mesmo ativo ao invés de cada uma comprar e manter as suas próprias caixas para o transporte de alimentos. “O pooling é uma forma de diminuir o impacto ambiental. Ao incentivar a reutilização e reciclagem de embalagens, contribui com a redução do consumo de recursos naturais e a diminuição da geração de resíduos”, explica Ana. A prática sustentável de pooling tem atraído a atenção da cadeia de perecíveis. Alguns dos maiores produtores e varejistas do país como AlfaCitrus, Trebeschi, Kuará e Brasnica (produtores); e GPA, Carrefour, Dia e Natural da Terra (varejistas) já fazem uso do pooling. O potencial de mercado para soluções de embalagens retornáveis é significativo. Segundo Ana, no Brasil, são movimentados, aproximadamente, 7,3 bilhões de quilos de frutas, legumes e verduras (FLV) por ano. Desses, a empresa estima que apenas 12% são acondicionados em embalagens retornáveis. “Ao utilizar o sistema de pooling, todos ganham: produtores e varejistas diminuem seus custos e aumentam sua eficiência; o consumidor final tem acesso a alimentos frescos com máxima qualidade; e o meio ambiente sofre menos impactos”, resume Ana. Uso de caixas retornáveis Quatro vezes mais resistentes que as caixas de papelão – ainda muito utilizadas no transporte de FLV -, as caixas dobráveis são feitas de plástico 100% virgem e reciclável. Por serem leves, mas, ao mesmo tempo, firmes, facilitam o manuseio, carga e descarga dos produtos, garantindo que os itens cheguem frescos e intactos até o seu destino. As caixas plásticas também não absorvem umidade como as de madeira ou papelão. Principais benefícios: Economia Circular: as caixas reutilizáveis são projetadas para uso contínuo na cadeia de abastecimento, minimizando a necessidade de materiais descartáveis. Ao final de sua vida útil, são recicladas para criar novos ativos, fechando o ciclo e evitando o desperdício. Redução de Desperdício de Alimentos: segundo um estudo feito pela HB, quando comparadas com outras embalagens, como papelão, as caixas plásticas garantem até 96% menos danos nos produtos durante o transporte. Além disso, foi constatado que reduzem em 35% o desperdício no transporte devido à ventilação adequada para o conteúdo, permitindo um melhor “respiro” dos alimentos. Menos manuseio e possíveis danos no PDV: os produtos já chegam ao ponto de venda prontos para exposição, não exigindo a necessidade de tombamentos de uma caixa para outra. Isso tudo diminui as chances de danos no manuseio dos alimentos. [ad_2] Source link