Estado de São Paulo inicia ação de prevenção contra fungo devastador nas lavouras de soja

[ad_1] O estado de São Paulo deu início neste domingo, 1º de junho, ao período do vazio sanitário da soja na Região 1. A medida de prevenção segue até 31 de agosto e tem como objetivo controlar a ferrugem asiática, doença provocada pelo fungo Phakopsora pachyrhizi. A iniciativa busca reduzir a incidência do fungo entre uma safra e outra, protegendo a produção e fortalecendo o manejo fitossanitário da cultura. Para acessar o calendário de todas as regiões do país, acesse o link. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! A ação segue as diretrizes da Portaria nº 1.271/2025, do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa)), que definiu os calendários nacionais do vazio sanitário e da semeadura da soja para a safra 2025/2026. Em São Paulo, o estado foi dividido em três regiões com datas diferentes para o início do vazio. As Regiões 2 e 3 entram no período de restrição nos dias 12 e 15 de junho, encerrando-se em 12 e 15 de setembro, respectivamente. Confira os municípios separados aqui. Período de prevenção Durante o vazio sanitário, é proibida a presença de plantas vivas de soja nas áreas de cultivo, incluindo as chamadas plantas voluntárias ou tigueras. A eliminação dessas plantas é de responsabilidade dos produtores, e exceções só são permitidas em casos específicos autorizados pela Defesa Agropecuária, como produção de sementes, pesquisas ou demonstrações técnicas. O estado também exige que os agricultores realizem o cadastro das áreas produtoras de soja. Em São Paulo, esse registro deve ser feito no sistema de Gestão de Defesa Animal e Vegetal (GEDAVE), no prazo máximo de 15 dias após o fim do calendário regional de plantio. O controle cadastral é uma ferramenta essencial para o acompanhamento das lavouras e o reforço das ações de fiscalização sanitária. [ad_2] Source link
União Europeia envia equipe comercial aos EUA para negociações

[ad_1] A União Europeia (UE) enviou uma equipe técnica a Washington para negociações comerciais com o governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse um porta-voz europeu nesta segunda-feira (2). Segundo informações, o comissário para Comércio da UE, Maros Sefcovic, deve se reunir com o representante comercial dos EUA, Jamieson Greer, na Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), em Paris, na quarta-feira. No fim de semana, a UE alertou que o novo plano de Trump de dobrar as tarifas sobre o aço para 50% poderia comprometer as negociações entre as duas economias e desencadear tarifas retaliatórias sobre produtos americanos. Hoje, o porta-voz reiterou o alerta, afirmando que os europeus estão prontos para tomar contramedidas se “nossas negociações não levassem a um resultado equilibrado”. [ad_2] Source link
Chicago busca recuperação, apoiada pelo impulso do petróleo

[ad_1] Os contratos do milho operam nesta segunda-feira (2) com preços mais altos nas negociações da sessão eletrônica da Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). Após acumular perdas superiores a 3% na semana e 6% no mês, o mercado tenta iniciar um movimento de recuperação técnica. A desvalorização de quase 0,5% do dólar frente a outras moedas correntes, aliada ao forte avanço de mais de 4% do petróleo em Nova York, oferece suporte para a correção dos preços. Os contratos com entrega em julho estão cotados a US$ 4,46 3/4 por bushel, alta de 2,75 centavos de dólar, ou 0,61%, em relação ao fechamento anterior. Na sexta-feira (30), o milho fechou com baixa nos preços. O mercado foi pressionado pelos sinais de uma fraca demanda pelo cereal dos Estados Unidos, além do crescimento da tensão comercial entre a China e o país norte-americano. Além disso, a valorização do dólar frente a outras moedas, as perdas do petróleo em Nova York e a perspectiva de uma boa produção nas safras da América do Sul e dos Estados Unidos complementaram o quadro negativo da sessão. Na semana, a posição julho/25 registrou queda acumulada de 3,37%. Em maio, a mesma posição apresentou recuo acumulado de 6,62%. Na sessão, os contratos com entrega em julho de 2025 fecharam com baixa de 3,00 centavos, ou 0,67%, cotados a US$ 4,44 por bushel. Os contratos com entrega em dezembro de 2025 fecharam com recuo de 2,75 centavos, ou 0,62%, cotados a US$ 4,38 1/2 por bushel. [ad_2] Source link
Trump anuncia que vai dobrar tarifas sobre aço e alumínio para 50%

[ad_1] Durante um comício em West Mifflin, Pensilvânia, o presidente Donald Trump anunciou que dobrará as tarifas sobre aço e alumínio importados, passando de 25% para 50% a partir de 4 de junho de 2025. A medida, segundo ele, visa proteger a indústria siderúrgica americana e manter empregos nos Estados Unidos. O anúncio foi feito em meio à promoção de um acordo de US$ 14 bilhões entre a US Steel e a japonesa Nippon Steel. Apesar da parceria, Trump assegurou que a US Steel permanecerá americana, com liderança majoritariamente composta por cidadãos dos EUA e supervisão federal para garantir a conformidade com um acordo de segurança nacional. A Nippon se comprometeu a investir US$ 2,2 bilhões no complexo Mon Valley e mais US$ 7 bilhões em atualizações de fábricas em diversos estados, além de manter altos-fornos em operação por 10 anos e pagar bônus de US$ 5 mil aos trabalhadores. O aumento das tarifas deve beneficiar os produtores nacionais ao permitir que aumentem os preços, mas também pode provocar retaliações de parceiros comerciais como a União Europeia, que já se manifestou contra a medida. O sindicato United Steelworkers segue cético quanto ao acordo com a Nippon, temendo impactos na segurança nacional e na estabilidade das comunidades locais, além da falta de transparência nos detalhes da transação. Apesar das incertezas, a reação de alguns trabalhadores e autoridades locais foi positiva, com destaque para o otimismo gerado pelas promessas de investimento e manutenção de empregos. Ainda assim, há preocupação quanto a quem realmente tomará as decisões dentro da empresa após a conclusão do negócio, cujo prazo final é 18 de junho. [ad_2] Source link
saiba o que mexe com a economia e os mercados neste começo de semana

[ad_1] No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, comenta o cenário misto de alívio e cautela nos mercados, com bolsas em alta e dólar forte. O Ibovespa caiu na semana, mas fechou maio com ganho de 1,45%, enquanto o dólar encerrou o mês a R$ 5,71. No Brasil, PIB e mercado de trabalho surpreenderam positivamente. Destaque da semana vai para produção industrial, saldo comercial e decisão do BCE. Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro. Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado! Foto: divulgação [ad_2] Source link
Reforma tributária pode reduzir em 30% demanda aérea e elevar preço de passagens

[ad_1] A Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata) prevê que a reforma tributária pode reduzir em 30% a demanda aérea no Brasil diante do aumento de preço nas passagens. A entidade estima ainda impactos bilionários na receita do turismo, além de reflexos negativos para a conectividade regional. A reforma tributária prevê um imposto sobre valor agregado (IVA) com uma alíquota estimada em 26,5% para o setor aéreo. A expectativa da Iata é que o tributo aumente o preço médio de passagens domésticas de US$ 130 para US$ 160. No caso de bilhetes internacionais, o valor médio deve crescer de US$ 740 para US$ 935. Nesse cenário, a associação destaca a “enxurrada de propostas legislativas que alegam proteger os consumidores na América Latina, mas não se alinham aos padrões globais”. Para a Iata, essas medidas, na verdade, elevam custos, reduzem conectividade e frustram passageiros. Demanda aquecida no setor aéreo Apesar dos desafios regulatórios na América Latina, a associação vê um momento de oportunidade para o setor aéreo na região, que tem registrado evolução no tráfego. Em abril de 2025, a demanda, medida por passageiros-quilômetro transportados pagos (RPK), subiu 10,9% na América Latina e no Caribe ante igual mês de 2024. Na comparação com abril de 2019, pré-pandemia, houve crescimento de 16,2%. A taxa de crescimento da região está acima da indústria global. Em abril de 2025, a demanda global registrou alta anual de 8%, enquanto subiu 9,2% em relação ao mesmo mês de 2019. Na América do Norte, no entanto, as altas foram mais modestas: 8,7% ante pré-pandemia e 1,6% ano contra ano. [ad_2] Source link
Agro impulsiona PIB no 1º tri/2025, mas produtores do RS enfrentam crise sem precedentes

[ad_1] No primeiro trimestre de 2025, o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil cresceu 1,4% em relação ao trimestre anterior, impulsionado principalmente pela agropecuária, que registrou um expressivo crescimento de 12,2%. Esse desempenho foi atribuído a condições climáticas favoráveis e a uma safra recorde de soja, o principal produto agrícola do país. Apesar de sua contribuição significativa para a economia nacional, o setor agropecuário enfrenta desafios estruturais persistentes. A infraestrutura logística inadequada, caracterizada por estradas em más condições e falta de armazenamento adequado, continua a dificultar o escoamento eficiente da produção agrícola. Além disso, os produtores rurais enfrentam dificuldades no acesso a financiamentos adequados e seguros agrícolas eficientes, o que aumenta sua vulnerabilidade a riscos climáticos e de mercado. Situação crítica no RS Enquanto o agronegócio nacional impulsiona o crescimento econômico, os produtores rurais do Rio Grande do Sul enfrentam uma crise sem precedentes. O estado foi severamente afetado por uma estiagem prolongada que se intensificou a partir de dezembro de 2024, comprometendo especialmente a cultura da soja, principal produto agrícola da região. A produção local de soja totalizou 13,2 milhões de toneladas, representando uma queda de 27,4% em relação à safra anterior e de 38,8% em comparação à estimativa inicial de 21,6 milhões de toneladas . As perdas na produção agrícola gaúcha entre 2020 e 2024 totalizam 50 milhões de toneladas de grãos, o que representa um prejuízo direto de R$ 106,6 bilhões para os produtores do estado. Além disso, as dívidas dos produtores rurais com vencimento em 2025 somam R$ 27,7 bilhões, sendo R$ 17 bilhões apenas na agricultura familiar . Em resposta à crise, o Conselho Monetário Nacional (CMN) autorizou a prorrogação das dívidas bancárias dos produtores rurais gaúchos por até três anos. No entanto, a medida foi considerada insuficiente pelos produtores, que se mobilizaram por todo o estado, realizando bloqueios em rodovias federais e pressionando por soluções mais eficazes, como a implementação da securitização da dívida rural . Apelo aos poderes da República É imperativo que os poderes da República — Executivo, Legislativo e Judiciário — reconheçam a gravidade da situação enfrentada pelos produtores rurais, especialmente no Rio Grande do Sul. A agropecuária, que tem sido o pilar do crescimento econômico do país, não pode continuar sendo negligenciada em momentos de crise. É necessário implementar políticas públicas que fortaleçam a infraestrutura, facilitem o acesso a financiamentos e seguros, e garantam a segurança jurídica no campo. Além disso, é fundamental que medidas emergenciais sejam adotadas para apoiar os produtores afetados por eventos climáticos extremos, como a estiagem no RS. O Brasil precisa escolher: ou valoriza quem produz, ou arrisca comprometer a sustentabilidade de sua economia. Chegou a hora dos poderes da República olharem com seriedade para o campo — não apenas como uma fonte de recursos, mas como a força estratégica que pode garantir ao país um futuro sólido, soberano e sustentável. Quem alimenta a nação merece segurança, infraestrutura e respeito. O Brasil deve isso ao agro. Miguel Daoud é comentarista de Economia e Política do Canal Rural O Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação. [ad_2] Source link
Anac suspende voos dos Correios por descumprimento de normas de segurança

[ad_1] A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) determinou a suspensão de todas as operações aéreas dos Correios a partir de 4 de junho. A medida cautelar ocorre após fiscalização realizada entre fevereiro e abril deste ano apontar o descumprimento de medidas determinadas pelo órgão para “identificar e recusar a introdução de artigos perigosos” em cargas enviadas pelo transporte aéreo. A suspensão, determinada na sexta-feira (30), foi revelada pela colunista Mariana Barbosa, do UOL, e confirmada pelo Estadão. No ofício que determina a interrupção do transporte, a Anac cita que a fiscalização deste ano constatou que os Correios descumpriram “integralmente” providências de segurança como a restrição de transportar apenas malas postais com conteúdo declarado e a necessidade de funcionário qualificado acompanhar a preparação dessas cargas. As demais medidas foram, em geral, cumpridas apenas parcialmente. O ofício aponta ainda que a interrupção do transporte aéreo será cancelada se os Correios e os operadores aéreos que prestam serviço à estatal comprovarem à Anac que cumpriram as medidas exigidas. Eles também precisam enviar um cronograma detalhado para adequação completa às normas de segurança da agência, além de apresentar uma análise de risco conjunta entre Correios e empresas prestadoras de serviço atestando que as operações estão dentro do nível aceitável de risco. O presidente dos Correios, Fabiano Silva dos Santos, disse ao Estadão que a estatal vem há meses em diálogo com a Anac está empenhada em resolver o problema antes da suspensão prevista. “Na próxima terça-feira, 3, haverá reunião para validar as medidas que já haviam sido debatidas. Estamos fazendo tudo. Não houve suspensão e assim que validarem essa situação se resolve”, afirmou o presidente. Apesar de as falhas terem sido apontadas em fiscalização no início de 2025, em nota enviada à reportagem, a estatal responsabiliza a gestões anteriores pelo problema. “Os Correios estão comprometidos com o cumprimento integral da legislação vigente. O problema decorre de práticas herdadas de gestões anteriores e representa mais um desafio que a atual administração está enfrentando para garantir a regularização completa do serviço. A empresa está adotando todas as medidas cabíveis para solucionar a situação no prazo estipulado, reafirmando o compromisso com a segurança das operações e o atendimento à população”, diz nota da estatal enviada à reportagem. O presidente da estatal alegou ainda que o problema “vem desde 2015”. “Só na nossa gestão é que avançamos”. Silva apontou, entre as limitações “herdadas”, a falta de equipamentos de raio-X nas unidades dos Correios nos aeroportos, por onde a carga entra para ser transportada. Ele afirmou que foram adquiridos novos equipamentos e realizadas capacitações com as equipes para garantir o cumprimento das normas da Anac. “A empresa estava para ser privatizada e não houve investimentos necessários”, reclamou. [ad_2] Source link
Brasil e França devem fazer nova declaração climática visando a COP30

[ad_1] O presidente Luiz Inácio Lula da Silva viaja à França, entre os dias 4 e 9 de junho, para uma visita de Estado que não é realizada há 13 anos por um chefe de governo brasileiro. A última ocorreu em 2012, durante o mandato de Dilma Rousseff. Um dos pontos altos da agenda deverá ser o anúncio de uma nova declaração climática conjunta dos dois países, em um dos encontros bilaterais entre Lula e o presidente francês, Emmanuel Macron. “Há expectativa de adoção de uma nova declaração dos dois líderes sobre a mudança do clima considerando o engajamento dentro dos países nesse tema e a necessidade de maior mobilização internacional para a COP30 [Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas], sediada pelo Brasil. Também esperamos acordar a criação de um corredor marítimo descarbonizado com a França”, pontuou o embaixador Flávio Goldman, diretor do Departamento de Europa do Ministério das Relações Exteriores, em entrevista a imprensa na última sexta-feira (30), para detalhar sobre a viagem. Ao todo, os dois presidentes devem assinar 20 atos bilaterais, envolvendo acordos de cooperação na área de vacinas, de segurança pública, de educação e de ciência e tecnologia. Um anúncio de investimentos entre os dois países também é esperado. Atualmente, a corrente de comércio entre Brasil e França é de US$ 9,1 bilhões, segundo dados de 2024, alta de 8% em relação a 2023. A França é o terceiro país que mais investe no Brasil, com mais de US$ 66,3 bilhões em estoque. “A visita acontece num momento muito positivo do relacionamento bilateral, com aproximação em diversas áreas. Durante sua passagem pela França, Lula terá vários encontros com Emmanuel Macron, nos quais ele discutirá aspectos relevantes do relacionamento bilateral e temas da agenda internacional de importância dos dois países, como a necessidade de reforma da governança global, a defesa do multilateralismo, o combate ao extremismo e a preparação para a COP30”, destacou Goldman. Lula e comitiva embarcam na próxima quarta-feira (4), e o primeiro compromisso, em Paris, será no dia seguinte, com a cerimônia oficial de chegada ao Pátio de Honra da Esplanada dos Inválidos, na área norte do edifício Hotel des Invalides. O local sedia cerimônias militares francesas e é frequentemente utilizado para desfiles e outros eventos. Em seguida, o presidente brasileiro se reúne com Macron no Palácio do Eliseu, sede do governo francês, em uma reunião entre as delegações dos dois países e que será seguida por uma cerimônia de assinatura de atos, além de declarações à imprensa. Reconhecimento No dia 6 de junho, Lula receberá o título de Doutor Honoris Causa na Universidade Paris 8. No mesmo dia, ele fará uma visita à exposição sobre o ano do Brasil na França, no Grand Palais, o principal centro de convenções do país. De acordo com o Palácio Itamaraty, a programação da temporada brasileira na França compreenderá diversas atividades até setembro, em mais de 50 cidades francesas. Elas incluirão iniciativas tanto na área artística quanto nas de cooperação acadêmica, científica, tecnológica, educativa e ambiental, com o objetivo de longo prazo de fortalecer os laços entre os países. Ainda no âmbito cultural, o presidente Lula receberá uma homenagem na Academia Francesa. A Academia foi criada em 1635, e, em seus quase 400 anos de história, apenas outros 19 chefes de Estados foram homenageados em sessão oficial. Antes dele, o único brasileiro reconhecido pela honraria havia sido Dom Pedro II, em 1872. Está prevista também a participação de Lula na sessão do Fórum Econômico Brasil-França. O encontro reunirá autoridades e líderes empresariais de ambos os países. Certificação sanitária Ainda neste dia, Lula participará de um evento que formaliza o reconhecimento do status do Brasil como país livre da febre aftosa sem vacinação. O reconhecimento foi aprovado na reunião da assembleia-geral da entidade, em 29 de maio. O presidente brasileiro deverá se encontrar com a prefeita de Paris, Ane Hidalgo, e viajará a Toulon, onde manterá outro encontro com Macron, desta vez na Base da Marinha Francesa, para tratar do Programa de Desenvolvimento de Submarinos (ProSub), uma retribuição à mesma agenda realizada pelo francês, em março do ano passado, durante sua visita de Estado ao Brasil. [ad_2] Source link
Arroba do boi gordo teve queda de até 10% em maio; o que esperar no curto prazo?

[ad_1] O mercado brasileiro de boi gordo enfrentou forte retração nos preços da arroba em maio. Em Minas Gerais, por exemplo, a queda chegou a 9,7% ao longo dos últimos 30 dias. O analista de Safras & Mercado Fernando Iglesias, destaca que a expectativa é de que os frigoríficos ainda tentem forçar quedas nos preços pagos pelo boi no curto prazo, diante das escalas de abate mais confortáveis, fechadas em média para oito dias úteis no país. Segundo ele, ao longo da segunda metade do mês em diante, o mercado passou a ficar mais apreensivo também com relação aos desdobramentos do foco de influenza aviária de alta patogenicidade, a gripe aviária, registrado em granja comercial de matrizeiros no município gaúcho de Montenegro. “O embargo às exportações de boa parte da carne de frango do Brasil não gerou grande impacto nas cotações da proteína no atacado, o que era motivo de preocupação para a cadeia pecuária”, considera. Os preços da arroba do boi gordo na modalidade a prazo nas principais praças de comercialização do Brasil estavam assim no dia 30 de maio: São Paulo (Capital): R$ 306,50, baixa de 2,7% frente os R$ 315 praticados no encerramento de abril Goiás (Goiânia): R$ 289,29, queda de 3,5% perante os R$ 300 registrados no final do mês passado Minas Gerais (Uberaba): R$ 288,82, recuo de 9,7% frente aos R$ 320,00 praticados no fechamento do mês anterior Mato Grosso do Sul (Dourados): R$ 304, retração de 5% em relação aos R$ 320 registrados anteriormente Mato Grosso (Cuiabá): R$ 300, desvalorização de 7,69% ante os R$ 320 observados no final de abril Rondônia (Vilhena): R$ 265, queda de 5,36% frente aos R$ 280 praticados no encerramento do mês anterior Mercado atacadista Iglesias informa que o mercado atacadista apresentou queda em seus preços no decorrer de maio, especialmente a partir da segunda quinzena. Ele acrescenta que o ambiente de negócios ainda sugere novos recuos no curto prazo em meio a reposição mais lenta entre o atacado e o varejo. O analista afirma que a preferência de boa parte da população por proteínas mais acessíveis é uma tendência incontestável em 2025. O quarto do traseiro do boi foi cotado a R$ 23,90 o quilo, queda de 4,40% frente aos R$ 25,00 praticados no final de abril. Já o quarto do dianteiro do boi foi vendido por R$ 19,00 o quilo, recuo de 5,00% frente aos R$ 20,00 registrados no fechamento do mês passado. Exportações de carne bovina Foto: arquivo Canal Rural Uma boa notícia para o Brasil no fechamento deste mês de maio foi a conquista da certificação de livre de febre aftosa sem vacinação por parte da Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA). O analista de Safras & Mercado destaca que a medida abre caminho para o país ingressar em mercados que remunerem melhor pela carne bovina, como Japão e Coreia do Sul. As exportações de carne bovina fresca, congelada ou refrigerada do Brasil renderam US$ 899,9 milhões em maio (16 dias úteis), com média diária de US$ 56,243 milhões, de acordo com a Secretaria de Comércio Exterior (Secex). A quantidade total exportada pelo país chegou a 173,804 mil toneladas, com média diária de 10,862 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 5.117,70. Em relação a maio de 2024, houve alta de 23,7% no valor médio diário da exportação, ganho de 7,6% na quantidade média diária exportada e avanço de 15% no preço médio. [ad_2] Source link