A Camil Alimentos é a primeira no ranking de arrecadação das indústrias beneficiadoras e de exportação de arroz do Rio Grande do Sul, segundo o Instituto Rio-grandense do Arroz (Irga) com base em dados de 2023. No ano passado foram beneficiadas 5.722.235 toneladas de arroz no estado.

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Depois da Camil, aparecem, na ordem, Josapar – Joaquim Oliveira S/A Participações, Pirahy Alimentos, Arrozeira Pelotas Indústria e Comércio de Cereais, Urbano Agroindustrial, Cooperativa Tritícola Sepeese – Cotrisel, Engenho A.M., Pilecco Nobre Alimentos, Dickow Alimentos e Cooperativa Agroindustrial Cooperja.

Camil

A Camil Alimentos obteve lucro líquido de R$ 78,5 milhões no primeiro trimestre do ano fiscal 2024, encerrado em maio, informou a empresa nesta quinta-feira (11), depois do fechamento do mercado. O resultado representa alta de 22,6% ante igual período do ano passado, quando a empresa registrou lucro de R$ 64 milhões. A companhia atua em arroz, feijão, café, açúcar, massas, pescados e biscoitos.

Já a receita líquida cresceu 9,3% na mesma comparação, de R$ 2,654 bilhões para R$ 2,897 bilhões. No segmento alimentício Brasil, a receita subiu 9,9%, para R$ 2,188 bilhões. O segmento alimentício internacional teve receita líquida de R$ 712 milhões no primeiro trimestre fiscal, 7,3% maior na comparação anual.

O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) avançou 28,2%, de R$ 198,5 milhões para R$ 254,5 milhões. Já a margem Ebitda subiu 1,3 ponto porcentual, para 8,8%.

A alavancagem (relação entre dívida líquida e Ebitda) terminou o primeiro trimestre fiscal de 2024 em 3,3 vezes, ante 3,5 vezes em igual período do ano fiscal anterior. No período, a companhia investiu (Capex) R$ 62,9 milhões, 34,1% a menos do que no primeiro trimestre fiscal de 2023.

Comercialização

A Camil comercializou no primeiro trimestre fiscal de 2024, encerrado em maio, volume total de produtos 4,6% inferior ao de igual período do ano passado. Foram 522,7 mil toneladas contra 547,9 mil toneladas do primeiro trimestre fiscal de 2023. A queda foi puxada sobretudo pelo recuo de 17,5% no volume comercializado no segmento internacional, de 135,1 mil toneladas. No Brasil, o volume comercializado pela empresa aumentou 0,9% na comparação anual do primeiro trimestre, para 387,7 mil toneladas.

No Brasil, que representou 74,2% do volume comercializado pela Camil, o volume de vendas do segmento de alto giro (87,4% do total), formado por arroz, feijão e açúcar, foi 0,3% maior, de 338,8 mil toneladas. Já o volume vendido na divisão de alto valor (12,6% do total), formado por pescados, massas, café e biscoitos, aumentou 5,8%, para 48,9 mil toneladas. O preço líquido do segmento de alto giro no Brasil avançou 16,5%, para R$ 4,53 por kg, enquanto o preço líquido médio do segmento de alto valor cresceu 0,1%, para R$ 11,81 por quilo.

No mercado internacional, que representou 25,8% do total comercializado pela companhia no trimestre, apesar da queda de 17,5% no volume houve aumento de 30,5% no preço líquido, para R$ 5,54 por quilo no primeiro trimestre de 2024.

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