entressafra começa com alta nos preços, mas importações preocupam produtores

[ad_1] O mês de março marca o início da entressafra do leite, período em que tradicionalmente os preços no mercado spot começam a subir, refletindo na valorização do produto ao produtor. Apesar da demanda firme e do crescimento da produção nacional, as importações seguem elevadas, o que gera desafios para o setor. Para entender o impacto desse cenário e as projeções para os próximos meses, o pesquisador da Embrapa Gado de Leite, Samuel Oliveira, concedeu uma entrevista exclusiva ao Canal Rural e analisou a influência da menor oferta de leite nos preços, a concorrência externa e o impacto da economia no consumo de lácteos. Segundo Samuel, o atual momento é de um declínio natural que acontece a produção que acontece em todos os anos. “Esse ano não está sendo diferente, está havendo uma maior escassez, uma falta do produto e a tendência é que o valor aumente. Então as cotações ao produtor devem aumentar”, afirmou o pesquisador à apresentadora do Mercado & Companhia, Pryscilla Paiva. Remuneração ao produtor de leite O pesquisador também informou que, infelizmente, pode haver um impacto ao produtor. “A gente tem o cenário macroeconômico que acaba afetando, juros, preços como um todo, influenciando a capacidade de compra do consumidor e é o consumidor, em última análise, que que vai definir a quantidade que vai ser comprada e ofertada, produzindo um aperto aí vamos dizer né na capacidade de compra do produtor”, informou Confira a entrevista completa do pesquisador da Embrapa Gado de Leite, Samuel Oliveira, no nosso canal do YouTube e saiba mais sobre o mercado de leite no Brasil! [ad_2] Source link

Duas frentes frias vão trazer primeiro pico de frio do ano; veja quando e onde

[ad_1] Entre o fim de março e o começo de abril, duas frentes frias pelo país vão mexer com o tempo e devem trazer o primeiro pico de frio do ano. De acordo com a Climatempo, a primeira frente se forma no Sul na próxima sexta-feira (28), na altura do litoral de Santa Catarina. Ela deve provocar aumento na umidade e uma ligeira virada de vento na região Sul. Esse sistema, segundo a meteorologia, é mais fraco e se deslocará de forma rápida para alto-mar. Na segunda-feira (31), a formação de uma nova e forte frente fria entre a Argentina e o Uruguai vai reforçar ainda mais a umidade e o ar frio no Brasil. Dessa forma, a primeira semana de abril começa com o primeiro pico de frio do ano em áreas do Sul, Centro-Oeste e Sudeste. As quedas mais significativas nas temperaturas mínimas e máximas serão registradas no Rio Grande do Sul, em Santa Catarina, no Paraná, no oeste e sul de Mato Grosso do Sul e em áreas do sul de Mato Grosso. A umidade vai seguir mais presente em áreas do Sul, com previsão de algumas pancadas de chuva forte nos três estados da região até meados da semana. Porém, a previsão da Climatempo é de que, conforme a frente fria avança, a entrada do ar polar vai virar o vento também para áreas do Sudeste. A expectativa é de que as temperaturas diminuam nessa região somente a partir do primeiro fim de semana do mês (dias 5 e 6). Até o momento, os modelos não apontam um frio extremo no período. Mas esta deverá ser a primeira massa de ar frio do ano, e deve manter a temperaturas abaixo da média em muitos locais, deixando os dias com mais cara de outono do que de verão. [ad_2] Source link

Colheita de soja atinge 90% no Paraná

[ad_1] A colheita da safra 2024/25 de soja no Paraná alcançou 90% da área cultivada, segundo o último levantamento do Departamento de Economia Rural (Deral), vinculado à Secretaria de Agricultura do estado. O percentual representa um avanço em relação à semana anterior, quando 81% da área já havia sido colhida. O estado do Paraná, que plantou 5,768 milhões de hectares nesta safra, teve uma leve redução na área cultivada em comparação aos 5,785 milhões de hectares da safra passada. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 Qualidade das lavouras de soja e fases da planta O Deral destacou que 90% das lavouras apresentam boas condições, enquanto os 10% restantes estão em condição média. No levantamento anterior, os números eram de 87% e 12%, respectivamente, com 1% das lavouras classificadas como ruins, o que indica uma melhora nas condições gerais da produção. Em relação ao estágio das plantas, 92% estão em fase de maturação e 8% ainda se encontram no período de frutificação. Na semana anterior, 85% estavam maturando e 15% frutificando, demonstrando um avanço natural do ciclo da cultura. Produtividade e aumento na produção A produtividade média estimada pelo Deral para a safra 2024/25 é de 3.673 quilos por hectare, representando um crescimento expressivo em comparação à safra 2023/24, que registrou uma média de 3.200 quilos por hectare. Com essa melhora na produtividade, a produção total de soja no estado deve chegar a 21,189 milhões de toneladas, um aumento de 14% em relação à safra anterior, que colheu 18,509 milhões de toneladas. Esse crescimento está atrelado às boas condições climáticas durante o desenvolvimento da lavoura e ao uso de técnicas aprimoradas de manejo. [ad_2] Source link

Queda no preço da cana-de-açúcar reduz em 18% o mercado de defensivos para cultura

[ad_1] O mercado de defensivos químicos para a cultura de cana-de-açúcar teve uma queda de 18% em 2024, para R$ 7,5 bilhões. Em contrapartida, a área potencial tratada pelos produtos avançou 4%, totalizando 83,7 milhões de hectares. Os dados foram divulgados pela Kynetec no estudo anual FarmTrak Cana-de-Açúcar. Conforme o especialista em pesquisas da consultoria, Lucas Alves, o recuo da movimentação financeira dos defensivos para cana veio atrelado, principalmente, à queda de 22% nos preços dos produtos ao longo da safra 2024. No ranking de produtos mais utilizados pelos produtores, os herbicidas continuam na dianteira, com 52% da movimentação ou R$ 3,9 bilhões. A categoria de inseticidas, na segunda posição, atingiu 34% (R$ 2,6 bilhões). De acordo com o levantamento, os insumos de matriz biológica corresponderam a 7% do mercado ou R$ 553 milhões. Neste segmento, destacaram-se bioinseticidas e bionematicidas que, somados, equivaleram a 75% do total. Em relação ao ranking de pragas que mais demandaram insumos, Alves destacou as cigarrinhas, o principal mercado, responsável por R$ 916 milhões e a Sphenophorus, “em ascensão”, disse o executivo, equivalente a R$ 802 milhões. A broca-da-cana, por sua vez, movimentou R$ 610 milhões. A Kynetec também avaliou o perfil dos tomadores de decisão do mercado de agroquímicos da cana. De acordo com o estudo, 75% das áreas ficam sob responsabilidade de unidades produtoras de açúcar, etanol e energia, ao passo que 25% estão sob controle de fornecedores da matéria-prima. “Mais de 60% dos responsáveis técnicos pela escolha do manejo de defensivos são da geração ‘millenials’, com idade entre 29 anos e 44 anos”, disse Alves. Ainda segundo o FarmTrak Cana-de-Açúcar 2024, a área plantada com a cultura totalizou 8,9 milhões de hectares nas regiões cobertas pelo estudo, um crescimento de 3% ante 2023. O estado de São Paulo concentrou 56% da área, seguido por Goiás, 12% e Minas Gerais-Espírito Santo, com 11%. De acordo com Alves, o FarmTrak Cana-de-Açúcar 2024 percorreu 51 mil quilômetros em 10 Estados e 231 municípios da fronteira agrícola da cultura. O levantamento abrangeu 480 unidades produtivas, entre usinas e fornecedores, que representam 53% da cana nos estados analisados. [ad_2] Source link

Brasil e Japão fecham acordo que garante exportação de frango

[ad_1] O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, se reuniu nesta terça-feira (25) com o ministro da Agricultura, Florestas e Pesca do Japão, Taku Eto. Após o encontro, o ministro japonês confirmou a aprovação da regionalização do Certificado Sanitário Internacional (CSI) para influenza aviária por município. Desta forma, as restrições de exportação dos produtos de frango e ovos ficam limitadas apenas aos municípios onde houver detecção de focos da gripe aviária, e não mais o estado todo. “Essa medida garante maior segurança e previsibilidade nas exportações de carne de frango brasileira para o Japão, beneficiando produtores e fortalecendo a relação comercial entre os dois países”, declarou o ministro Fávaro . O Brasil é líder nas exportações de frango para o mundo, respondendo por 35% do mercado global. Carne bovina Ainda na reunião, foi confirmada a visita de especialistas japoneses em saúde animal para avaliar o sistema brasileiro. Esse passo é essencial para a abertura do mercado japonês à carne bovina brasileira e para a ampliação do acesso da carne suína, que atualmente é restrita ao estado do Paraná. Durante o encontro, os ministros também assinaram uma carta de intenções para fortalecer a cooperação na recuperação de pastagens degradadas no Brasil, em apoio ao Programa Nacional de Conversão de Pastagens Degradadas em Sistemas de Produção Agropecuários e Florestais Sustentáveis (PNCPD). O acordo prevê o desenvolvimento de projetos conjuntos para aumentar a produtividade e a sustentabilidade, utilizando solos e bioestimulantes fornecidos por parceiros público-privados dos dois países. “Com foco na recuperação de até 40 milhões de hectares de pastagens, nosso programa visa dobrar a produção sem precisar derrubar uma árvore sequer no Cerrado ou na floresta”, pontuou Fávaro. [ad_2] Source link

Tarifas anunciadas por Trump colocam Brasil ‘na mira’

[ad_1] Já está no ar um novo episódio do Soja Brasil! No programa 32, exibido na última sexta-feira, foram abordados os impactos da guerra tarifária dos Estados Unidos. Trump endureceu a política de tarifas e colocou o Brasil na mira: o etanol, o aço e o alumínio brasileiro sofrerão tarifas de até 25%. Medidas semelhantes já atingiram Canadá, México e China. O episódio também discute os desafios na comercialização da soja e as condições climáticas que podem influenciar a safra. Assista ao episódio completo: Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 Impactos das tarifas de Trump A disputa comercial entre os EUA e outros países, incluindo o Brasil, foi destaque com as tarifas impostas pelo governo de Donald Trump sobre produtos como etanol, aço e alumínio. Essas medidas afetam diretamente o agronegócio brasileiro, especialmente a soja, a carne e o milho, que têm na China um dos principais mercados consumidores. Expedição Soja Brasil A equipe do programa percorreu o Mato Grosso e o Mato Grosso do Sul para entender a realidade dos produtores. Em Sinop (MT), a incerteza sobre a produção tem dificultado o fechamento de contratos. Já na região de Nova Mutum (MT), a preocupação é com a queda dos preços e a baixa demanda. Já em Sorriso (MT), maior produtor de soja do Brasil, o ritmo de comercialização está abaixo da média dos últimos cinco anos. Como fica o tempo? O outono deve ser quente e seco na maior parte das regiões produtoras de soja, com chuvas abaixo da média, o que pode impactar a produtividade do milho. No Rio Grande do Sul, porém, a tendência é de chuvas acima da média. No Paraná, a colheita da soja está na fase final, com boas condições climáticas. Em São Paulo, o ritmo acelerado da colheita supera os índices do ano passado. No oeste da Bahia, a baixa pluviosidade de fevereiro pode afetar as lavouras tardias. Aprosoja Brasil O programa também celebrou o aniversário de 35 anos da Aprosoja Brasil, entidade que representa os produtores de soja e milho no país, destacando sua trajetória e conquistas ao longo do tempo. [ad_2] Source link

USDA amplia estimativa da safra de soja do Brasil para 169,5 mi de toneladas

[ad_1] O Brasil deve produzir um volume recorde de 169,5 milhões de toneladas de soja na safra 2024/25, segundo estimativa do escritório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) em Brasília. O valor é 4,5 milhões de toneladas maior do que a projeção anterior, do fim de dezembro. A previsão de produtividade subiu de 3,51 para 3,58 toneladas por hectare. Para as exportações, o USDA em Brasília elevou sua estimativa de 105 milhões para 108,3 milhões de toneladas. O USDA em Brasília projetou um aumento no processamento de soja em 2024/25, de 56 milhões para 56,55 milhões de toneladas. A projeção de produção de farelo de soja em 2024/25 foi ampliada de 43,1 milhões para 43,545 milhões de toneladas. Quanto ao óleo de soja, a produção foi revisada de 12 milhões para 11,31 milhões de toneladas. Para 2025/26, o USDA estimou uma produção de soja de 173 milhões de toneladas, com a área plantada aumentando de 47,3 milhões para 48,2 milhões de hectares. O aumento esperado da área, de cerca de 2%, é inferior à média de cinco anos, de 6%, observou o escritório. “Isso é resultado direto da safra 2024/25, marcada por altos custos de produção e preços estáveis após o aumento pós-Covid, resultando em margens reduzidas”, disse o USDA. O rendimento deve ser de 3,59 toneladas por hectare, disse o USDA. Já as exportações foram projetadas em 112 milhões de toneladas. O USDA em Brasília projetou o esmagamento em 2025/26 em 57 milhões de toneladas. A produção de farelo foi estimada em 43,89 milhões de toneladas, enquanto a de óleo de soja foi projetada em 11,4 milhões de toneladas. [ad_2] Source link

apesar do aumento na emissão de Cédulas de Produto Rural, LCA desacelera 13%

[ad_1] O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) publicou o Boletim de Finanças Privadas do Agro, com dados de fevereiro/2025, que mostra o desempenho dos principais títulos e Fundos de Investimento nas Cadeias Produtivas Agroindustriais (Fiagros) que financiam o agronegócio brasileiro. Os registros acumulados de emissão de Cédulas de Produto Rural (CPR) na atual safra 2024/2025, de julho a fevereiro somam R$ 268,84 bilhões, valor 68% superior ao verificado no mesmo intervalo da safra passada. Queda no LCA Ao lado das Letras de Crédito do Agronegócio (LCA), os dois títulos, CPR e LCA, seguem como as principais fontes de recursos privados para financiamento do setor agropecuário no mês de fevereiro, como revelam seus valores de estoques acumulados: R$ 540,14 bilhões de LCA e R$ 483,63 bilhões de CPR. Contudo, ao contrário das CPR, o crescimento do estoque da LCA no período em questão, comparado ao ano anterior, mostrou-se menos acelerado, em torno de 13%. Segundo normas do Conselho Monetário Nacional, é dever das instituições financeiras manter aplicado em operações de financiamento rural o valor correspondente a 50% dos recursos captados com LCA, sendo pelo menos 50% dessa parcela direcionada para o crédito rural e o restante para a aquisição de papéis do agro. O Mapa ressaltou que, do estoque atual de R$ 540,14 bilhões de LCA, pelo menos R$ 270,07 bilhões das novas captações estão sendo reaplicados no setor. Outros dados do Fiagro Os Certificados de Direitos Creditórios do Agronegócio (CDCA) e os Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) apresentaram um crescimento menos intenso. Em fevereiro, os estoques de CDCA apresentaram uma elevação de 10% em comparação ao mesmo período do ano anterior, atingindo o valor de R$ 35,13 bilhões. Já os estoques de CRA tiveram um aumento de 14% no comparativo do mesmo período, chegando ao valor de R$ 134,31 bilhões. Em janeiro, o patrimônio líquido do mercado dos Fundos de Investimento nas Cadeias Produtivas do Agronegócio (Fiagro) alcançou o valor de R$ 43,99 bilhões, com 137 deles em operação. [ad_2] Source link

Frente fria se desloca pelo litoral e terça-feira será de temporais pelo Brasil

[ad_1] Nesta terça-feira (25), a atuação de um cavado meteorológico – sistema meteorológico que favorece a formação de instabilidades – em níveis médios da atmosfera e a circulação de umidade associada a uma área de alta pressão que avançou após o deslocamento da frente fria, vão contribuir para a manutenção da chuva em parte dos estados da Região Sul, informa a Climatempo. No Rio Grande do Sul, o dia deve apresentar condições de céu parcialmente encoberto, com o sol aparecendo entre nebulosidade variável em todo o território gaúcho. A chuva deve vir em grande parte do estado no período da tarde, em formato de pancadas. Entre as regiões das Missões, Região Central e nos Vales, atenção para condição de chuva localmente forte seguida por rajadas de vento e descargas elétricas. Destaque para toda área mais ao norte, que percorre Noroeste, Norte e Serra Gaúcha, que fica em alerta para temporais. Ainda pelo Sul Em Santa Catarina, as instabilidades devem atuar sobre todo o estado, condicionando a formação de nuvens de chuva. No período da manhã, o sol aparece mais entre algumas nuvens. No decorrer das horas, teremos uma maior formação de nebulosidade no céu e as áreas de chuva começam a se espalhar no período da tarde. Segue o alerta para temporais em praticamente todo o estado, com potencial para raios e rajadas de vento. No litoral catarinense – incluindo a Grande Florianópolis -, atenção para chuva localmente forte. No Paraná, o período da manhã deve seguir apresentando condições de céu mais aberto, com o sol aparecendo entre nebulosidade variável. Conforme o passar das horas, haverá maior formação de nebulosidade em boa parte do território paranaense e as pancadas de chuva começam a se espalhar. Entre as regiões de Londrina/PR, Ponta Grossa/PR e Grande Curitiba/PR, atenção para chuva localmente forte com raios e ventos. Destaque para as regiões de Paranavaí/PR, Maringá/PR, Umuarama/PR, Campo Mourão/PR, Foz do Iguaçu/PR, Cascavel, Francisco Beltrão/PR, General Carneiro/PR, Guarapuava/PR e no Litoral Paranaense, áreas em que seguem o alerta para temporais com raios e ventania. Não são descartados episódios de granizo pontual. O avanço da frente fria ao largo da costa deve seguir realizando a manutenção das instabilidades entre Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo. Ao longo do dia, o sol ainda aparece mais no período da manhã e conduz a elevação dos termômetros. O tempo segue abafado em toda a região. Na parte da tarde, os núcleos de chuva começam a ganhar força e se espalhar, com destaque para a condição de temporais na área entre os três estados, que percorre a Zona da Mata Mineira, Centro e Norte Fluminense e Sul Capixaba. Nas demais regiões, atenção para chuva localmente forte. Em São Paulo, ainda teremos disponibilidade de umidade presente na atmosfera local, e diante do aumento das temperaturas, haverá condições para pancadas de chuva localizadas em boa parte do estado, com potencial para chuva localmente forte seguida por raios e ventos. Mapa mostra áreas de risco para temporais nesta terça-feira Foto: reprodução Climatempo Região Centro-Oeste, temporais no MS, MT e GO A presença de uma área de baixa pressão sobre o Paraguai deve realizar a manutenção das instabilidades entre os estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, com destaque para a condição de temporais no oeste e sul de Mato Grosso do Sul e norte de Mato Grosso. No estado de Goiás e no Distrito Federal, em decorrência do fluxo de calor e umidade que transita sobre a região, haverá condições para pancadas de chuva localmente fortes, com potencial para temporais localizados na Capital Federal. a entrada de umidade marítima associada aos ventos que sopram em direção ao continente deve continuar favorecendo a formação de nuvens carregadas entre o litoral da Bahia e da Paraíba. Condição para chuva localmente forte em Salvador/BA, Recife/PE e João Pessoa/PB. Por outro lado, áreas do sertão e agreste seguem com maior predomínio de tempo firme e alerta para baixa umidade do ar. Na costa norte, a aproximação da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) reforça a chuva entre o litoral do Maranhão e do Piauí. Região Norte Diante da oferta de calor e umidade na atmosfera local, as instabilidades continuam se espalhando por todos os estados. Destaque para a condição de temporais no Amazonas, Pará e norte de Rondônia. Nas demais regiões do Tocantins, Acre e Roraima, atenção para chuva localmente forte. No Amapá, a atuação da ZCIT deve manter o estado na rota dos temporais, que acontecem principalmente no período da tarde. [ad_2] Source link

Alta do dólar e queda da bolsa: entenda os sinais do mercado hoje

[ad_1] Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro. Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News! No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, comenta a realização de lucros no mercado brasileiro, com queda do Ibovespa, alta do dólar e abertura da curva de juros. A atenção agora se volta para a ata do Copom, que deve detalhar os próximos passos da política monetária. Lá fora, a moeda americana se fortaleceu com declarações mais moderadas de Trump sobre tarifas e dados que indicam resiliência da economia dos EUA. Na Europa, os PMIs mostraram uma recuperação tímida, mas o setor de serviços ainda enfrenta desafios. Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado! Foto: divulgação O post Alta do dólar e queda da bolsa: entenda os sinais do mercado hoje apareceu primeiro em Canal Rural. [ad_2] Source link