preços da arroba atravessam o mês em condições estáveis

[ad_1] Desde o início de março, os preços do boi gordo operam dentro de um pequeno intervalo, com preço médio da arroba entre R$ 309,20 e R$ 312,95 no estado de São Paulo. Segundo pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), as negociações vêm sendo marcadas pela cautela de compradores que têm, aos poucos, concedido reajustes aos preços da arroba, mas estes agentes estão atentos à estabilidade dos valores da carne no mercado atacadista. Muitos frigoríficos estão com escalas de abate entre 5 e 7 dias. Pecuaristas, por sua vez, estão bastante resistentes, pedindo cotações maiores e mantendo baixa a oferta do boi. De acordo com a análise do Cepea, esse posicionamento tem resultado em escalas curtas de abate e em menor oferta de carne no atacado. Com isso, os preços tiveram pequena reação nesta quarta (26). Ao longo de março, a carcaça casada no atacado da Grande SP tem aumento de 1,15% em São Paulo, segundo o Indicador Cepea/Esalq, de 0,64%. No front externo, as exportações nesta parcial de março estão aquecidas. De acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), a média diária de embarques até a terceira semana do mês superava em 51% a de março/24; e os preços em Reais estavam 24% maiores. O Cepea realiza pesquisas sobre a dinâmica de cadeias produtivas e também sobre o funcionamento integrado do agronegócio, o que abrange questões (transversais) de defesa sanitária, políticas comerciais externas e influência de novas tecnologias, por exemplo. O desempenho macroeconômico do setor é também acompanhado de perto. A equipe do Centro calcula periodicamente o PIB do Agronegócio (nacional e de estados), o PIB de cadeias produtivas e, também, índices de exportação do setor. [ad_2] Source link

IPCA-15 e PIB dos EUA movimentam os mercados hoje; ouça análise de especialista

[ad_1] Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro. No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca a cautela nos mercados diante da política comercial dos Estados Unidos. As tarifas impulsionaram o dólar e os juros dos Treasuries, enquanto o Ibovespa subiu levemente. No Brasil, o Investimento Direto no País (IDP) superou expectativas, atingindo US$ 9,3 bilhões em fevereiro. A agenda do dia traz o IPCA-15 e o Relatório de Política Monetária. Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado! Foto: divulgação [ad_2] Source link

veja previsão do tempo para abril

[ad_1] O mês de abril começa com mudanças importantes no clima em grande parte do Brasil. Segundo o meteorologista do Canal Rural, Arthur Müller, os próximos 15 dias marcam o início da transição do período úmido para o seco em áreas centrais do país, além do avanço de uma nova massa de ar frio, especialmente sobre as regiões Sul e Sudeste. De acordo com Müller, áreas do interior da região Nordeste, nordeste de Minas Gerais, interior de São Paulo e Rio Grande do Sul apresentam níveis críticos de umidade no solo, com índices abaixo de 40%. “Essas regiões já enfrentam escassez hídrica e precisam de mais chuva para manter a produtividade no campo”, disse. No entanto, o cenário é diferente para os estados da região Norte, onde a chuva não dá trégua. No Pará, por exemplo, o excesso de precipitações segue afetando a logística. “A região norte seguirá com acumulados acima de 100 mm em apenas cinco dias”, alertou. Últimos volumes significativos no Centro-Sul A primeira semana de abril ainda reserva volumes razoáveis de chuva para Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Centro-Oeste e parte do Sudeste, com destaque para acumulados de até 80 mm em áreas de Mato Grosso do Sul, próximas à fronteira com Bolívia e Paraguai. “Será o último pulso significativo de chuva para o estado antes do início da estação seca”, afirmou o meteorologista. Em contraste, a previsão entre os dias 6 e 10 de abril já indica um cenário mais seco no Centro-Sul, com destaque para o corte das chuvas no interior do Nordeste, onde a umidade também começa a cair. Segundo Müller, áreas do centro-norte da Bahia, interior de Pernambuco e sudeste do Piauí podem registrar entre 40 e 80 mm, o que representa boa notícia para os produtores locais, mas sem expectativa de continuidade no mês. Risco de granizo e ventos fortes Entre os alertas para os próximos dias, Müller destacou a atuação de um cavado atmosférico sobre o Brasil central, o que pode provocar temporais com queda de granizo e rajadas de vento intensas. “O risco vale para o Sul do Mato Grosso do Sul, interior de São Paulo, Triângulo Mineiro e Goiás”, disse, orientando os produtores a redobrarem a atenção durante as atividades em campo. Massa de ar frio avança A primeira frente fria de abril começa a se formar a partir da primeira semana do mês, com avanço mais perceptível sobre o Sul e Sudeste do país. A previsão indica mínimas entre 8 °C e 12 °C nas áreas serranas da região Sul, com possibilidade de geada pontual. “Por enquanto, não há risco de geada para as baixadas, mas o frio será perceptível e tende a ganhar força ao longo do mês”, afirmou Müller. O Centro-Oeste não deve ser fortemente impactado neste primeiro momento, mas o sul de Minas, sul do Rio de Janeiro e o centro-leste de São Paulo já podem registrar mínimas entre 13 °C e 14 °C nos próximos dias. Amplitude térmica será uma marca do outono Müller ressaltou que, apesar da presença do frio, o outono de 2024 tende a ser quente, com grande amplitude térmica. “A gente pode ter máximas de 30 °C e mínimas que caem para 15 °C de um dia para o outro. Isso exige atenção com os rebanhos, lavouras e até com a saúde”, concluiu. [ad_2] Source link

preços mistos e negócios ‘na média’

[ad_1] O mercado brasileiro de soja registrou negócios moderados nesta quarta-feira (26), tanto nos portos quanto na indústria doméstica. Segundo a consultoria Safras & Mercado, os preços ficaram mistos, acompanhando a alta do dólar e da Bolsa de Chicago, que operou dentro de pequenas margens. Os prêmios ficaram praticamente estáveis, o que abriu algumas oportunidades de negócios. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 Confira os preços da soja Em Passo Fundo (RS), manteve em R$ 130,00 Em Santa Rosa (RS), subiu de R$ 130,00 para R$ 131,00 No Porto de Rio Grande (RS), caiu de R$ 137,00 para R$ 134,50 Em Cascavel (PR), subiu de R$ 125,00 para R$ 126,00 No Porto de Paranaguá (PR), subiu de R$ 132,00 para R$ 133,00 Em Rondonópolis (MT), subiu de R$ 114,00 para R$ 115,00 Em Dourados (MS), manteve em R$ 117,00 Em Rio Verde (GO), subiu de R$ 112,00 para R$ 113,50 Soja em Chicago Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a quarta-feira com preços mistos. Em dia de muita volatilidade, os investidores seguem de olho nos movimentos do governo Trump em relação às tarifas, temendo por retaliações ao setor. Há também um posicionamento de carteiras, tendo em vista o relatório de intenção de plantio do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). O USDA deverá apontar retração na área a ser plantada com soja naquele país em 2025 na comparação com o ano anterior. O relatório de intenção de plantio do USDA será divulgado na quinta, às 13h. A previsão deverá indicar área menor que a estimativa divulgada em fevereiro, durante o Fórum Anual do Departamento. Uma pesquisa indica que o mercado está apostando em número de 83,76 milhões de acres. No ano passado, os americanos semearam 87,05 milhões de acres. A média das projeções oscila entre 82,5 milhões e 85,5 milhões de acres. Se a expectativa do mercado for confirmada, o USDA vai indicar um número inferior aos 84 milhões de acres indicados durante o Fórum. A área de soja deverá ficar abaixo da de milho, projetada em 94,17 milhões de acres, contra 90,59 milhões do ano anterior. Também na segunda-feira será divulgado o relatório com a posição dos estoques americanos em 1º de março. O mercado espera estoques em 1,895 bilhão de bushels. Em igual período do ano passado, o número era de 1,845 bilhão. Em dezembro, os estoques estavam em 3,1 bilhões de bushels. Contratos futuros da soja Os contratos da soja em grão com entrega em maio fecharam com baixa de 0,75 centavo de dólar ou 0,07% a US$ 10,01 por bushel. A posição julho teve cotação de US$ 10,15 por bushel, perda de 0,50 centavo ou 0,04%. Nos subprodutos, a posição maio do farelo fechou com baixa de US$ 1,50 ou 0,50% a US$ 293,60 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em maio fecharam a 42,64 centavos de dólar, com alta de 0,34 centavo ou 0,80%. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,42%, negociado a R$ 5,7328 para venda e a R$ 5,7308 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,6943 e a máxima de R$ 5,7473. [ad_2] Source link

Brasil e Japão firmam 80 acordos, incluindo investimentos para recuperação de pastagens

[ad_1] Brasil e Japão firmaram nesta quarta-feira (26), em Tóquio, cerca de 80 memorandos de cooperação em áreas como energia, meio ambiente, agricultura, ciência e tecnologia. Um dos acordos prevê investimentos japoneses na recuperação de pastagens degradadas no Cerrado brasileiro, dentro de uma agenda ambiental conjunta entre os dois países. Durante a cerimônia, o primeiro-ministro japonês, Shigeru Ishiba, anunciou que empresas do país pretendem investir, a partir de 2024, o equivalente a R$ 45 bilhões (1,3 trilhão de ienes) em projetos no Brasil. Ele também reforçou o compromisso do Japão com a ampliação das relações comerciais com o Mercosul e informou que o país enviará ao Brasil uma missão técnica para coletar informações sanitárias, como parte das tratativas para viabilizar a importação de carne bovina in natura. O ministro da Agricultura do Brasil, Carlos Fávaro, participou do evento ao lado de representantes de pastas estratégicas como Educação, Saúde, Meio Ambiente, Minas e Energia e Ciência e Tecnologia. Meio ambiente e energia limpa No discurso, o primeiro-ministro japonês afirmou que Brasil e Japão atuarão juntos na responsabilidade ambiental e na descarbonização do setor automotivo. “O Brasil tem o biocombustível e o Japão tem mobilidade de alta eficiência. Unindo esses dois pontos, vamos liderar a descarbonização no setor automotivo”, declarou. Além do apoio à recuperação de pastagens e ao combate ao desmatamento ilegal na Amazônia, a cooperação entre os países também inclui avanços em tecnologias limpas e energia renovável. Atualmente, o comércio bilateral entre Brasil e Japão soma US$ 11 bilhões. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que a meta é retomar os níveis históricos e superar os US$ 17 bilhões registrados em 2011. Lula destacou o papel estratégico do Brasil na transição energética global e defendeu o fortalecimento da parceria com o Japão nesse processo. “Nós queremos que o Japão adote no Brasil a perspectiva da produção do etanol, do hidrogênio verde e do combustível renovável. Nós temos certeza absoluta de que o Brasil será quase que o carro-chefe da transição energética neste século 21”, afirmou o presidente. Ele ainda destacou o potencial brasileiro em ciência, tecnologia e indústria, e reforçou a intenção de transformar o país em uma nação desenvolvida do ponto de vista tecnológico e científico. [ad_2] Source link

arroba continua em alta com escalas apertadas e exportações aquecidas; veja cotações

[ad_1] O mercado físico do boi gordo voltou a apresentar alguma recuperação de seus preços nesta quarta-feira (26), puxada com escalas de abate ainda apertadas, posicionadas entre cinco e seis dias úteis na média nacional. De acordo com análise da consultoria Safras & Mercado, a oferta de fêmeas segue declinante, o que ajuda na compreensão desse movimento. A demanda doméstica durante a primeira quinzena do mês é outro elemento que gera otimismo, com perspectiva de boa reposição entre atacado e varejo durante a primeira quinzena de abril. Ao mesmo tempo, as exportações seguem em alto nível, com grande quantidade de produto vendido ao exterior ao longo do primeiro trimestre, lembra o analista Fernando Henrique Iglesias. Preços médios da arroba de boi gordo hoje São Paulo: R$ 318,42 Goiás: R$ 308,75 Minas Gerais: R$ 304,41 Mato Grosso do Sul: R$ 307,73 Mato Grosso: R$ 303,23 Atacado O mercado atacadista segue com preços firmes para a carne bovina. Ainda há otimismo em torno da primeira quinzena que deve possibilitar elevação dos preços, mesmo que isso ocorra de forma comedida. O feriado de Páscoa é um ponto de consumo importante a ser considerado, aumentando a propensão a reajustes no decorrer de abril. Importante destacar que o encurtamento das escalas de abate sugere para estoques apertados, o que pode aumentar a agressividade das indústrias na compra de gado, disse Iglesias. O quarto traseiro ainda é precificado a R$ 25,50 o quilo. Quarto dianteiro ainda é cotado a R$ 18,50 o quilo. Ponta de agulha permanece no patamar de R$ 17,00, por quilo. [ad_2] Source link

Memórias do Brasil Rural estreia com foco na história do agro nacional

[ad_1] O projeto Memórias do Brasil Rural foi lançado oficialmente nesta terça-feira (25) em Brasília, com a proposta de preservar e difundir a trajetória do agronegócio brasileiro por meio de uma multiplataforma integrada. A iniciativa, idealizada pelo Canal Rural em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e Embrapa, com apoio da Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ). A proposta é recuperar fotos, vídeos e relatos de protagonistas que atuaram na consolidação do agro brasileiro, contribuindo para que o setor se tornasse uma referência mundial na produção de alimentos. O programa será exibido semanalmente às quartas-feiras, às 18h, na programação do Canal Rural e em suas redes sociais. Durante o lançamento, o presidente da CNA, João Martins, destacou que a iniciativa chega em um momento oportuno. “Estamos mostrando às novas gerações como foi a origem do agro, não apenas sob a ótica tecnológica, mas principalmente das pessoas que deram os primeiros passos na construção do setor que temos hoje”, afirmou. Presente na cerimônia, o presidente da República em exercício, Geraldo Alckmin, classificou o Brasil como “o maior celeiro de alimentos do mundo” e ressaltou a importância de contar a verdadeira história do campo. “Ao retratarmos o Brasil rural, falamos da história do nosso país e de todas as conquistas que nos trouxeram até aqui”, disse. O presidente do Canal Rural, Julio Cargnino, enfatizou o papel da comunicação na valorização do setor. “Nosso desafio é melhorar a imagem do agro e isso passa pelo reconhecimento de quem o construiu. O resgate da memória audiovisual é urgente para não perdermos acervos históricos que estão espalhados pelo país”, afirmou. A estrutura do projeto conta com três frentes principais: a recuperação e digitalização de conteúdos históricos do Canal Rural e de acervos doados por entidades parceiras; a exibição desses materiais na grade de programação; e a apresentação de histórias de personagens que fazem parte da construção do agro no Brasil. Um dos primeiros episódios homenageia o fundador da Embrapa, Eliseu Alves. Para o diretor-geral do Senar, Daniel Carrara, o projeto é um ponto de partida para novas iniciativas de valorização da memória rural. “Vamos continuar estimulando produtores, sindicatos e famílias a enviarem seus acervos. Queremos transferir esse conhecimento para as próximas gerações”, disse. A vice-presidente da Federação da Agricultura e Pecuária da Bahia, Carminha Missio, também participou do evento e destacou o papel das imagens e vídeos para aproximar o campo da cidade. “Muitas pessoas não conhecem a história do agro porque têm pouco acesso a esse conteúdo. A imagem aproxima, facilita o entendimento e valoriza o que foi construído”, comentou. Foto: Júlio César Silva/MDIC O assessor especial do Ministério da Agricultura, Carlos Augustin, considerou o projeto um marco. “O país que deu certo foi o agro. E essa história precisa ser contada, pois a sociedade urbana veio do rural. O Canal Rural está de parabéns”, afirmou. A presidente da Embrapa, Silvia Massruhá, que está em missão oficial na Ásia, enviou um vídeo destacando a importância da participação dos cientistas da instituição no lançamento. “É necessário não esquecer os desafios enfrentados por gerações anteriores. A história do agro também é a história do desenvolvimento do Brasil”, declarou. [ad_2] Source link

Exportação de carne bovina por terminal de contêineres de Paranaguá cresce 22%

[ad_1] A exportação de carne bovina pelo Terminal de Contêineres de Paranaguá (TCP), no Paraná, registrou crescimento de 22% no primeiro bimestre de 2025, para 123 mil toneladas embarcadas em 4.483 contêineres. O desempenho da TCP superou a média nacional do setor, que, segundo a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), teve um aumento de 4,7% no volume exportado no período. Além do embarque de carne bovina, o TCP se mantém como o principal corredor de exportação de carne de frango do mundo e movimentou 382 mil toneladas no primeiro bimestre, o que representa 42% do volume total embarcado pelo Brasil. O Paraná, maior produtor nacional, embarcou 186 mil toneladas de carne de frango por meio do TCP. No total, entre janeiro e fevereiro, o TCP movimentou 545 mil toneladas de carnes e congelados em 20.035 contêineres. [ad_2] Source link

Anec diminui previsão de exportação de soja, farelo, milho e trigo para março

[ad_1] A Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec) reduziu sua projeção para as exportações brasileiras de soja em grãos e farelo, milho e trigo em março, segundo dados divulgados em relatório. Para a soja em grãos, a expectativa da entidade é de 15 milhões a 16,12 milhões de toneladas embarcadas, leve recuo no teto da estimativa ante a semana anterior, que indicava volumes de até 16,13 milhões de toneladas. Se confirmado o limite superior da projeção, o volume representará aumento de 19% em comparação com março de 2024, quando foram exportadas 13,55 milhões de toneladas. No caso do farelo de soja, a estimativa caiu para 2,3 milhões de toneladas, um decréscimo de 11,5% sobre os 2,6 milhões de toneladas previstos na semana passada. O volume projetado supera em 27,8% o 1,8 milhão de toneladas embarcadas em março do ano passado. A projeção para as exportações de milho foi levemente reduzida para 412 mil toneladas, frente às 413,4 mil toneladas estimadas anteriormente. Mesmo sem variação significativa na previsão semanal, o volume continua expressivamente superior (+193,1%) às 140,6 mil toneladas exportadas em março de 2024. A estimativa para o trigo passou de 261,7 mil toneladas para 211,3 mil toneladas, representando uma baixa de 19,3% sobre a projeção da semana anterior. O volume previsto é 73,6% inferior às 799,1 mil toneladas embarcadas em março do ano passado. Embarques da semana Os dados semanais da Anec indicam que, na semana encerrada em 22 de março, foram embarcadas 4,03 milhões de toneladas de soja, 562 mil toneladas de farelo, 94 mil toneladas de milho e 21,5 mil toneladas de trigo. Na semana anterior, a entidade previa para o período 4,33 milhões de toneladas de soja, 740,5 mil toneladas de farelo, 95,5 mil toneladas de milho e 36,9 mil toneladas de trigo. Para a semana atual (23 a 29 de março), o line-up portuário indica volumes de 4,33 milhões de toneladas de soja e 602,9 mil toneladas de farelo. O porto de Santos (SP) mantém a liderança nos embarques, com 1,48 milhão de toneladas de soja programadas para a próxima semana, baixa de 5,1% em relação à programação da semana anterior. Paranaguá (PR) aparece em segundo lugar, com 654,9 mil toneladas de soja, uma redução de 10,8% em comparação aos 734,5 mil toneladas da última semana. [ad_2] Source link

Brasil e Japão firmam 80 acordos, inlcuindo investimentos para recuperação de pastagens

[ad_1] Brasil e Japão firmaram nesta quarta-feira (26), em Tóquio, cerca de 80 memorandos de cooperação em áreas como energia, meio ambiente, agricultura, ciência e tecnologia. Um dos acordos prevê investimentos japoneses na recuperação de pastagens degradadas no Cerrado brasileiro, dentro de uma agenda ambiental conjunta entre os dois países. Durante a cerimônia, o primeiro-ministro japonês, Shigeru Ishiba, anunciou que empresas do país pretendem investir, a partir de 2024, o equivalente a R$ 45 bilhões (1,3 trilhão de ienes) em projetos no Brasil. Ele também reforçou o compromisso do Japão com a ampliação das relações comerciais com o Mercosul e informou que o país enviará ao Brasil uma missão técnica para coletar informações sanitárias, como parte das tratativas para viabilizar a importação de carne bovina in natura. O ministro da Agricultura do Brasil, Carlos Fávaro, participou do evento ao lado de representantes de pastas estratégicas como Educação, Saúde, Meio Ambiente, Minas e Energia e Ciência e Tecnologia. Meio ambiente e energia limpa No discurso, o primeiro-ministro japonês afirmou que Brasil e Japão atuarão juntos na responsabilidade ambiental e na descarbonização do setor automotivo. “O Brasil tem o biocombustível e o Japão tem mobilidade de alta eficiência. Unindo esses dois pontos, vamos liderar a descarbonização no setor automotivo”, declarou. Além do apoio à recuperação de pastagens e ao combate ao desmatamento ilegal na Amazônia, a cooperação entre os países também inclui avanços em tecnologias limpas e energia renovável. Atualmente, o comércio bilateral entre Brasil e Japão soma US$ 11 bilhões. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que a meta é retomar os níveis históricos e superar os US$ 17 bilhões registrados em 2011. Lula destacou o papel estratégico do Brasil na transição energética global e defendeu o fortalecimento da parceria com o Japão nesse processo. “Nós queremos que o Japão adote no Brasil a perspectiva da produção do etanol, do hidrogênio verde e do combustível renovável. Nós temos certeza absoluta de que o Brasil será quase que o carro-chefe da transição energética neste século 21”, afirmou o presidente. Ele ainda destacou o potencial brasileiro em ciência, tecnologia e indústria, e reforçou a intenção de transformar o país em uma nação desenvolvida do ponto de vista tecnológico e científico. [ad_2] Source link