Veja as cotações do boi gordo e os preços do atacado hoje

[ad_1] O mercado físico do boi gordo teve preços acomodados na maioria das regiões nesta terça-feira (27). Segundo o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, os frigoríficos já não estão mais com tanto espaço para pressionar os preços junto aos pecuaristas. Preços médios da arroba do boi São Paulo: R$ 304 Goiás: R$ 286,07 Minas Gerais: R$ 289,29 Mato Grosso do Sul: R$ 301,02 Mato Grosso: R$ 298,78 Mercado atacadista O mercado atacadista voltou a registrar preços estáveis para a carne bovina. O ambiente de negócios sugere por recuo das cotações, em linha com a reposição mais lenta entre atacado e varejo durante a segunda quinzena do mês. O quarto traseiro ainda é precificado a R$ 23,90 por quilo, o dianteiro segue no patamar de R$ 19,00 por quilo e ponta de agulha ainda é precificada a R$ 17,80, por quilo. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,52%, sendo negociado a R$ 5,6457 para venda e a R$ 5,6437 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,6413 e a máxima de R$ 5,6718. [ad_2] Source link

Ministro da Agricultura anuncia que foco de gripe aviária está contido

[ad_1] O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Carlos Fávaro, anunciou que o foco da gripe aviária, identificado no município de Montenegro, no Rio Grande do Sul, está contido. A fala foi feita durante audiência pública, nesta terça-feira (27), na Comissão de Agricultura e Reforma Agrária do Senado. “Apesar de estarmos no quinto dia útil depois da desinfecção total da granja e 15 dias do aparecimento do foco, eu posso assegurar com muita tranquilidade que o foco de Montenegro está contido”, afirmou. O ministro ressaltou que o episódio mostrou a eficácia do sistema sanitário do país. Segundo a pasta, no raio de 10 quilômetros da granja afetada, foram identificados 540 estabelecimentos rurais, e todos já foram vistoriados, sendo que além da granja do foco, mais dois atuam com avicultura comercial. “O principal ponto que temos que ressaltar foi a capacidade do bloqueio desse foco. Imediatamente se instalou sete barreiras sanitárias e medidas de proteção aos trabalhadores. Ontem (segunda-feira), 21 casos estavam em investigação e dez já descartados hoje. Tínhamos duas granjas e, agora, só uma em investigação”, informou. O ministro disse que em pouco mais de 20 dias o Brasil deverá anunciar que o país está livre da doença. O prazo se deve a questões sanitárias. “Passados 28 dias desse período [de identificação do caso mais recente], que é incubatório do vírus, nós vamos de novo anunciar o Brasil livre de gripe aviária, e a tendência, muito forte, de que isso vai acontecer nos próximos 23 dias”, anunciou. Após o aparecimento do foco, 24 países decidiram suspender a importação de carne e ovos do Brasil por questões sanitárias. Desses, 13 restringiram a compra apenas das aves e dos ovos produzidos no Rio Grande do Sul. Fávaro disse que com o anúncio de que o país ficou livre da doença, deve ser retomada a normalidade das exportações. “Vamos avançar na repactuação com todos os países que restringiram a compra.” O ministro comparou o caso do Brasil, que abateu 17 mil aves, após a descoberta do foco, com casos de gripe aviária nos Estados Unidos. Lá, dois dias antes da confirmação da gripe no Brasil, um foco da doença provocou o abate de 700 mil aves. “Se tivesse escapado esse foco em Montenegro para outras regiões do país, teríamos outros casos de mortalidade. Novos casos letais poderiam surgir em 4 ou 5 dias, mas isso não foi registrado. Ao não ter [ocorridos novos casos], passados 15 dias, isso mostra a capacidade do sistema de controle sanitário brasileiro e de como ele funcionou”, disse. “O vírus da gripe aviária circula no mundo há pelo menos 30 anos. Há 19 anos já tem registros em granjas comerciais, e o Brasil, nesse período, se tornou o único grande produtor mundial de carne e ovos não tendo o vírus dentro dos seus plantéis comerciais, e isso não é coincidência”, afirmou. Segundo o Ministério da Agricultura, carnes e ovos podem ser consumidos com segurança, desde que preparados adequadamente. [ad_2] Source link

Sebrae propõe ajustes em resolução da Anvisa para evitar impacto negativo ao MEI

[ad_1] Durante reunião promovida pela Anvisa em Brasília, o Sebrae apresentou propostas para evitar o aumento da burocracia no licenciamento de microempreendedores individuais (MEI). O encontro discutiu os resultados da Consulta Pública nº 1249/2024, voltada à revisão da classificação de risco em atividades sujeitas à vigilância sanitária. Na ocasião, foi destacado que a nova resolução pode retirar a dispensa de alvarás para parte dos MEIs, exigindo licenciamento ou vistoria prévia. Conforme avaliação do Sebrae, tal medida pode incentivar a informalidade e dificultar o ambiente de negócios. O Sebrae, junto ao Ministério do Empreendedorismo (MEMP), reforçou a importância do tratamento diferenciado às micro e pequenas empresas, conforme previsto em leis como a REDESIM, a Lei da Liberdade Econômica e o Estatuto da Micro e Pequena Empresa. “O Sebrae apontou os impactos da proposta de classificação de risco no licenciamento do MEI e das micro e pequenas empresas (MPE) e propôs ajustes na minuta contemplando a simplificação do ambiente de negócio, principalmente na manutenção da classificação das atividades do MEI como baixo risco e da autonomia de órgãos sanitários estaduais e municipais terem classificações de risco mais benéficas, de acordo com a realidade local”, apontou o gerente da Políticas Públicas do Sebrae, Carlito Merss. [ad_2] Source link

Caso de gripe aviária em Minas Gerais é confirmado pelo Mapa

[ad_1] O município de Mateus Leme, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, em Minas Gerais, teve um caso de gripe aviária — Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (IAAP) — confirmado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) nesta terça-feira (27). A doença foi identificada em aves ornamentais (cisne-negro) de um sítio. Com o ocorrido, o governo de Minas Gerais declarou situação de emergência sanitária animal no estado. De acordo com a Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa) e o Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA), responsáveis pelo monitoramento sanitário, o novo caso não compromete, até o momento, a produção avícola mineira. O registro ocorre cerca de um ano após o primeiro diagnóstico no estado, em 2023, quando um pato silvestre foi infectado por um subtipo menos agressivo (H9N2), considerado de baixa patogenicidade e sem risco à saúde humana. Casos de gripe aviária em andamento A plataforma Síndrome Respiratória e Nervosa das Aves (SRN), mantida pelo Mapa, mostra que. com o caso de agora, são dois focos em andamento no país. O outro foi registrado em zoológico de Sapucaia do Sul, no Rio Grande do Sul, no dia 16 de maio e ainda está em investigação. Contudo, o estopim da crise, a detecção em uma granja comercial em Montenegro, na Região Metropolitana de Porto Alegre, foi encarrado pela pasta, visto que as barreiras sanitárias contiveram o surto e o local permanece em quarentena. Até o momento, são 11 focos que seguem em investigação: Canoas (RS) — silvestre/ vida livre (pombo) Montenegro (RS) — silvestre/ vida livre (joão-de-barro) Anta Gorda (RS) — criação doméstica (comercial) Armação dos Búzios (RJ) — silvestre/ vida livre (trinta-réis-de-bando) Ilhéus (BA) — silvestre/ vida livre (pombo) Aurelino Leal (BA) — criação doméstica (subsistência) Salitre (CE) — criação doméstica (subsistência) Quixadá (CE) — criação doméstica (subsistência) Icapuí (CE) — silvestre/ vida livre (batuiruçu-de-axila-preta) Aguiarnópolis (TO) — criação doméstica (comercial) Eldorado do Carajás (PA) — criação doméstica (subsistência) De acordo com a última atualização do Mapa a respeito das suspensões de exportações de carne de frango, ovos e derivados brasileiros pelos países, até o momento, a situação é a seguinte: Suspensão total das exportações: China, União Europeia, México, Iraque, Coreia do Sul, Chile, Filipinas, África do Sul, Jordânia, Peru, Canadá, República Dominicana, Uruguai, Malásia, Argentina, Timor-Leste, Marrocos, Bolívia, Sri Lanka, Paquistão, Albânia, Namíbia e Índia. Suspensão restrita ao estado do Rio Grande do Sul: Arábia Saudita, Turquia, Reino Unido, Bahrein, Cuba, Macedônia, Montenegro, Cazaquistão, Bósnia e Herzegovina, Tajiquistão, Ucrânia, Rússia, Bielorrússia, Armênia, Quirguistão e Angola. Suspensão limitada ao município de Montenegro (RS): Emirados Árabes Unidos e Japão. [ad_2] Source link

operação ‘Pagode Russo’ apreende 500 litros de bebidas clandestinas

[ad_1] A Operação Ronda Agro LXXXVIII, denominada “Pagode Russo”, foi deflagrada pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) na última quinta-feira (22), no município de Paulista, região metropolitana de Recife, Pernambuco. A ação identificou um estabelecimento sem registro que produzia bebidas alcoólicas de forma clandestina, utilizando, para isso, embalagens de marcas conhecidas no mercado nacional. De acordo com a Delegacia de Crimes contra o Consumidor (Decon), da Polícia Civil do estado, o objetivo da prática era induzir o consumidor ao erro quanto à origem e autenticidade do produto. Ao todo, a operação resultou na apreensão de, aproximadamente, 500 litros de bebidas rotuladas como vodka e aperitivo, além de utensílios e equipamentos usados na produção, como compressor, caixa d’água, esteiras, rótulos falsos e mais de 3.500 garrafas vazias. O valor estimado dos itens confiscados é de R$ 100 mil. Além disso, os agentes encontraram aditivos como corantes, extratos e aromatizantes, utilizados para mascarar a origem e alterar as características sensoriais das bebidas, práticas em desacordo com os padrões estabelecidos pela legislação. Foto: Divulgação Mapa As condições higiênico-sanitárias do galpão eram consideradas inadequadas para a manipulação de alimentos, com garrafas reutilizadas armazenadas no chão, em ambiente contaminado com fezes de pombos. Também foram detectadas irregularidades na rotulagem dos produtos, com informações enganosas que não correspondiam à composição real das bebidas, violando normas de comercialização e segurança alimentar. “A ausência de controle sobre a matéria-prima, a manipulação em ambiente insalubre e o uso de substâncias não autorizadas representam riscos à saúde pública, incluindo possibilidade de reações adversas, intoxicações e contaminações diversas”, diz o Mapa, em nota. Além disso, a rotulagem enganosa compromete o direito à informação do consumidor e configura concorrência desleal com produtores regulares, além de configurar delitos contra a propriedade intelectual. A ação teve atuação do Programa Vigifronteiras e do Serviço Regional de Operações Avançadas de Fiscalização e Combate a Fraudes (Serfic/Dipov), em parceria com a Decon. [ad_2] Source link

Preços do milho em queda? Superoferta e gripe aviária ditam cotações

[ad_1] O desenvolvimento da safrinha de milho no Brasil e início da colheita em algumas regiões seguiu animando o setor. Consultorias reforçam as expectativas para uma safra recorde este ano. Nos preços internos, o cereal apresentou leve recuperação após períodos de queda, com o mercado mais estável no final da semana. O clima adverso em importantes regiões produtoras pelo mundo continua sendo um fator de sustentação no mercado global. Exemplo disso são os Estados Unidos, onde a situação climática esteve no radar, com relatos de seca severa e baixa umidade do solo em estados fundamentais para a produção de milho, como Dakota do Norte, Dakota do Sul e Nebraska. Quanto às cotações, o cereal encerrou a semana em Chicago precificado a US$ 4,59 por bushel, alta de 3,61% sobre o período anterior. Já na B3, o contrato para julho de 2025 fechou em R$ 63,10 por saca, valorização de 1,69%. No mercado físico brasileiro, a predominância foi de baixas em todas as regiões produtoras. E agora, o que esperar do milho? Balanço da plataforma Grão Direto traça os principais pontos de atenção para o mercado do grão amarelo nesta semana. Acompanhe: Gripe aviária: apesar do recente caso de gripe aviária confirmado em granja comercial de Montenegro (RS), o mercado entende que o impacto sobre os preços dos cereais será limitado. Isso ocorre porque os principais importadores – como Arábia Saudita, México, Japão e China – adotaram embargos específicos, restringindo apenas as exportações da localidade afetada, e não de todo o país. Normalização dos embarques: com a rápida implementação de todas as medidas sanitárias para controle da influenza aviária no país, a expectativa é de normalização do mercado em até 30 dias. “Mesmo o Brasil sendo o último grande exportador a registrar um caso em granja comercial, não se espera que isso pressione significativamente os preços dos grãos, dada a demanda global firme por proteína de frango, que sustenta a procura por ração”, considera a Grão Direto, em nota. Milho 2ª safra: a colheita do milho 2ª safra já começou em algumas regiões do Centro-Oeste. Com uma expectativa de produção acima de 100 milhões de toneladas, o avanço dos trabalhos deve pressionar os preços para baixo nos próximos três meses. “Neste ano, vale notar que houve um volume maior de vendas futuras, aproveitando os melhores preços no início do ciclo para garantir um preço médio mais favorável. Apesar da pressão da colheita, a demanda pelo cereal tende a ser alta, sustentada por pecuaristas com margens positivas e pelo contínuo ganho de espaço das usinas de etanol à base de milho.” Dado o panorama acima, a plataforma enxerga que o avanço da colheita volumosa esperada para a segunda safra de milho deverá exercer forte pressão nas cotações nos próximos dias e semanas. Assim, preços negativos fazem parte de um cenário mais provável. Ainda assim, a demanda firme e as vendas antecipadas podem ajudar a moderar as quedas. [ad_2] Source link

Tomate sofre queda nos preços com avanço da safra e baixa demanda

[ad_1] De acordo com os pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), os preços do tomate sofreram queda na última semana. No período, o tomate salada 3A foi cotado à média de R$ 67 a caixa (cx) no atacado de São Paulo (SP), queda de 20% em relação ao período anterior; no Rio de Janeiro (RJ), a baixa foi ainda maior, de 26%, para R$ 85/cx. Em Campinas (SP), a média foi de R$ 100/cx (-17%) e em Belo Horizonte (MG), de R$ 87/cx (-11%).  Segundo pesquisadores do Cepea, a pressão veio sobretudo do avanço na safra de inverno e da retração na demanda. Os altos patamares de preços e a chegada do final de mês, quando o poder de compra da população se reduz, também contribuíram negativamente.  Assim, as perspectivas para a próxima semana, de acordo com o instituto, indicam continuidade da tendência de aumento na oferta. Mesmo assim, não há expectativa de quedas muito acentuadas nos valores. *Sob supervisão de Luis Roberto Toledo [ad_2] Source link

Prejuízo aos sojicultores: Aprosoja MT pede R$ 1,1 bilhão de indenização

[ad_1] A Aprosoja-MT entrou com uma ação judicial pedindo R$ 1,1 bilhão de indenização por dano moral coletivo contra as tradings signatárias da Moratória da Soja. Segundo a entidade, a medida prejudica cerca de 2,7 milhões de hectares em 85 municípios de Mato Grosso ao bloquear o escoamento da produção agrícola, mesmo em áreas legais ou em regularização fundiária. A ação foi protocolada no fim de abril na Vara Especializada em Ações Coletivas de Cuiabá. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! O acordo da Moratória da Soja é firmado entre empresas comercializadoras (tradings), organizações da sociedade civil e o governo, e proíbe a compra de soja cultivada em áreas desmatadas no bioma Amazônia após julho de 2008. A Aprosoja-MT argumenta que, ao seguirem essa política, as tradings impõem regras privadas mais rígidas que a legislação brasileira, o que estaria penalizando milhares de produtores rurais de forma injusta e discriminatória. Na avaliação da associação, essa restrição tem causado prejuízos econômicos ao setor. Muitos agricultores, especialmente em regiões da Amazônia Legal, estariam sendo excluídos do mercado por critérios que ignoram os avanços no cumprimento da legislação ambiental e os processos legais de regularização fundiária. Para a Aprosoja, as tradings estariam atuando como reguladoras, criando barreiras adicionais que extrapolam o que a lei brasileira exige. Para justificar o valor da indenização, a entidade afirma que R$ 1,1 bilhão representa apenas 0,05% do faturamento conjunto das principais tradings que atuam no Brasil, estimado em R$ 1,8 trilhão em 2024. Segundo a Aprosoja, esse montante poderia ser arrecadado por essas empresas em menos de seis horas de operação, o que, na visão da associação, reforça a proporcionalidade do pedido diante dos danos alegados. [ad_2] Source link

Câmara aprova urgência para votar PL que regulariza imóveis rurais em faixa de fronteira

[ad_1] A Câmara dos Deputados aprovou, nesta segunda-feira (26), a urgência para votação do projeto de lei nº 4497/2024, que regulariza registros de imóveis rurais localizados em faixas de fronteira vendidos ou concedidos por estados mesmo sem autorização federal, desde que tenham sido feitos até 23 de outubro de 2015. De autoria do deputado federal Tião Medeiros (PP-PR), a proposta foi aprovada com 294 votos favoráveis e 107 contrários.  O texto estende, até 2030, o prazo final para a regularização de imóveis rurais localizados em áreas de faixa de fronteira, dando aos produtores rurais mais cinco anos para cumprirem com as exigências legais. “Foi uma vitória importante, mas a bancada do agro segue unida e vigilante, pois o mérito do projeto ainda precisa ser votado e aprovado com máxima urgência”, destacou Tião Medeiros. Atualmente, pela lei nº 13.178/2015, o prazo para regularizar os imóveis rurais situados na faixa de fronteira termina em 22 de outubro de 2025. Além da prorrogação do prazo até 2030, o PL 4497 pretende modernizar e desburocratizar o processo. O texto estabelece que a ratificação de propriedades com área superior a 2.500 hectares dependerá de autorização legislativa expressa do Congresso Nacional.  Além disso, transfere para os cartórios de registro de imóveis a responsabilidade pela tramitação dos pedidos de regularização — uma atribuição que, atualmente, é do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). “Esse projeto é uma questão de justiça com o setor agropecuário. Queremos garantir que quem trabalha, produz e preserva tenha o direito de manter sua propriedade regularizada, com segurança jurídica e tranquilidade para seguir contribuindo com o desenvolvimento do Brasil”, afirmou Tião Medeiros. Com a urgência aprovada, o projeto seguirá diretamente para votação no plenário da Câmara dos Deputados. A data da votação do mérito do PL ainda será definida pelo presidente da Casa, deputado Hugo Motta. [ad_2] Source link

Colheita de soja 2024/25 está praticamente concluída no Brasil, segundo a Conab

[ad_1] A colheita de soja da safra 2024/25 no Brasil já está praticamente no fim, perfazendo 99,5% da área semeada, conforme o boletim de Progresso de Safra da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Os trabalhos de campo avançaram 0,6 ponto percentual em relação à semana anterior. Na média dos últimos cinco anos, que é de 99,1%, a colheita está 0,4 ponto percentual adiantada. Entre os 12 estados produtores, ainda falta encerrar a colheita no Rio Grande do Sul e no Piauí, que contam, ambos, com 99% da área colhida, além de Santa Catarina (97,5%) e Maranhão (90%). Colheita de milho A colheita do milho de inverno 2024/25, ou “safrinha” já começou no país. Até domingo (25), 0,3% da área havia sido colhida, avanço de 0,3 ponto percentual em relação à semana passada. Na comparação com igual momento da safra 2023/24, quando 1,1% havia sido colhido, há atraso de 0,8 ponto percentual. Em comparação com as últimas cinco safras, cuja média de colheita é de 0,6%, há atraso de 0,3 ponto percentual. Já a colheita do milho verão 2024/25 perfazia, até domingo, no país, 86,9% da área semeada, avanço de 4,6 pontos percentuais em relação à semana anterior. Em relação a igual período da safra passada, há adianto de 5,3 pontos percentuais. Na média dos últimos cinco anos, que é de 83,2%, a colheita também está adiantada em 3,7 pontos percentuais. Arroz A colheita de arroz no país atingia, até domingo, 97,4% da área, avanço de 2,4 pontos percentuais em relação à semana anterior. Em comparação com igual período do ciclo 2023/24, quando 94% do cereal havia sido colhido, há avanço de 3,4 pontos porcentuais. Na média dos últimos cinco anos, que é de 97,2%, há leve avanço de 0,2 ponto porcentual. Algodão A colheita de algodão 2024/25 também já começou no país e atinge, agora, 0,4% da área plantada, avanço de 0,2 ponto percentual em relação à semana passada. Na comparação com a safra passada, há leve atraso de 0,3 ponto percentual. Na média dos últimos cinco anos, de 0,5%, há leve atraso de 0,1 ponto porcentual. Trigo Por fim, a semeadura do trigo 2025 cobria até domingo 30,6% da área, informou a Conab. Em relação à semana passada, os trabalhos avançaram 5,1 pontos porcentuais. Na comparação com igual momento da safra passada, quando 29,6% estavam semeados, há adianto de 1 ponto percentual. Em relação à média dos últimos cinco anos, de 30,1%, há adianto de 0,5 ponto percentual. [ad_2] Source link