Exportação de carne bovina e suína segue aquecida; frango recua levemente

[ad_1] As exportações brasileiras de carne bovina e suína seguem aquecidas até a quarta semana de maio, enquanto as de carne de aves sofreram um leve recuo na média diária de embarques. Os números parciais de exportação de proteína animal pelo Brasil foram divulgados nesta segunda-feira (26), pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Secex), e consideram, até o momento, 16 dias úteis. As exportações de carne bovina do Brasil somam, até a quarta semana de maio, 173,80 mil toneladas, com média diária exportada de 10.862 toneladas em 16 dias úteis. Em comparação com a média diária exportada de maio de 2024, de 10.093 toneladas, houve avanço de 7,62%. Durante o mês de maio inteiro do ano passado, a exportação totalizou 211.956 toneladas. O preço médio pago por tonelada também avançou na média de maio/2025, ficando, até agora, em US$ 5.177,70, 14,9% a mais ante a média de maio de 2024, de US$ 4.503,20. Em relação ao faturamento, o acumulado, até a quarta semana de maio, é de US$ 899,9 milhões, ante US$ 954,47 milhões do mês de maio inteiro do ano passado. Quanto às exportações de carne de aves, o volume exportado até a quarta semana de maio somou 318.529 toneladas. No mês de maio de 2024, foram exportadas 424.417 toneladas. A média diária de embarques até agora é de 19.908 toneladas, 1,49% abaixo das 20.210 toneladas de maio/2024. Em faturamento, o atual mês de maio somou até agora US$ 575,95 milhões. Já maio de 2024 fechou com US$ 751,89 milhões. O faturamento médio diário com as exportações de carne de aves equivale, até o momento, a US$ 1.808,20 por tonelada, 2,07% mais ante os US$ 1.771,60 por tonelada de maio/2024. Em relação à carne suína, o Brasil exportou, até a quarta semana de maio, 82.226 toneladas. Em maio de 2024, o total exportado acumulou 91.629 toneladas. A exportação média diária está em 5.139 toneladas nesses 16 dias úteis de maio, 17,79% mais do que as 4.363 toneladas de maio/2024. O valor faturado antes mesmo de fechar o mês de maio, de US$ 211,51 milhões, já ultrapassou em 0,68% o valor total de maio de 2024, de US$ 210,08 milhões. Isso se deve ao preço médio maior pago por tonelada em maio de 2025 ante igual mês de 2024. Neste mês, os importadores pagaram US$ 2.572,40 por tonelada, 12,19% mais ante os US$ 2.292,80 por tonelada de maio de 2024. [ad_2] Source link

Connection Experience 2025 destaca produtos com Indicação Geográfica

[ad_1] De 28 a 31 de maio de 2025, Gramado (RS) sedia o Connection Experience Terroirs do Brasil, evento que celebra cultura e gastronomia regional. Mais de 50 expositores estarão reunidos para apresentar produtos com Indicação Geográfica (IG), reconhecida pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI). Com isso, o público poderá conhecer e degustar itens únicos, como o queijo artesanal serrano, o mel de aroeira e o açafrão de Mara Rosa (GO). Enquanto passeia pela Alameda Terroir, na Rua Coberta, o visitante vivencia sabores, histórias e tradições de diferentes regiões brasileiras. O evento é uma oportunidade de valorização da origem e do território de cada produto com IG. Além disso, a Arena de Café oferecerá degustações guiadas e experiências sensoriais com mais de 13 cafés brasileiros de origem controlada. Com foco em negócios, o evento também promove o networking entre produtores, empreendedores e compradores de todo o Brasil. O Connection Experience fortalece cadeias produtivas locais e incentiva o turismo regional com base na sustentabilidade e na inovação. Realizado pela Rossi & Zorzanello, em correalização com o Sebrae, o evento reforça o valor dos produtos de origem. Para ver a agenda completa e saber mais informações, acesse AQUI. [ad_2] Source link

confira os impactos da frente fria de hoje

[ad_1] A frente fria anunciada para chegar ao Sul do país se instala e deve causar temporais com raios, ventos e queda de granizo nesta terça-feira (27). O mesmo sistema chega ao Centro-Oeste, mas sem grandes impactos. Confira a previsão de hoje: Você quer entender como usar o clima a seu favor? Preparamos um e-book exclusivo para ajudar produtores rurais a se antecipar às mudanças do tempo e planejar melhor suas ações. Com base em previsões meteorológicas confiáveis, ele oferece orientações práticas para proteger sua lavoura e otimizar seus resultados. Sul Uma nova frente fria avança sobre o país e deve reforçar e espalhar as instabilidades sobre o Rio Grande do Sul, oeste de Santa Catarina e do Paraná. Ainda pela manhã, já há condições para temporais com raios, ventos e eventual queda de granizo nas regiões gaúchas. As instabilidades alcançam o oeste catarinense à tarde e o sudoeste e sul paranaense à noite. Ao longo do dia, são esperadas também rajadas de vento mais fortes — independentemente da chuva — entre os três estados. Sudeste O tempo segue firme, com predomínio de sol na maior parte da região. Entre São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, ainda não há previsão de chuva, com destaque para o aumento das temperaturas e do calor. A umidade relativa do ar permanece baixa entre o interior paulista e mineiro. No Espírito Santo, a entrada de umidade marítima favorece maior formação de nebulosidade e possibilidade de pancadas de chuva no decorrer do dia. Centro-Oeste Uma nova frente fria — com deslocamento mais continental — deve promover a virada no tempo no oeste de Mato Grosso do Sul. Apesar disso, ao longo do dia, o sol predomina entre nuvens, faz calor e não chove. Em Mato Grosso, a umidade ainda presente mantém a condição para pancadas no norte e noroeste do estado. Em Goiás e no Distrito Federal, predomínio de tempo aberto e sem previsão de chuva. Nordeste A circulação de ventos marítimos conduz umidade sobre a costa leste, favorecendo chuva ao longo de toda a faixa litorânea. Destaque para chuva mais expressiva no litoral da Bahia, entre Sergipe e Pernambuco. Chuva isolada também no litoral do Maranhão. O interior do Nordeste segue com tempo firme. Norte Temporais continuam no Amazonas, em Roraima e no Amapá. Condições para chuva forte no Acre e em Rondônia. No Pará, as instabilidades se concentram no oeste, principalmente nas divisas com o Amazonas. O Tocantins segue com tempo firme e céu aberto. [ad_2] Source link

Alívio nos mercados com adiamento das tarifas dos EUA sobre UE; ouça análise

[ad_1] No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca o alívio nos mercados globais com o adiamento das tarifas dos EUA sobre a União Europeia. No Brasil, o dólar subiu 0,51%, a R$ 5,67, pressionado pelos ruídos em torno do IOF e saída de capitais, enquanto o Ibovespa avançou levemente aos 138 mil pontos. Hoje, destaque para o IPCA-15 e dados de bens duráveis nos EUA. Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro. Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado! Foto: divulgação [ad_2] Source link

Novos zoneamentos climáticos tendem a ampliar produção de batata

[ad_1] Dois novos estudos de Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc) vão impulsionar o cultivo de batata no Brasil. As portarias, elaboradas com base em estudos realizados pela Embrapa, foram publicadas nesta terça-feira (27) pelo Ministério de Agricultura e Pecuária (Mapa). O objetivo é oferecer ao setor produtivo orientações sobre áreas com maior probabilidade de sucesso para o desenvolvimento das lavouras, levando em consideração especificidades do cultivo com foco no mercado fresco (mesa) e na produção de matéria-prima para a indústria. A principal diferença entre as duas finalidades diz respeito ao ciclo da cultura, o que reflete em diferentes potenciais produtivos e padrões de qualidade. A batata de mesa, neste caso, tem o ciclo da cultura interrompido em torno de 90 dias para que a aparência atenda às exigências do mercado. Já para a indústria, o ciclo vai de 120 até 130 dias, priorizando o tamanho e a qualidade do produto. “A batata para o mercado fresco é interrompida em torno de 90 dias porque a intenção éque apresente aparência, com pele lisa, para agradar o mercado. E para a indústria énecessário deixar crescer bastante e completar o ciclo de maturidade, que é quando atingeo máximo de matéria seca e o mínimo de açúcar. Essas são as qualidades intrínsecas paradar um produto de boa qualidade, como crocância e cor clara. Nesse caso, não importa quea pele fique mais áspera”, contextualiza o pesquisador Arione Pereira, responsável pelo Programa de Melhoramento Genético de Batata da Embrapa. Zarc não considera cultivares específicas O Zarc da batata não considera cultivares específicas, mas leva em conta a realidade dosistema de produção. Este tende a ser similar em grande parte das regiões produtoras noBrasil. O manejo, que interrompe a maturação natural das plantas antes do período paraatendimento a necessidades específicas, faz com que as diferenças na produção entre ascultivares não sejam importantes ao estudo. “O zoneamento não considerou diferenças entre as cultivares em função do ciclo da culturaser definido pelo manejo no sistema de produção”, afirma o pesquisador da Embrapa ClimaTemperado (RS) e um dos responsáveis pela elaboração do Zarc, Carlos Reisser Júnior. Esse é um dos motivos que justifica a necessidade da elaboração de estudos separadosconsiderando as diferentes aptidões das batatas. Riscos enfrentados pela batata No caso da batata, aspectos climáticos, como as temperaturas extremas e volume de precipitação inadequado são os principais fatores de risco para a produção. Especificamente com relação às chuvas, os períodos de seca impactam diretamente nas lavouras, mas o uso de irrigação pode ajudar a contornar estes problemas. Já o excesso de chuvas, por sua vez, além do encharcamento, causa danos considerados indiretos, favorecendo o surgimento de doenças nas plantas e nos tubérculos. Outros fatores climáticos importantes dizem respeito a reduções nos níveis de radiação e àincidência de granizo e geada. Além disso, outros critérios considerados como auxiliares no estudo são os aspectos como qualidade do solo, altitude e estimativa de produtividade das áreas, indicando, assim, as regiões com maior ou menor potencial produtivo. Dessa forma, para a elaboração do zoneamento, essas condições são levadas em consideração ao longo de todo o ano. Com definição dos níveis prejudiciais quanto a cada uma delas, de maneira a se estabelecer as classificações de risco de perda. As novas portarias substituem os antigos Zoneamentos Agroclimáticos da batata, que eramrealizados por estados produtores. Assim, a partir da publicação delas, o trabalho apresenta os resultados por municípios, considerando todas as regiões do país, a partir de busca na plataforma Painel de Indicação de Riscos do Mapa, ou via aplicativo Zarc Plantio Certo, desenvolvido pela Embrapa Agricultura Digital (SP). A nova metodologia, unificada para todo o país, também ajuda a identificar novas áreas com potencial produtivo. Esse foi o caso de regiões em condições de altitude elevada na Bahia. Por serem climaticamente propícias, essas áreas apresentam risco climático dentro dos níveis aceitos nos Programas de Seguro Rural (PSR) e de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro), mesmo que não abriguem tradicionalmente a cultura, diferentemente dos estudos anteriores. No entanto, Reisser destaca a necessidade de realizar testes e considerar outros fatores, como disponibilidade de água e de mão-de-obra qualificada na região. Também ressalta o mercado e a logística de distribuição, por exemplo, antes da implantação de novas áreas. Para a consulta, produtores rurais e demais atores selecionam o município de interesse e o sistema sinaliza quais as datas indicadas para o plantio. Sinaliza também caso a área seja propícia ao cultivo, indicando também variações de riscos de perda de 20%, 30% e 40%. Levando em consideração variáveis como altitude da área e tipo de solo, bem como a finalidade do plantio, o cálculo indica risco menor em regiões de baixa precipitação para áreas com sistema de irrigação já instalado. Para o pesquisador, essas informações são fundamentais, porque mostram as melhores épocas para se produzir com menores riscos. “É uma orientação para o sucesso do produtor”, afirma. Além disso, o Zarc organiza o sistema de produção nacional para que os interessados tenham um balizador para evitar riscos excessivos. “O estudo é realizado pela Embrapa, com a colaboração de especialistas de outras organizações, e é também utilizado pelo PSR, Proagro e sistema de seguro particular, o que mostra a importância dessa ferramenta”, justifica. Parcerias para a realização do estudo (Foto: reprodução) O trabalho para a elaboração do Zarc da batata foi coordenado pela equipe da Embrapa Clima Temperado. Unidade que também realiza o Programa de Melhoramento Genético de Batata da Embrapa, responsável pelo desenvolvimento de novas cultivares. O portfólio da empresa abriga cinco cultivares lançadas desde 2012 – três em processo de adoção -, e está avançando. Assim, ela representa hoje cerca de 7% das cultivares disponíveis no mercado nacional, com materiais que conciliam produtividade com diferentes aptidões culinárias. Dessa forma, ainda contribuíram na validação do estudo pesquisadores da Embrapa Hortaliças (DF), que também faz parte do Programa de Melhoramento. Também a Embrapa Agricultura Digital, responsável pelo banco de dados, onde estão armazenados os dados ligados ao zoneamento. Outra parceria importante foi da Associação Brasileira da Batata (ABBA). A

Duas doenças fazem custo de produção da laranja ter alta de 16% por hectare

[ad_1] A produção de laranja em São Paulo, principal estado produtor do Brasil, teve aumento de até 16% por hectare na safra 2025/26, conclui estudo do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). O acréscimo se dá pela elevação das despesas com colheita e frete, além de defensivos para o combate ao greening. De acordo com o pesquisador da instituição Renato Garcia Ribeiro, o estudo utiliza como exemplo dois perfis de propriedades: uma irrigada, ao norte paulista; outra de sequeiro, mais na região centro-sul do estado. Por conta disso, o especialista ressalta que as condições de manejo e os modelos de cada fazenda produtora fazem os custos divergirem. Contudo, independente disso, os gastos com colheita e frente vêm subindo em todas as safras, característica que o Cepea observa há oito anos, quando começou a realizar o estudo anual. Greening e cancro cítrico Ribeiro destaca que os gastos de colheita e frete são, basicamente, as principais contas da atividade. “Mas percebemos também [alta no] desembolso com defensivos para o controle do greening e também para o controle do cancro cítrico que, segundo o pessoal que participa das nossas reuniões para levantamento desses custos, os consultores, a doença tem dado bastante trabalho para o controle, em especial agora em 2025”, relata. Para o combate do greening, o pesquisador do Cepea relata que o produtor de laranja tem tido sucesso, mas às custas de aplicações de defensivos cada vez mais intensivas. “Vemos em lavouras adultas casos de até 40 aplicações anuais e em lavouras em formação, essas aplicações ultrapassam as 50 por ano”. O especialista reforça que 2024 foi um ano de preços um pouco mais altos, o que proporcionou ao produtor uma condição de caixa para conduzir o manejo de forma a reduzir doenças e pragas. “No entanto, os níveis de infestação de greening preocupam para o futuro. De momento, conseguimos perceber que o produtor tem feito um controle bastante intensivo e conseguido mitigar o aumento da doença, mesmo com ela atingindo patamares de quase a metade do cinturão citrícula paulista.” Maior produção de laranja O pesquisador lembra que o ano será marcado por maior produção e, consequentemente, rendimento ao produtor. De acordo com o Fundo de Defesa da Citricultura (Fundecitrus), a expectativa é de colheita de 314,6 milhões de caixas na atual safra. “Ainda assim, as condições [de mercado] este ano estão um pouco diferentes do que no ano passado em termos de comercialização da fruta. Nesse período do ano já se tinha um percentual importante de contratos realizados entre indústria e produtores, mas, de momento até agora, o mercado pouco caminhou em termos dessas contratações.” O pesquisadir do Cepea destaca que, em parte, a morosidade de venda se explica por se tratar de uma safra mais tardia, o que leva produtores e indústrias a esperar mais para realizar contratos. [ad_2] Source link

Frango e ovo devem ter queda de preços nos próximos três meses

[ad_1] A confirmação do primeiro foco de gripe aviária em uma granja comercial no Brasil há dez dias e a consequente suspensão das exportações de produtos avícolas a 38 destinos devem levar à queda nos preços da carne de frango e ovos no país. A avaliação é de técnicos da equipe agrícola e econômica do governo. Entretanto, o movimento deve ser temporário. De acordo com as fontes, frango e ovos tendem a ceder em um primeiro momento no mercado doméstico em virtude de um aumento temporário na oferta local. Parte do volume que não será embarcado tende a ser direcionada ao varejo local, o que pode pressionar as cotações de produtos avícolas, especialmente da carne de frango e de ovos. Ainda assim, a queda deve ser pontual, sem recuo significativo nos valores no mercado interno. Assim, esse movimento deve se estender ao máximo por três meses, período para as granjas ajustarem o alojamento de pintinhos à demanda atual. “Depois dessa pressão pontual inicial, a tendência é de estabilidade nos preços de frango e ovos”, observou um técnico que acompanha as medidas do governo para o enfrentamento da inflação de alimentos. Outro interlocutor lembra que a autorização para a indústria armazenar temporariamente cargas de carne de frango congeladas, já inspecionadas e prontas para exportação também limita o impacto sobre os preços do frango e ovos. A leitura é compartilhada por técnicos da equipe econômica. Um interlocutor lembra que, apesar do arrefecimento recente, os preços de carne de frango e ovos acumulam inflação ao longo dos últimos 12 meses. Números do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de abril, o mais recente, mostram queda de 0,82% nos preços do frango inteiro, mas alta acumulada de 2,59% em 12 meses. Já os ovos registraram retração de 0,30% nos preços praticados em abril ante março, mas acumulam alta de 4,16% em 12 meses. Economistas do mercado apostam em queda de 0,05 e 0,10 ponto porcentual no IPCA nos próximos meses por causa da suspensão da importação de carne de frango do Brasil por vários países. Para eles, as restrições impostas aos embarques do frango nacional devem trazer alívio inflacionário de curto prazo, dada a perspectiva de redirecionamento da oferta para o mercado interno. Eles destacam, porém, que, com a retomada das exportações, deve ocorrer o efeito “rebote” nos preços de carne de frango. Já a indústria avalia que o preço do frango não terá pressão, pois a oferta já estava ajustada. Mapa e ABPA discordam das quedas O presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Ricardo Santin, afirmou que não há expectativa de pressão sobre os preços da carne de frango no mercado interno neste momento, mesmo que o país não possa exportar sua produção para diversos países, em virtude do foco de gripe aviária detectado em granja comercial gaúcha há dez dias. Segundo ele, apesar de eventuais variações pontuais, o cenário atual ainda é de oferta ajustada. O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, também vem dizendo que não haverá “impacto relevante” da gripe aviária nos preços da carne de frango e ovos. “Pode haver excesso de oferta em 10 a 15 dias de carne de frango, mas vemos estabilidade”, declarou em coletiva de imprensa recente. Ele citou o fato de que 70% da produção nacional de frango já é direcionada ao mercado doméstico, enquanto 30% são exportados. [ad_2] Source link

Brasília é a capital com maior inflação na cesta básica em 6 meses

[ad_1] Brasília registrou a maior alta no custo da cesta básica de novembro de 2024 a abril de 2025. A alta no período foi 7,4%, de R$ 785,68 para R$ 844,01. Nos seis meses, registraram elevação no preço da cesta básica as capitais Curitiba (3,3%), São Paulo (3,1%), Belo Horizonte (1,9%) e Fortaleza (0,07%). Salvador, Rio de Janeiro e Manaus tiveram deflação, no período, de 0,9%, 3,6%, e 5,8%, respectivamente. São Paulo continua a liderar o ranking da cesta básica mais cara do país, pelo segundo mês consecutivo (R$ 991,80). Os dados são da plataforma Cesta de Consumo Neogrid & FGV Ibre, que monitora a variação dos preços nas oito maiores capitais brasileiras em população – Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Fortaleza, Manaus, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo. Nos últimos seis meses, os produtos com as maiores variações de preços foram: Café: alta em todas as oito capitais pesquisadas, com destaque para São Paulo (+28%); Frutas: elevação nas oito capitais, com destaque para Brasília (+32,1%); Pão: aumento em seis capitais, destaque para Brasília (+31,8%); Óleo: alta em seis capitais, destaque para Brasília (+20%); e Ovos: acréscimo em sete capitais, com destaque para Fortaleza (+13,1%). Já o arroz, no período, apresentou queda generalizada, com reduções de dois dígitos em Belo Horizonte (-13,7%), Rio de Janeiro (-10,5%), Curitiba (-10,2%) e Manaus (-10,1%). Afarinha de mandioca teve queda de 21,9% em Manaus e de 10,2% em Salvador, no acumulado dos últimos seis meses. [ad_2] Source link

veja as cotações neste início de semana

[ad_1] Os preços da arroba do boi gordo iniciaram a semana apresentando acomodação na maioria das regiões. Segundo o analista de Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, algumas indústrias seguem ausentes da compra de gado, avaliando as melhores estratégias a serem adotadas no curto prazo. “Os frigoríficos ainda desfrutam de escalas de abate relativamente confortáveis, entre oito e nove dias úteis na média nacional. A condição atual das pastagens remete a uma menor capacidade de retenção por parte do pecuarista, o que sugere que ainda é possível que os preços sigam recuando.” De acordo com ele, por outro lado, as exportações seguem em altíssimo nível neste momento, com o país caminhando a passos largos para um recorde de embarques. Preços médios da arroba do boi São Paulo: R$ 304 Goiás: R$ 286,07 Minas Gerais: R$ 289,29 Mato Grosso do Sul: R$ 301,02 Mato Grosso: R$ 298,78 Mercado atacadista O mercado atacadista do boi gordo voltou a registrar preços estáveis para a carne bovina. No entanto, o ambiente de negócios ainda sugere por recuo das cotações, em linha com a reposição mais lenta entre atacado e varejo durante a segunda quinzena do mês. O quarto traseiro ainda é precificado a R$ 23,90 por quilo, o dianteiro segue no patamar de R$ 19,00, por quilo e a ponta de agulha ainda é precificada a R$ 17,80, por quilo. Câmbio O dólar comercial encerrou em alta de 0,53%, sendo negociado a R$ 5,6756 para venda e a R$ 5,6736 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,6350 e a máxima de R$ 5,6780. [ad_2] Source link

Duas outras marcas de azeite têm comercialização proibida

[ad_1] A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou, nesta segunda-feira (26), a proibição da comercialização, distribuição, fabricação, propaganda e uso de mais duas marcas de azeite: La Ventosa e Grego Santorini. A medida atinge todos os lotes das marcas, que devem ser apreendidas pelas autoridades locais. Nos dois casos, os produtos foram proibidos porque os CNPJs informados em suas rotulagens estão suspensos por inconsistência cadastral na Receita Federal do Brasil. Na prática, isso significa que os produtos têm origem desconhecida. Assim, os consumidores não devem utilizar esses produtos, pois não é possível ter qualquer garantia da qualidade e da própria composição dos produtos. A ação é resultado da identificação de produtos clandestinos pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), responsável pela classificação e pelo cadastro de empresas produtoras de óleos vegetais. A partir dessa informação, a agência determina a proibição e o recolhimento dos produtos. Duas outras medidas preventivas publicadas na semana passada também foram motivadas por denúncia do Ministério da Agricultura, que identificou origem inexistente ou irregular em quatro marcas de azeite de oliva: Almazara, Escarpas de Oliveira, Alonso e a Quintas D’oliveira. A comercialização desses produtos configura uma infração sanitária. Portanto, os estabelecimentos devem separar as unidades desses produtos e comunicar o fato às vigilâncias sanitárias municipais para que elas possam tomar as medidas sanitárias cabíveis. *Sob supervisão de Victor Faverin [ad_2] Source link