JBS fecha 2024 com receita líquida recorde de R$ 417 bilhões

[ad_1] A JBS encerrou 2024 com resultados expressivos em todas as suas unidades de negócio e consolidou sua posição como uma das maiores empresas de alimentos do mundo. A companhia registrou receita líquida de R$ 417 bilhões, um crescimento de 15% em relação ao ano anterior, e Ebitda de R$ 39 bilhões, mais que o dobro de 2023. A margem consolidada foi de 9,4%. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (25) e refletem o bom desempenho da plataforma global multiproteínas da JBS. “São números que demonstram a força da nossa atuação diversificada e a assertividade da gestão operacional, que nos permite capturar oportunidades nos mais variados ciclos e geografias”, destacou o CEO global da companhia, Gilberto Tomazoni. Entre os destaques, estão a recuperação da Seara, que fechou o quarto trimestre com margem de 19,8%, e o melhor ano da história da Pilgrim’s, que atingiu 15,2% de margem no ano e 14,7% no 4º trimestre. A JBS USA Pork manteve desempenho consistente, alcançando margem anual de 13,2%, quase sete pontos percentuais acima de 2023. Já a JBS Beef North America superou os resultados do ano anterior, mesmo diante de um cenário desafiador nos Estados Unidos. No Brasil, a JBS Brasil alcançou 7,7% de margem no ano, impulsionada pelo aumento de produtividade e recorde de volume de vendas. Na Austrália, as exportações cresceram, principalmente para os EUA, e contribuíram para uma margem de 9,9%. “Com foco em excelência operacional, corrigimos a rota dos negócios que estavam abaixo do potencial”, afirmou Tomazoni. “Em mais uma demonstração da força da nossa plataforma global, registramos a segunda maior geração de caixa da nossa história, impulsionados fortemente pelas operações de aves e suínos.” Dividendos e recompra de ações Em 2024, a JBS distribuiu R$ 6,6 bilhões em dividendos aos acionistas. Para 2025, a administração propôs um novo pagamento de R$ 4,4 bilhões, equivalente a R$ 2 por ação, que será deliberado em assembleia geral. Além disso, a companhia reabriu seu programa de recompra de ações com limite de até 113 milhões de papéis. A alavancagem também caiu de forma significativa, passando de 4,42x para 1,89x em dólar, o menor nível desde 2019. “A JBS tem entregue, de forma consistente, crescimento e valor aos seus acionistas”, reforçou o CEO. Expansão e novos investimentos A companhia segue apostando na diversificação e na expansão global. Em 2025, a JBS investiu na entrada no segmento de ovos, com a aquisição de 50% da Mantiqueira, a maior produtora da América do Sul. Também foram anunciados investimentos robustos nas unidades de bovinos nos EUA, novas plantas de suínos e alimentos preparados no Brasil, além de uma fábrica halal na Arábia Saudita e planos de expansão na Nigéria. “Estamos construindo todos os dias uma empresa resiliente, capaz de entregar resultados sólidos em diferentes ciclos. Mas nosso diferencial está na inovação e na busca contínua pela excelência”, concluiu Tomazoni. Com forte geração de caixa, crescimento internacional e uma gestão financeira eficiente, a JBS segue consolidando sua posição de liderança no setor global de alimentos e demonstrando capacidade para distribuir valor de forma sustentável aos seus acionistas e à sociedade. [ad_2] Source link
Embrapa aposta no ovino pantaneiro para impulsionar produção no Centro-Oeste

[ad_1] Com a crescente demanda por carne ovina no Brasil, pesquisadores e produtores voltam seus olhos para uma raça historicamente adaptada ao bioma do Pantanal: o ovino pantaneiro. Originário da região a partir de animais trazidos pelos europeus e moldado por séculos de seleção natural, esse animal tem se destacado como solução promissora para fortalecer a ovinocultura regional de forma sustentável. Estudos liderados pela Embrapa Pantanal (MS), em parceria com a Embrapa Caprinos e Ovinos (CE), integram o projeto “Estratégias para o desenvolvimento de soluções genéticas para sistemas de produção de carne de ovinos no Brasil”. O foco está no melhoramento genético e no desenvolvimento de sistemas produtivos adaptados à realidade local. “O ovino pantaneiro já possui alta adaptação, mas queremos garantir que ele tenha desempenho produtivo superior sem perder essas características naturais”, afirma a pesquisadora Adriana Mello. As pesquisas envolvem a caracterização genética do rebanho, com ênfase na rusticidade, prolificidade e resistência a verminoses. Atualmente, os rebanhos são criados em sistemas extensivos, compartilhando espaço com bovinos e equinos em pastagens nativas — modelo semelhante ao do Semiárido nordestino. Foto: Adriana Ribeiro/Embrapa Mesmo com potencial produtivo, a cadeia enfrenta desafios. “Corumbá, que concentra o maior rebanho ovino de Mato Grosso do Sul, não tem abatedouro próprio. Isso dificulta a formação de uma cadeia produtiva organizada”, conta Mello. Para contornar esse problema, o governo estadual criou as Propriedades de Descanso de Ovinos para Abate (PDOA), viabilizando o abate coletivo. Além disso, a falta de protocolos sanitários padronizados preocupa. Pesquisadores desenvolvem soluções para o controle de doenças tropicais, com alternativas naturais e protocolos regionais. “Muitos produtores aplicam vermífugos sem critérios, o que pode gerar resistência e afetar a produtividade”, alerta a pesquisadora. O impacto socioeconômico é evidente. Produtores como João Pedro Rocha destacam a rentabilidade da carne ovina. “Ela tem valor de mercado superior à bovina e custo de produção menor. Com incentivos adequados, pode se tornar uma excelente fonte de renda”, diz. Programas como o Proape Ovinos buscam estruturar a cadeia e facilitar o acesso de pequenos criadores ao mercado. Segundo o gestor da cadeia de ovinocultura do estado, Márcio Henrique Boza, o principal desafio atual é organizar a produção para atender à indústria e ao consumidor. Foto: Raquel Brunelli/Embrapa Como é o ovino pantaneiro O ovino pantaneiro possui características únicas: porte médio, rusticidade, ausência de lã em partes do corpo sujeitas à umidade e precocidade reprodutiva. Os cordeiros, com peso médio de 3 kg ao nascer, chegam a 30–35 kg em cerca de cinco meses, prontos para o abate. Com metade da carne ovina consumida no Centro-Oeste ainda vinda de fora, a valorização da produção local é estratégica. A carne do ovino pantaneiro, com potencial para nichos gourmet e rastreabilidade, pode fortalecer a presença da ovinocultura nacional no mercado interno e externo. O futuro da raça depende de apoio técnico, políticas públicas e organização da cadeia. Com base científica e tradição histórica, o ovino pantaneiro surge como peça-chave para uma pecuária mais sustentável e rentável no coração do Brasil. [ad_2] Source link
Preços da soja caem na maioria das regiões do Brasil

[ad_1] O mercado brasileiro de soja teve pouco movimento nesta terça-feira (25). Os preços caíram na maioria das praças de comercialização, acompanhando as retrações do dólar, da Bolsa de Chicago e dos prêmios. Saiba as cotações por região Em Passo Fundo (RS), subiu de R$ 129,00 para R$ 130,00 Em Santa Rosa (RS), manteve em R$ 130,00 No Porto de Rio Grande (RS), subiu de R$ 136,00 para R$ 137,00 Em Cascavel (PR), caiu de R$ 126,00 para R$ 125,00 No Porto de Paranaguá (PR), caiu de R$ 133,50 para R$ 132,00 Em Rondonópolis (MT), caiu de R$ 116,00 para R$ 114,00 Em Dourados (MS), manteve em R$ 117,00 Em Rio Verde (GO), caiu de R$ 113,00 para R$ 112,00 Soja em Chicago Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a terça-feira com preços mistos. As primeiras posições seguiram, como na maior parte do dia, no território negativo. As mais distantes esboçaram uma recuperação técnica, encerrando em leve alta. O mercado segue pressionado por uma combinação de fatores. As preocupações com as tarifas do governo Trump e a ampla oferta americana persistem como fatores negativos para os preços. Hoje, o acordo entre Estados Unidos, Rússia e Ucrânia, garantindo a segurança na navegação do Mar Negro, determinou perdas para milho, trigo e petróleo. A soja acompanhou o movimento. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 USDA O mercado segue se posicionando frente ao relatório de intenção de plantio do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que será divulgado na próxima segunda-feira (31). A aposta é de aumento no cultivo do milho, em detrimento da soja. Contratos futuros da soja Os contratos da soja em grão com entrega em maio fecharam com baixa de 5,50 centavos de dólar ou 0,54% a US$ 10,01 3/4 por bushel. A posição julho teve cotação de US$ 10,15 1/2 por bushel, perda de 4,00 centavos ou 0,39%. Nos subprodutos, a posição maio do farelo fechou com baixa de US$ 2,50 ou 0,84% a US$ 295,10 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em maio fecharam a 42,30 centavos de dólar, com alta de 0,15 centavo ou 0,35%. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,75%, negociado a R$ 5,7086 para venda e a R$ 5,7066 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,6774 e a máxima de R$ 5,7529. [ad_2] Source link
Preços do milho seguem firmes no Brasil mesmo com queda em Chicago

[ad_1] O mercado brasileiro de milho segue apresentando ritmo de negócios travado e preços firmes nesta terça-feira (25). De acordo com a consultoria Safras & Mercado, os produtores continuam fixando pouco em grande parte do país, o que acaba impondo dificuldade para consumidores se abastecerem. Em algumas localidades, como no Paraná, consumidores atuam com maior cautela nas negociações. A consultoria informa que os agentes do mercado especulam com o clima para a safrinha e com a movimentação dos futuros na B3. Segundo a Safras, o contrato com base maio continua distorcido frente à realidade do físico paulista. Veja preços da saca de milho hoje Porto de Santos (SP): entre R$ 78 e R$ 85 (CIF). Porto de Paranaguá (PR): de R$ 78 a R$ 85 Cascavel (PR): de R$ 79 a R$ 81 Mogiana (SP): de R$ 91 a R$ 93 Campinas (SP): de R$ 94 a R$ 96 (CIF) Erechim (RS): de R$ 79 a R$ 81 Uberlândia (MG): de R$ 87 a R$ 90 Rio Verde (GO): de R$ 80 a R$ 84 (CIF). Rondonópolis: de R$ 82 a R$ 85 Milho na Bolsa de Chicago A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fechou a sessão com preços significativamente mais baixos nos contratos futuros para o milho. O mercado foi pressionado pelo temor de que as tarifas dos Estados Unidos atrapalhem a demanda pelos produtos agrícolas do país com os principais parceiros comerciais, como Canadá, México e China. Além disso, os investidores avaliaram o acordo entre Estados Unidos e Rússia para garantir uma navegação segura no Mar Negro, informado pela Casa Branca. O acordo visa proibir o uso da força e de navios comerciais para fins militares nas águas do território. “Os Estados Unidos e a Rússia concordaram em garantir uma navegação segura, eliminar o uso da força e impedir o uso de navios comerciais para fins militares no Mar Negro”, diz a nota sobre o acordo alcançado durante recentes consultas governamentais entre delegações de ambos os países na Arábia Saudita. A questão foi discutida ontem (24) durante uma nova rodada de consultas entre Washington e Moscou, realizada na capital saudita, Riad, em conformidade com um acordo firmado entre os presidentes Donald Trump e Vladimir Putin. A perspectiva de uma ampla oferta do cereal na América do Sul complementou o quadro negativo. A desvalorização do dólar frente a outras moedas, por outro lado, limitou uma queda ainda mais expressiva. Enquanto isso, os investidores aguardaram o relatório de intenção de plantio dos Estados Unidos, que será divulgado pelo Departamento de Agricultura do país (USDA) em 31 de março. A expectativa inicial aponta para um aumento na área destinada ao milho, em detrimento da soja. Cotações do mercado futuro hoje Na sessão, os contratos de milho com entrega em maio fecharam a US$ 4,57 3/4 por bushel, baixa de 6,75 centavos de dólar, ou 1,45%, em relação ao fechamento anterior. A posição julho de 2025 fechou a sessão a US$ 4,67 1/2 por bushel, recuo de 6,75 centavos de dólar, ou 1,43%, em relação ao fechamento anterior. [ad_2] Source link
Exportações de frango ao Japão ganham reforço com nova regra sanitária, diz ABPA

[ad_1] A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) celebrou, nesta terça-feira (25), o anúncio feito pelo ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, sobre a aprovação, por parte do governo japonês, de um novo Certificado Sanitário Internacional (CSI) voltado à influenza aviária. Com a mudança, a nova regra estabelece que possíveis restrições às exportações brasileiras de carne de frango por causa da detecção da doença se limitem aos municípios afetados – e não mais a estados inteiros, como ocorria anteriormente. “A conquista do Ministério da Agricultura para o Brasil é histórica e racionaliza as medidas de comércio de carne de frango do Brasil para o Japão em eventuais situações sanitárias”, destacou o presidente da ABPA, Ricardo Santin. A regionalização do CSI representa um passo estratégico para garantir a segurança jurídica e comercial das exportações brasileiras, especialmente em cenários pontuais de focos da doença. Em 2023, mesmo sem registros na avicultura industrial, estados inteiros enfrentaram suspensões por conta de casos identificados em aves de fundo de quintal. A medida é especialmente importante considerando a relevância do Japão para o setor avícola brasileiro. O país asiático foi o terceiro maior destino das exportações nacionais de carne de frango em 2024, com 443,2 mil toneladas embarcadas. Apenas nos dois primeiros meses de 2025, o Brasil já exportou 55,8 mil toneladas ao Japão, gerando uma receita de US$ 103,7 milhões no período. Segundo a ABPA, a nova regra não apenas reforça a confiança do Japão nos controles sanitários do Brasil, como também preserva os fluxos comerciais mesmo diante de eventuais notificações sanitárias localizadas. “O Brasil nunca registrou influenza aviária em sua avicultura industrial. Essa parceria com o Japão fortalece a imagem do nosso país como fornecedor confiável e seguro”, pontuou Santin. A aprovação do novo certificado reforça os laços históricos entre os dois países no comércio de proteína animal e demonstra maturidade na cooperação técnica e sanitária. Para o setor, trata-se de um avanço decisivo para manter o país entre os maiores exportadores mundiais de carne de frango. [ad_2] Source link
Conab, Itaipu e Unops assinarão acordo de cooperação sobre armazéns

[ad_1] A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a Itaipu Binacional e o Escritório das Nações Unidas de Serviços para Projetos (Unops/ONU) assinam na quarta-feira (26), em Ponta Grossa (PR), acordo de cooperação para reforma e modernização de armazéns graneleiros da Conab no Paraná e em Mato Grosso do Sul. Em nota, a Conab disse que o projeto contará com um investimento de R$ 55 milhões da Itaipu Binacional e prevê a realização de diagnósticos dos armazéns da companhia em Rolândia (PR), Cambé (PR) e Maracajú (MS), além de desenvolvimento dos projetos executivos e reforma da unidade de Ponta Grossa (PR). “A reforma permitirá que o armazém em Ponta Grossa volte a operar em seu potencial máximo, armazenando até 420 mil toneladas de grãos. Hoje, a capacidade está em 300 mil toneladas”, disse a estatal em nota. Participam do evento, a partir das 10 horas, o diretor-presidente da Conab, Edegar Pretto, o diretor-geral brasileiro da Itaipu, Enio Verri, e o representante do Unops no Brasil, Fernando Barbieri. [ad_2] Source link
Projeto Memórias do Brasil Rural é lançado com presença de Alckmin e grandes nomes do agro

[ad_1] Foi lançado nesta terça-feira (25), na sede da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), em Brasília, o projeto multiplataforma Memórias do Brasil Rural. A iniciativa, uma parceria do Canal Rural com a CNA e a Embrapa, e com apoio da Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ), tem como objetivo criar o primeiro acervo audiovisual integrado do agronegócio brasileiro, reunindo registros históricos, depoimentos de personalidades e materiais de famílias de produtores rurais. O evento contou com a presença do presidente da República em exercício, Geraldo Alckmin, além de autoridades, lideranças do setor e alguns dos personagens que serão retratados na série documental. Foto: Canal Rural O Memórias do Brasil Rural resgata e digitaliza conteúdos do Canal Rural e de instituições parceiras, como a própria ABCZ, que fez uma doação expressiva de imagens raras. Além disso, os materiais serão editados em versões reduzidas para exibição ao longo da programação do Canal Rural. A série documental terá como fio condutor os relatos de grandes nomes do agronegócio brasileiro. O primeiro episódio será protagonizado por Roberto Rodrigues, ex-ministro da Agricultura. Também fazem parte da temporada inaugural João Martins, Carminha Missio, Francisco Turra, Eliseu Alves, Cirne Lima e José Humberto Martins. Ao final de cada capítulo, os entrevistados projetam os desafios e as metas do agro para o futuro. A cerimônia foi prestigiada por personalidades históricas do setor. Estiveram presentes Eliseu Alves, fundador da Embrapa; Gabriel Garcia Cid, presidente da ABCZ; ; e Elizabeth Obino Cirne Lima, subsecretária do Parque de Exposições Assis Brasil, que representou o ex-ministro da Agricultura e fundador da Embrapa Cirne Lima. O presidente do Canal Rural, Julio Cargnino Também esteve no lançamento os presidentes dos parceiros do projeto: Julio Cargnino, do Canal Rural, e João Martins, da CNA, enquanto a presidente da Embrapa,Silvia Massruhá participou enviando um video, sendo representada pelo diretor de Governança e Informação da entidade, Alderi Emídio de Araújo. O evento contou ainda com a presença da senadora Tereza Cristina (PP-MS). A senadora Tereza Cristina e o presidente da República em exercício, Geraldo Alckmin Em sua fala, o presidente da República em exercício, Geraldo Alckmin, elogiou a iniciativa e destacou a importância de preservar a história de quem ajudou a construir a pujança do agronegócio brasileiro. O projeto foi celebrado como um marco para a memória do campo. Segundo os organizadores, o objetivo é tornar o acervo uma referência para produtores, pesquisadores, estudantes e o público em geral. A expectativa é que o Memórias do Brasil Rural também contribua para aproximar o campo da cidade, humanizando o agro por meio de suas histórias reais e emocionantes. [ad_2] Source link
arroba tem nova alta e cenário é de continuidade desse movimento; confira cotações

[ad_1] O mercado físico do boi gordo volta a se deparar com alta nos preços nesta terça-feira (25). O ambiente de negócios ainda sugere pela continuidade desse movimento, considerando a atual posição das escalas de abate, que seguem encurtadas. No entanto, a valorização deve acontecer de forma comedida, considerando a sazonalidade do mercado, de acordo com a consultoria Safras & Mercado. A oferta de fêmeas vem apresentando gradual redução no mercado doméstico, o que ajuda na compreensão do atual cenário, disse o analista da Fernando Henrique Iglesias. A exportações de carne bovina brasileira permanecem em ótimo nível, atuando como um dos pilares de sustentação para o mercado do boi gordo. A missão que está no Japão encontra dificuldades na abertura desse mercado. As autoridades japonesas sinalizam para a grande competitividade do produto brasileiro, o que poderia impactar no mercado local, disse Iglesias. Veja os preços da arroba de boi gordo hoje São Paulo: R$ 317,75 Goiás: R$ 305,18 Minas Gerais: R$ 303,53 Mato Grosso do Sul: R$ 307,39 Mato Grosso: R$ 302,89 Atacado O mercado atacadista volta a se deparar com preços acomodados para a carne bovina. Conforme Iglesias, a primeira quinzena de abril deve possibilitar elevação dos preços, mesmo que isso ocorra de forma comedida. O feriado de Páscoa é um ponto de consumo importante a ser considerado, aumentando a propensão a reajustes no decorrer de abril. O analista ainda destaca que o encurtamento das escalas de abate sugere para estoques apertados, o que pode aumentar a agressividade das indústrias na compra de gado. O quarto traseiro ainda é precificado a R$ 25,50 o quilo. O quarto dianteiro ainda é cotado a R$ 18,50 o quilo. A ponta de agulha permanece no patamar de R$ 17 o quilo. [ad_2] Source link
Principal região brasileira de café deve diminuir a produção em 2025

[ad_1] A produção total de café do Brasil em 2025 deverá ter uma queda de 4,4% na colheita total, atingindo um volume físico equivalente a 51,81 milhões de sacas de 60 quilos, segundo dados da Companhia Nacional do Abastecimento (Conab). O café está sendo cultivado numa área de 1,85 milhões de hectares, o que permitirá obter produtividade média de 28,0 sacas por hectare em nível nacional. Conforme análise do Observatório do Café ( órgão da Embrapa Café), tais indicadores daprodução do setor cafeeiro, caso sejam comparados com o desempenho efetivo da safra colhida em 2024, demonstram que deverá ocorrer um decréscimo na produção. De acordo com o Observatório, foram 54,21 milhões de sacas na safra passada, e haverá uma ligeira queda na produtividade, menos de 3%, haja vista que a registrada anteriormente foi cultivada numa área de 1,88 milhão de hectares com produtividade média nacional de 28,8 sacas/ha. A pesquisa também mostra a comparação da produção do café nas cinco regiões geográficas do país, destacando indicadores da estimativa da safra de 2025 com a que foi efetivamente colhida em 2024 em cada região, com destaque para área ocupada em produção, safra e produtividade por hectare. Região Sudeste A maior região produtora de café do País teve sua safra estimada para o ano-cafeeiro de 2025 calculada em 44,93 milhões de sacas, volume físico que equivale a 86,7% da produção nacional. A safra está sendo produzida numa área de 1,66 milhão de hectares, correspondente a 89,8% da área total da cafeicultura nacional O levantamento aponta para uma produtividade média de 27,0 sacas por hectare. Contudo, tais indicadores representarão decréscimos de 1,7% em relação à área passada, que totalizou 1,69 milhões de hectares, e também redução de 4,3% na produtividade obtida anteriormente, que foi de 28,2 sacas/ha. Região Nordeste A produção de café está estimada em 3,41 milhões de sacas , equivalente a 6,6% da safra nacional. A área cultivada é de 101,24 mil hectares, e representa cerca de 5,5% da área cafeeira nacional, gerando uma produtividade de 33,7 sacas/ha. O apontamento mostra que a área representará um pequeno decréscimo (menor que 1%) em relação aos 101,37 mil hectares da safra anterior, a despeito de registrar um acréscimo de 11,4% na produtividade de 2025, pois a anterior foi de 30,3 sacas/ha. Região Norte Com a safra estimada em 2,24 milhões de sacas, a performance equivale a 4,4% da produção nacional. O café está sendo cultivado numa área de 41,44 mil hectares, correspondente a 2,32% da área brasileira produtora do grão, representando um ligeiro acréscimo de 2,8% em relação aos 40,33 mil hectares utilizados em 2024. A produtividade média deverá ser de 54,3 sacas/ha, performance 3,6% maior que a anterior, que foi de 52,4 sacas/ha. Região Sul Quarta colocada no ranking, a região teve sua safra de café estimada para 2025 em um volume físico equivalente a 675,3 mil sacas (1,4% da produção nacional), volume igual ao que foi efetivamente colhido em 2024, na mesma área de produção, de 25,28 mil hectares, com a produtividade média de 26,7 sacas/ha. Região Centro-Oeste A produção estimada é de 463,1 mil sacas de 60kg, numa área de cultivo de 17,39 mil hectares, representando menos de 1% da safra nacional. Caso a estimativa se confirme, haverá um decréscimo de 11,6% em relação à de 2024, que foi de 524 mil sacas. O estudo destaca que, “como a produtividade da safra passada foi de 29,8 sacas/ha, e que a atual foi estimada em 26,6 sacas/ha, tal performance implicará redução de 10,7% na produtividade média a ser obtida no Centro-Oeste.” Os dados constam do Sumário Executivo do Café Março 2025, documento que é elaborado mensalmente pela Secretaria de Política Agrícola SPA, do Ministério da Agricultura e Pecuária MAPA, e está disponível no Observatório do Café do Consórcio Pesquisa Café, coordenado pela Embrapa Café. [ad_2] Source link
Brasil retoma crescimento nas exportações de mel após dois anos de queda

[ad_1] Após dois anos de retração, as exportações brasileiras de mel voltaram a registrar crescimento em 2025. O Brasil embarcou cerca de 8 mil toneladas de mel entre janeiro e março, superando as 7,3 mil toneladas registradas no mesmo período do ano passado — mesmo com o mês de março ainda em andamento. Os dados foram apresentados pelo diretor de Conteúdo do Canal Rural Sul, Giovani Ferreira, durante o quadro Agroexport no telejornal Mercado & Cia., com base nas informações da sistema Comex Stat, plataforma do governo que traz estatísticas do comércio exterior brasileiro de bens. A receita cambial também subiu significativamente, passando de US$ 18,4 milhões em 2024 para mais de US$ 25 milhões em 2025 no acumulado do primeiro trimestre. “É um ganho expressivo, uma retomada importante para uma cadeia que tem alto valor agregado e forte base na agricultura familiar”, destacou Ferreira. Recuperação após queda O movimento marca uma recuperação relevante para o setor. Em 2021, o Brasil chegou a exportar quase 14 mil toneladas de mel no primeiro trimestre, encerrando o ano com mais de 40 mil toneladas embarcadas. Nos dois anos seguintes, no entanto, os volumes caíram — em 2023, o primeiro trimestre fechou com apenas 6,3 mil toneladas. “O início de 2025 mostra um ritmo de recuperação consistente, e a expectativa é que o mês de março feche com cerca de 8,5 mil toneladas, consolidando a tendência de crescimento”, afirmou o jornalista. Estados líderes e mercado externo para o mel Minas Gerais lidera o ranking de principais estados exportadores de mel, seguido por Santa Catarina e Paraná. Ferreira destacou que a produção de mel é uma atividade com “papel fundamental para pequenos produtores e para o desenvolvimento da agricultura familiar”. No cenário internacional, os Estados Unidos seguem como o principal destino do mel brasileiro, absorvendo mais da metade das exportações do país. “É importante lembrar que, em um momento de tensões comerciais globais e guerra tarifária, especialmente com os Estados Unidos, o mel se torna também um ativo diplomático nas negociações de comércio exterior”, comentou. Além dos EUA, Canadá, Alemanha e Holanda estão entre os maiores compradores do mel brasileiro. O produto tem se destacado por seu alto valor agregado, gerando boa remuneração em dólares por tonelada no comércio internacional. Perspectivas para o setor Com a combinação de aumento no volume exportado e valorização da tonelada no mercado internacional, o setor apícola brasileiro projeta bons resultados para 2025. A retomada das exportações também reforça a relevância da diversificação da pauta agroexportadora, indo além de produtos tradicionais como soja e carne. “Estamos falando de um produto diferenciado, de alto valor, que representa oportunidades reais para pequenos e médios produtores. É o Brasil mostrando sua força também nas cadeias produtivas menos tradicionais, mas que têm enorme potencial”, afirma Ferreira. [ad_2] Source link