Bons negócios para a soja; vendas e preços sobem

[ad_1] Nesta quinta-feira (27) os negócios ficaram ‘agitados’ no mercado brasileiro de soja. Segundo a consultoria Safras & Mercado, foram registradas muitas vendas, algo entre 300 mil e 400 mil toneladas movimentadas no dia, numa estimativa conservadora. Tanto o dólar quanto a Bolsa de Chicago registraram alta. Os prêmios recuaram, mas não anularam o impacto positivo dos demais formadores. Houve registro de volumes negociados nos portos, especialmente em Paranaguá e Santos, além de compras pela indústria. Minas Gerais, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul tiveram bons volumes. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 A soja no Brasil Passo Fundo (RS): subiu de R$ 130,00 para R$ 131,00 Santa Rosa (RS): subiu de R$ 131,00 para R$ 132,00 Porto de Rio Grande (RS): subiu de R$ 134,50 para R$ 137,00 Cascavel (PR): subiu de R$ 126,00 para R$ 127,00 Porto de Paranaguá (PR): subiu de R$ 133,00 para R$ 134,00 Rondonópolis (MT): subiu de R$ 115,00 para R$ 116,00 Dourados (MS): subiu de R$ 117,00 para R$ 118,00 Rio Verde (GO): subiu de R$ 113,50 para R$ 115,00 Soja em Chicago Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a quinta-feira com ganhos acentuados. A queda do dólar frente a outras moedas, a forte procura chinesa por soja brasileira, elevando os prêmios, e um movimento de posicionamento de carteiras visando o relatório de intenção de plantio da segunda-feira garantiram a elevação. A queda do dólar favorece as exportações agrícolas americanas. No Brasil, os preços e os prêmios sobem, mesmo com o avanço da colheita, devido à procura chinesa. Com isso, as cotações americanas encontram espaço para se ajustar. USDA Mas o principal fator na composição dos contratos é a expectativa de que os produtores americanos plantem menos soja em 2025. O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) deverá confirmar essa tendência. O relatório de intenção de plantio do USDA será divulgado na segunda, às 13h. A previsão deverá indicar área menor que a estimativa divulgada em fevereiro, durante o Fórum Anual do Departamento. Pesquisa realizada pela agência Dow Jones indica que o mercado está apostando em número de 83,76 milhões de acres. No ano passado, os americanos semearam 87,05 milhões de acres. A média das projeções oscila entre 82,5 milhões e 85,5 milhões de acres. Se a expectativa do mercado for confirmada, o USDA vai indicar um número inferior aos 84 milhões de acres indicados durante o Fórum. A área de soja deverá ficar abaixo da de milho, projetada em 94,17 milhões de acres, contra 90,59 milhões do ano anterior. Também na segunda será divulgado o relatório com a posição dos estoques americanos em 1º de março. O mercado espera estoques em 1,895 bilhão de bushels. Em igual período do ano passado, o número era de 1,845 bilhão. Em dezembro, os estoques estavam em 3,1 bilhões de bushels. Contratos futuros da soja Os contratos da soja em grão com entrega em maio fecharam com alta de 15,75 centavos de dólar ou 1,57% a US$ 10,16 3/4 por bushel. A posição julho teve cotação de US$ 10,301/2 por bushel, ganho de 15,50 centavo ou 1,52%. Nos subprodutos, a posição maio do farelo fechou com baixa de US$ 0,90 ou 0,30% a US$ 294,50 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em maio fecharam a 44,27 centavos de dólar, com alta de 1,63 centavo ou 3,82%. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,43%, sendo negociado a R$ 5,7577 para venda e a R$ 5,7557 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,7222 e a máxima de R$ 5,7707. [ad_2] Source link
Clima é o novo destaque do Circuito de Negócios Agro do Banco do Brasil

[ad_1] “A forte estiagem que castiga a região há pelo menos duas safras tem sido um grande obstáculo para a produção agropecuária”. Foi assim que o pecuarista Luciano Leite descreveu o cenário desafiador enfrentado por ele e outros produtores de Corumbá, município de quase 100 mil habitantes em Mato Grosso do Sul. O clima segue como um dos principais fatores de risco para a agropecuária no Brasil. De acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a safra 2023/2024, por exemplo, sofreu uma perda de 21,4 milhões de toneladas de grãos devido à falta de chuvas em diversas áreas do país. Compreender essas mudanças é essencial para que os produtores possam adaptar suas estratégias conforme as previsões meteorológicas. Para auxiliar os produtores na adaptação a essas mudanças, Corumbá recebeu uma das cinco carretas itinerantes do Circuito de Negócios Agro do Banco do Brasil. Pela primeira vez o projeto tem a colaboração do Canal Rural, maior veículo de comunicação do agro nacional. O objetivo da parceria é levar informações sobre o clima para que os produtores rurais tomem decisões mais eficientes. Em uma iniciativa inédita com o veículo, o evento contou com a presença do meteorologista Arthur Müller, que apresentou mapas e mostrou as tendências climáticas regionais e globais. “Discutimos previsões para diferentes prazos. Compreender essas variações é essencial, pois fatores como o estresse térmico afetam diretamente a produção. Ter essas informações permite uma tomada de decisão mais assertiva”, disse o especialista em clima. Diante das informações compartilhadas no evento, o pecuarista Luciano Leite se mostrou mais confiante para enfrentar os desafios futuros e mais preparado para aprimorar a gestão de sua propriedade. “Agora temos um panorama mais claro sobre o que esperar, tanto do clima quanto do mercado. Isso nos ajuda a tomar decisões mais fundamentadas para garantir a sustentabilidade da nossa propriedade”, concluiu. Canal Rural e Banco do Brasil unidos para capacitar produtores A colaboração entre o Canal Rural e o Banco do Brasil se consolidou como um meio eficiente de levar conhecimento diretamente ao campo. Nesta edição, a Carreta Itinerante proporcionou, além da palestra sobre o clima, debates sobre o mercado agrícola e formas de enfrentar os desafios da produção em um momento de extremos climáticos globais. Flávio Jallad, presidente do Sindicato Rural de Corumbá, destacou a importância do acesso a informações detalhadas para o planejamento das propriedades. “Diante de um cenário tão instável, conhecer as tendências climáticas e do mercado possibilita decisões mais seguras e reduz impactos negativos”, ressaltou. Com previsão de percorrer mais de 250 mil quilômetros e visitar mais de 900 cidades até o fim do ano, a Carreta Itinerante levará conhecimento a produtores de todo o Brasil. Para Arilson Silva de Oliveira, gerente da agência Banco do Brasil de Corumbá, o evento em Mato Grosso do Sul foi uma oportunidade para que os participantes compreendessem melhor as previsões climáticas para 2025 e seus impactos no manejo das propriedades. “Informações e conhecimento trarão ferramentas importantes de gestão dos negócios para os produtores”, acrescentou. A próxima caravana acontecerá entre os dias 29 e 30 de abril, na Avenida Expedicionário, nº 714, no centro de Sarandi, Rio Grande do Sul. Previsões climáticas e mercado A palestra do meteorologista Arthur Müller trouxe informações relevantes sobre a neutralidade climática, cenário em que os fenômenos El Niño e La Niña não exercem grande influência sobre o clima. Essa condição garante maior previsibilidade, permitindo aos produtores um planejamento mais seguro. Müller informou que a tendência para 2025 aponta para um clima mais estável na região. Para os produtores do Pantanal, isso significa menos imprevistos e maior controle sobre as lavouras e rebanhos. “Com essas previsões, é possível se antecipar aos desafios e ajustar as operações para minimizar riscos”, enfatizou. O especialista também detalhou os padrões de chuva e temperatura esperados para os próximos meses, auxiliando os produtores no planejamento das safras e da pecuária. Além do clima, as oscilações do mercado internacional também afetam diretamente o agronegócio brasileiro. O economista Felippe Cauê Serigati, doutor em Economia e coordenador do Mestrado Profissional em Agronegócio do FGVAgro, apresentou uma análise sobre o mercado global e o impacto das decisões dos agricultores norte-americanos nas commodities brasileiras. “No fim de março, será divulgado o relatório de intenção de plantio do USDA, trazendo dados detalhados sobre a distribuição das áreas de cultivo nos Estados Unidos em 2025. As escolhas feitas por esses produtores, especialmente em relação à soja e ao milho, terão reflexos diretos no mercado global e, consequentemente, na produção brasileira”, disse Serigati. Circuito de Negócios Agro BB O objetivo do Circuito de Negócios Agro BB é reforçar a presença do agronegócio e fortalecer o protagonismo do Banco do Brasil como maior parceiro do agronegócio. A ação tem como principais públicos produtores rurais, todo o elo produtivo do agro e empreendedoras femininas. [ad_2] Source link
Como o USDA pode impactar o mercado da soja? Confira a análise!

[ad_1] Segundo a consultoria Safras & Mercado, o relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) pode influenciar diretamente o mercado de soja ao apresentar dados cruciais sobre a intenção de plantio e os estoques trimestrais. As informações serão divulgadas nesta segunda-feira (31), e ajudam os agentes do setor a projetar a oferta futura da commodity e, consequentemente, ajustar suas estratégias de compra e venda. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 A expectativa para o relatório indica uma redução na área plantada de soja nos Estados Unidos para a safra 2024/25. No ano anterior, foram 87,05 milhões de acres, enquanto a média das previsões aponta para 83,7 milhões. Caso essa redução se confirme, a oferta pode ficar mais restrita, principalmente se fatores climáticos afetarem a produtividade, impactando os preços. Os estoques trimestrais de soja nos EUA também são acompanhados de perto. No mesmo período do ano anterior, eram 50,2 milhões de toneladas, e agora a expectativa é de um leve aumento para 51,5 milhões. Esse número pode indicar uma oferta mais confortável no curto prazo, mas o foco do mercado segue na safra futura. A concorrência com o milho pesa na decisão dos produtores. O aumento da área plantada dessa cultura pode indicar uma migração da soja, reforçando a possibilidade de menor produção e sustentação dos preços, especialmente no segundo semestre, quando o clima ganha protagonismo. O mercado acompanha atentamente os dados do USDA para definir tendências de preço e avaliar o equilíbrio entre oferta e demanda. Uma redução na área plantada pode sustentar os preços no médio prazo, enquanto estoques maiores podem aliviar pressões altistas momentâneas. [ad_2] Source link
Porto no Sul do Brasil terá mais de R$ 1,4 bi para escoamento da safra agrícola

[ad_1] O Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) anunciou para o final de abril o primeiro leilão de arrendamentos portuários do ano. A licitação contará com três unidades destinadas a granel sólido vegetal no Porto de Paranaguá, com valores de investimentos que chegam a R$ 1,38 bilhão. Além dos terminais PAR14, PAR15 e PAR25, o governo irá leiloar mais um terminal no Rio de Janeiro (RDJ11) e um em Porto Alegre (POA26). Segundo o ministro Sílvio Costa Filho, de Portos e Aeroportos, os novos arrendamentos já avaliam a projeção do crescimento de carga agrícola que deverá passar por Paranaguá nas próximas décadas. “A estimativa é que os investimentos dobrem a capacidade do escoamento da safra agrícola pelo porto paranaense, abrindo oportunidades para exportação de mais 20 milhões de toneladas por ano”. Ao longo deste ano, o MPor deve realizar o leilão de pelo menos 20 unidades portuárias, em quatro regiões do país. Segundo o governo, o primeiro leilão portuário do ano está previsto para ser realizado na B3, em São Paulo, no próximo 30 de abril. O Mpor reforça que , além de ampliar a atividade logística para o escoamento da produção agrícola, as concessões devem garantir uma infraestrutura de transporte mais eficiente e segura. “A política de arrendamentos, com investimentos em portos de todo o país, orienta o crescimento da economia e promove o desenvolvimento socioeconômico”, destacou o secretário Nacional de Portos, Alex Ávila. Entre 2013, quando ocorreu a mudança na Lei de Portos, e 2022, o Governo Federal realizou 40 leilões de unidades portuárias. O MPor já realizou 11 arrendamentos desde 2023 e planeja outros 40 até o final de 2026. [ad_2] Source link
Moagem da cana registra queda de 17,81% na primeira quinzena de março

[ad_1] Na primeira quinzena de março, as unidades produtoras da região Centro-Sul processaram 1,83 milhão de toneladas de cana-de-açúcar, ante 2,22 milhões no mesmo período da safra 2023/2024, uma queda de 17,81%, segundo dados da União da Indústria da Cana-de-Açúcar (Unica). No acumulado da safra 2024/2025 até 16 de março, a moagem atingiu 617,28 milhões de toneladas, ante 649,35 milhões de toneladas registradas no mesmo período no ciclo anterior, queda de 4,94%. Nos primeiros quinze dias de março, 19 unidades deram início à safra 2025/2026. Ao término da quinzena, estavam em operação 37 unidades produtoras na região Centro-Sul, sendo 22 unidades com processamento de cana, dez empresas que fabricam etanol a partir do milho e cinco usinas flex. No mesmo período, na safra 2023/2024, operaram 41 unidades produtoras. Análise da moagem da cana “Estamos observando o início da retomada da moagem das usinas agora em março. Na segunda quinzena do mês, pelo menos outras 19 unidades produtoras pretendem reiniciar as atividades, mas esse cronograma pode sofrer alterações a depender das condições climáticas e operacionais em cada região canavieira”, afirmou o diretor de inteligência setorial da Unica, Luciano Rodrigues. Em relação à qualidade da matéria-prima, o nível de Açúcares Totais Recuperáveis (ATR) registrado na primeira quinzena de março atingiu 99,17 kg de ATR por tonelada de cana-de-açúcar, contra 109,96 kg por tonelada na safra 2023/2024, variação negativa de 9,82%. No acumulado da safra, o indicador marca 141,35 kg de ATR por tonelada, índice levemente superior (1,38%) ao do último ciclo na mesma posição. A produção de açúcar nos primeiros quinze dias de março totalizou apenas 52,0 mil toneladas, registrando queda de 19,10% na comparação com a quantidade registrada em igual período na safra 2023/2024 (64,3 mil toneladas). No acumulado desde o início da safra até 16 de março, a fabricação do adoçante alcançou 39,98 milhões de toneladas, contra 42,24 milhões de toneladas do ciclo anterior (-5,34%). Etanol Na primeira metade de março, a fabricação de etanol pelas unidades do Centro-Sul atingiu 441,5 milhões de litros, sendo 367,0 milhões de litros de etanol hidratado (+9,18%) e 74,6 milhões de litros de etanol anidro (+144,20%). No acumulado do atual ciclo agrícola, a fabricação do biocombustível totalizou 34,42 bilhões de litros (+4,11%), sendo 22,09 bilhões de etanol hidratado (+10,14%) e 12,33 bilhões de anidro (-5,19%). Do total de etanol obtido na primeira quinzena de março, 82,77% foram fabricados a partir do milho, registrando produção de 365,47 milhões de litros neste ano, contra 259,04 milhões de litros no mesmo período do ciclo 2023/2024 aumento de 41,08%. No acumulado desde o início da safra, a produção de etanol de milho atingiu 7,83 bilhões de litros, avanço de 31,22% na comparação com igual período do ano passado. [ad_2] Source link
Preços da maçã, cenoura e banana têm queda no mês de março

[ad_1] Os preços da maçã nos principais mercados atacadistas caíram 11,84% no último mês, impulsionados pela colheita da variedade Gala, que aumentou a oferta da fruta nas Centrais de Abastecimento (Ceasas) analisadas pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). No entanto, a comercialização não foi ainda maior porque as companhias classificadoras optaram por estocar parte da produção para evitar quedas mais acentuadas nos preços. A tendência de redução também foi observada para a cenoura (-8,01%) e a banana (-3,59%), influenciada pela maior produção da variedade nanica em São Paulo e Santa Catarina. Já a laranja teve uma leve queda de 1,52%, devido à menor demanda da indústria de sucos, enquanto a batata registrou estabilidade, com uma leve alta de 0,95%. Preços em alta! Por outro lado, os preços da cebola, alface e tomate subiram no último mês. A cebola, com oferta concentrada na região Sul, ainda não recuperou totalmente as quedas do segundo semestre de 2024, mas apresentou elevação. Já a alface registrou alta expressiva de 24,94%, impactada por condições climáticas adversas, como ondas de calor e chuvas intensas em áreas produtoras de São Paulo. O tomate subiu 19,69%, embora os preços ainda estejam abaixo dos praticados em fevereiro de 2024. Dentre as frutas, melancia e mamão ficaram mais caros devido à redução da oferta em importantes regiões produtoras, como Goiás, Espírito Santo e Bahia. Exportações em alta No cenário internacional, o início de 2025 foi promissor para o setor de frutas, com volume e faturamento recordes no primeiro bimestre. Foram exportadas 215 mil toneladas, um crescimento de 38% em relação ao mesmo período de 2024. O faturamento atingiu US$ 206,6 milhões (FOB), superando os números de 2024 e 2023. O desempenho foi impulsionado por produtos como melões, minimelancias, limões, limas e mangas, beneficiados por problemas climáticos na América Central, que abriram espaço para as frutas brasileiras no mercado externo. Digitalização das Ceasas avança O setor hortigranjeiro segue em transformação, com as Ceasas adotando e-commerce para otimizar a comercialização de frutas e hortaliças. A digitalização e a melhoria da logística estão acelerando as vendas online, garantindo reposição mais eficiente dos estoques e maior integração entre produtores e mercados consumidores. O levantamento completo está disponível no 3º Boletim Hortigranjeiro 2025, publicado pela Conab. [ad_2] Source link
BNDES capta R$ 1,077 bi no Japão para transmissão de energia e biocombustíveis

[ad_1] O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) contratou nesta semana, em Tóquio, no Japão, empréstimo no valor de R$ 1,077 bilhão (US$ 190 milhões) com instituições japonesas para o financiamento de projetos de transmissão de energia e biocombustíveis que busquem reduzir as emissões de gases de efeito estufa (GEE). A assinatura foi realizada com o Japan Bank for International Cooperation (JBIC), o Citibank N.A. Tokyo Branch e o The Nishi-Nippon City Bank Ltd., durante a visita da comitiva do governo brasileiro ao país asiático. Os recursos captados serão aplicados em financiamentos de projetos no Brasil que integram a carteira do BNDES. Serão elegíveis aqueles que envolvam transmissão de energia, biocombustíveis e o uso de energia renovável (incluindo energia hidrelétrica de pequeno porte, energia solar, energia eólica ou energia de biomassa) e outros relacionados. Os projetos devem ter impacto favorável na preservação do meio ambiente global, no âmbito da iniciativa Global Action for Reconciling Economic Growth and Environmental Preservation (Green). O BNDES já realizou cinco captações com o JBIC no âmbito da linha Green desde 2011, que totalizaram US$ 950 milhões (R$ 5,3 bilhões). Os recursos deste sexto financiamento da linha Green serão alocados em projetos verdes, que compreendem iniciativas que mitiguem as alterações climáticas, que favoreçam a preservação do meio ambiente global e que promovam a redução da emissão dos gases do efeito estufa, a partir do aumento da eficiência energética e da utilização de fontes renováveis de geração de energia. “O BNDES tem fortalecido sua atuação junto a instituições financeiras internacionais com o objetivo de diversificar o seu funding e ampliar os investimentos no Brasil, principalmente em áreas estratégicas, como a geração de energia renovável. O JBIC é um dos principais parceiros do BNDES. Desde a década de 60, foram assinados 18 contratos de empréstimo no valor de, aproximadamente, R$ 18 bilhões (US$ 3,2 bilhões)”, disse o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante. Segundo o diretor de Desenvolvimento Produtivo, Inovação e Comércio Exterior do BNDES, José Luís Gordon, que representou o banco durante a assinatura em Tóquio, a parceria entre as instituições é fundamental para a relação entre Brasil e Japão, um compromisso do presidente Lula. “E essa parceria trata de uma área importante, que é a economia verde, na qual os dois países têm muito para atuar em conjunto, como no desenvolvimento de combustíveis sustentáveis, como o SAF [combustível sustentável de aviação], minerais críticos, mobilidade sustentável e energia renovável”, disse Gordon. Memorando de entendimento sobre setores estratégicos Também em Tóquio, o BNDES e o JBIC firmaram memorando de entendimento (MoU) para formalizar a intenção de cooperação mútua entre as duas instituições visando a apoiar projetos em setores estratégicos, como recursos minerais e energia sustentável. Os segmentos com potencial para projetos a serem apoiados incluem hidrogênio de baixo carbono e derivados como amônia verde, SAF, bioetanol e outras formas de energia renovável, eficiência energética, transmissão e distribuição de energia, mobilidade verde e a conservação da Floresta Amazônica. “Além de manter aberto um canal permanente de cooperação técnica, o BNDES e o JBIC vêm mantendo diálogos para aprimorar o relacionamento estratégico entre as duas instituições e identificar possíveis oportunidades de cooperação mútua, cada vez mais frequentes diante da necessidade de mitigar os efeitos da emergência climática”, ressaltou Mercadante. [ad_2] Source link
Embrapa Soja comemora 50 anos em evento

[ad_1] Em 2025, a Embrapa Soja comemora seus 50 anos de pesquisa e inovação. A instituição estará presente na ExpoLondrina 2025, de 04 a 13 de abril, no Parque de Exposições Ney Braga, em Londrina (PR), antecipando as comemorações do seu aniversário. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 A data oficial de celebração será no dia 16 de abril, mas os visitantes da ExpoLondrina poderão conhecer a trajetória da commodity brasileira no estande institucional, por meio de plantas representativas de diferentes épocas da história. Criada com o objetivo de desenvolver tecnologias para a produção adaptada às condições brasileiras, a Embrapa se tornou referência mundial em pesquisa sobre a oleaginosa, especialmente para as regiões tropicais. A contribuição da instituição foi fundamental para o Brasil se tornar o maior produtor mundial de soja, com 147,35 milhões de toneladas na safra 2023/2024, segundo dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Estande da Embrapa Soja Durante a ExpoLondrina, os visitantes poderão conhecer as inovações no uso da soja no cotidiano e acompanhar debates sobre biotecnologia, com um painel técnico programado para o dia 10 de abril, no Pavilhão SmartAgro. O painel abordará novas tecnologias na agricultura, com ênfase na genética e nos desafios enfrentados pela sojicultura, como manejo do solo, conservação e coinoculação em soja. O desenvolvimento da soja no Brasil A soja foi introduzida no Brasil em 1882, quando as primeiras sementes chegaram à Bahia. No entanto, foi a partir da década de 1960 que a soja começou a ganhar relevância econômica no país. Com o desenvolvimento de cultivares adaptadas ao clima tropical a partir de 1970, o grão se consolidou, especialmente nas regiões do Cerrado. A Embrapa Soja desempenhou um papel importante no sucesso dessa cultura no Brasil, desenvolvendo mais de 440 cultivares e criando um sistema de produção sustentável, que envolve desde o manejo do solo até o controle de pragas e doenças. Além disso, a instituição também mantém o Banco Ativo de Germoplasma (BAG), responsável por preservar a variabilidade genética, essencial para o aprimoramento de novas variedades. Cultivares históricas A apresentação das 16 cultivares de soja na ExpoLondrina é uma oportunidade única para os visitantes conhecerem a evolução da soja no Brasil, destacando o trabalho da Embrapa Soja no aprimoramento genético da cultura. O Banco Ativo de Germoplasma (BAG), com sua vasta coleção de aproximadamente 65 mil acessos, é um dos principais pilares desse desenvolvimento, permitindo o aprimoramento constante para diferentes condições de solo e clima. Essa diversidade genética é essencial para garantir a sustentabilidade e a continuidade da liderança do Brasil na produção mundial. [ad_2] Source link
Governo tem déficit de R$ 31,673 bilhões em fevereiro

[ad_1] As contas do Governo Federal registraram déficit primário em fevereiro. Neste mês, a diferença entre as receitas e as despesas ficou negativa em R$ 31,673 bilhões. O resultado sucedeu o superávit de R$ 84,882 bilhões em janeiro. O saldo em fevereiro – que reúne as contas do Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central – foi o melhor desempenho em termos reais para o mês desde 2022 – a série histórica do Tesouro foi iniciada em 1997. Em fevereiro de 2024, o resultado havia sido negativo em R$ 58,3 bilhões, em valores nominais. O déficit em fevereiro foi maior que o apontado pela mediana das estimativas das instituições consultadas pelo Estadão, de R$ 30,925 bilhões. O intervalo das estimativas variava de déficit de R$ 56,87 bilhões a superávit de R$ 10,05 bilhões. No acumulado do ano até fevereiro, o governo registrou superávit de R$ 53,184 bilhões, o melhor resultado desde 2022. Em igual período do ano passado, esse mesmo resultado era positivo em R$ 21,195 bilhões, em termos nominais. Em fevereiro, as receitas tiveram alta de 2,3% em relação a igual mês do ano passado. No acumulado, houve alta real de 3,1%. Já as despesas caíram 12,6% em fevereiro, já descontada a inflação, em comparação com o mesmo período do ano passado. No acumulado destes dois meses, a variação foi negativa em 4,8%. Em 12 meses até fevereiro, as contas do governo apresentam um déficit de R$ 13,2 bilhões, equivalente a 0,09% do Produto Interno Bruto (PIB). Desde janeiro de 2024, o Tesouro passou a informar a relação entre o volume de despesas sobre o PIB, uma vez que o arcabouço fiscal busca a estabilização dos gastos públicos. No acumulado dos últimos 12 meses até fevereiro, as despesas obrigatórias somaram 17% em relação ao PIB, enquanto as discricionárias do Executivo alcançaram 1,56% em relação ao PIB no mesmo período. Para 2025, o governo almeja um resultado primário neutro (0% do PIB), permitindo uma variação de 0,25 ponto porcentual para mais ou menos, conforme estabelecido no arcabouço. O limite seria um déficit de até R$ 31 bilhões. O limite de despesas para 2025 é fixo em R$ 2,249 trilhões neste ano. [ad_2] Source link
escolha seu candidato favorito ao Prêmio Soja Brasil!

[ad_1] Já fez a sua parte e deu seu voto no seu produtor e pesquisador favorito? A votação para o Prêmio Personagem Soja Brasil segue aberta até o dia 7 de abril. O prêmio tem como objetivo reconhecer produtores e pesquisadores que contribuem para o desenvolvimento e a sustentabilidade da soja no Brasil. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 O processo de votação é simples e pode ser feito por meio deste formulário online. Os votos definem os profissionais que se destacam pelo protagonismo e pela inovação no setor. Mas, se você ainda tem dúvidas, saiba mais sobre cada participante: [ad_2] Source link